Estudo: vacina russa tem 91,6% de eficácia contra covid-19
A vacina russa teve100% de eficácia contra casos moderados e graves de covid-19.
sexta-feira, 19/03/2021, 22:35 – Atualizado em 19/03/2021, 23:27 – Autor: Com informações do UOL
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Oinstituto russo Gamaleya divulgou hoje (19) que a vacina Sputnik V tem 91,6% de eficácia contra casos sintomáticos de covid-19. O estudo é ainda preliminar mas traz esperança para vários governos brasileiros, entre eles o paraense, que recentemente fez acordo para adquirir 3 milhões de doses da vacina russa.
A vacina é aplicada em duas doses em um período de 21 dias. Ela começou a ser aplicada na Rússia e em outros países mesmo antes do término da fase 3 de testes, o que gerou uma série de críticas, principalmente por parte das empresas norte-americanas. A divulgação dos dados foi publicada na revista científica Lancet e significa que essa fase foi concluída com sucesso.
A vacina russa mostrou números ainda mais surpreendentes em outros públicos. Teve 100% de eficácia contra casos moderados e graves de covid-19. O imunizante também apresentou dados positivos em idosos: a eficácia foi de 91,8% neste grupo.
A análise envolveu 19.866 participantes. Desses, 14.964 tomaram a vacina. Outros 4.902 receberam um placebo. Houve 16 casos de covid entre os vacinados (0,1%) e 62 entre os não vacinados (1,3%).
O teste é considerado preliminar porque ainda há o objetivo de incluir um total de 40 mil participantes. Além disso, é preciso manter o monitoramento de segurança e eficácia dos vacinados.
O lendário Cobra: o homem que marcou gerações fazendo papagaios no Pará
Há mais de meio século, o nome e o trabalho de Cobra atravessa a capital e outras cidades paraenses
sexta-feira, 19/03/2021, 19:19 – Atualizado em 19/03/2021, 20:30 – Autor: Igor Wilson DOL
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Um homem caminha com a cachorra pela avenida Doca de Souza Franco, no bairro do Reduto, em Belém. Senta-se de frente à Baía do Guajará. Ali, permanece grande parte da manhã, olhando o céu e as pessoas, quase sempre tão apressadas, mesmo em período de pandemia. Ele faz isso há pelo menos 30 anos, todos os dias. Os milhares de paraenses que transitam no local não fazem ideia, mas talvez as infâncias e adolescências deles não seriam as mesmas sem o trabalho daquele senhor de óculos e cabelos grisalhos. Reginaldo da Costa Mourão, mais conhecido como Cobra. Uma lenda viva de nosso Estado.
Cobra marcou gerações de paraenses fazendo papagaios durante mais de meio século. Dos bairros mais abastados às periferias, o nome dele atravessou toda capital e outras cidades paraenses em uma época que a única forma de se fazer propaganda era o chamado boca a boca.
Ter um papagaio ou uma cangula do Cobra era uma verdadeira ostentação. Já se começava o jogo dos “laços” ganhando de 1 a 0. Atualmente com 75 anos e recém imunizado contra a covid-19, Cobra ainda fica impressionado com a própria história, que se confunde com a do local em que mora.
DO MATO AO LUXO
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O que hoje é um bairro destinado a homens de negócio e à enormes prédios que servem de moradia à elite paraense, antes, até o final da década de 50, era apenas um terreno baldio rodeado por matagais e igarapés. Era ali que o pequeno Reginaldo via o pai e o tio passarem o tempo empinando papagaios.
Como era muito novo para encarar os disputados laços com os demais, o menino fazia “curicas” com jornal ou folhas de caderno, esperando seu dia de virar “gente grande” como o pai e o tio. Misturado a centenas de outras pessoas, Cobra nunca mais esqueceu o colorido dos objetos no céu e da alegria que a brincadeira trazia a todos ali. Empinar papagaio era um refúgio para uma vida tão árdua.
