Testes de vacina contra HIV têm resultados promissores
Atualmente, há 38 milhões de pessoas infectadas e vivendo com HIV no mundo todo
terça-feira, 06/04/2021, 16:09 – Atualizado em 06/04/2021, 16:11 – Autor: ( Agência Brasil )
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Um teste para o desenvolvimento de uma vacina voltada a combater o vírus do HIV teve resultados promissores, segundo os laboratórios responsáveis. O projeto para encontrar um imunizante contra a vírus é conduzido pelo Iniciativa Internacional HIV Aids em parceria com a instituição de pesquisa Scripps Research.
Segundo as instituições, os testes clínicos da Fase 1 mostraram sucesso no estímulo a células raras, primeiro passo para a geração de anticorpos nos pacientes infectados pelo vírus. Entre os participantes do ensaio clínico, 97% apresentaram esses efeitos.
Segundo os pesquisadores, o estudo aponta um caminho para o desenvolvimento de uma vacina e para as próximas fases do ensaio clínico.
Agora, a Iniciativa Internacional HIV Aids e a instituição Scripps Research devem firmar uma parceria com a farmacêutica Moderna (que também tem desenvolvido vacinas contra o novo coronavírus) para testar uma vacina baseada na tecnologia mRNA.
Mutações
A dificuldade no desenvolvimento de um imunizante contra o HIV, que atinge 38 milhões de pessoas em todo o mundo, está relacionada ao fato deste ser um vírus que sofre mutações constantemente, criando obstáculos à ação do sistema imunológico.
Os pesquisadores trabalham para desenvolver substâncias que possam produzir o que chamam de “anticorpos altamente neutralizantes”, proteínas que tenham condição de combater a reprodução do HIV.
Os responsáveis pelo estudo acreditam que a pesquisa pode contribuir não somente para esse esforço no combate ao vírus HIV, mas também para a fabricação de imunizantes contra outros vírus e doenças, como Influenza, dengue, Zika e hepatite C.
Ministro da Justiça Anderson Torres (à esquerda) ao lado do presidente Jair Bolsonaro | Reprodução/Twitter .
Onovo ministro da Justiça, Anderson Torres, teve o aval de Jair Bolsonaro e vai mudar o diretor-geral da Polícia Federal.
O atual chefe da PF, Rolando de Souza, foi escolha do presidente, por indicação de Alexandre Ramagem, impedido pelo Supremo Tribunal Federal de assumir o cargo, em abril do ano passado.
Torres já avisou o Palácio do Planalto que vai fazer a mudança, que deve ocorrer nos próximos dias. O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Eduardo Aggio, também deve ser substituído.
Em cerimônia interna, o presidente disse na manhã desta terça-feira (6) que trocas serão normais.
De acordo com pessoas próximas a Torres, o nome para a PF terá um dito “perfil” técnico. Internamente, no entanto, há desconfiança de que a escolha respeitará esse critério.
Com a concretização da troca, o governo Bolsonaro terá o seu quarto diretor-geral da PF. Antes de Rolando, passaram pelo cargo Maurício Valeixo e Alexandre Ramagem.
Com chegada do outono, Brasil tem desafio de vacinar população contra coronavírus e gripe ao mesmo tempo: Qual deve ser priorizada? Brasil tem doses suficientes? Tire suas dúvidas.
Por André Biernath, BBC
‘Recomenda-se um espaço de 14 dias entre as vacinas contra Covid e influenza’, afirma epidemiologistahttps://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
O Brasil viverá uma situação ainda mais desafiadora do ponto de vista da saúde pública a partir das próximas semanas: o país vai realizar duas campanhas em massa de vacinação de forma simultânea.
De acordo com o Ministério da Saúde, começa em 12 de abril a imunização contra a gripe, que acontece todos os anos a partir do início do outono, quando a temperatura começa a cair e a circulação de vírus que afetam o sistema respiratório (como é o caso do influenza, o causador da doença) aumentam consideravelmente.
