Corpo de enfermeira é encontrado seminu em plantação
Priscila Cardoso da Silva, de 35 anos, estava desparecida desde a segunda-feira (15).
domingo, 21/03/2021, 14:38 – Atualizado em 21/03/2021, 14:38 – Autor: ( com informação do ISTOÉ )
Enfermeira foi vista pela última vez saindo do trabalho. | foto: reprodução / redes sociais .
Na manhã de sábado(20), a Polícia Civil encontrou em Ipaba, Minas Gerais, o corpo da enfermeira Priscila Cardoso da Silva, de 35 anos, que estava desparecida desde a segunda-feira (15).
O corpo foi encontrado em uma plantação de eucalipto, e além de estar com marca de tiro na cabeça, também estava seminu. Os peritos acreditam que a enfermeira pode ter sido também vítima de estupro.
A descoberta só foi feita depois que o ex-presidiário Reginaldo Ferreira de Souza, conhecido como “Pau Veio”, foi preso e confessou os crimes e indicou o local onde estava o corpo. De acordo com as autoridades, o homem já tinha várias passagens pela polícia, entre elas um homicídio cometido na Bahia e uma tentativa de latrocínio em Minas.
Belém vai imunizar pessoas de 67 a 60 anos. O Governo do Estado garantiu a entrega de lotes suficientes da vacina para atender a esse público. A vacinação iniciará na próxima quarta-feira,24, até o próximo domingo, 28.
A Companhia de Portos e Hidrovias do Pará tem alguns projetos interessantes. O primeiro é o enorme terminal de Santarém, quase concluído, gerando cerca de 200 empregos na construção. Seis novos terminais serão lançados por esses dias em algumas cidades do Marajó, gerando 600 empregos. Também será feito um terminal novinho, inclusive com estacionamento para carroças – por lá esse é o meio de transporte mais usado – na paradisíaca Algodoal. E o de Icoaraci, que Zenaldo nunca sequer conseguiu passar um cal? Esse será feito com emenda parlamentar do deputado Priante, de 4 milhões mais contrapartida de 4 milhões do governo estadual. Atualmente 5 mil pessoas se transportam pelos rios paraenses, ao mês.
m policial civil ficou gravemente ferido após o carro em que ele estava capotar, na tarde deste domingo (21), na avenida Pedro Álvares Cabral, próximo à rua Rodolfo Chermont, no bairro da Marambaia, em Belém.
De acordo com informações iniciais, o policial foi identificado como Ronaldo de Deus, que trabalha na Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).
As circunstâncias do acidente ainda são desconhecidas. Militares do Exército ajudaram a isolar o perímetro do acidente.
Por meio de nota, a Polícia Civil do Pará informou que o policial acidentado “foi socorrido para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE)”. “Seu estado de saúde é considerado delicado. Uma investigação foi iniciada para apurar as causas do acidente”, concluiu a corporação.
Festa clandestina é encerrada em praia em Santarém
A festa foi descoberta após uma denúncia anônima
domingo, 21/03/2021, 12:04 – Atualizado em 21/03/2021, 12:04 – Autor: Paloma Lobato/Com informações de Edinei Silva/RBATV
| Reprodução/Capitania dos Portos
Uma denúncia anônima resultou no fechamento de uma festa clandestina em uma praia no município de Santarém, oeste paraense, na tarde do último sábado (20). A Polícia Militar foi acionada e encerrou a aglomeração no local.
De acordo com informações, um grupo grande de pessoas estaria aglomerando na praia Ponta do Araria. A Capitania dos Portos recebeu a denúncia e acionou os agentes de segurança.
Reprodução/Capitania dos Portos
Uma lancha da Capitania dos Portos deu apoio à guarnição da Polícia militar, que foi ao local e determinou a saída dos banhistas, em cumprimento ao decreto municipal que fechou as praias e igarapés da cidade.
