Médico do Porto Dias sofre grave acidente na BR 316 e fica preso nas ferragens
Vítima teve fratura expostas.
Com informações da PRF
Carro ficou completamente destruído. | Vítima teve fratura expostas.
Ao ultrapassar o canteiro central da BR-316, sentido Castanhal/Belém, um médico se envolveu em um grave acidente. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ao invés de entrar na curva, ele ultrapassou pelo canteiro central e colidiu com uma carreta que vinha no sentido contrário.
O acidente ocorreu nesta terça-feira (19), próximo ao Presídio de Americano, em Santa Isabel do Pará, nordeste paraense.
Com a colisão, Vinicius Costa, 47 anos, que dirigia um carro de luxo grande, ficou preso nas ferragens. O médico teve lesão exposta na perna.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros prestou atendimento serrando a estrutura do veículo para retirada do condutor. O caminhoneiro saiu ileso.
Bolsonaro apaga fotos com cloroquina em suas redes sociais
Bolsonaro e seu ministro da Saúde agora negam que tenham defendido o uso do remédio
Fonte: Uol
Bolsonaro em suas inúmeras propagandas do remédio ineficaz contra covid-19. | Reprodução
Principal defensor do uso da cloroquina contra a covid-19, o presidente Jair Bolsonaro apagou fotos emblemáticas de suas redes sociais, em que faz propaganda explícita do remédio. A medida foi rapidamente percebida por seguidores, que passaram a questionar o presidente.
A exclusão das fotos coincide com o início da vacinação no Brasil, com produção do Instituto Buntantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. As autoridades de saúde e a comunidade científica já afirmaram, há meses, que o medicamento defendido pelo governo do Brasil não tem qualquer tipo de eficácia contra o vírus.
O Ministério da Saúde brasileiro, inclusive, já chegou a recomendar oficialmente o uso da cloroquina como “tratamento precoce” contra a doença. O governo também enviou o remédio para o Amazonas, dias antes do colapso da saúde no estado nortista. O ministro da Saúde, Ricardo Pazuello, negou, mesmo com todas as evidências, que tenha defendido o uso do remédio.
Reconhecido mundialmente pela defesa da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, até mesmo o médico francês Didier Raoult admitiu, pela primeira vez, que o remédio não reduz a mortalidade da doença.
“As necessidades de oxigenoterapia, a transferência para UTI e o óbito não diferiram significativamente entre os pacientes que receberam hidroxicloroquina com ou sem azitromicina e os controles feitos apenas com tratamento padrão”, disse Raoult.
As informações foram publicadas no site do Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia, da França, e divulgadas pelo jornal Le Figaro e IstoÉ.
Jornalista, comentarista da GloboNews. Acompanha as notícias de Economia e os bastidores do poder em Brasília
A Índia vem deixando claro, nos últimos dias, que vender vacinas para o Brasil não é prioridade do país. Parte do motivo está na posição brasileira de não apoiar o país asiático em um pedido recente de suspensão temporária das patentes sobre suprimentos para o combate à Covid-19 – incluindo os imunizantes.
Nos últimos dias, segundo fontes ouvidas pelo blog, o Brasil tentou reverter a posição, sem obter resposta da Índia. O Itamaraty foi procurado, mas ainda não tinha se manifestado oficialmente até a última atualização desta reportagem.
Em outubro, a Índia apresentou uma proposta à Organização Mundial do Comércio (OMC) para a licença compulsória (quebra de patente) temporária de produtos relacionados ao combate da pandemia.
Apesar da posição histórica do Brasil – considerado exemplo do uso desse tipo de quebra de patentes para medicamentos genéricos, no passado –, a decisão do governo Jair Bolsonaro foi de alinhamento aos Estados Unidos, à União Europeia e ao Japão. Com isso, a proposta da Índia, apoiada pela África do Sul, perdeu força.
Brasil fica de fora de lista de países para os quais a Índia vai exportar primeira leva de vacinas
Segundo duas fontes da diplomacia brasileira ouvidas pelo blog, a posição brasileira causou mal-estar e, desde então, as relações entre a chancelaria brasileira e a indiana esfriaram bastante. A Índia deve exportar lotes de vacinas para seis países ainda esta semana, mas o Brasil não está nessa lista.