“Essa Doca quando eu conheci, quando era um caminho só mato, dava uma chuva e enchia tudo. Ninguém queria morar aqui, lembro que o prefeito dava terreno e ninguém queria. Depois, o prefeito Lopo de Castro abriu o canal, aterrou e ficou pai d’égua pra empinar papagaio. Desde a Municipalidade até a José Malcher era só papagaio e cangula. Vinha gente de toda Belém empinar pra cá. Nunca imaginei que essa Doca ia ficar como está hoje”, conta. https://24051054f5b706c874630fb89d38f0c4.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html?v=1-0-38
COBRA CRIADA
Cobra guarda os inúmeros recortes de reportagem, sobre seu trabalho. Via WhatsApp
Foi neste ambiente que Reginaldo foi criado. Quando começava a temporada de papagaios, que naquela época durava muito mais, ia todos os dias, junto com a turma de sua rua, empinar pelas Docas. A impossibilidade de sempre comprar papagaios prontos o fez começar a tentar fazer os seus. Foi aí que a vida dele mudou para sempre.
“Com uns 12 anos comecei a fazer cangula e papagaio. Em um certo dia o pessoal da rua subiu um e achou muito bom, cortaram todo mundo (risos). Desde esse dia começaram a encher meu saco pedindo pra eu fazer papagaios pra eles. Eles gostavam tanto que passaram a me chamar de Cobra. ‘Aquele ali é cobra em papagaio, olha ali o cobra’, ouvia sempre. Comecei então a vender oficialmente em 1962. A qualidade do papagaio foi passando de boca em boca e fui ficando famoso. A partir daí começaram a aparecer muitas encomendas”, diz.
O adolescente foi ganhando fama e dinheiro ao longo dos anos. Aos 18 anos arrumou um emprego na antiga Senasa. No início, tentava conciliar as duas atividades. De dia ia para o emprego formal e a noite corria para casa, direto para seu ateliê, onde tentava dar conta das encomendas que não paravam de crescer. Não deu. Um dia, confrontado com a encruzilhada que o obrigava a escolher um dos caminhos, não pensou duas vezes. “Larguei meu emprego pra ficar com o papagaio”.
COBRA É ARTE ETERNA
Cobra ensinou sua arte a várias pessoas, mas ainda guarda alguns segredos. Via WhatsApp
O tempo mostrou que a corajosa decisão de Cobra foi correta. Com a profissão, conseguiu aumentar a casa onde mora e criar as três filhas, hoje adultas e formadas. O perfeccionismo colocado em cada uma das centenas de papagaios que produzia diariamente ultrapassou até as barreiras do Pará. Em casa, a mesma em que mora atualmente, batiam todos os dias pessoas de várias classes socioeconômicas, em busca dos famosos objetos de seda e tala.
“Aqui vinham desde jovens da periferia até famílias da elite paraense. A família Chermont e os próprios Barbalho vinham aqui comprar papagaios para sua meninada. Já quiseram me levar pra Portugal e pra a França para ensinar essa arte por lá, mas eu recusei, estava bem estabelecido, como eu ia fazer com minhas encomendas? Era época de papagaio”, diz, aos risos.
Cobra largou emprego pra viver de papagaio. Deu certo. Via WhatsApp
A arte do Cobra esteve em várias exposições em museus do Pará, do Brasil e do mundo. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, da cidade francesa Lyon e até no Japão. Talvez no Pará não haja exemplo de arte mais democrática. Ao mesmo tempo que impressionava os intelectuais que frequentavam as exposições, os papagaios do famoso Cobra deixavam os céus de Belém repletos de um colorido especial. Era acessível a todos, pobres e ricos.
Até hoje, o nome de Cobra continua sendo um sinônimo de qualidade. Está presente em toda “quebrada” paraense. Muitos ouvem sem saber de quem se trata, apenas reproduzindo algo dito pelos pais ou tios que brincavam antigamente.https://24051054f5b706c874630fb89d38f0c4.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html?v=1-0-38
Reginaldo fez de uma brincadeira de criança sua profissão, provando a todos que Cobra criada voa sim. Ali, sentado ao lado de sua cachorra, levanta. É hora do almoço. “Um abraço a todos, o Cobra não morreu viu”, diz aos risos, novamente, sem saber, talvez, que ele será eterno.