Os participantes da festa foram orientados a retornarem para suas casas e informados que, em uma próxima vez, sofrerão consequências mais rígidas por desobediência da lei.| Reprodução/Capitania dos Portos| Reprodução/Capitania dos Portos| Reprodução/Capitania dos Portos| Reprodução/Capitania dos Portos
O governo do estado destinará mais 60 mil doses de imunizantes para vacinar os paraenses com essa faixa etária. | Daniel Leite Jr/Ascom UEPA .
Ogovernador do Estado, Helder Barbalho, anunciou na noite de sexta-feira (19) que a etapa de vacinação em Belém avança e agora tem como público os idosos com até 63 anos, moradores da capital.
Essa faixa etária já poderá ser imunizada contra a covid-19 ainda esta semana. Porém, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) ainda está calculando a quantidade de doses que irá distribuir e a partir disto, definir o calendário.
O governo paraense destinará mais 60 mil doses de imunizantes para vacinar os paraenses com essa idade. O Estado ampliou o quantitativo de vacinas como estratégia para aumentar o número de pessoas protegidas nas cidades que estão em lockdown.
O Ministro da Saúde, general Eduardo PazuelloAlan Santos/PRAlan Santos/PR
Seis dias após o anúncio de sua chegada ao governo, o cardiologista Marcelo Queiroga ainda não teve seu nome publicado no Diário Oficial da União como novo ministro da Saúde. Uma situação, no mínimo, inusitada, que ocorre na semana com maior número de mortes por covid-19 no Brasil desde o início da pandemia.
Fontes ouvidas pelo Congresso em Foco contam que a nomeação de Queiroga ainda não saiu porque o governo busca um cargo para garantir ao general Eduardo Pazuello a prerrogativa de ser julgado apenas no Supremo Tribunal Federal. O temor do governo, ainda segundo esses interlocutores, é que, perdendo o privilégio de foro, Pazuello se fragilize juridicamente e possa até ser preso pelos atos temerários ou mesmo ilegais que cometeu como ministro da Saúde.
Bolsonaro chegou a cogitar de colocar o general como ministro do Meio Ambiente, mas a ideia foi descartada. Uma das possibilidades em análise é a recriação do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio para abrigá-lo. Mas, até o fim dessa sexta-feira (19), ainda não havia uma decisão sobre o assunto. Como forma de agradecimento, o presidente também gostaria de elevar Pazuello ao posto de general de quatro estrelas. Hoje ele tem três. A medida, no entanto, enfrenta resistência dentro do Alto Comando do Exército por envolver mudanças em regras vigentes.
O Congresso em Foco procurou o Ministério da Saúde e a Casa Civil para entender a demora na posse de Queiroga, mas não teve resposta.
Informações do Estadão, no entanto, dão conta de que o atraso na nomeação de Queiroga se dá porque a equipe do governo federal não checou se o futuro ministro constava como administrador de alguma empresa junto à Receita Federal. A Lei 8.112 de 1990 proíbe que servidores públicos estatutários sejam sócios-administradores de empresas privadas.
Segundo os registros da Receita consultados pelo jornal, Queiroga é sócio administrador de duas clínicas de cardiologia em João Pessoa (PB). Para assumir a pasta, o cardiologista terá de passar pelo moroso processo de desincompatibilização.
Dados são do Censo Escolar 2020, coletados em março do ano passado. Eles indicam que escolas já enfrentavam déficit de estruturas essenciais para a reabertura durante a pandemia.
Por Elida Oliveira, G1
21/03/2021 07h41 Atualizado há 49 minutos
Infraestrutura adequada permitirá retorno seguro às salas de aula. — Foto: Divulgação/ Prefeitura de Campo Limpo Paulista
O número de escolas públicas que não têm banheiro e internet de banda larga cresceu entre 2019 e 2020, de acordo com o Censo Escolar da Educação Básica, do Ministério da Educação (MEC).
Os dados foram coletados em março do ano passado. Eles indicam que as escolas já estavam com déficit de estruturas essenciais para a reabertura durante a pandemia e, caso não tenham sido feitas mudanças, podem ser um entrave para estudantes e professores retomarem as salas de aula.