As campanhas contra a gripe e a Covid-19 acontecerão em paralelo e já levantam dúvidas sobre quem deve tomar as doses, qual o tempo de espera entre uma vacina e outra e como será a organização para evitar aglomerações nos postos de saúde.
A BBC News Brasil consultou especialistas para tirar as principais dúvidas e entender a importância de se proteger contra essas duas doenças.
Quem pode tomar as vacinas contra a Covid-19 e a gripe?
É preciso prestar muita atenção, pois os grupos prioritários e a ordem em que eles serão atendidos muda um pouco de acordo com cada campanha.
Por enquanto, os municípios brasileiros estão vacinando contra a Covid-19 os profissionais de saúde e pessoas com mais de 60 anos em diversas faixas etárias. Muitos locais começaram convocando indivíduos acima de 90 anos e foram diminuindo a idade aos poucos.
A expectativa é que trabalhadores da educação e das forças de segurança e salvamento comecem a tomar suas doses contra o coronavírus nas próximas semanas, de acordo com o cronograma de cada prefeitura.
Já no caso da vacinação contra a gripe, os primeiros contemplados serão:
A partir de 12/04: crianças, gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filho há pouco tempo), indígenas e trabalhadores de saúde;
A partir de 11/05: pessoas com mais de 60 anos e professores;
Entre 9/06 e 9/07: indivíduos com comorbidades ou deficiências permanentes, caminhoneiros, trabalhadores do sistema rodoviário e portuário, forças de segurança e das Forças Armadas, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade e jovens de 12 a 21 anos que estão sob medidas socioeducativas.
Geralmente, as campanhas contra a gripe se iniciam com os idosos. Mas, em 2021, eles foram transferidos para uma segunda etapa para não haver confusão e conflito com o calendário estabelecido contra a Covid-19.
A expectativa é que, a partir de maio, a maioria dos indivíduos com mais de 60 anos esteja devidamente protegida contra o coronavírus e fique liberada para também se resguardar contra o influenza.
“Para evitar riscos, os gestores precisarão fazer uma ótima organização com filas, horários e espaços diferentes, de modo que não ocorra aglomeração de pessoas nas unidades de saúde”, sugere o epidemiologista Jose Cassio de Moraes, professor titular da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
Gestantes estão no grupo prioritário da vacinação contra a gripe — Foto: Getty Images via BBC
Qual das vacinas deve ser priorizada?
Os dois imunizantes são essenciais e ajudam a evitar complicações respiratórias que exigem internação e podem até levar à morte.
Se você fizer parte do público-alvo das duas campanhas em algum momento nos próximos meses, a prioridade deve ser dada à vacina contra a Covid-19.
“Essa é a recomendação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde e tem a ver com o fato de estarmos no meio de uma pandemia”, esclarece a médica Maria de Lourdes de Sousa Maia, coordenadora da Assessoria Clínica de Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz).
Mas a prioridade não deve ser confundida com exclusividade: é importante se vacinar contra a gripe na sequência, respeitando o prazo orientado pelos especialistas, como você verá a seguir.
Posso tomar as vacinas contra a Covid-19 e a gripe juntas, no mesmo dia?
Não. É preciso esperar 15 dias entre uma vacina e outra, segundo as orientações das autoridades em saúde pública.
Mas qual a razão desse intervalo de duas semanas?
O imunizante AZD1222, de AstraZeneca e Universidade de Oxford, é envasado e distribuído no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz — Foto: Getty Images via BBC.
“Nós ainda não temos os estudos de co-administração, que permitiriam saber a resposta do sistema imunológico à aplicação conjunta dos dois imunizantes, contra a gripe e contra a Covid-19”, explica a médica Patricia Mouta, profissional da farmacovigilância de Bio-Manguinhos/FioCruz.
Como as pesquisas a respeito do tema ainda não foram feitas, o Ministério da Saúde optou pela prudência, para evitar qualquer efeito colateral inesperado ou uma diminuição na efetividade dos imunizantes.