Cobra marcou gerações com seu trabalho. Hoje ele está aposentado, mas sempre próximo aos papagaios e rabiolas. Via WhatsApp
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A equipe de saúde que realiza a vacinação na Paraíba, teve uma surpresa ao chegar em Curral de Cima, município a 63 km de João Pessoa. Seu Elito, um aposentado de 87 anos, foi de cavalo para a fila do drive-thru receber a primeira dose da vacina contra a covid-19. A cena inusitada chamou atenção dos internautas e viralizou nas redes sociais.
Segundo o portal de notícias ClickPB, o paraibano mora no Sítio Pedra Furada, região perto do município, mas estava não estava em casa quando a equipe chegou para aplicar a vacina. Os moradores relataram que ao saber da informação ele montou em seu cavalo e foi para o drive-thru receber a primeira dose do imunizante.
No Instagram da prefeitura de Curral de Cima, o perfil descreveu a foto como representativa. “Nosso povo forte e valente que enfrenta as adversidades sem esmorecer“, disse a prefeitura. Segundo boletim divulgado no dia 11 de março, a cidade tem 249 casos confirmados de covid-19 e 3 óbitos desde o início da pandemia.
Curral de Cima segue o cronograma de vacinação estabelecido pela Secretaria Municipal de Saúde, desde o dia 15 de março começou a vacinar idosos na faixa-etária de 75 a 79 anos. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba, o Estado já recebeu 368.898 doses das vacinas CoronaVac e Oxford/AstraZeneca.
Destes, foram aplicados 262.629 imunizantes referentes à primeira dose e 106.269 referentes à segunda. A Secretaria ainda informa que realiza a distribuição das doses para os 223 municípios. Na primeira etapa do plano de vacinação, o público alvo é de 1.332.554 pessoas, incluindo indígenas e profissionais da saúde. O Estado já começou a vacinar todos os idosos acima de 75 anos.
Procurador diz que pode haver prejuízo aos cofres públicos se não houver atendimento à população na pandemia. Lei do TCU prevê afastamento de agente público se há dano ao erário.
Por Isabela Camargo, Filipe Matoso e Laís Lis, GloboNews e G1 — Brasília
19/03/2021 19h34 Atualizado há uma hora
O subprocurador-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Lucas Furtado, pediu nesta sexta-feira (19) ao TCU que afaste o presidente Jair Bolsonaro das funções administrativas e hierárquicas sobre os ministérios da Saúde, da Economia e da Casa Civil.
Não há prazo para o TCU analisar o pedido. Em casos assim, é designado um relator, que pode tomar decisão sozinho ou submeter o pedido ao plenário do tribunal.
Furtado também quer que o TCU reconheça “a legitimidade, a competência administrativa e a autoridade” do vice-presidente Hamilton Mourão para nomear as autoridades responsáveis pelos ministérios.
No documento, o procurador pede ao TCU para: “Determinar cautelarmente o afastamento do presidente da República das funções e competências administrativas e hierárquicas relacionadas ao comando dos Ministérios da Saúde, da Fazenda, da Casa Civil e de outros eventualmente identificados como responsáveis pela inércia e omissão na execução das políticas públicas de saúde no combate à pandemia da Covid-19.”
O procurador argumenta que haverá prejuízo aos cofres públicos se não houver atendimento à população durante a pandemia.
“Não se discute que toda estrutura federal de atendimento à saúde, com recursos financeiros, patrimoniais e humanos, terá representado inquestionável prejuízo ao erário se não cumprirem sua função de atender à população no momento de maior e mais flagrante necessidade. É inaceitável que toda essa estrutura se mantenha, em razão de disputas e caprichos políticos, inerte diante do padecimento da população em consequência de fatores previsíveis e evitáveis”, argumenta o procurador.
