STF determina que cabe à União incluir policiais em prioridade de vacinação

29 de março de 2021 at 15:47

Por Thaís Moura congressoemfoco

dose da vacina para vacinação da covid-19 no Brasil [fotografo]Prefeitura de Porto Alegre via Flickr[/fotografo]
Dose da vacina para imunização da covid-19 no BrasilPrefeitura de Porto Alegre via FlickrPrefeitura de Porto Alegre via Flickr

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (29) que cabe à União alterar ou não a ordem prioritária de vacinação contra a covid-19.

A decisão responde a uma petição protocolada pela Advocacia-Geral da União (AGU) na semana passada para autorizar a priorização de profissionais de segurança pública e defesa social no programa de imunização.

“Determino seja o presente pleito remetido ao Ministério da Saúde para que este analise e decida, motivadamente, e com a mais ampla publicidade, acerca da inclusão dos profissionais de segurança pública e salvamento na mesma ordem de prioridade dos trabalhadores de saúde, ou, subsidiariamente, da população privada de liberdade e dos funcionários do sistema de privação de liberdade”, avaliou Lewandowski.

O ministro ainda argumentou que, “diante da imensa demanda e escassez de vacinas e do aumento exponencial de infecções e de óbitos pela covid-19 no país”, as autoridades públicas estarão diante de “escolhas trágicas quanto à definição dos subgrupos prioritários que serão vacinados antes dos outros e, consequentemente, de quais pessoas viverão ou morrerão pela inocorrência da competente imunização no tempo adequado”.

Lewandowski também reforçou que qualquer que seja a decisão sobre os grupos prioritários, o governo “deverá levar em consideração, por expresso mandamento legal, as evidências científicas e análises estratégicas em saúde”.

O ministro ainda argumentou que, “diante da imensa demanda e escassez de vacinas e do aumento exponencial de infecções e de óbitos pela covid-19 no país”, as autoridades públicas estarão diante de “escolhas trágicas quanto à definição dos subgrupos prioritários que serão vacinados antes dos outros e, consequentemente, de quais pessoas viverão ou morrerão pela inocorrência da competente imunização no tempo adequado”.

Lewandowski também reforçou que qualquer que seja a decisão sobre os grupos prioritários, o governo “deverá levar em consideração, por expresso mandamento legal, as evidências científicas e análises estratégicas em saúde”.

Leia a íntegra da decisão:https://drive.google.com/file/d/1em8tsevufIUBzYp4FqhxBgWQCgrMNJ1r/previewhttps://9042588f97f0170791add5f3db12638d.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

No pedido, a AGU argumentou que a “essencialidade” dos serviços prestados por profissionais da segurança pública, assim como a “circunstância de vulnerabilidade” dos agentes, inclusive em serviços de apoio à saúde, deveriam ser levadas em consideração para acelerar a vacinação da categoria.

O governo citou ainda uma série de ofícios já protocolados  por governadores no Ministério da Justiça e Segurança Pública e no Ministério da Saúde.

“Os policiais, juntamente com os médicos, enfermeiros e profissionais afins, bem assim os professores, exercem funções essenciais, caracterizadas constitucionalmente, ao mesmo tempo, como uma obrigação do Estado e um direito fundamental, a saber, a prestação dos serviços de segurança, de saúde e de educação”, afirmou a AGU.

No pedido, a AGU argumentou que a “essencialidade” dos serviços prestados por profissionais da segurança pública, assim como a “circunstância de vulnerabilidade” dos agentes, inclusive em serviços de apoio à saúde, deveriam ser levadas em consideração para acelerar a vacinação da categoria.

O governo citou ainda uma série de ofícios já protocolados  por governadores no Ministério da Justiça e Segurança Pública e no Ministério da Saúde.

“Os policiais, juntamente com os médicos, enfermeiros e profissionais afins, bem assim os professores, exercem funções essenciais, caracterizadas constitucionalmente, ao mesmo tempo, como uma obrigação do Estado e um direito fundamental, a saber, a prestação dos serviços de segurança, de saúde e de educação”, afirmou a AGU.

Cláudio Castro celebra aniversário 2 dias após pedir que população evitasse festas: ‘Tudo bêbado e sem máscara’, diz convidado

29 de março de 2021 at 14:53

Governador em exercício comemorou 42 anos em Itaipava, na Serra do RJ. Petrópolis proíbe aglomerações e a realização de festas de aniversário durante a pausa emergencial até domingo. Funcionária disse que a casa ‘estava cheia’.

Por Junior Alves, Lucas Von Seehausen e Pedro Figueiredo

29/03/2021 13h06  Atualizado há 6 minutos


Cláudio Castro ignora próprio apelo e promove festa de aniversário em Itaipava

CláudioCastro ignora próprio apelo e promove festa de aniversário em Itaipava

O governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PSC), comemorou seus 42 anos — completados nesta segunda-feira (29) — em uma festa neste domingo (28) em uma casa em Itaipava, Petrópolis, na Região Serrana.

