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ELEIÇÕES 2022

1 de março de 2021 at 21:46

Dona do Magazine Luiza será candidata à Presidência, revela deputado

Revelação foi feita pelo deputado Romanelli (PSB-PR) durante entrevista.

 segunda-feira, 01/03/2021, 19:45 – Atualizado em 01/03/2021, 20:11 –  Autor: Com informações do Blog do Esmael


Empresária Luiza Trajano Empresária Luiza Trajano | Divulgação .

Odeputado Luiz Claudio Romanelli (PSB-PR) revelou, no último domingo (28), durante uma entrevista que a dona do Magazine Luiza, a empresária Luiza Trajano, será candidata à Presidência da República pelo mesmo partido do parlamentar.

“Não sei se eu podia falar aqui, mas ela pode ser candidata pelo PSB”, revelou o deputado sobre Luiza, que lançou até um movimento para vacinar todos os brasileiros até setembro desse ano.

Romanelli era questionado sobre uma possível debandada do partido para o ninho do PSDB, do ex-governador Beto Richa, quando disparou a surpreendente articulação que a direção do partido estava fazendo com a empresária.

Informações anteriormente noticiadas já estudavam a possibilidade de participação da empresária nas eleições de 2022 como forte candidata à Presidência. Entre as informações, a de que ela estaria sendo cogitada pelo próprio Partido dos Trabalhadores (PT).

SITUAÇÃO ESTÁ MAIS GRAVE

1 de março de 2021 at 20:31

Governo do Pará anunciará novas medidas para tentar conter covid-19

Helder Barbalho e Edmilson Rodrigues reuniram-se nesta segunda-feira para definirem medidas.

 segunda-feira, 01/03/2021, 19:57 – Atualizado em 01/03/2021, 20:10 –  Autor: Igor Reis DOL


 | Reprodução / Twitter .

Em meio ao avanço da covid-19 no Estado, líderes do governo do Pará e da prefeitura de Belém reuniram-se na tarde desta segunda-feira (1º), para definir novas medidas de segurança e evitar o eminente colapso dos sistemas de saúde estadual e municipal.

As medidas restritivas serão anunciadas amanhã (2) por Helder Barbalho, Edmilson Rodrigues, além de outros prefeitos. A taxa de ocupação dos leitos de UTI na capital chegou a 77,7% na grande Belém, um índice bastante elevado.

O governador do Pará viaja a Brasília nesta terça-feira (2), onde se reúne com representantes da embaixada da Rússia no Brasil. O objetivo é tratar da compra de doses da vacina Sputnik V. Uma das primeiras a serem criadas na pandemia, a vacina russa possui uma das mais altas taxas de eficácia.

Após o retorno de Helder a Belém, haverá uma reunião entre líderes do governo e de prefeituras, incluindo a de Belém, onde serão anunciadas as novas medidas.

“Muita tristeza com a situação que vivemos. Os limites dos hospitais que estão chegando ao fim, a capacidade do SUS de resolver o problema já está no limite, o número de crianças e adolescentes internados que aumentou com essa nova cepa. Amanhã voltarei a reunir com o governador e outros prefeitos, para anunciarmos medidas necessárias para enfrentar esse momento difícil que está entristecendo o Brasil e colocando cidades e capitais num estágio bastante perigoso a ponto de não ter mais leitos para atender pessoas”, disse Edmilson Rodrigues em transmissão ao vivo nas redes sociais na noite desta segunda.  

Segundo o prefeito de Belém, a possível compra da vacina russa pode ser a chave para conter o avanço da doença, que já matou pelo menos 8.591 pessoas em todo Estado, a maioria na capital. A situação é grave e pode piorar. Já no início do mês de fevereiro, cerca de 96% dos leitos de UTI na grande Belém estavam ocupados. Além das novas medidas, a chegada de mais vacinas é a única solução para combater a situação.

“Essa vacina russa é mais barata e eficaz. O objetivo da viagem do governador é ver a possibilidade da compra dessa vacina, que alcança quase 100% de eficácia. Essa vacina pode ajudar muito no combate a essa pandemia. Amanhã voltaremos a nos reunir com governador e outros prefeitos, para anunciarmos medidas necessárias para enfrentar esse momento difícil, que está entristecendo o Brasil e colocando cidades e capitais num estágio bastante perigoso, a ponto de não ter mais leitos para atender pessoas”, disse o prefeito da capital.