Em abril, quando Jair Bolsonaro quis importar insumos para a produção de cloroquina – medicamento cujo uso é defendido pelo governo, mesmo sem ter eficácia contra a Covid-19 –, o presidente brasileiro chegou a ligar para o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.
Ana Flor fala sobre negociação de vacinas do Brasil com a Índia
“A falta de apoio do Brasil foi considerada pela Índia fator essencial para a proposta não deslanchar na OMC”, afirmou uma das fontes ouvidas pelo blog.
A Índia seria a grande beneficiária de um acordo na OMC, já que é um dos principais produtores de genéricos e insumos para medicamentos. Mas a decisão também ajudaria o Brasil.
A África do Sul, que ficou ao lado da Índia, assinou contrato com o Serum e deve receber, nos próximos dias, 1,5 milhão de doses da vacina da Astrazeneca vindas da Índia. O país africano tem pouco mais de um quarto da população brasileira.
Bolsonaro pede ajuda à Índia para antecipar envio da vacina de Oxford
Enquanto isso, o Brasil pode ter que esperar até março para conseguir trazer os imunizantes produzidos em solo indiano.
A maioria das reclamações consideradas procedentes pelo Banco Central decorreu de problemas na oferta ou na prestação de informação sobre crédito consignado (10.518)Sérgio Lima/Poder360 – 20.nov.2020
O Banco Inter ficou em 1º lugar no ranking de reclamações contra instituições financeiras no 4º trimestre de 2020, de acordo com dados divulgados nesta 3ª (19.jan.2021) pelo Banco Central (BC).
A lista considera as instituições com mais de 4 milhões de clientes. O conglomerado (banco e subsidiárias) do Banco Itaú ficou em 2º lugar e o conglomerado da Caixa Econômica Federal ficou em 3º.
Para elaborar o ranking, as reclamações procedentes são divididas pelo número de clientes da instituição financeira e multiplicadas por 1 milhão. O índice gerado representa o número de reclamações do banco para cada grupo de 1 milhão de clientes.
O resultado é, portanto, avaliado proporcionalmente à quantidade de clientes de cada instituição. Com esse cálculo, o Inter ficou com o índice de 111,52. As queixas contra o Itaú resultaram no índice de 31. E a Caixa ficou com índice 30,85. O Banco Inter tem 8.069.837 clientes, o Itaú tem 83.674.760, e a Caixa, 143.971.402.
O ranking passou por uma mudança. Até outubro de 2020, o BC incluía na lista principal as instituições com mais de 4 milhões de clientes. Após reclamações de que a metodologia prejudicava bancos médios e beneficiava grandes conglomerados, o órgão passou a incluir na lista principal apenas as 10 maiores instituições do país, com pelo menos 8 milhões de clientes, e deixou o restante para uma lista secundária.
QUEIXAS
De outubro a dezembro do ano passado, o BC recebeu 900 queixas consideradas procedentes contra o Banco Inter a maioria por “Irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços, exceto as relacionadas a cartão de crédito, cartão de débito, internet banking, terminais de atendimento eletrônico, credenciadora e operação de crédito”.
O Itaú recebeu 2.594 reclamações, a maioria delas também sobre problemas com o crédito consignado. A Caixa recebeu 4.442, sendo a maior parte das reclamações sobre problemas com integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços de internet banking.
Entre os 10 principais bancos do país, o Santander, apareceu em 4º lugar no ranking com índice 29,91. Em seguida, na 5ª colocação, vem o Banco do Brasil, com índice 22,63. Na sexta posição vem o Bradesco, com índice 16,96.
PRINCIPAIS PROBLEMAS
A maioria das reclamações consideradas procedentes pelo Banco Central decorreu de problemas na oferta ou na prestação de informação sobre crédito consignado (10.518), em operações de crédito (3.429) e em cartões de crédito (2.639). No total, o BC considerou procedentes 30.780 queixas de clientes contra os bancos no país.
A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras pode ser registrada no BC, e as reclamações ajudam na fiscalização e na regulação do Sistema Financeiro Nacional. Quando a reclamação chega ao Banco Central, é encaminhada para o banco, que tem prazo de dez dias úteis (descontados sábados, domingos e feriados) para dar uma resposta, com cópia para o BC.