Um decreto da Prefeitura de Petrópolis proíbe aglomerações e a realização de festas de aniversário — mesmo em ambientes privados — durante a pausa emergencial, que vai até o próximo domingo (4).

A informação foi publicada pelo Blog de Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”.

A reportagem do RJ1esteve no local e conversou com uma empregada e com um convidado (veja no vídeo acima). A funcionária disse que o evento “estava muito cheio”.

Convidados sem máscara na porta de mansão de Cláudio Castro em Itaipava — Foto: Júnior Alves/TV Globo

Convidados sem máscara na porta de mansão de Cláudio Castro em Itaipava — Foto: Júnior Alves/TV Globo

Já o amigo afirmou que estava “todo mundo sem máscara”.

Minha mulher falou que ‘tudo’ bêbado, ‘tudo’ sem máscara, bebendo. Tá nem aí”, disse.

A reportagem também registrou pessoas aglomeradas e sem máscara no jardim e na porta da mansão. Na garagem, um carro oficial do governo estava parado. Na cozinha, a comida era preparada, e uma caixa térmica tinha o nome do governador ao lado.

Convidados sem máscara no jardim da casa de Cláudio Castro — Foto: Júnior Alves/TV Globo

Convidados sem máscara no jardim da casa de Cláudio Castro — Foto: Júnior Alves/TV Globo

Apelo na pausa emergencial

Dois dias antes, na sexta-feira (26), Castro fez um apelo aos fluminenses.

“Não é hora de fazermos festa. Tem muita gente morrendo, muita gente na fila de um hospital. Esse é um feriado pra nós ficarmos em casa”, disse Castro.

“Eu queria pedir muito à nossa população que evite aglomeração. Repito e vou repetir quantas vezes precisar: é hora de nós ficarmos reclusos, sim”, emendou.

Isopor com o nome do governador na festa de Itaipava — Foto: Júnior Alves/TV Globo

Isopor com o nome do governador na festa de Itaipava — Foto: Júnior Alves/TV Globo

O que diz o governador

A assessoria de imprensa do governo do estado disse que Cláudio Castro almoçou com parte de sua família e a de sua esposa no domingo e negou ter havido aglomeração ou festa com convidados.

Os carros vistos na entrada da casa eram de familiares e da escolta do governador em exercício.

Maré alta inunda a vila de Ajuruteua em Bragança. Vídeos:

29 de março de 2021 at 14:08

Moradores da localidade filmam e ficam preocupados, inclusive em realação as obras de contenção na orla.

Chuvas em conjunto com as marés altas estão inundando a Vila na praia de Ajuruteua.

Fonte: Bragança Hoje Online

IMUNIZAÇÃO

29 de março de 2021 at 13:28

Veja quais são os municípios que mais vacinaram no Pará

Inhangapi, Faro, Igarapé-açu, Prainha e Capitão-Poço lideram a lista.

 segunda-feira, 29/03/2021, 13:04 – Atualizado em 29/03/2021, 13:18 –  Autor: Com informações da Agência Pará


Até sexta-feira (26), o Pará recebeu 1.096.940 de doses enviadas pelo Ministério da Saúde.  Até sexta-feira (26), o Pará recebeu 1.096.940 de doses enviadas pelo Ministério da Saúde. | Marcelo Seabra / Ag.Para .

Com quase 100% da população prioritária da primeira fase vacinada, Inhangapi se torna o município que mais vacinou no Pará, de acordo com dados página do Vacinômetro Pará, neste domingo (28). Inhangapi já vacinou 88,04%. A cidade vem seguida de Faro (77,14%), Igarapé-açu (76,08%), Prainha (71,18%) e Capitão-Poço (69,69%).

Até sexta-feira (26), o Pará recebeu 1.096.940 de doses enviadas pelo Ministério da Saúde, e realizou um trabalho estratégico para distribuir as vacinas para todas as Regionais de Saúde do Estado.

“O Governo do Pará, por meio da Sespa, tem realizado um trabalho estratégico para distribuir as vacinas para todas as Regionais de Saúde do Estado e ficamos satisfeitos em ver que os municípios estão fazendo sua parte ao convocar a população para a vacina e divulgar os dados ao Ministério da Saúde”, afirma o secretário de Saúde, Rômulo Rodovalho.

Iniciada em janeiro, a vacinação no Pará e está presente nos 144 municípios. Os grupos prioritários, da primeira fase, já receberam suas doses, alguns deles até a segunda.

 “As doses enviadas são norteadas pelo Plano Estadual que está alinhado ao Plano Nacional de Vacinação, o PNI. Devido à baixa oferta das vacinas que vem sendo enviada aos estados, de acordo com a capacidade de produção dos laboratórios nacionais ou envio de fora do país. Em cada envio, é determinado um percentual de população a ser trabalhada e, a partir desse percentual, é calculado a quantidade equivalente a população de cada município paraense”, explica Bruno Pinheiro, diretor de Epidemiologia da Sespa.