As novas medidas serão anunciadas a partir das 17h desta terça, em transmissão ao vivo pelo site da Agência Pará, TV Cultura e pelas redes oficiais do governo do Estado e da Sespa. 

Governadores negociam vacina russa e tentam reverter corte no orçamento

1 de março de 2021 at 19:09

Por Lauriberto Pompeu  congressoemfoco.

Wellington Dias coordena reunião de governadores com Arthur Lira Reprodução / Instagram / Wellington Dias.Reprodução / Instagram / Wellington Dias

Uma comitiva de dez governadores vem a Brasília nesta terça-feira (2) para se reunir com empresas que fabricam vacinas contra o coronavírus. No mesmo dia, os chefes de governo estaduais vão se reunir com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

O governador Wellington Dias (PT-PI) é quem coordena a visita. De acordo com ele, dois governadores de cada região estarão na capital federal. O resto dos representantes estaduais vai participar de forma remota.

“Lá [com Lira] a gente vai tratar sobre vacina, a parte da saúde, teve aquele corte de R$ 4,3 bilhões no orçamento que enviaram para 2021 e a gente quer que seja recomposto para dar sustentabilidade ao ministério. Agora mesmo o caso dos leitos é porque não tinha orçamento”, afirmou o governador.

Os governadores também vão negociar a aquisição da vacina russa Sputnik V. “Uma visita à empresa União Química, vamos lá com a presença do embaixador da Rússia e uma representação do governo da Rússia”, disse Dias ao Congresso em Foco.

“Nesse encontro a gente tem dois objetivos, um termo de opção de compra com um fundo russo, com vacinas produzidas fora do Brasil, e outro com a União Química, com vacinas produzidas no Brasil.”

Confirmaram presença na visita os governadores Ronaldo Caiado (DEM-GO), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Renato Casagrande (PSB-ES), Romeu Zema (Novo-AG), Waldez Góes (PDT-AP), Carlos Moisés (PSL-SC), Paulo Câmara (PSB-PE) e Helder Barbalho (MDB-PA). Eduardo Leite (PSDB), do Rio Grande do Sul, é um dos que não vai a Brasília.

“Não participo. Estamos buscando que seja virtualmente. Não tenho como sair daqui agora”, disse ao Congresso em Foco.

Demandas antigas dos governos estaduais no Congresso serão tratadas com Lira, como o projeto que permite a securitização e o adiamento do pagamento de precatórios -dívidas que o poder público se compromete a pagar após decisão judicial.

“Queremos tratar dessa parte de precatório, um alongamento do prazo para o pagamento de precatório, que está vencendo agora em 2025. Aquela própria PEC que foi transformada em emenda constitucional, ela ficou com uma interpretação do governo que a gente pode tomar um empréstimo, mas não há um limite para poder retomar esse empréstimo. A ideia na época era que, em se tratando de uma despesa que já existe, ela vai alongar. Ajudaria alongando o prazo com empréstimo, ajudaria tanto no superávit primário quanto no volume de recursos disponíveis ano a ano melhor”.

A securitização, que permite que os governos estaduais possam vender a instituições financeiras privadas as dívidas que têm a receber de terceiros, é outra demanda que será levada a Lira.

“O outro é em relação a essa parte da securitização da dívida, que é uma sistemática de cobrança da dívida ativa, mas de forma mais profissional. Tem uma proposta para permitir portabilidade nos contratos de empréstimos. Isso permite a atração de fundos com taxas mais baratas, com prazos mais alongados. Hoje no Brasil a gente toma empréstimo em uma faixa de 12%, 14% ao ano, quem consegue menos, é lucro, e com prazos de dez, 15 anos. A entrada dos fundos, do Brasil e do mundo, faz com que a gente faça o que os outros países fazem, empréstimos de 30, 35 anos e taxas mais baixas, para a conjuntura atual isso é muito bem vindo”.

O governador do PT também comentou sobre o auxílio emergencial e reforçou a posição contrária a revogação dos investimentos mínimos constitucionais em saúde e educação como contrapartida. A medida que desvincula a verba para essas áreas vai ser retirada pelo relator do texto, senador Márcio Bittar (MDB-AC). “A parte do auxílio emergencial, a ideia é expor nossa posição, que já encaminhamos, de fazer a aprovação sem esse condicionante para saúde e educação e tratar disso de forma separada”, afirmou Dias.