Vamos a exemplos de como esse esquema vai funcionar na prática: você pode tomar a primeira dose da Coronavac e aguardar de 14 a 28 dias para receber a segunda dose desta mesma vacina.
Daí é necessário esperar mais duas semanas para ser vacinado contra a gripe (que exige apenas uma dose para conferir proteção).
Já no caso do imunizante AZD1222, de AstraZeneca e Universidade de Oxford, a ordem de vacinação muda, pois o prazo entre a primeira e a segunda dose é de três meses.
Você então pode tomar a primeira dose da AZD1222 e aguardar duas semanas para receber a vacina contra a gripe.
Na sequência, basta esperar os dois meses e meio restantes para completar a proteção contra a covid-19 com a segunda dose da AZD1222.
Qual a importância de se vacinar contra essas duas doenças?
Tanto gripe quanto Covid-19 são enfermidades que afetam o sistema respiratório, podem trazer complicações ou sequelas e até matar.
Do ponto de vista individual, portanto, a vacinação diminui os riscos à saúde.
Já na perspectiva coletiva, imunizar-se é uma atitude que protege toda a comunidade, pois quebra as cadeias de transmissão viral e impede a lotação de hospitais e unidades de terapia intensiva.
Em outras palavras, ao tomar as suas doses, você não protege só a si, mas também a sua família, amigos, vizinhos e todos ao redor — até aqueles que, por um motivo ou outro, não podem tomar a vacina.
O Brasil tem doses garantidas para proteger a população contra a Covid-19 e a gripe?
A situação varia bastante. No caso das vacinas contra a gripe, a preocupação com uma eventual escassez é menor, quase inexistente.
Isso porque o Brasil é autossuficiente nesse quesito: a fabricação fica a cargo do Instituto Butantan, que nem depende mais da importação do insumo farmacêutico ativo (IFA) para entregar, todos os anos, 80 milhões de doses ao Ministério da Saúde.
O Butantan possui a maior fábrica de imunizantes contra o influenza de todo o Hemisfério Sul.
Já quando o assunto é Covid-19, o assunto complica um pouco.
Nosso país depende das remessas de IFA que vêm de China e Índia para finalizar o envase das doses da Coronavac, no Instituto Butantan, e da AZD-1222, na FioCruz
Em razão da demanda mundial pelo produto, desde janeiro de 2021 as entregas têm sofrido atrasos e imprevistos, que chegaram até a paralisar as campanhas de vacinação contra o coronavírus em algumas cidades.
A importação de insumos para fazer as vacinas contra a covid-19, como a Coronavac, está sofrendo sucessivos atrasos — Foto: Getty Images via BBC
“Para acelerar a imunização das pessoas, precisamos ter mais doses de vacinas disponíveis”, aponta a epidemiologista Carla Domingues, que foi coordenadora do PNI entre 2011 e 2019.
Nos últimos dias, tanto Butantan quanto FioCruz têm conseguido ampliar a entrega de novos lotes de vacinas contra a Covid-19, o que promete dar mais previsibilidade aos governos estaduais e municipais.
Além disso, a partir dos próximos meses devem chegar outras vacinas que já tem acordo de compra com o Ministério da Saúde, como aquelas produzidas por Pfizer e Johnson & Johnson.
O cálculo provisório do ministério é que o Brasil já teria mais de 500 milhões de doses garantidas para 2021.
Quais são os desafios de realizar duas campanhas simultâneas?
Além das questões de organização e logística, os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil chamam a atenção para o desafio de fazer uma boa comunicação às pessoas sobre as campanhas simultâneas.
E, na avaliação deles, o Brasil vai mal neste quesito.
“Eu não posso dizer que a comunicação está péssima porque isso significaria que existe algo sendo feito. A comunicação é ausente. Não há nenhum tipo de anúncio ou campanha oficial”, critica Moraes.