As informações sobre as doses aplicadas na campanha de vacinação contra a Covid-19 são digitadas e enviadas pelas secretarias municipais de saúde ao sistema oficial do Ministério da Saúde, o SIPNI. A recomendação é que cada município tem até 72 horas, após a aplicação da dose, para cadastrar as informações. No sistema do MS são informados dados como o lote da vacina, data da imunização, categoria e grupo de atendimento, além do nome, CPF e número do cartão sus. 

Para ratificar a transparência do processo, a Sespa acompanha se as doses enviadas aos municípios estão sendo usadas de maneira correta no público-alvo e divulga as informações do Ministério da Saúde, através do Vacinômetro com atualizações diárias e sempre às 14h.

Outro levantamento disponível na página mostra que 25 municípios paraenses já atingiram a vacinação em mais de 60% da população do público-alvo. O ranking completo das cidades e os índices de vacinação estão disponíveis no Vacinômetro. O cálculo para esse percentual considera o total de doses aplicadas pelo total de doses enviadas.

“A boa cobertura destes municípios está associada a uma adequada organização para execução da campanha de vacinação e digitação oportuna da informação no sistema. É importante frisar que esses são municípios de menor contingentes populacionais, ou seja, tem menos pessoas a vacinar, comparado as grandes cidades do Estado”, afirma Bruno Pinheiro. Por isso, para que o governo do Estado continue avançando na divulgação dos dados é fundamental a participação dos municípios.

Vacinas – Até sexta-feira (26), o Pará recebeu 1.096.940 de doses enviadas pelo Ministério da Saúde. No total, foram dez remessas distribuídas da seguinte forma: 

– 18 de janeiro: 173.240 doses da CoronaVac/Sinovac

– 24 de janeiro: 49 mil doses da Oxford/AstraZeneca

– 25 de janeiro: 29.200 doses da CoronaVac/Sinovac

– 06 de fevereiro: 64.400 doses da CoronaVac/Sinovac

– 24 de fevereiro: 98.200 doses sendo CoronaVac/Sinovac (37.200) e Oxford/AstraZeneca (61 mil)

 – 03 de março: 67.000 doses da CoronaVac/Sinovac

 – 10 de março: 61.600 doses da CoronaVac/Sinovac

 – 17 de março: 117.400 doses da CoronaVac/Sinovac

 – 20 de março: 286.000 doses sendo CoronaVac/Sinovac (102.000 mil) e Oxford/AstraZeneca (184.000 mil)

– 26 de março: 150.900 mil doses sendo CoronaVac/Sinovac (84.800 mil) e Oxford/AstraZeneca (66.100 mil).

ESQUEMA POLÍTICO

29 de março de 2021 at 12:23

Conversas revelam que Lava Jato ajudou a eleger Bolsonaro

Nas conversas, os magistrados citam ainda proteção e Flávio Bolsonaro e Onyx Lorenzoni e ironizam até mesmo o que bolsonaristas pensam, como a visão de que o Brasil viveu uma “ditadura na época do PT”.

 segunda-feira, 29/03/2021, 11:41 – Atualizado em 29/03/2021, 11:44 –  Autor: Com informações de Mônica Bergamo


Imagem ilustrativa da notícia Conversas revelam que Lava Jato ajudou a eleger Bolsonaro | Reprodução.

Após ser considerado suspeito e, portanto, incapaz de julgar processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, outras informações foram divulgadas e ajudam a mostrar o envolvimento do ex-juiz Sérgio Moro como uma pessoa atuante para a eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República, em 2018.

Segundo a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, os procuradores da Operação Lava Jato discutiram, em março de 2019, uma forma de se desvincular de Jair Bolsonaro para que os jornalistas voltassem a dar credibilidade à operação. As conversas foram entregues nesta segunda (29) ao  pela defesa de Lula. Os advogados foram autorizados pela Corte a ter acesso ao material da Operação Spoofing, que investiga o hackeamento dos diálogos.

Na conversa, é citada que a “Força Tarefa” da Lava Jato ajudou a eleger Bolsonaro, chamado de “Bozo” pelos magistrados:

“Delta, sobre a reaproximação com os jornalistas, minha opinião é de que precisamos nos desvincular do Bozo [Jair Bolsonaro], só assim os jornalistas vão novamente ver a credibilidade e apoiar a LJ [Lava Jato] “, diz a procuradora Jerusa Viecili a Deltan Dallagnol no dia 28 de março de 2019. A grafia foi mantida na forma original das mensagens.

Jerusa segue: “Temos que entender que a FT [força-tarefa] ajudou a eleger Bozo, e que, se ele atropelar a democracia, a LJ [Lava Jato] será lembrada como apoiadora. eu, pessoalmente, me preocupo muito com isso (vc sabe)”.