PANDEMIA

1 de março de 2021 at 16:09

Secretários de Saúde pedem toque de recolher e fechamentos de bares e escolas contra avanço da covid-19

Conselho dos secretários emitiu uma carta solicitando medidas mais rigorosas no combate à pandemia para evitar “colapso” no país.

 segunda-feira, 01/03/2021, 15:42 – Atualizado em 01/03/2021, 15:53 –  Autor: FOLHAPRESS


 | Marcelo Seabra/Agência Pará .

Secretários estaduais de saúde divulgaram uma carta nesta segunda-feira (1º) em que afirmam que o Brasil vive o “pior momento da crise sanitária” provocada pela Covid e pedem maior rigor em medidas para evitar um colapso em todo o país.https://1fdfef14a1e900544cbdafacd0d66cb7.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

No documento, assinado pelo Conass, conselho que reúne os 27 gestores da área, o grupo aponta que o agravamento da epidemia em diversos estados “leva ao colapso de suas redes assistenciais públicas e privadas e ao risco iminente de se propagar a todas as regiões do Brasil.”

“Infelizmente, a baixa cobertura vacinal e a lentidão na oferta de vacinas ainda não permitem que esse quadro possa ser revertido em curto prazo”, apontam os gestores, que pedem então medidas para tentar evitar o colapso na rede de saúde.

Entre as ações recomendadas, estão maior rigor nas medidas de restrição das atividades não essenciais, “incluindo a restrição em nível máximo nas regiões com ocupação de leitos acima de 85% e tendência de elevação no número de casos e óbitos”.

Para isso, secretários recomendam que sejam vetados eventos, congressos e atividades religiosas em todo o país, suspensas aulas presenciais e adotado toque de recolher das 20h às 6h e fechada praias e bares, por exemplo.

O documento pede ainda que sejam “considerados o fechamento dos aeroportos e do transporte interestadual”, além de adotadas medidas para reduzir a superlotação no transporte coletivo e ampliada a testagem de casos suspeitos.

O grupo também sugere que haja reconhecimento da situação de emergência, que deixou de valer em dezembro de 2020, e viabilizados mais recursos ao SUS. Em outro trecho, recomenda medidas para aumentar a compra de vacinas e implementação de planos nacionais de comunicação, para reforço de medidas de prevenção, e de recuperação econômica, “com retorno imediato do auxílio emergencial”.

“Entendemos que o conjunto de medidas propostas somente poderá ser executado pelos governadores e prefeitos se for estabelecido no Brasil um “Pacto Nacional pela Vida” que reúna todos os poderes, a sociedade civil, representantes da indústria e do comércio, das grandes instituições religiosas e acadêmicas do País, mediante explícita autorização e determinação legislativa do Congresso Nacional.”

Ainda no documento, o grupo diz que a “ausência de condução nacional unificada e coerente” dificultou a adoção de medidas para reduzir interações sociais, que aumentaram nos últimos meses.

“O relaxamento das medidas de proteção e a circulação de novas cepas do vírus propiciaram o agravamento da crise sanitária e social, esta última intensificada pela suspensão do auxílio emergencial”, relatam.

A divulgação da carta ocorre em um momento em que governadores e secretários de Saúde têm pedido ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, uma medida única para o país para frear o avanço da Covid-19.

A resposta, porém, tem sido negativa, segundo mostrou o jornal Folha de S.Paulo nesta segunda (1º).

Na última quinta (25), o ministro chamou secretários de saúde para um pronunciamento sobre o agravamento da epidemia. No encontro, Pazuello chegou a citar três medidas prioritárias para lidar com a crise -como reforço ao atendimento imediato a pacientes com sintomas, aumento de leitos de UTI e reforço na vacinação-, mas evitou citar medidas simples e recomendadas por especialistas, como evitar aglomerações. O apelo coube aos gestores de saúde.

