Walter Rezende deixou a Unidade de Terapia Intensiva neste domingo (28)
domingo, 28/03/2021, 21:24 – Atualizado em 28/03/2021, 23:58 – Autor: Diego Beckman DOL
O delegado deu entrada em um hospital particular no último dia 18 de março | Divulgação / Policia Civil .
O delegado geral da Policia Civil do Pará, Walter Rezende, deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), neste domingo (28). Ele estava internado por complicações da covid-19.
A informação foi confirmada pela Policia Civil e por amigos próximos da corporação que aguardavam a boa notícia.
Rezende deu entrada em um hospital particular no centro de Belém, no último dia 18 de março, em decorrência do caso de covid-19.
O delegado estava realizando fisioterapia na UTI e com funções vitais normais.
Walter se encontra na unidade semi-intensiva aguardando apenas um apartamento para ser transferido dentro do hospital.
A boa notícia de Walter também vem por outro motivo: Walter Junior, filho do delegado que também estava internado com a covid-19 deixou a UTI e tem previsão de alta para a próxima terça-feira .
Walter Rezende é delegado geral da Policia Civil do Pará desde setembro do ano passado.
Momento da largada da corrida realizada em 25 de outubro em Nürburgring, autódromo da cidade de Nürburg, na AlemanhaReprodução/Instagram @f1 – 25.out.2020
O ex-piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet se referiu à TV Globo como “Globo Lixo”. A afirmação foi feita em participação no programa Show do Esporte, da Band, na manhã deste domingo (27.mar.2021). A Band comprou os direitos de transmissão da Fórmula 1 para o Brasil. A 1ª corrida da temporada de 2021 foi o Grande Prêmio do Bahrein, neste domingo. Lewis Hamilton, da Mercedes, venceu.
Piquet foi entrevistado no estúdio antes da corrida. Parabenizou os apresentadores e fez o comentário sobre a emissora concorrente. A Band, além de comprar os direitos de transmissão da Fórmula 1, contratou vários jornalistas que cobriram o tema na Globo, incluindo Reginaldo Leme, um dos entrevistadores de Piquet no Show do Esporte neste domingo.
“Fico feliz com vocês aqui, a Band aí, para fazer Fórmula 1“, disse Piquet. Em seguida, Leme fez um comentário. Piquet ignorou e disse: “Largou a Globo Lixo, né?”. Leme riu e, virando-se para o outro lado, disse: “Ah, não“. Houve risos nervosos de outros apresentadores e mudaram de assunto.
NOVO CONTRATO
O Grupo Bandeirantes, com sede em São Paulo, anunciou em fevereiro o acordo para a transmissão exclusiva do Campeonato Mundial de Fórmula 1 até o final de 2022. O GP do Brasil será em novembro.
Durante os últimos 41 anos, os direitos da Fórmula 1 foram da Rede Globo, que tem sede no Rio. A Band transmitiu a Fórmula 1 pela última vez em 1980. Ao anunciar o contrato, o Grupo Bandeirantes parabenizou a Rede Globo pela grande qualidade técnica e jornalística, “que valorizou e elevou a importância da modalidade”.
Em meio a colapso, Wilson Niwa é reeleito na Unimed
O médico tem recebido muitas críticas pela forma como enfrentou a pandemia. Desde o início, Niwa se mostrou a favor da distribuição de medicamentos ineficazes para pacientes na fase inicial do covid-19.
Omédico intensivista Wilson Niwa foi reeleito como presidente da Unimed Belém este sábado (27). Será o terceiro mandato seguido de Niwa à frente da instituição de saúde, que enfrenta uma situação de colapso em suas unidades devido às demandas causadas pela pandemia de covid-19 no Estado.
O profissional está desde 2014 na presidência da Unimed em Belém e seguirá no triênio 21/23. Líder da chapa, Niwa enfrentou Leila Haber, da chapa Unimed de Todos, e foi reeleito pela maioria dos 2.017 médicos cooperados com direito a voto. A eleição foi realizada digitalmente pelo sistema VotaNet, das 10 às 18h de hoje.
O médico tem recebido muitas críticas pela forma como enfrentou a pandemia. Desde o início, Niwa se mostrou a favor da distribuição de medicamentos ineficazes para pacientes na fase inicial do covid-19.
O resultado foi um colapso histórico na unidade da rede privada de saúde. Vários pacientes e acompanhantes denunciam a falta de atendimento e medicamento, além de aglomeração em unidades da capital. Muitos afirmam que tiveram que comprar medicamentos do próprio bolso. Em algumas situações, pacientes encontraram as unidades de Belém de portas fechadas em pleno pico da doença.