Nos últimos dias, o jornalista Reinaldo Azevedo, da Band News, apresentou um resumo esclarecedor sobre o passo a passo de como agiu Sérgio Moro durante a Lava Jato para impedir a candidatura de Lula. Veja:

PROTEÇÃO A FLÁVIO BOLSONARO

Ainda de acordo com Bergamo, a procuradora diz ainda que os integrantes da Lava Jato já haviam tido a oportunidade de desvincular a imagem deles da do presidente, mas que elas foram perdidas. Afirma que eles teriam feito cobranças mais “fortes” no “caso Fávio” se “fosse qualquer outro político”, numa referência a denúncias que envolvem o senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República.

Na época dos diálogos, o ex-juiz Sergio Moro era ministro da Justiça de Bolsonaro. “Veja que, no passado, em pelo menos duas oportunidades poderíamos ter nos desvinculado um pouco do Bozo nas redes sociais”, escreve Jerusa ao colega. “1. caso Flavio (se fosse qualquer outro politico envolvido, nossa cobrança por apuração teria sido muito mais forte); 2. caso da lei de acesso à informação que o bozo, por decreto, ampliou rol de legitimados para decretar sigilo e depois a Camara derrubou o decreto. A TI fez nota técnica e tudo e nossa reação foi bem fraca (meros retweets). (ao lado do caso Flavio, o proprio caso de Onix Lorenzoni)”, afirma a procuradora.

MINISTRO E CAIXA DOIS

Quem também ficou “livre” de investigações foi o ministro Onyx Lorenzoni, que na época ocupava a Casa Civil e foi acusado de uso de caixa dois. Na época, Moro disse que “admirava” o colega de governo. E que, “quanto aos erros [de caixa dois], ele mesmo admitiu e tomou prividências para repará-los”.

Jerusa diz ainda na mensagem que sequer quando há elogios à ditadura por parte do governo Bolsonaro os procuradores da Lava Jato se manifestaram.

“Agora, com a ‘comemoração da ditadura’ (embora não tenha vinculação direta com o combate à corrupção), estamos em silêncio nas redes sociais. Não prezamos a democracia? concordamos, como os defensores de bozo, que ditadura foram os 13 anos de governo PT? a LJ teria se desenvolvido numa ditadura?”, escreve ela, cobrando um posicionamento de Deltan Dallagnol.

“BOLSOMINIONS”

A procuradora fala ainda da preocupação dos colegas com o apoio dos bolsonaristas, o que estaria impedindo um posicionamento mais firme deles em favor da democracia. Ela se refere aos seguidores do presidente como “bolsominions”.

“Sei que há uma preocupação com a perda de apoio dos bolsominions, mas eles diminuem a cada dia. o governo perde força, pelos atropelos, recuos e trapalhadas, a cada dia. converse com as pessoas: poucos ainda admitem que votaram no bozo (nao sei como Amoedo nao foi eleito no 1º turno pq ultimamente, so me falam que votaram nele). enfim, acho que defender a democracia, nesse momento, seria um bom início de reaproximação com a grande imprensa. com relação a defender a Democracia, tambem seria importante um discurso de defesa das instituições. Atacamos muito o STF e seus ministros, mas sabemos que a democracia so existe com respeito às instituições. e o STF precisa ser preservado, como órgão máximo do Poder Judiciário brasileiro. pense com carinho “.

Deltan Dallagnol então responde: “Concordo Je. Acho nota esquisita. E se fizermos artigos de opinião? Acho que não da pra bater, mas da pra firmar posição numa abordagem mais ampla”. Ela finaliza: “Isso. defender, sem atacar”.

‘DESIGREJADO’

29 de março de 2021 at 11:21

Ex-pastor desabafa sobre ataques após assumir bissexualidade

As informações foram compartilhadas no Instagram do religioso

 segunda-feira, 29/03/2021, 08:57 – Atualizado em 29/03/2021, 08:57 –  Autor: FOLHAPRESS


Felipe usou o termo "desigrejado" para pessoas que como ele sofrem as críticas e ofensas  Felipe usou o termo “desigrejado” para pessoas que como ele sofrem as críticas e ofensas | Reprodução .

Felipe Heiderich fez um longo desabafo por meio de um vídeo compartilhado no Instagram no último sábado (27), no qual fala sobre sua orientação sexual. O ex-pastor evangélico aborda também as dificuldades, críticas e ofensas que vem sofrendo desde que assumiu ser bissexual e tornou público seu relacionamento com o youtuber Bruno de Simone nesta sexta-feira (26).

“As notícias recentes sobre minha sexualidade são verdadeiras. Estou namorando um rapaz e para mim está tudo bem”, iniciou. “Se você não concorda, tudo bem. Eu posso não concordar com muitas outras coisas, só respeite. Se você acha que estou em pecado, ore por mim, se você não consegue acreditar em mais nada do que eu falo da bíblia, tudo bem também. Eu sempre vou continuar falando. Deus te abençoe”, começou Heiderich, contando que muitas pessoas o aconselharam a não assumir sua orientação sexual.