“O nome é auxílio, não é aposentadoria”, diz Bolsonaro sobre coronavoucher

1 de março de 2021 at 15:30

Reafirma: 4 parcelas de R$ 250

“Está quase tudo certo”, diz

O presidente Jair Bolsonaro ao participar de cerimônia no Palácio do Planalto; nesta 2ª, voltou a falar sobre a retomada do auxílio emergencialSergio Lima/Poder360 – 24.fev.2021

MURILO FAGUNDES PODER360
01.mar.2021 (segunda-feira) – 12h26

O presidente Jair Bolsonaro disse a apoiadores nesta 2ª feira (1º.mar.2021) que “está quase tudo certo” para a definição dos valores das novas parcelas do auxílio emergencial. Segundo ele, o coronavoucher – como o auxílio é chamado pelo governo–, deve ter uma nova rodada de 4 parcelas de R$ 250.

“Ontem tive uma reunião de 3 horas à noite, aqui [no Palácio da Alvorada], R$ 250 por 4 meses”, disse em frente à residência oficial.

O presidente criticou aqueles que reclamam do valor do benefício. “Alguns reclamam que é muito pouco. Meu Deus do céu, alguém sabe quanto custa esse auxílio para todos vocês brasileiros? O nome é auxílio, não é aposentadoria”, disse.

Bolsonaro voltou a dizer ainda que a extensão do coronavoucher trará endividamento à União. “Não é dinheiro no cofre não, é endividamento”.

VACINAS

Na conversa com apoiadores, Bolsonaro afirmou que o Brasil deve ter, no mínimo, 22 milhões de doses de vacinas disponíveis em março.

“Alguns criticam o Brasil, me criticam. A vacina a gente só podia comprar depois que a Anvisa autorizar. Vou comprar qualquer negócio que aparecer aí?”, disse.

Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que o governo federal entregará 140 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 aos Estados até maio deste ano.

De acordo com Lira, o assunto foi tratado em encontro na noite de domingo (28.fev) que reuniu Bolsonaro, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e os ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Braga Netto (Casa Civil).

A previsão apresentada na reunião, segundo Lira, é que de 40 milhões a 50 milhões de pessoas estejam vacinadas antes do início de junho. E ainda, que todos os brasileiros acima de 60 anos e outros em situação de vulnerabilidade sejam vacinados até o final de maio.

Ao comentar o ritmo de vacinação avançado em Israel, o presidente Jair Bolsonaro disse que a população é muito menor que a do Brasil. Afirmou ainda que as características geográficas, populacionais e políticas israelenses são diferentes das brasileiras.

“É um outro país, não tem uma gota de petróleo, não tem terra fértil, não tem água nem nada. Só que tem um povo realmente que se dedica. E tem uns políticos diferentes dos nossos aqui também, onde eu me incluo”, disse. Completou afirmando: “É uma crítica geral. Não estou criticando os outros não, estou criticando todo mundo aí”, disse.

Jovem com câncer morre 10 dias após realizar sonho de se casar; ‘O amor verdadeiro existe’, diz irmão

1 de março de 2021 at 14:02

Adarlele Andrade de Lara, de 26 anos, e Ruan Pablo de Lara, de 27 anos, celebraram o casamento no início de fevereiro, em União da Vitória, no sul do Paraná; ela encarava a doença pela terceira vez.

Por Ederson Hising, G1 PR

01/03/2021 05h30  Atualizado há 27 minutos


Ruan Pablo de Lara e Adarlele de Lara na cerimônia de casamento — Foto: Arquivo pessoal

Ruan Pablo de Lara e Adarlele de Lara na cerimônia de casamento — Foto: Arquivo pessoal

As dores não deram conta de esconder o sorriso de Ada. Em cuidados paliativos por causa do câncer, levantou-se da cadeira de rodas na metade do trajeto até o altar e seguiu em pé ao encontro do noivo, Ruan Pablo de Lara, de 27 anos, que tentou — em vão — segurar as lágrimas.

Nenhum dos presentes na Paróquia Nossa Senhora da Salette, em União da Vitória, no sul do Paraná, conteve a emoção. Adarlele Ribas Andrade de Lara, de 26 anos, viveu em 6 de fevereiro a realização do sonho que alimentou entre os vestidos de noivas na loja em que trabalhava.

Adarlele de Lara, de 26 anos, levantando-se da cadeira de rodas durante a cerimônia de casamento, em União da Vitória — Foto: Arquivo pessoal

Adarlele de Lara, de 26 anos, levantando-se da cadeira de rodas durante a cerimônia de casamento, em União da Vitória — Foto: Arquivo pessoal.