Por ora, o Governo Federal veiculou poucas propagandas ou outros conteúdos nos meios físicos e digitais para falar sobre os públicos-alvo, quando as pessoas devem se vacinar ou quais documentos são necessários.
“O que temos visto apenas são anúncios sobre compras de vacinas. É preciso explicar para a população sobre a necessidade de tomar as duas doses, respeitar os intervalos, entre outras coisas. Essa comunicação não está sendo feita”, observa Domingues.
A BBC News Brasil entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde para ouvir a versão deles sobre esse ponto, mas até a publicação desta reportagem não obteve resposta.
Maia, que foi coordenadora do PNI entre 1995 e 2005, destaca que, por mais experiência que o Brasil tenha em imunizações, é preciso se adaptar à nova realidade.
“Fazer campanhas de vacinação é se reinventar a todo o momento. Ficar no mesmismo é a receita para o fracasso”, pensa a médica.
“É preciso entender o momento que vivemos e estimar o impacto que as notícias falsas e as correntes de WhatsApp podem ter na aceitação das vacinas. Vamos ter que lidar e superar isso”, completa.
Manifestação pelo impeachment, realizada em Brasília no último dia 17Sylvio Costa/CongressoSylvio Costa/Congresso
Uma ação protocolada no Supremo Tribunal Federal pelo advogado Ronan Botelho pede que a Corte estabeleça um prazo para que o presidente da Câmara analise os pedidos de impeachment apresentados à Casa. O pedido está sob análise da ministra Cármen Lúcia.
No Mandado de Injunção com pedido liminar, Botelho, afirma que há uma lacuna, “proposital e perigosa, que o legislador deixou ao não dar solução acerca de prazos, para o Presidente da Câmara dos Deputados aceitar ou rejeitar Pedidos de impedimentos ao Presidente da República”.
O advogado pede ainda que Arthur Lira, presidente da Câmara, apresente ao STF todos os requerimentos de impeachment em desfavor de Bolsonaro e seus devidos movimentos administrativos.
Mudanças promovidas por Anderson Torres têm o aval do presidente Jair Bolsonaro
Igor Gadelha e Kenzô Machida, da CNN, em Brasília06 de abril de 2021 às 12:42 | Atualizado 06 de abril de 2021 às 13:06
Empossado na manhã desta terça-feira (6), o novo ministro da Justiça, Anderson Torres, decidiu trocar os comandos da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
A informação confirmada pela CNN nesta terça-feira (6) por auxiliares próximos ao ministro. Segundo essas fontes, Torres teve o aval do presidente Jair Bolsonaro para fazer a troca.
O atual chefe da Polícia Federal é Rolando Alexandre, que está no cargo desde maio do ano passado. Ele assumiu logo após a saída de Sergio Moro.
Na PRF, o atual comandante é Eduardo Aggio, que também deixará a pasta após cerca de um ano.
Torres, que é delegado da Polícia Federal de carreira, ainda não revelou a auxiliares os nomes dos substitutos de Rolando Alexandre e de Eduardo Aggio.
Torres foi um dos seis ministros empossados por Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto.
A PF e a PRF são os dois principais órgãos vinculados ao Ministério da Justiça.
A decisão foi tomada por conta da aprovação, pelo Congresso, do Orçamento para este ano, que reduziu a apenas R$ 71 milhões o valor destinado para a realização da pesquisa.
Por G1
06/04/2021 10h16 Atualizado há uma hora
IBGE abre concursos para mais de 200 mil vagas para o Censo 2021 — Foto: Divulgação.
O valor, segundo o instituto, inviabiliza a realização do Censo. Com isso, o IBGE decidiu suspender a realização das provas objetivas do concurso, para os cargos de agente censitário e recenseador, previstas de 18/04/2021 e 25/04/2021, respectivamente. Novas datas poderão ser definidas posteriormente, a depender da liberação de recursos.