Em 2019, 3,5 mil escolas públicas não tinham banheiros, o que representava 2,4% do total. Em 2020, aumentou para 4,3 mil, 3,2% do total. A internet banda larga não chegava a 15 mil escolas urbanas em 2019 (18,1%), e cresceu para 17,2 mil (20,5%) em 2020. Além disso, 35,8 mil escolas seguem sem coleta de esgoto, 26,6% do total. Antes, eram 36,6 mil (27,1%) (veja no infográfico abaixo).
Até as 21h desta sexta (19), o Ministério da Educação (MEC) não informou se havia pedido de apoio ou liberação de recursos extras para atender a infraestrutura das escolas.
Infográfico mostra o número de escolas públicas do país e detalhes sobre infraestrutura, como banheiro, internet, e fornecimento de água. — Foto: Anderson Cattai/G1https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html
A análise dos dados do Censo Escolar foi feita pelo Laboratório de Dados Educacionais (LDE) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Os números apontam uma leve melhora no índice de escolas públicas do Brasil sem coleta de esgoto, água potável, abastecimento de água ou fornecimento de energia elétrica. Mas ainda há instituições sem o mínimo para seus alunos.
“Quando a gente fala em banheiros, água, energia, ainda que os percentuais em relação à inexistência sejam baixos, a gente está falando de condições básicas. É garantia de banheiro, água e luz. Não ter é não garantir o mínimo para estudantes. A gente ainda precisa avançar”, afirma a doutora em educação Gabriela Schneider, uma das coordenadoras do LDE.
Infográfico mostra a oferta de internet nas escolas do Brasil; cores cinzas apontam internet em até 40% das escolas, os tons de vermelho indicam outros percentuais — Foto: G1
Para Schneider, além de ter ou não ter alguns dos itens, há uma histórica falta de manutenção nos espaços escolares. Como, por exemplo, se os banheiros que existem estão em condições adequadas de uso, e se a internet tem velocidade suficiente para atender ao volume das demandas escolares. Este detalhamento de informação não é captado pelo Censo.
“O debate sobre a qualidade das escolas públicas já vinha acontecendo, mas a pandemia vem explicitando ainda mais as falhas e colocando foco sobre o que falta”, afirma Schneider.
Um exemplo é o conceito de Custo Aluno-Qualidade (CAQ), que pretende definir quais os requisitos mínimos que uma escola deve ter. Em 2020, o CAQ entrou na redação no Novo Fundeb, o fundo que garante o financiamento para a educação básica. Agora, é preciso regulamentar o texto.
País continental
Para Vitor de Angelo, secretário de Educação do Espírito Santo e presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), a diversidade do Brasil pode ser um fator para ainda haver escolas públicas sem recursos mínimos, mas ele admite que este déficit deve ser superado.
“O Brasil é um país continental, nós temos uma série de dificuldades porque temos escolas em todos os lugares: mais secos, úmidos, alagados. Essa diversidade torna muito difícil uma resposta única”, diz Angelo.
“Mas isso não explica o problema, porque uma boa radiografia sobre as condições de cada escola, suas especificidades e as regiões onde se localizam, deveriam levar a que gestores do nível federal, estadual e municipal pudessem enfrentar à altura estes desafios e problemas que estão postos”, afirma Angelo.
” O problema de conectividade nas escolas ficou mais claro com a pandemia, mas era um processo que a gente já vinha, de forma gradual, pensando. Agora ele passou a ser escancarado, e a necessidade ficou premente de que nós tomemos alguma providência neste sentido”, afirma Marcelo Ferreira da Costa, vice-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html
Neste mês, o Brasil completa um ano desde que as aulas presenciais foram suspensas para conter a pandemia do coronavírus.
Além da falta de estrutura apontada pelo Censo, dados da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) apontam que quase 6 em cada 10 prefeituras ainda não fizeram protocolos de biossegurança para reabrir as escolas.