Dez dias depois da cerimônia, a vendedora perdeu a batalha contra a doença que encarava pela terceira vez. A caçula de cinco irmãos estava ao lado da mãe, Lúcia Glaab de Andrade, de 60 anos, no Hospital de Clínicas, em Curitiba.

“Rezou o Pai Nosso, a Ave Maria, cantou pra mãezinha do céu duas vezes. Na terceira não conseguiu e foi com Deus”, recordou-se a mãe. “Está sendo muito difícil”, desabafou.

Dos parabéns ao casamento

Ada fazia aniversário em 22 de maio. No último, em 2020, um desconhecido decidiu parabenizá-la em uma rede social. Antes que o mês acabasse, ela e Ruan, que trabalha como programador, tiveram o primeiro encontro.

“A gente se deu muito bem desde primeira conversa [pela internet]. Um começava a escrever, o outro escrevia a mesma frase. Foi de primeira”, contou o viúvo. “Vivemos muito em pouco tempo”, inteiro.

Dali em diante, os cerca de 20 km entre União da Vitória e Porto Vitória (SC), onde a jovem estava morando, pareciam cada vez mais próximos. Tanto que começaram a namorar em 12 de junho, Dia dos Namorados.

“Ela falava que ele era o príncipe encantando dela. É uma história de filme, uma prova que o amor verdadeiro existe”, afirmou o irmão da jovem Adnilson de Andrade, de 32 anos.

Quando o casal se conheceu, Ada se considerava curada de um tumor no braço esquerdo descoberto aos 23 anos — e que a deixou com dificuldades para movimentá-lo. Vencer a doença não era novidade para ela. Aos sete, já havia superado um tumor no rim.

Adarlele e Ruan em ensaio de fotos antes do casamento — Foto: Arquivo pessoal

Adarlele e Ruan em ensaio de fotos antes do casamento — Foto: Arquivo pessoalhttps://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Atenta, a jovem percebeu os sinais do corpo. Foi uma bolinha que surgiu na testa. Em agosto, os médicos diagnosticaram a metástase do tumor. A doença reapareceu na cabeça, na coluna e na bacia.

“Desistir jamais. Nunca passou nem pela minha cabeça nem pela dela. Ela lutou até o fim. A gente sempre acreditou no milagre”, disse Ruan.

No decorrer do tratamento, eles se uniram ainda mais. A decisão de casar foi bem recebida pelas famílias. Do mesmo jeito que as dores não a impediam de viver, a doença não barrou o sonho.

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a organização da cerimônia foi cercada de cuidados. Não houve festa, e a igreja recebeu um terço da capacidade. A primeira data era dezembro, embora Ada quisesse antes. Com o aumento de casos de Covid-19, ficou para fevereiro.

Ada gostava de organizar festas. Além dos aniversários, tinha ajudado no casamento de uma prima. Segundo a mãe, os cinco afilhados da jovem foram agraciados com a capacidade que ela tinha de deixar tudo no capricho.

Ao passo que fevereiro se aproximava, o quadro da noiva se agravava. Às vésperas da cerimônia, ela encarou dez dias de internação por causa da forte anemia e das dores. Ada queria alta para provar o vestido, os médicos não liberavam.

Adarlele de Lara com o vestido de noiva — Foto: Arquivo pessoal

Adarlele de Lara com o vestido de noiva — Foto: Arquivo pessoal

A família não esconde a gratidão pela equipe do hospital. Uma ambulância com médico e enfermeiro levou a jovem, que estava internada na capital, para provar o vestido ao lado da mãe. Algumas pessoas que participaram do tratamento estavam na cerimônia.

“A hora que estavam saindo da igreja, o Ruan levando ela sentada na cadeira de rodas. Os dois chorando, todo mundo aplaudindo. Ela aplaudia junto com o sorriso mais lindo do mundo”, contou o irmão.

Os últimos dias

O casamento não era o único sonho de Ada, que se dividia entre trabalho e faculdade de administração, interrompida pelo tratamento. O curso de radiologia ficou por terminar. Já a carteira de habilitação, não. Tirou mesmo sem o braço estar bom.

Sonhou em ser mãe, ela adorava crianças. Impedida pelos tratamentos agressivos, adotou o cãozinho Snow — um shih-tzu de um ano e meio que agora mora apenas com Ruan na casa onde o casal vivia desde dezembro.