MPF pede à Justiça que governo do Pará mantenha lockdown
Para o MPF, Estado relaxou distanciamento social sem apresentar estudos técnicos
sábado, 27/03/2021, 22:37 – Atualizado em 27/03/2021, 23:26 – Autor: Com informações do MPF
Estado anunciou neste sábado (27) o fim do lockdown na RMB | Fernando Araújo/Diário do Pará .
O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal neste sábado (27) que obrigue o governo do Pará a manter o confinamento rígido (lockdown) na Região Metropolitana de Belém.
Segundo o MPF, há um acordo que obriga o governo a comprovar que as decisões sobre distanciamento social são tomadas com base em consulta a comitê técnico previsto no Plano Estadual de Contingência da Covid-19 e em estudos de instituições de renome.
O acordo entre governo estadual, MPF e Defensoria Pública da União (DPU) foi homologado pela Justiça Federal em junho do ano passado, alertam procuradores da República. A última vez que foi registrada reunião do comitê técnico foi em julho do ano passado, segundo o MPF.
O afrouxamento das regras de distanciamento social na região metropolitana, anunciado pelo governo estadual neste sábado, faz parte da série de violações à ordem judicial, frisam membros do MPF de todo o estado.
A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) trabalha em 4 projetos de vacinas próprias contra o novo coronavírus. Em 2 desses projetos, a fundação produzirá imunizante 100% brasileiros, da pesquisa à produção. As outras duas vacinas são produzidas em cooperação internacional.
O 1º projeto é conduzido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) para o desenvolvimento de uma vacina sintética para o novo coronavírus (Sars-CoV-2).
“A forma sintética da vacina foi escolhida por ser mais rápida, em comparação às metodologias tradicionais, pelo custo reduzido de produção, pela estabilidade da vacina para armazenagem e por não precisar de instalações de biossegurança nível 3 para as primeiras etapas de desenvolvimento (sendo necessárias somente a partir dos estudos pré-clínicos)“, afirma nota da Fiocruz.
Neste projeto, o imunizante contém pequenas partes de proteínas do vírus capazes de induzir a produção de anticorpos no processo de defesa do organismo.
Na 2ª vacina em desenvolvimento, a Friocruz injeta as proteínas S e N do SARS-CoV-2 no corpo humano, que produzirá as defesas contra o coronavírus. A proteína S é a que forma a coroa de espinhos que dão nome ao coronavírus, e a proteína N compõe o núcleo do vírus. As duas vacinas já passaram pelo teste em animais, “as duas vacinas já foram aprovadas na fase de imunogenicidade e toxicidade em animais, e produziram resposta imune sem prejudicar a saúde dos mesmos” disse a fundação em nota.
Agora, a fundação trabalha para identificar a vacina mais promissora para seguir para os testes clínicos e, posteriormente, oferecer à população brasileira.
Além destes, a Fiocruz também atua em outras duas parcerias internacionais de pesquisa e produção de vacinas, ambas com tecnologia de última geração. Um deles é para a produção de uma vacina baseada em RNA, em colaboração com uma empresa nacional e outra americana, que está em vias de entrar em fase clínica I no Brasil.
O outro imunizante é de célula T, de defesa contra vírus, baseada em peptídeos sintéticos em nanopartículas de ouro, que está sendo desenvolvido junto a uma empresa do Reino Unido, com estudos clínicos de fase I em andamento na Suiça.
BUTANVAC
O Instituto Butantan desenvolveu uma vacina contra a covid-19, a ButanVac. Essa é a 1ª vacina brasileira contra a doença causada pelo coronavírus. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, anunciaram a produção nesta 6ª feira (26.mar.2021).
Assista ao momento do anúncio (2min50s):
Apesar de ter dito que a vacina era completamente nacional, o Instituto Butantan admitiu que utilizou tecnologia norte-americana para obter o vetor viral da ButanVac.
Juíza da 9ª Vara Cível de São Paulo considerou que presidente da República é culpado por realizar ofensas de cunho sexual contra a repórter da ‘Folha de S. Paulo’ Patrícia Campos Mello.
Por Léo Arcoverde, GloboNews — São Paulo
27/03/2021 15h41 Atualizado há 50 minutos
O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), durante a Cerimônia de anuncio das Novas Medidas da Caixa Econômica Federal (CEF) de Apoio às Santas Casas e aos Hospitais Filantrópicos, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (25). — Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi condenado a indenizar a jornalista Patrícia Campos Mello, do jornal “Folha de S. Paulo”, em R$ 20 mil por danos morais. A decisão é de primeira instância e cabe recurso.
A sentença proferida pela juíza Inah de Lemos e Silva Machado, da 9ª Vara Cível de São Paulo, é do dia 16 de março. O processo é público e a decisão foi disponibilizada no site do Tribunal de Justiça paulista nesta sexta-feira (26).