Ao G1, ele afirmou que baseou o pedido no Artigo 44 da Lei Orgânica do TCU, segundo o qual:
“No início ou no curso de qualquer apuração, o Tribunal, de ofício ou a requerimento do Ministério Público, determinará, cautelarmente, o afastamento temporário do responsável, se existirem indícios suficientes de que, prosseguindo no exercício de suas funções, possa retardar ou dificultar a realização de auditoria ou inspeção, causar novos danos ao Erário ou inviabilizar o seu ressarcimento.”https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html
No pedido ao TCU, Furtado argumenta que é necessário adotar medidas que induzam a um “nível mínimo de eficácia” a atuação dos órgãos federais responsáveis pelos serviços de atendimento à saúde.
Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem contrariado as orientações de especialistas e de autoridades em saúde pública.
O novo ministro foi questionado na ocasião se o governo pode “melhorar” a assistência para pessoas que procuram os hospitais.
“O governo federal nem governo nenhum tem vara de condão para resolver todos os problemas. Existe a ciência do nosso lado, existe a necessidade de implementação de protocolos assistenciais para qualificar ainda mais nossos recursos humanos para buscar resultados melhores. É uma situação complexa e precisamos nos empenhar para vencer o inimigo comum, que é o vírus”, respondeu.
Indagado, então, se o governo precisa fazer algo “diferente”, declarou:
“Já está sendo feito. O diferente é seguir as recomendações da ciência. O presidente escolheu um médico para o ministério, um médico que é oriundo de uma sociedade científica, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, que foi sempre quem protagonizou a medicina baseada em evidência.”
Marcelo Queiroga, no entanto, não explicou quais seriam essas recomendações.
Agentes de segurança serão vacinados. | Alex Ribeiro/Agência Pará.
Os profissionais de segurança pública que estão atuando na linha de frente no combate à Covid-19 em todo o território paraense foram incluídos no Plano de Vacinação estadual.
O comunicado foi feito pelo governador Helder Barbalho, durante coletiva realizada na noite desta sexta-feira (19) que prorrogou, por mais sete dias, os efeitos do lockdown em Belém e Região Metropolitana I.
A vacinação será iniciada neste sábado (20) e irá contemplar os profissionais de segurança das esferas federal, estadual e municipal.
“O primeiro Estado do Brasil em que profissionais de segurança estarão inclusos no Plano de Vacinação. Esse é um gesto de compreensão, de que os profissionais de segurança têm se exposto, têm trabalhado para ajudar a sociedade e precisam também estar imunizados no sentido de continuar trabalhando e cumprindo as suas missões”, disse Helder.
Ogovernador do Pará, Helder Barbalho, anunciou na noite desta sexta-feira (19) que irá prorrogar as medidas de restrição a atividades não essenciais, o chamado ‘lockdown’. O decreto, que encerraria no domingo (21), foi ampliado para a próxima segunda-feira (29).
As normas de restrição foram estabelecidas pelo Decreto 800/2020, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), e iniciaram na última segunda-feira (15). As restrições abrangem os municípios de Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides e Santa Bárbara do Pará.
A medida visa reduzir os casos de Covid-19 na região, que enfrenta um avanço da doença e forte pressão sobre as redes pública e particular de saúde, com elevados índices de transmissão do novo coronavírus. O momento atual é considerado por especialistas de todo o País o mais grave desde o início da pandemia.
Entre as medidas obrigatórias estão uso de máscara, restrição na circulação de pessoas e funcionamento apenas dos serviços considerados essenciais, como supermercados e farmácias.
Quem descumprir as medidas do Decreto poderá ser penalizado.
A multa diária para Pessoa Jurídica é de R$ 50 mil, a ser duplicada em caso de reincidência. Para Pessoa Física, Microempreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EEP) a multa estabelecida é de R$ 150,00, a ser duplicada em caso de reincidência.
Uma das quatro linhas de montagem da Vokswagen no paísVolkswagen/reproduçãoVolkswagen/reprodução
A Volkswagen do Brasil anunciou nesta sexta-feira (19) que vai suspender a produção de carros no Brasil até o dia 4 de abril. A medida se dá, segundo a montadora, por conta do agravamento da pandemia de covid-19 no país.