Os canais de atendimentos do BC estão disponíveis na internet, pelo aplicativo BC+Perto, por correspondência, presencialmente ou pelo telefone 145.
Entretanto, o Banco Central recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no serviço de atendimento ao consumidor (SAC) do banco, nas ouvidorias das instituições e nos órgãos de defesa do consumidor.
BANCOS
Em nota à Agência Brasil, o Itaú Unibanco informou que trabalha de forma intensa e contínua na análise das reclamações registradas pelos clientes, de forma a identificar oportunidades de melhorias nos nossos processos, produtos e serviços. A instituição reiterou o compromisso com a satisfação dos clientes e disse estar sempre à disposição para resolver as demandas pelos diversos canais de atendimento.
A Caixa informou que usa as demandas registradas pelos seus clientes para a melhoria de processos, serviços e produtos. Segundo o banco, melhorias implementadas nos últimos meses têm resultado em redução nas reclamações relativas às plataformas e operações. A instituição também ressaltou que aumentou de forma exponencial a rede de atendimento durante a pandemia e empreendeu uma grande operação de pagamento de benefícios sociais nos últimos meses.
Covid-19: Pará reforça abastecimento de oxigênio no Baixo Amazonas
Caminhões contendo um total de 159 cilindros de oxigênio chegaram, ainda ontem (18), a Santarém
( Agência Pará )
Pará possui uma capacidade de produção de oxigênio superior a 58 mil m3 diários | Divulgação
aminhões contendo um total de 159 cilindros de oxigênio chegaram, ainda ontem (18), a Santarém, no oeste do Pará. De lá, eles foram distribuídos para as cidades de Oriximiná (79), Terra Santa (30), Faro (20) e Juruti (30), em caráter preventivo.
Hoje, o Pará possui uma capacidade de produção de oxigênio superior a 58 mil m3 diários, o que atende a totalidade das demandas de suas 144 cidades, inclusive com capacidade de prestar apoio aos estados do Amapá e Maranhão. E, para garantir essa estabilidade, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) emitiu alerta às secretarias municipais, em especial onde houve mudança de bandeiramento, como é o caso da região do Baixo Amazonas, para que fiquem atentas no monitoramento e abastecimento dos hospitais, no sentido de evitar baixas e falta de um elemento tão essencial à vida.
Por causa da municipalização da saúde, cada prefeitura é responsável pela manutenção de contratos e aquisição do produto para abastecimento local, cabendo então à gestão estadual a compra e o abastecimento de oxigênio dos hospitais estaduais.
Equipes destacadas pelo 9º Centro Regional de Saúde (9º CRS) da Secretaria, que congrega 20 municípios da zona oeste do Pará, com apoio da Secretaria Regional de Governo do Oeste do Pará, atuam diretamente no monitoramento preventivo por conta do aumento do número de casos desde o dia 14 de janeiro, quando estourou a crise da falta do insumo no Amazonas, Estado vizinho.
Atualmente, o Pará conta com fornecimento de oxigênio produzido pelas empresas White Martins e Air Liquid, e ainda possui suporte logístico com outras regiões do país como retaguarda para casos de extrema necessidade.
Sigurd Hortemo, médico-chefe da Agência Norueguesa de Medicamentos, disse que não é possível estabelecer uma conexão entre as mortes e a vacinaçãoSam Moqadam/Unsplash
Até 5ª feira (14.jan.2021), a Agência Norueguesa de Medicamentos investigava 23 mortes de idosos que receberam vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Pfizer e BioNTech. O número de mortes suspeitas aumentou para 29, de acordo com reportagem divulgada neste sábado (16.jan) pela Bloomberg. As vítimas tinham 75 anos ou mais.
Em nota divulgada na 6ª feira (15.jan), Sigurd Hortemo, médico-chefe da agência, disse que “os relatórios sugerem que reações adversas comuns às vacinas de mRNA, como febre e náusea, podem ter contribuído para um desfecho fatal em alguns pacientes frágeis”.
Ao BMJ, Hortemo disse que “pode ser coincidência, mas não temos certeza. Não há uma conexão certa entre as mortes e a vacina”.
O país começou a vacinação em 27 de dezembro e cerca de 42.000 pessoas receberam pelo menos uma dose do imunizante. Estão sendo vacinados idosos –incluindo aqueles institucionalizados e com doenças graves.