Adarlele de Lara ao lado do cãozinho Snow — Foto: Arquivo pessoal

Adarlele de Lara ao lado do cãozinho Snow — Foto: Arquivo pessoal

Após o casamento, em um sábado, a jovem ficou bem até a terça-feira, contou o marido. Sentia dores, mas a medicação controlava. No dia seguinte, ela foi de ambulância para uma consulta em Curitiba e ficou internada.

A mãe, mais uma vez, estava junto. Dessa vez, ela ficou no hospital o tempo todo. A filha, que comia doces como uma formiga, já não tinha tanto apetite.

Adarlele de Lara ao lado da mãe, Lúcia de Andrade — Foto: Arquivo pessoal

Adarlele de Lara ao lado da mãe, Lúcia de Andrade — Foto: Arquivo pessoal

O pai, o marido e os irmãos iriam para visitas, conciliando horários com os trabalhos. Na semana seguinte ao internamento, eles foram chamados às pressas do sul para a capital.

“Na metade do caminho o Ruan disse que não adiantava a gente correr, que a gente já estava atrasado”, lembrou o irmão. “Eu estava sozinha

CAMPANHA CONTRA COVID-19

1 de março de 2021 at 12:37

Ministro de Israel sugere que quem não confia em vacinas é ‘palhaço’ e ironiza fake news em vídeo

O Ministro é questionado pelo humorista que representa as pessoas céticas ou que questionam os imunizantes

 segunda-feira, 01/03/2021, 11:04 – Atualizado em 01/03/2021, 11:04 –  Autor: Com informações DW


 | Reprodução .

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, usou uma forma bem-humorada para incentivar a população de seu país a se vacinar e, ao mesmo tempo, combater as notícias falsas e o ceticismo em relação aos imunizantes.

Ele aparece conversando com um humorista em um ginásio esportivo convertido em espaço de vacinação. O Ministro é questionado pelo humorista que representa as pessoas céticas ou que questionam os imunizantes.

Vacinação e eleições

A aparição de Netanyahu, acontece em um contexto eleitoral. No próximo dia 23 de março, os israelenses vão às urnas escolher os novos membros do parlamento do país. Além disso, Israel é atualmente, um dos países mais avançado em relação a vacinação no mundo, e na última sexta-feira (26) havia aplicado 91 doses para cada 100 pessoas. A vacina usada no país é a da Pfizer, a qual demanda duas doses para atingir sua eficácia máxima.

No domingo (28), o país lançou um programa de vantagens para os israelenses que já haviam tomado as duas doses da vacina.

Essas pessoas receberam um “passaporte verde”, que as autoriza a visitar centros esportivos, teatros, museus e hotéis. Porém, as autoridades sanitárias do país continuam alertando para que a população continue usando máscaras e respeitando o distanciamento social, além de claro, lavar as mãos frequentemente.

Conversa com Bolsonaro

Apesar dos dois líderes terem adotado estratégias diferentes em relação ao combate a pandemia, Bolsonaro e Netanyahu são aliados no cenário internacional. Em 2019, o presidente do Brasil foi recebido pelo israelense em uma visita oficial de três dias a Israel. 

Em 13 de fevereiro, Netanyahu divulgou em sua conta no Twitter que havia conversado com Bolsonaro para tratar do desenvolvimento conjunto de tratamentos e vacinas contra a covid-19.

Depois, o presidente brasileiro afirmou que pretendia importar um remédio experimental israelense em forma de spray para testá-lo no Brasil, e que pediria autorização emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para seu uso. 

O remédio é destinado ao tratamento de pacientes com covid-19 em casos graves, no entanto, ainda está na fase inicial de testes.

Governadores afirmam que governo Bolsonaro promove “má informação” e “conflito”

1 de março de 2021 at 11:34

Rebatem publicação do presidente

Questionam repasses feitos pela União

Números reais foram inflados, afirmam

Chefes de governos estaduais durante o 8º Fórum dos Governadores, realizado em BrasíliaRenato Alves/Agência Braília -11.fev.2020

PODER360
01.mar.2021 (segunda-feira) – 9h55

Em nota divulgada na manhã desta 2ª feira (1º.mar.2021), 16 governadores criticaram o governo federal por “priorizar a criação de confrontos, a construção de imagens maniqueístas e o enfraquecimento da cooperação federativa essencial aos interesses da população” ao publicar “má informação” e promover conflitos entre a sociedade e Executivos estaduais.