“Sei que muitos de vocês estão esperando uma declaração minha depois de tudo o que aconteceu. Quero começar dizendo que o maior conselho que recebi das pessoas foi ‘se mantenha no armário’, ‘fica escondido’, ‘mantenha sua vida com outra pessoa, sem ninguém saber, tanta gente faz isso’, ‘não manche sua imagem pública'”, exemplificou, agradecendo e demonstrando entender que muitos fizeram isso como forma de demonstrar amor, mas dizendo que não conseguiria viver uma mentira.https://616bc93e622fe4acb8f59f73f6dbce88.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

Em seguida, o ex-pastor disse que tomará medidas legais contra quem insinuar que ele esteja envolvido com pedofilia. Relembrando uma dura acusação que sofreu no passado, ele disse que “ela nunca esteve com a razão. Eu sempre fui uma pessoa extremamente dedicada e fiel”.

O ex-pastor se refere a acusação de abuso sexual contra o enteado, da qual foi absolvido por falta de provas, em setembro de 2020. De acordo, com o processo movido pela ex-mulher dele, a pastora, Bianca Toledo, o filho dela teria sido vítima de pedofilia, em 2016, quando tinha cinco anos.

Após se livrar do processo, Heiderich move uma queixa-crime contra Toledo, por entender que foi vítima de uma armadilha para incriminá-lo injustamente. Ele a acusa, entre outras coisas de, calúnia, difamação, injúria e denunciação caluniosa.

“Não confunda bissexualidade e homossexualidade com pedofilia, porque isso vai falar quem você é. A partir do momento que você voltar a me chamar de pedófilo, de uma coisa que eu já fui extremamente absolvido em todas as instâncias, haverá um acionamento judicial não só meu, mas de toda a comunidade LGBT que entende que, segundo as pesquisas, a maioria dos pedófilos são heterossexuais”, pontuou ele.https://616bc93e622fe4acb8f59f73f6dbce88.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

Heiderich seguiu seu desabafo dizendo ter se surpreendido com as mensagens de ódio que recebeu desde que resolveu dizer a verdade sobre sua vida íntima. “Não imaginei que seria assim, eu não fazia ideia do que o público LGBTQIA+ sofria. Sofrer isso na pele é algo que não desejo a ninguém. Por isso entendo quando eles dizem que se pudessem não seriam assim, porque o ser humano tem uma incrível capacidade de ser cruel. Meu sincero desejo de que você nunca tenha que passar por isso”, lamentou.

Ele disse que, apesar de tudo estar “sendo muito difícil, confuso e complicado”, está bem, porque sabe que quem o ama de verdade vai entendê-lo. “A maioria diz que sou um monstro, uma decepção, um falso e que eu vou para o inferno, mas tudo bem. Foi o que fizeram comigo há quatro anos e eu era inocente. Então não faz muita diferença agora. Quem está comigo vai continuar comigo”, reafirmou.

Heiderich aproveitou para explicar que o livro “Encontro Marcado”, que será lançado em breve, não tem o objetivo de afrontar a igreja e nem acobertar pecados. É uma chamada ao amor, de como Jesus reagia às pessoas ditas como monstros, falsas e condenadas ao inferno, como eu estou sendo e você, talvez, já foi muitas vezes”, disse, esclarecendo que a obra não é para quem está bem, mas para quem se sentiu abandonado pela sua religião, a quem ele chamou de ‘desigrejado’.

“Quero dizer que Jesus continua amando, mesmo que esse amor do outro não seja tão plausível. Foi um desafio, porque eu poderia nunca ter contado, mas eu não sou assim. Sou transparente. E se um dia algo mudar, vou vir aqui também e vou dizer. Continuo amando Jesus e sei que ele me ama. Tenho pessoas muito queridas do meu lado, que me dão sustento, mesmo que grande parte continue me virando as costas, porque, infelizmente, essa é a característica do ser humano nesse tempo”, concluiu.

Meganavio encalhado no Canal de Suez volta a navegar após 6 dias

29 de março de 2021 at 10:40

Ever Given tinha voltado a flutuar parcialmente na madrugada. Administradora do canal diz que navegação ‘será retomada imediatamente após a restauração completa da direção do navio’.

TOPO

Por Reuters, G1

29/03/2021 02h21  Atualizado há 6 minutos


O megavio Ever Given, um dos maiores navios de contêineres do mundo, flutua parcialmente no Canal de Suez, no Egito, em 29 de março 2021 — Foto: Autoridade do Canal de Suez via Reuters

O megavio Ever Given, um dos maiores navios de contêineres do mundo, flutua parcialmente no Canal de Suez, no Egito, em 29 de março 2021 — Foto: Autoridade do Canal de Suez via Reuters

O meganavio que encalhou e está bloqueando o Canal de Suez há quase uma semana voltou a navegar nesta segunda-feira (29) na principal ligação marítima entre a Ásia e a Europa, por onde passam cerca de 12% de todo o comércio global.