A agência norueguesa ressalta que os estudos sobre a vacina “não incluíram pacientes com doença instável ou aguda –e incluíram poucos participantes com mais de 85 anos de idade”. A nota também afirma que “400 pessoas morrem a cada semana em lares de idosos e instituições de longa permanência”.
As análises de mortes suspeitas são consideradas no guia do país para a vacinação de idosos com doenças graves.
CHINA COBRA REPERCUSSÃO DA MÍDIA
O Global Times, jornal controlado pelo Partido Comunista Chinês, publicou editorial na 6ª feira (15.jan) criticando “o silêncio da mídia” sobre as mortes na Noruega:
“A grande mídia dos Estados Unidos e do Reino Unido estava obviamente minimizando suas mortes [da Noruega]. Em contraste, a grande mídia ocidental imediatamente divulgará qualquer informação desfavorável sobre as vacinas chinesas e tentará ampliar seu impacto na psicologia pública. Por exemplo, os dados [eficácia] da vacina Sinovac da China foram menores do que o esperado no Brasil e foram relatados em todos os lugares na mídia ocidental. A morte de um voluntário brasileiro que participava dos testes também se tornou um grande acontecimento na mídia ocidental. Mas ficou mais tarde provado que a morte não teve nada a ver com a vacinação, e a mídia ocidental perdeu o interesse”, declarou o periódico.
Polícia prende suspeito de matar duas mulheres em Capitão Poço
A polícia Civil foi acionada e foi até o local e o capturou com a ajuda de populares
DOL
Acusado estava escondido dentro de um milharal | Reprodução/Whatssap
Um homem suspeito do assassinato de duas mulheres em Capitão Poço, na madrugada desta terça-feira (19), é preso pela Policia Civil no início desta tarde. Ele foi preso após denúncias de moradores da vila de barro vermelho, zona rural do município.
De acordo com as autoridades, o acusado estava escondido em um milharal. A Polícia Civil foi acionada e foi até o local e o capturou com a ajuda de populares.
CRIME
Duas mulheres, identificadas pelos nomes de Wanessa e Neta, foram encontradas mortas dentro da casa em que moravam no município de Capitão Poço, nordeste paraense. O crime ocorreu na segunda-feira (18). Há a suspeita de as vítimas foram estupradas antes de serem assassinadas.
Mortes foram registradas em menos de 24 horas no distrito Nova Maracanã, zona rural do município paraense que fica na divisa do Pará com o Amazonas.
Por Tracy Costa e Sílvia Vieira, G1 Santarém — PA
19/01/2021 15h29 Atualizado há 3 minutos
Descarregamento de cilindros de oxigênio em Faro, no Pará
Em menos de 24 horas, seis integrantes de uma mesma família moradora do distrito Nova Maracanã, da zona rural do município de Faro, no oeste do Pará, morreram com sintomas da covid-19. Bisavó, avó, avô, mãe, pai e um tio não resistiram muito tempo após complicações respiratórias. A Unidade Básica de Saúde (UBS) da comunidade não tinha cilindros de oxigênio em número suficiente.
O município entrou em colapso na segunda-feira (18) por falta de oxigênio. A informação foi confirmada no início da tarde desta terça-feira (19) pelo secretário municipal de Meio Ambiente de Faro, Arthur Brasil. Um sétimo membro da família está internado na UBS também com sintomas de Covid-19.
Diante do aumento do número de casos suspeitos de Covid-19 em Faro, o prefeito Paulo Carvalho (PSD) fez um apelo às prefeituras de municípios vizinhos e também a empresários, e nesta terça recebeu 20 cilindros de oxigênio que serão divididos entre a UBS Morumbi, na cidade, e UBS de Novo Maracanã, que funcionarão como centros de atendimento a pacientes infectados pelo novo coronavírus.
Parte dos cilindros adquiridos em Santarém já foi enviada de lancha para o distrito Novo Maracanã. A operação é acompanhada pelo secretário Paulo Carvalho.
Dificuldade para tratar pacientes
Segundo a secretária municipal de Saúde, Edilza Farias, com o aumento no número de casos da Covid-19 e o fato de a cidade não dispor de estrutura de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) fica difícil tratar os pacientes. “Esses pacientes precisariam ter que ser transferidos para Itaituba ou Juruti, que soubemos que ainda dispõe de leitos para receber pacientes graves”, disse.