O G1 entrou em contato com o Palácio do Palácio para comentar o caso, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
A jornalista processou Bolsonaro após sofrer um ataque, com cunho sexual, durante entrevista concedida pelo presidente no dia 18 de fevereiro de 2020. A declaração foi dada após reportagem de Campos Mello apontar que a empresa de marketing digital Yacows teria participado de esquema de disparo de mensagens por meio do WhatsApp durante as eleições.
“Ele [jornalista] queria um furo. Ela queria dar o furo, dar o furo a qualquer preço”, disse o presidente na ocasião. (Assista abaixo).
Bolsonaro repete ofensas de depoente a repórter e entidades de imprensa repudia
Campos Mello solicitou uma indenização por danos morais no valor de R$ 50 mil.
Na decisão, a juíza da 9ª Vara Cível declarou que “restou evidente ter o réu no exercício individual do direito à liberdade de expressão violado a honra da autora, causando-lhe dano moral, devendo, portanto, ser responsabilizado.”
Outro trecho da decisão da magistrada diz ainda que “a utilização da palavra ‘furo’ em relação à autora repercutiu tanto na mídia como também nas redes sociais, expondo a autora.”
A decisão estabelece ainda que Bolsonaro deve pagar as despesas processuais e honorários advocatícios, fixados em 10% do valor da condenação. O presidente tem prazo de 15 dias para recorrer da decisão.
Segundo informações levantadas pela polícia, a caçamba teria entrado na contramão e colidido de frente com o veículo que estava o sargento, que seguia sentido a Vila Sororó
Na madrugada deste sábado (27), ocorreu um grave acidente de trânsito, que resultou na morte de duas pessoas na BR-155, km 320, às proximidades da Vila Sororó, zona rural de Marabá.
Entre as vítimas fatais, o sargento da Polícia Militar, Edson Rodrigues da Silva, que comandava o destacamento da PM da Vila Sororó e um homem identificado apenas como Denis, que estava sem documento de identificação. A veículo particular Edson se chocou com um caminhão basculante, que estava carregada de minério.
Outras duas mulheres, que seriam esposas das vítimas, identificadas como Poliana Paixão Souza e Maria Deuzinar de Souza, foram levadas em estado grave para o Hospital Regional de Marabá.
Segundo informações levantadas pela polícia, a caçamba teria entrado na contramão e colidido de frente com o veículo que estava o sargento, que seguia sentido a Vila Sororó. Os corpos das vítimas fatais ficaram presos nas ferragens e foram retirados por uma equipe do corpo de Bombeiros.
Após o acidente, o motorista da caçamba fugiu do local. Apenas um cartão de crédito em nome de Manoel S. correia foi encontrado na cabine do caminhão, possivelmente seja do motorista.
Há suspeitas de que o minério transportado no caminhão teria origem clandestina.
O comandante em exercício do 4º Batalhão de Polícia Militar, major Fernando Oeiras, lamentou a morte. “Uma perda muito grande para a corporação. O sargento já tinha há alguns anos no comando do policiamento do local e era muito querido pela população de lá pelo bom trabalho que vinha desenvolvendo.”, disse.
Ele informou ainda que a Polícia Militar está dando todo apoio a família do policial. “Uma notícia que o 4º BPM recebeu de forma muito triste. Está sendo dado apoio a todos familiares para justamente dá o mínimo de conforto para a família nesse momento de dor”, concluiu.
Sargento Edson atuava há cerca de 20 anos na Polícia Militar. O corpo dele será velado por cerca de três horas no 4º BPM e em seguida será levado para a casa dos filhos, aqui em Marabá, onde irá ocorrer a despedida dos familiares e amigos.
Governo quer que os funcionários da segurança pública tenham a mesma prioridade de trabalhadores da saúde, que já estão sendo vacinadosSérgio Lima/Poder360 – 19.jan.2021
A AGU (Advocacia Geral da União) pediu ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski que autorize a priorização da vacinação de profissionais de segurança pública. A informação é da Folha de S. Paulo.
A ideia do governo federal é que os funcionários da segurança pública tenham a mesma prioridade de trabalhadores da saúde, que já estão sendo vacinados.
Os trabalhadores da segurança pública estão incluídos do grupo prioritário, mas aparecem no fim da lista, à frente apenas de pessoas que trabalham com o transporte de passageiros e cargas.
O pedido da AGU é um reforço a demandas feitas pelos ministérios da Justiça, da Saúde e por governadores. O órgão pede que, pelo menos, os trabalhadores da segurança sejam vacinados na mesma etapa que presos e funcionários do sistema carcerário.
Lista de integrantes do grupo prioritário presente no Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19
O Brasil administrou pelo menos 19.181.134 doses de vacinas contra covid-19 até 17h22 dessa 6ª feira (26.mar.2021). São 14.571.283 pessoas com a 1ª dose. Representam 6,8% da população.