Mais cedo, a Autoridade do Canal de Suez (SCA, na sigla em inglês) havia informado que o Ever Given tinha sido “reflutuado com sucesso” e que “com toda a certeza, o trabalho estará concluído muito em breve”.

A administradora do canal afirmou que “a navegação será retomada imediatamente após a restauração completa da direção da embarcação” e que o Ever Given será encaminhado à área de espera de Bitter Lakes “para inspeção técnica”.

Empresas especializadas em comércio marítimo estimam que as perdas econômicas direta ou indiretamente ligadas ao encalhe passam de R$ 300 bilhões, segundo a BBC. Há 369 embarcações na fila à espera da liberação do canal.

Segundo o presidente da SCA, Osama Rabie, serão necessários três dias e meio para que todos os navios na fila de espera consigam atravessar o canal após a sua liberação.

A Maersk, maior empresa de transporte de contêineres do mundo, aposta em um prazo maior. “Avaliando o acúmulo atual de navios, pode levar seis dias ou mais para que toda a fila passe”, disse a empresa em um comunicado.

Ela tem três embarcações presas no canal e 29 aguardando para entrar, além de 15 que já foram redirecionadas para dar a volta pelo sul da África (veja mais abaixo).

Imagens do site vesselfinder.com mostram o Ever Given em uma posição diferente na manhã desta segunda-feira (29), a atualização do status do meganavio para "under way" (em andamento) e dezenas de embarcações no Golfo de Suez à espera da liberação do canal — Foto: Montagem/vesselfinder.com

Imagens do site vesselfinder.com mostram o Ever Given em uma posição diferente na manhã desta segunda-feira (29), a atualização do status do meganavio para “under way” (em andamento) e dezenas de embarcações no Golfo de Suez à espera da liberação do canal — Foto: Montagem/vesselfinder.com

Operação de desencalhe

Segundo a administradora do canal, “manobras de empurrar e reboque bem-sucedidas levaram à restauração de 80% da direção da embarcação, com a popa 102 metros longe da margem do canal agora, em vez dos 4 metros de antes”.

A SCA afirmou que as manobras estão programadas para ocorrer durante a maré alta, até às 11h30, “permitindo a restauração total da direção da embarcação para que ela seja posicionada no meio da hidrovia navegável”.

Nick Sloane, o mestre em salvamento responsável por desvirar o Costa Concordia, navio de cruzeiro que afundou na costa da Itália em 2012, havia dito na quinta-feira (25) que a melhor chance para fazer o navio flutuar seria no domingo (28) ou na segunda-feira (29).

Isso porque a maré de primavera adicionaria 18 polegadas (46 centímetros) extras de profundidade ao canal, quando a maré chegaria ao pico, segundo a Bloomberg, o que permitiria mais manobras.

Entenda como a Lua cheia pode ajudar a desencalhar o meganavio no Canal de Suez

Entenda como a Lua cheia pode ajudar a desencalhar o meganavio no Canal de Suez

O meganavio Ever Given, operado pela empresa Evergreen, encalhou na terça (23) no km 151 do canal, em meio a ventos fortes e uma tempestade de areia, e bloqueou a passagem de todos os outros navios.

Com 400 metros de comprimento e 220 mil toneladas, o meganavio de contêineres voltou a flutuar às 4h30 do horário local (23h30 no horário de Brasília), segundo a Inchcape, um provedor global de serviços marítimos.

Por que o Canal de Suez é tão importante?

O Canal de Suez foi inaugurado em 1869, para ligar o Mar Vermelho ao Mediterrâneo, e é uma das rotas de navio mais utilizadas do mundo, com capacidade para receber navios gigantes de até 240 mil toneladas.

Meganavio que encalhou na terça-feira (23) no Canal de Suez, no Egito, causou um grande congestionamento naval — Foto: Reprodução/G1

Meganavio que encalhou na terça-feira (23) no Canal de Suez, no Egito, causou um grande congestionamento naval — Foto: Reprodução/G1

Cerca de 12% do comércio global passa pelo canal de 193 km, que fornece a ligação marítima mais curta entre a Ásia e a Europa.

A alternativa é dar a volta em toda a África, pelo Cabo de Boa Esperança, o que faz o trajeto entre os portos do Golfo e de Londres ter o dobro de distância e adiciona de uma a duas semanas à viagem.

Cerca de 50 navios passaram por dia no canal em 2019, o que representa quase um terço do tráfego mundial de navios de contêineres, e a rota concentra grande parte do petróleo transportado por mar.

Meganavio encalhado no Canal de Suez provoca prejuízos bilionários pelo mundo; entenda

Meganavio encalhado no Canal de Suez provoca prejuízos bilionários pelo mundo; entenda

As taxas de embarque para os navios petroleiros quase dobraram depois que o Ever Given encalhou, e o bloqueio interrompeu as cadeias globais de abastecimento.

Segundo a Bloomberg, cerca de US$ 9,6 bilhões em tráfego marítimo diário foram interrompidos pelo navio que encalhou (mais de R$ 50 bilhões).