Nesse domingo (28.fev.2021), o presidente Jair Bolsonaro e órgãos do governo federal publicaram nas redes sociais dados sobre repasses feitos pela União aos Estados para o combate à pandemia do novo coronavírus no país.

Na nota (íntegra – 421 KB), os governadores afirmam que as informações divulgadas estão “distorcidas” e têm o objetivo de “gerar interpretações equivocadas e atacar governos locais”. Eles ainda manifestaram“preocupação em face da utilização, pelo governo federal, de instrumentos de comunicação oficial, custeados por dinheiro público” para ações que vão contra os Executivos estaduais.

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No Twitter, o presidente Jair Bolsonaro postou no domingo (28.fev.2021) os valores que cada ente da Federação recebeu em 2020 levando em conta os repasses sem relação direta ao combate à pandemia. Engloba tanto valores diretos (saúde, por exemplo) quanto indiretos (como suspensão de dívidas).

No total, o governo federal informou que R$ 847 bilhões foram repassados aos governos regionais até 15 de janeiro de 2021, segundo o presidente. Em auxílios, foram R$ 293,8 bilhões.

“Adotando o padrão de comportamento do Presidente da República, caberia aos Estados esclarecer à população que o total dos impostos federais pagos pelos cidadãos e pelas empresas de todos Estados, em 2020, somou R$ 1,479 trilhão. Se os valores totais, conforme postado hoje, somam R$ 837,4 bilhões, pergunta-se: onde foram parar os outros R$ 642 bilhões que cidadãos de cada cidade e cada Estado brasileiro pagaram à União em 2020?”, questionam.

“Mas a resposta a essa última pergunta não é o que se quer. E sim o entendimento de que a linha da má informação e da promoção do conflito entre os governantes em nada combaterá a pandemia, e muito menos permitirá um caminho de progresso para o país”, defendem.

De acordo com os governadores, os valores apresentados por Bolsonaro são repasses obrigatórios previstos na Constituição.

“Nesse sentido, a postagem hoje veiculada nas redes sociais da União e do Presidente da República contabiliza majoritariamente os valores pertencentes por obrigação constitucional aos Estados e Municípios, como os relativos ao FPE, FPM, FUNDEB, SUS, royalties, tratando-os como uma concessão política do atual Governo Federal. Situação absurda similar seria se cada Governador publicasse valores de ICMS e IPVA pertencentes a cada cidade, tratando-os como uma aplicação de recursos nos Municípios a critério de decisão individual”, dizem na nota.

No valor total, os gestores estaduais afirmam ainda que foram incluídos montantes utilizados para pagamento do auxílio emergencial, que definem como uma “iniciativa do Congresso Nacional”, além de suspensões de pagamentos de dívida federal por decisão judicial antes da pandemia.

Eis os governadores que assinam o texto:

  • Renan Filho (MDB), governador de Alagoas;
  • Waldez Góez (PDT), governador do Amapá;
  • Camilo Santana (PT), governador do Ceará;
  • Renato Casagrande (PSB), governador do Espírito Santo;
  • Ronaldo Caiado (DEM), governador de Goiás;
  • Flávio Dino (PC do B), governador do Maranhão;
  • Helder Barbalho (MDB), governador do Pará;
  • João Azevêdo (PSB), governador da Paraíba;
  • Ratinho Junior (PSD), governador do Paraná;
  • Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco;
  • Wellington Dias (PT), governador do Piauí;
  • Cláudio Castro (PSC), governador do Rio de Janeiro;
  • Fátima Bezerra (PT), governadora do Rio Grande do Norte;
  • Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul;
  • João Doria (PSDB), governador de São Paulo;
  • Belivaldo Chagas (PSD), governador de Sergipe.

Eis a publicação de Bolsonaro no Twitter:

EQUIPE ECONÔMICA DETALHA REPASSES

Na noite de domingo (28.fev), após a repercussão negativa da publicação junto aos governadores, a equipe econômica do governo mostrou a Bolsonaro dados dos repasses financeiros a Estados e municípios para o combate à pandemia da covid-19 ao longo de 2020.