Enquanto isso, estudantes podem perder habilidades que já haviam desenvolvido. Uma análise do Banco Mundial aponta que 7 em cada 10 estudantes do país podem ter nível de leitura abaixo do ideal após 13 meses de aulas remotas. Antes da pandemia, eram 5 em cada 10 estudantes.
Com menor instrução e empregos que pagam menos, os alunos de hoje poderão deixar de ganhar US$ 1.300 ao ano, justamente pela falha na formação. Com o dólar a R$ 5,49 (cotação desta sexta,19), o valor chega a R$ 7,1 mil ao ano.
Magreza da cantora Rita Lee impressiona internautas
A mudança foi percebida em um vídeo que mostrava a artista sendo vacinada contra a Covid-19
Autor: DOL
Magreza da cantora rendeu comentários nas redes sociais | Reprodução.
Amagreza da cantora Rita Lee, de 73 anos, tem chamado a atenção de internautas após o momento em que ela apareceu sendo vacinada contra a Covid-19 na última sexta-feira (19).
A eterna rainha do rock brasileiro, como é conhecida, aparece nas imagens levantando um pouco a camisa e expondo completamente o braço direito para receber o imunizante, deixando muitos surpresos e levantando teorias sobre seu estado de saúde.
“Gente, ela tá com algum problema de saúde por tá tão magrinha assim?”, indagou uma moça. “Acho que é biotipo, ela sempre foi bem magra”, argumentou outro.
“Eu também notei que os bracinhos dela estão tão fraquinhos, e nos vídeos e fotos do final de ano ela estava diferente”, comparou outro seguidor.
“Ela tá muito magra, deve ter algum problema de saúde”, cravou uma quarta pessoa. “Sempre foi magra, o próprio apelido dela era ‘magrela’, aí soma a perda esperada da idade”, tranquilizou um fã.
Os propulsores foram testados por oito minutos e atingiram a capacidade e o nível de segurança previstos pela agência
Por Ashley Strickland, CNN
O foguete do Space Launch System (SLS), que lançará os astronautas do programa Artemis da Nasa ao espaço a caminho da Lua, passou, de maneira bem-sucedida, por um teste final na quinta-feira (18).
O teste foi realizado no Stennis Space Center da Nasa, fora da Baía de St. Louis, Mississippi. O início do teste foi às 4h40 da tarde, horário local e durou pouco mais de oito minutos.
“O SLS é o foguete mais poderoso que a Nasa já construiu e, durante o teste de hoje, a fase central do foguete gerou mais de 1,6 milhão de libras de impulso em sete segundos. O SLS é um feito incrível de engenharia e o único foguete capaz de promover as missões da próxima geração dos EUA, que colocarão a primeira mulher e o próximo homem na lua”, disse o administrador interino da Nasa, Steve Jurczyk, em um comunicado.
“O teste de fogo bem-sucedido de hoje do SLS é um marco importante na meta da Nasa de colocar os humanos de volta à superfície lunar – e além. “Esse foi o oitavo e último teste da série Green Run, que foi concebida para garantir que o foguete possa lançar homens e mulheres à lua em 2024. A primeira missão, a Artemis I, está agendada para novembro, mas não será tripulada. Esses testes podem ajudar a responder a perguntas sobre como o foguete pode funcionar em diferentes estágios de lançamento.
Os sistemas da fase central do foguete foram carregados com mais de 700 mil galões de propelente superfrio e os quatro foguetes RS-25 foram disparados ao mesmo tempo. Isso serve para simular o que o foguete suportará durante o lançamento, embora o SLS use cerca de 8,8 milhões de libras de impulso para levantar Artemis I do solo.
A parte central do foguete inclui os quatro motores, tanque de hidrogênio líquido, tanque de oxigênio líquido e os aviônicos – computadores e eletrônicos que funcionam em conjunto, como os “cérebros” do foguete – para controlar os primeiros oito minutos de voo, de acordo com a agência.Entre 18 a 20 caminhões-tanque cheios de propelente encheram seis tanques com o oxigênio líquido e o hidrogênio nos dias anteriores ao teste.