“Com o agravamento do número de casos da pandemia e o aumento da taxa de ocupação dos leitos de UTI nos estados brasileiros, a empresa adota esta medida a fim de preservar a saúde de seus empregados e familiares”, escreveu a montadora em comunicado.
A medida, que segundo a VW foi tomada em acordo com sindicatos locais, paralisará o funcionamento de fábricas em São Bernardo do Campo, Taubaté, São Carlos (todas em SP) e em São José dos Pinhais (PR).
Em janeiro deste ano, a Ford anunciar que estava de saída do país. Naquele momento, a razão havia sido outra: reorganizações internacionais do grupo norte-americano e dificuldades com a legislação tributária contribuíram para a decisão de sair do país.
Ogovernador do Pará, Helder Barbalho, anunciou, na tarde desta sexta-feira (19), que deve assinar um contrato para aquisição de 3 milhões de doses da vacina Sputinik V.
O anúncio foi feito em uma rede social do governador.
Na última quinta-feira (18), Helder esteve em conferência virtual entre o Fundo Soberano Russo e o Consórcio de Governadores da Amazônia, junto com o governador do Maranhão, Flávio Dino, onde foi tratada a compra da vacina russa para os Estados do Norte e Nordeste.
Uma fonte ligada à Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informou, com exclusividade ao portal DOL, que o Governo do Pará irá pronunciar ainda hoje, 19, se irá ou não prorrogar as medidas de restrição a atividades não essenciais, o chamado ‘lockdown’.
A fonte informou que o governador do Pará, Helder Barbalho, deve se reunir nas próximas horas com os prefeitos da Região Metropolitana de Belém para avaliar as estatísticas da Covid e tomar uma decisão sobre o assunto.
O decreto restringindo as atividades vigora para os municípios da Região Metropolitana de Belém e, por enquanto, vale até o próximo domingo (21).
RESTRIÇÕES
As normas de restrição foram estabelecidas pelo Decreto 800/2020, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), e iniciaram na última segunda-feira (15). As restrições abrangem os municípios de Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides e Santa Bárbara do Pará.
A medida visa reduzir os casos de Covid-19 na região, que enfrenta um avanço da doença e forte pressão sobre as redes pública e particular de saúde, com elevados índices de transmissão do novo coronavírus. O momento atual é considerado por especialistas de todo o País o mais grave desde o início da pandemia.
Entre as medidas obrigatórias estão uso de máscara, restrição na circulação de pessoas e funcionamento apenas dos serviços considerados essenciais, como supermercados e farmácias.
Quem descumprir as medidas do Decreto poderá ser penalizado.
A multa diária para Pessoa Jurídica é de R$ 50 mil, a ser duplicada em caso de reincidência. Para Pessoa Física, Microempreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EEP) a multa estabelecida é de R$ 150,00, a ser duplicada em caso de reincidência.
Jornalista da Globo emociona ao anunciar morte de marido: “vou te amar sempre”
A jornalista, que também é conhecida por apresentar o Jornal Nacional aos fins de semana, não informou a causa da morte do marido.
sexta-feira, 19/03/2021, 16:19 – Atualizado em 19/03/2021, 16:19 – Autor: Com informações do Notícias da TV
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Ana Luiza Guimarães, jornalista e Âncora do RJ2, telejornal da Globo no Rio de Janeiro, usou as redes sociais para falar sobre a morte do marido Dô Figueira e emocionou os seguidores.
A jornalista, que também é conhecida por apresentar o Jornal Nacional aos fins de semana, não informou a causa da morte do marido.
“O amor da minha vida foi embora. Vou te amar pra sempre, meu Zuzi. Descansa, meu lindo. A gente se encontra no Céu”, escreveu a jornalista na legenda da foto que publicou nas redes sociais na quinta-feira (18).
Colegas de profissão da jornalista deixaram mensagens de apoio. “Luli, sinto muito! Que ele esteja em paz. E que a você não falte força. Que lindo amor será sempre o de vocês”, disse a apresentadora Patrícia Poeta. “Nossos sentimentos, nosso desejo de muita força pra vocês!”, escreveu Rodrigo Bocardi.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.