O número é baseado em uma estimativa da Lloyd’s List, que aponta cerca de US$ 5,1 bilhões em mercadorias passam pelo canal por dia no sentido oeste (Europa) e aproximadamente US$ 4,5 bilhões no sentido leste (Ásia).

FALTA COMPROVAR

29 de março de 2021 at 10:00

Aspirina pode ser benéfica contra covid-19, diz estudo

Os estudos são observacionais e precisam de mais detalhes como a comprovação do tratamento ou prevenção para a doença

 segunda-feira, 29/03/2021, 09:17 – Atualizado em 29/03/2021, 09:17 –  Autor: FOLHAPRESS


Medicamento ainda está sendo avaliado Medicamento ainda está sendo avaliado | Agência Brasil .

Estudos observacionais recentes apontaram para a hipótese do benefício da aspirina contra a Covid-19. Esse resultado, porém, ainda precisa ser confirmado e não significa que a droga deva ser usada para prevenir ou tratar a doença, principalmente porque há riscos de efeitos colaterais graves.

Respostas sólidas sobre a efetividade ou não da droga para a Covid devem surgir em breve. O amplo estudo britânico Recovery, por exemplo, está analisando essa relação.

No último dia 22, uma pesquisa interrompeu o recrutamento de mais de 13 mil pacientes e anunciou aos centros que integram a pesquisa que os participantes devem continuar tomando a medicação enquanto os pesquisadores analisam os dados obtidos.

A droga centenária, usada normalmente contra febre e dor, tem o poder de inibir a formação de plaquetas, também conhecidas como trombos. Com a evolução do conhecimento sobre Covid, percebeu-se que a doença muitas vezes provocava trombos que se espalhavam pelo corpo do infectado, dificultando a circulação sanguínea e a oxigenação.

“Mas, como todo remédio que mexe com coagulação, a aspirina pode ter efeitos adversos e ir para o outro extremo, que é aumentar o risco de sangramentos”, afirma Luciano Azevedo, professor de terapia intensiva da USP e pesquisador do Hospital Sírio-Libanês.

Anticoagulantes já foram adicionados aos tratamentos que realmente podem ter algum impacto no desfecho da doença.

Um dos estudos obsevacionais que encontrou benefício no uso da aspirina para a Covid-19 foi publicado, no início de fevereiro, na revista Plos One.

A pesquisa olhou para mais de 30 mil veteranos do exército nos EUA, majoritariamente homens. Mais da metade dos participantes tinha hipertensão, mais de 30% tinha doenças pulmonares crônicas e diabetes e 15% tinha problemas cardíacos.

Só foram observados participantes que tinham recebido um teste PCR positivo para Covid. Os pesquisadores consideraram como usuários de aspirina aqueles que tinham receita para uso da droga no momento em que foram diagnosticados com Covid ou que tivessem recebido o remédio nos 30 dias anteriores ao teste. Outros veteranos sem prontuário médico da droga foram considerados como grupo controle.

Os cientistas então observaram a mortalidade de participantes no espaço de 14 e 30 dias (eram dois grupos de análise diferentes, não os mesmos participantes).

Nos dois grupos, cerca de 24% dos pacientes usavam aspirina. Em ambos, os pesquisadores observaram menor mortalidade em comparação ao grupo controle.

Um outro estudo recente, também observacional multicêntrico, olhou para o desempenho de pacientes hospitalizados nos Estados Unidos. A pesquisa foi publicada no periódico científico Anesthesia & Analgesia.

Mais uma vez, foram considerados pacientes com PCR positivo para a Covid. Quase 24% das 412 pessoas observadas tomavam aspirina. O uso do medicamento era considerado quando ocorria em até 24 horas após a entrada no hospital ou nos sete dias anteriores.

No grupo da droga, havia mais diabéticos, hipertensos e pessoas com problemas cardíacos. Isso é compreensível, considerando que o uso do medicamento é indicado para pessoas com esses problemas, a fim de evitar acidentes vasculares, por exemplo.

Segundo os pesquisadores, foi observada uma associação entre uso da droga e menor risco de necessidade de ventilação mecânica, entrada em UTI e mortalidade.

Os autores apontam, porém, o risco de sangramentos, principalmente intestinais, em usuários de aspirina, o que já foi documentado em grandes pesquisas sobre a droga.

Além disso, ambos os estudos apontam a necessidade de pesquisas mais robustas. É o que o Recovery está fazendo.

Dependendo dos dados resultantes da pesquisa britânica, o tratamento de Covid pode ganhar um aliado barato e acessível. Vale lembrar, porém, que ao longo da pandemia outras drogas, como cloroquina e ivermectina, despertaram esperança inicialmente, mas falharam em testes mais robustos.

Mesmo se mostrando ineficazes contra a Covid, o burburinho inicial, a falta de medicamentos contra a doença e o desconhecimento científico fazem com que essas drogas continuem sendo prescritas e usadas por pacientes, o que, somado à Covid, pode colocar a vida dessas pessoas em risco.