Esse segundo teste de fogo foi considerado necessário depois que o primeiro, em janeiro, terminou mais cedo do que o planejado. O primeiro teste de fogo quente deveria durar oito minutos, mas foi interrompido após um minuto.
O segundo teste durou oito minutos, fornecendo às equipes os dados de que precisam. Aplausos puderam ser ouvidos na sala de controle assim que deram a ordem para encerrá-lo após oito minutos.
Durante o teste, os motores experimentaram três níveis de potência diferentes e foram submetidos a movimentos que simulam a direção do voo, chamados de gimballing.
Nas semanas anteriores ao teste, as equipes se certificaram de que uma válvula de oxigênio líquido que precisava ser consertada estava funcionando. Elas também analisaram os dados do primeiro teste, incluindo os parâmetros do computador de voo, que encerrou o primeiro teste antes do planejado. E fizeram pequenos reparos.
“O teste de fogo quente forneceu a riqueza de dados de que precisávamos para garantir que a fase central do SLS possa alimentar cada foguete SLS com sucesso”, disse John Honeycutt, gerente do Programa SLS do Marshall Space Flight Center da Nasa em Huntsville, Alabama, em um comunicado.
“Durante o teste, a equipe conduziu novas operações com a fase central pela primeira vez, repetiu algumas operações críticas e registrou dados de teste que nos ajudarão a verificar se essa parte do SLS está pronta para os primeiros e futuros voos do programa Artemis da Nasa”, que começará com missões à lua, mas também pode ser que venha a enviar astronautas a Marte também, a depender do sucesso da sua empreitada no satélite terrestre.
As equipes continuarão avaliando os dados coletados no teste e o foguete SLS será enviado ao Centro Espacial Kennedy da Nasa na Flórida para que possa ser montado e integrado, junto com a espaçonave Orion, projetada para os astronautas.
Na Kennedy, as equipes já colocaram os propulsores de foguetes no Edifício de Montagem de Veículos para Artemis I.Jurczyk disse, na quinta-feira, que a administração Biden tem apoiado a Nasa e seus objetivos e metas para o programa Artemis e a estratégia de chegar à Lua e em Marte.
Voltando à lua
Os primeiros 18 astronautas do programa Artemis foram selecionados e anunciados em dezembro.A diversificada equipe de astronautas inclui Joseph Acaba, Kayla Barron, Raja Chari, Matthew Dominick, Victor Glover, Warren “Woody” Hoburg, Jonny Kim, Christina Koch, Kjell Lindgren, Nicole Mann, Anne McClain, Jessica Meir, Jasmin Moghbeli, Kate Rubins , Frank Rubio, Scott Tingle, Jessica Watkins e Stephanie Wilson.
Quando os astronautas explorarem o polo sul lunar, que nunca foi visitado por humanos, eles irão superar o legado do programa Apollo e transportar a exploração espacial pelos humanos para um novo século.Após o voo sem tripulação Artemis I, em novembro, Artemis II será um sobrevoo tripulado à lua, em agosto de 2023. Enfim, a Artemis III deverá colocar novamente astronautas na lua.
O foguete SLS enviará a Orion, os astronautas e grandes cargas para a Lua de uma só vez, disse a Nasa.
A espaçonave Orion pode transportar quatro membros da tripulação e apoiar missões no espaço profundo, ao contrário das naves anteriores projetadas para voos curtos.Orion irá atracar em uma espécie de posto lunar que irá orbitar a lua.
A cerca de 250 mil milhas da Terra, esse posto permitirá um acesso mais fácil a toda a superfície da lua e, potencialmente, a exploração do espaço profundo. Uma das várias prioridades para a equipe que voltará à lua é a realização de ciência experimental, investigando e mitigando os riscos da exploração e entendendo a origem dos elementos nos polos lunares, como água e outros recursos que poderiam ser usados pelos astronautas.A agência também quer estabelecer um acampamento-base Artemis até o final da década no polo sul lunar.
Nasa testa novo sistema de motores que pode levar o homem de volta à Lua
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.