O ministro Paulo Guedes (Economia) esteve com o presidente no Palácio da Alvorada. Participaram da reunião também os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), além de outros ministros (leia mais abaixo).

Uma série de tabelas enviadas pela equipe econômica detalha como foram divididos entre os entes federativos os R$ 180 bilhões em medidas. Inclui valores em execução orçamentária, resultado da suspensão de dívidas e itens sem impacto no resultado primário.

Poder360 teve acesso ao quadro geral e a 3 gráficos com a separação dos repasses a cada Estado. São eles: a compensação dos fundos de participação de Estados e municípios, 4 meses do auxílio emergencial federal e a suspensão de dívidas com a União.

Há ainda um quadro que mostra a melhoria na situação financeira dos Estados no ano passado. Segundo ele, houve um aumento de 69,7% no caixa bruto dos governos em relação a 2019. Representa R$ 72,8 bilhões a mais na comparação anual.

O Amapá foi disparado o Estado que teve o mais salto ano a ano. O caixa estadual cresceu 534,3% em 2020, ano da pandemia da covid-19. É seguido pelo Rio Grande do Sul (+280%). Por outro lado, o Rio Grande do Norte teve um acréscimo de só 17,6% na disponibilidade de caixa.

Eis os números dos 26 Estados e do Distrito Federal:

Petrobras sobe preços da gasolina e do diesel mais uma vez

1 de março de 2021 at 10:36

Litro da gasolina nas refinarias acumula alta de 41% desde o início do ano. Já o diesel subiu 34% no mesmo período.

Por G1

01/03/2021 09h55  Atualizado há 12 minutos


Petrobras vai elevar mais uma vez os preços da gasolina e do diesel nas refinarias a partir de terça-feira (2), informou a companhia nesta segunda-feira, por meio da assessoria de imprensa. A nova alta vem pouco mais de uma semana após o presidente Jair Bolsonaro pedir a substituição do presidente da petroleira.

O preço médio de venda da gasolina passará a ser de R$ 2,60 por litro, alta de R$ 0,12 por litro (4,8%), enquanto o diesel passará a média de R$ 2,71 por litro, aumento de R$ 0,13 por litro (5%).

É a quinta alta do ano nos preços da gasolina, e a quarta no valor do litro do diesel. Em dezembro, o litro da gasolina custava em média R$ 1,84. Já o do diesel saía a R$ 2,02.

Com os novos reajustes, o litro da gasolina nas refinarias acumula alta de 41,3% desde o início do ano. Já o diesel subiu 34,16% no mesmo período.

Alta preços Petrobras — Foto: Economia G1

Alta preços Petrobras — Foto: Economia G1

Troca de comando

As sucessivas altas nos combustíveis este ano irritaram o presidente Jair Bolsonaro, que indicou o general Joaquim Silva e Luna para substituir o atual presidente Roberto Castello Branco do comando da estatal. O mandato de Castello Branco, no entanto, termina em 20 de março, e ele segue no cargo.

A troca provocou um forte forte abalo nas ações da companhia, que chegou a perder R$ 75 bilhões em valor de mercado em um só dia.

Lucro recorde

A Petrobras encerrou o quarto trimestre de 2020 com lucro recorde de R$ 7 bilhões, apesar do momento de crise. Segundo a Economatica, o resultado é tanto recorde nominal entre as empresas brasileiras como também quando se ajusta os valores dos maiores lucros da história pela inflação.

VIOLÊNCIA

1 de março de 2021 at 09:56

Policial e esposa são encontrados mortos em Belém

O crime aconteceu no Conjunto Maguari em frente ao 24º Batalhão da Polícia Militar.

 segunda-feira, 01/03/2021, 09:44 – Atualizado em 01/03/2021, 09:44 –  Autor: Diário Online


Policial teria se matado após tirar a vida da esposa. Policial teria se matado após tirar a vida da esposa. | Reprodução

Um policial e sua esposa foram encontrados mortos na manhã desta segunda-feira (1), no conjunto Maguari, em Belém. 

As primeiras informações são de que o policial tirou a própria vida após matar a própria esposa. No entanto, a versão ainda não foi confirmada pela polícia. 

O Centro de Perícias Científicas Renato Chaves foi acionado para o local do crime.

O DOL entrou em contato com a Polícia Militar e com a Polícia Civil e, aguarda um posicionamento.