Ainda de acordo com a secretária, um ofício foi enviado ao secretário regional de Governo no oeste do Pará, Henderson Pinto, e ele, acompanhado da diretora do 9º Centro Regional de Saúde (CRS) da Secretaria de Saúde Pública do Pará (Sespa), Aline Liberal, estiveram na comunidade Nova Maracanã.
“Estamos fazendo de tudo para transferir os pacientes que estão precisando de UTI, eles devem ser levados para Juruti, que fica mais próximo. Mandamos dois para Itaituba já”, ressaltou a secretária.
Texto critica planejamento da Secretaria de Saúde do Amazonas pela falta do insumo na cidade.
Por G1 AM
A prefeitura de Coari, distante 450 km de Manaus pela via fluvial, divulgou uma nota em que afirma que sete pacientes internados no Hospital Regional da cidade morreram por falta de oxigênio, nesta terça-feira (19). Segundo o texto, Coari deveria ter recebido 40 cilindros na segunda-feira (18), mas a aeronave que levaria os cilindros acabou viajando para Tefé (AM) e ficou impossibilitada de retornar, pois o aeroporto não aceita voos noturnos.
O texto culpa falhas de planejamento da Secretaria de Saúde do Amazonas pela falta do insumo, o que prejudicaria as medidas de combate à doença no município. Segundo a nota, 200 cilindros do Hospital Regional de Coari estão retidos pela Secretaria da Saúde, parte deles estaria aguardando o abastecimento. A prefeitura acusa a o governo de distribuir a outra parte a UBSs de Manaus.
O G1 questionou a Secretaria da Saúde do Amazonas sobre as acusações e aguarda posicionamento.
A situação é tão dramática que, desde a semana passada, o estado está enviando pacientes para receber atendimento em outros estados. No total, 115 pacientes foram transferidos. O transporte dos passageiros é feito em aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), que foram adaptadas para essa finalidade.
Com hospitais lotados e o número de mortes aumentando, os cemitérios registraram aumento de sepultamentos. Desde a semana passada, esses locais já operam com horário de funcionamento ampliado e, no Cemitério do Tarumã, há câmaras frias para os corpos serem preservados e não necessitarem ser enterrados em valas coletivas – como no primeiro pico da pandemia, em abril e maio de 2020.
Nota divulgada pela prefeitura de Coari — Foto: Reprodução
Duas mulheres são mortas dentro de casa em Capitão Poço
O crime abalou a cidade e suspeito apontado seria amigo do marido de uma das vítimas
DOL
Cidade está consternada com a morte das cidadãs | Reprodução/Facebook
uas mulheres, identificadas até o momento pelos nomes de Wanessa e Neta, foram mortas dentro da casa em que moravam no município de Capitão Poço, nordeste paraense. O crime ocorreu na segunda-feira (18) e há a suspeita de que houve tentativa de estupro seguida das mortes.
Em nota, a Polícia Civil confirma a ocorrência do duplo-feminicídio no bairro Goiânia.
LEIA A NOTA NA ÍNTEGRA:
“A Polícia Civil informa que uma ocorrência de duplo homicídio qualificado foi registrada nesta segunda-feira (18), na Delegacia de Capitão Poço. O crime, cometido contra duas mulheres, ocorreu na residência que moravam no bairro residencial Goiânia. Agentes da PC já ouviram testemunhas e identificaram um suspeito. Diligências estão sendo realizadas para capturá-lo”.
REPERCUSSÃO NAS REDES
O caso tem repercutido bastantes nas redes sociais de moradores de Capitão Poço e muitos apontam o responsável pelo crime como um homem que seria amigo do marido de uma das vítimas.
“As duas jovens assassinadas em Capitão Poço. Crime bárbaro as duas mortas a facadas. Segundo informações, elas foram mortas por um amigo do marido de uma delas. Marido que ajudou esse elemento dando emprego no final o pagamento foi esse”, diz uma das mensagens postadas nas redes sociais, contudo, a PC não cita essas informações na nota.
Conforme consta no documento enviado à imprensa, a Polícia Civil faz diligências na tentativa de encontrar o suspeito que fugiu do local.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.