A aplicação da 2ª dose, contudo, chegou apenas a 2,2% dos brasileiros: 4.609.851 receberam ambas as doses.
Os dados são do CoronavirusBot, que compila dados das secretarias estaduais de Saúde.
Pará terá ponto facultativo, mas praias seguem fechadas
Fique atento e permaneça em casa! A migração para municípios do Pará poderá potencializar ainda mais esse cenário de pandemia no estado, alertou o governador.
Praias, balneários e clubes deverão fechar, principalmente no período da Semana Santa. |Wagner Santana/Diário do Pará
Dentre as medidas anunciadas pelo Governo do Pará na manhã deste sábado (27), está o ponto facultativo no Estado, na quinta-feira, 1º de abril.
No entanto, apesar da decisão na véspera do feriado da Sexta-feira Santa, o governador do Pará, Helder Barbalho, enfatizou que praias, balneários e clubes seguem fechados e proibidos de abrir em Belém, Marituba, Ananindeua, Benevides e Santa Bárbara.
“Pedimos que cada um tenha consciência e amor a vida. Pedimos a você que evite no final de semana da Semana Santa, se deslocar para outras regiões do estado, que ainda estão em crescente nível de casos, ou seja, essa migração poderá potencializar ainda mais esse cenário de pandemia no estado”, destacou o governador.
Vale lembrar que a Grande Belém agora passa para bandeiramento vermelho, com sistema de toque de recolher. O Reitor da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), professor Marcel do Nascimento Botelho, também alertou para a situação de outros municípios do estado.
“A Região Metropolitana de Belém tende para a estabilização de casos, por isso a mudança para o bandeiramento vermelho, o que não acontece no restante do estado”, destacou.
Um médico de Assis (SP) pagará multa de R$ 15.000 por ter tomado, por conta própria, doses de vacinas contra a covid-19 produzidas por laboratórios diferentes.
Oliveiro Pereira da Silva Alexandre foi alvo de inquérito civil instaurado pelo MP (Ministério Público), que apurou se ele teria violado princípios da administração pública, como o da moralidade.
Dr. Oliveira, como é conhecido, disse que o valor da multa será doado para a Santa Casa de Assis e usado no combate à covid-19. Ele afirmou que fez o acordo para evitar que o caso se arrastasse na Justiça.
O médico tomou uma dose da CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac, e outra da vacina da AstraZeneca/Oxford. Dr. Oliveira publicou, em fevereiro, um vídeo em suas redes sociais no qual afirmava ter tomado as doses com menos de uma semana de diferença entre elas.
O procedimento é contrário aos protocolos de vacinação do Ministério da Saúde. O vídeo foi apagado quando o caso ganhou repercussão.
De acordo com a prefeitura de Assis, as doses foram aplicadas com intervalo de 4 dias. O médico recebeu a dose da CoronaVac em 29 de janeiro, no Hospital Regional. Ele teve direito à vacina por ser servidor público que trabalha na linha de frente de combate à pandemia.
A 2ª dose, da AstraZeneca, foi aplicada em 2 de fevereiro. Ele a recebeu por ser beneficiário de um convênio da cooperativa médica da qual faz parte. Essa cooperativa montou um posto de vacinação para atender profissionais da saúde que trabalham com casos suspeitos na rede particular.
Em vídeo publicado em seu perfil no Facebook, o médico afirmou que acompanha o desenvolvimento de vacinas desde 2000.
“Eu ansiava pela vacina da AstraZeneca, que com uma dose eu estaria protegido. E chega no hospital e é a CoronaVac”. Ele citou a diferença da eficácia dos 2 imunizantes (50,4% da CoronaVac e 76% da AstraZeneca, segundo os dados mais atuais).
O médico falou que foi informado que as doses da AstraZeneca oferecidas pela cooperativa iriam estragar ao fim do dia se não fossem usadas.
“Eu fiz um cálculo inocente, ingênuo. Bom, se está na minha empresa, na minha cooperativa, eu comprei com o meu dinheiro, é a vacina que eu desejo (…), eu vou tomar”, declarou.
“Só que essa vacina não podia estar lá, eu fui enganado.”
Em nota enviada ao G1, a a Unimed Assis disse que a cooperativa foi apenas um ponto de vacinação, por meio de parceria com a Secretaria de Saúde da cidade.
A cooperativa afirmou que não comercializa a vacina e apenas disponibilizou algumas doses aos profissionais de saúde, de acordo com critérios estabelecidos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.
A Unimed Assis afirmou que “o setor jurídico da cooperativa foi acionado e as medidas cabíveis estão sendo estudadas internamente”.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.