Fala de Ernesto Araújo é “grande desserviço”, diz Rodrigo Pacheco

29 de março de 2021 at 09:04

Afirmação sobre Senado e 5G

Leia as reações dos senadores

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto AraújoSérgio Lima/Poder360

PODER360
28.mar.2021 (domingo) – 21h19
atualizado: 28.mar.2021 (domingo) – 23h13

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e pelo menos outros 7 colegas se manifestaram a favor de Kátia Abreu (PP-TO) e contra Ernesto Araújo na noite de domingo (28.mar.2021).

Rodrigo Pacheco disse que a fala do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, neste domingo foi “um grande desserviço ao País”. Araújo sugeriu que senadores o poupariam de críticas se ele declarasse apoio à adoção de tecnologia chinesa para a rede 5G no Brasil.

“Justamente em um momento que estamos buscando unir, somar, pacificar as relações entre os Poderes. Essa constante desagregação é um grande desserviço ao País”, disse Pacheco sobre o ministro.

Segundo Ernesto, Kátia Abreu (PP-TO) pediu a ele um “gesto” em relação ao 5G. A congressista teria afirmado que isso faria dele “o rei do Senado”. A senadora rebateu. Afirmou que o ministro age de “forma marginal” e está “está à margem de qualquer possibilidade de liderar a diplomacia brasileira”. E que defendeu que a licitação para a rede de 5ª geração não tivesse “vetos ou restrições políticas”.

Para Pacheco, “a tentativa do ministro Ernesto Araújo de desqualificar a competente senadora Kátia Abreu atinge todo o Senado Federal“. Diversos senadores foram às redes sociais neste domingo (28.mar.2021) criticar as declarações do ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores).

O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), lamentou as falas de Ernesto. Essa é a 2ª crítica do líder que compõe o Centrão a Ernesto Araújo em 3 dias. Na 6ª feira (26.mar), o congressista disse em entrevista ao Poder360 que o Itamaraty “além de não ajudar, nos prejudicou muito” em relação à pandemia.

O ministro está sob forte pressão para deixar o cargo. Antes mesmo desse episódio, pelo menos 5 senadores fizeram menções explícitas à troca de comando no Itamaraty em sessão da qual o próprio ministro participou na última 4ª feira (24.mar). A leitura dos congressistas é que as posições brasileiras no exterior estariam prejudicando o país na tentativa de trazer vacinas para combater a covid-19, entre outros problemas.

No sábado (27.mar),  um grupo de ao menos 300 diplomatas do Itamaraty escreveu uma carta com críticas ao ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Esse tipo de manifestação é raro na pasta devido à disciplina imposta pela carreira diplomática.

Eis as reações de outros senadores às declarações de Ernesto Araújo:

BATE BOCA

29 de março de 2021 at 08:39

Ivete Sangalo rebate críticas de Secretário de Saúde 

O secretário Fábio Vilas-Boas cobrou maior participação da cantora e de outros artistas

 domingo, 28/03/2021, 20:17 – Atualizado em 28/03/2021, 20:17 –  Autor: DOL


Imagem ilustrativa da notícia Ivete Sangalo rebate críticas de Secretário de Saúde  | Reprodução/Instagram .

Neste domingo (28), o secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, cobrou através de sua conta do Twitter, maior engajamento em “questões sociais” de artistas e famosos brasileiros, como as cantoras Ivete Sangalo, Daniela Mercury e Cláudia Leitte, o jogador de futebol Neymar e o apresentador de televisão Luciano Huck.

“Vc deveria ser mais envolvida em questões sociais. O Brasil está no caminho do colapso na saúde. O que vc fez para ajudar a evitar?”, questionou Vilas-Boas em várias das mensagens.

Mas a cantora não deixou passar despecebido o comentário do secretário e rebateu. Ivete Sangalo deu uma resposta virulenta pelo Twitter:

“Boa tarde, sr Secretário de saúde da Bahia Fábio Vilas Boas. Venho por meio dessa rede social, a qual o Sr utilizou para revelar o quanto pouco me conhece e o quanto pouco conhece a cerca da maneira que trabalho e da forma que realizo as atividades as quais me disponho!”

Em seguida a cantora exigiu respeito e ainda proveitou para dizer que não concorda com “politicagem”. “Não o conheço. Me respeite!! O Sr definitivamente desconhece os meus feitos. Aplique as suas impressões a ações que são da sua responsabilidade. Pratique isso com os seus, em busca de resultados para aqueles que o colocaram nessa posição, Trabalhe para o povo!”.

“Não gosto de politicagem. Isso já está claro para todos que me acompanham. Cada um deve saber das suas responsabilidades. Portanto, me respeite quando for falar ao meu respeito. Não me faça ensinar o seu trabalho, pois não permitirei que faça o meu. Sem mais Ivete Sangalo”.

Após a resposta da cantora, o secretário apagou a mensagem e pediu desculpas.