“O IBGE informa, ainda, que avaliará com o Cebraspe [organizador do concurso] um novo planejamento para aplicação das provas, a depender de um posicionamento do Ministério da Economia acerca do orçamento do Censo Demográfico”, diz o Instituto em nota.
A previsão para contratação era dia 31 de maio no caso dos agentes censitários, e em julho, para os recenseadores. O trabalho de campo do Censo 2021 começaria em agosto.
De agosto até outubro, cerca de 213 milhões de habitantes, em aproximadamente 71 milhões de endereços, seriam visitados pelos recenseadores nos 5.570 municípios do país.
O IBGE já havia cancelado o processo seletivo lançado no ano passado para 208.695 vagas para os mesmos cargos por causa da pandemia.
A previsão era receber quase 2 milhões de inscrições. Essa previsão foi mantida para este novo processo seletivo, que trouxe 4 mil vagas a menos.
Segundo o coordenador de Recursos Humanos do IBGE, Bruno Malheiros, essa redução de vagas se deveu à análise das áreas técnicas, que tiveram tempo para rever as necessidades do Censo.
Quem se inscreveu na seleção do ano passado precisou fazer nova inscrição e pagar a taxa para garantir a participação na nova seleção.
Desde maio do ano passado, os inscritos na seleção cancelada podem solicitar o reembolso da taxa de inscrição através da Central de Atendimento do IBGE, pelo telefone 0800 721 8181. A ligação é gratuita. Basta informar nome e CPF para confirmação do cadastro e dados bancários (banco, nº da agência e conta bancária), em que seja o titular, para o recebimento do valor. Em janeiro, o IBGE iniciou a terceira fase de restituição da taxa de inscrição.
Outros concursos em andamento
O IBGE tem outros concursos em andamento para o total de 6.500 vagas temporárias de nível médio e superior. As oportunidades são para trabalhar nas pesquisas que constam no calendário de divulgação mensal do IBGE. Esses processos seletivos já encerraram as inscrições e têm previsão de prova para maio.
5.623 vagas para Agente de Pesquisas e Mapeamento em 520 municípios
552 vagas para Supervisor de Coleta e Qualidade em 326 cidades
300 vagas para Agente de Pesquisas por Telefone somente para o município do Rio de Janeiro
25 vagas para Supervisor de Pesquisas somente para o município do Rio de Janeiro
Renan Bolsonaro cospe na mãe e comemora dispensa do Exército
Sem ocupação alguma, o filho 04 do presidente Jair Bolsonaro tem aproveitado bastante o tempo nas redes sociais.
terça-feira, 06/04/2021, 11:06 – Atualizado em 06/04/2021, 11:14 – Autor: Com informações do Extra
04 reproduz bastante as falas do pai | Reprodução.
Educação vem de berço, certo? Se a expressão está correta ou não, Jair Renan, o filho 04 do presidente Jair Bolsonaro, protagonizou uma cena de puro desrespeito com a sua mãe. Isso mesmo: com a própria mãe.
Ele tem publicado alguns vídeos na plataforma TikTok , e em um deles, Renan cuspia no rosto de sua mãe, Ana Cristina Valle. As imagens viralizaram rapidamente.
O vídeo se tratava de um trend (tendência), em que o 04 pedia para que ela imitasse o som de animais. No momento em que pede para que Cristina imite o som de baleias, Renan cuspiu a água do copo que segurava e a mãe reagiu com xingamentos, chegando a chamar ele de filho da puta.
Filho de Jair Bolsonaro, Renan Bolsonaro cospe no rosto da própria mãe em vídeo [Parte 2 / 2] (Imagem: Reprodução / Instagram) pic.twitter.com/khxDgMjych
Não satisfeito, ele postou um outro vídeo em que faz uma dancinha. Renan fala sobre o serviço militar: a legenda: “Quando você é dispensado do Exército”.
“Bota o fuzil para cantar, pá-pum. Bota para cantar, pá-pum. Troquei o meu Playstation por um fuzil. A minha Coca-Cola é água quente do cantil”, diz a letra em trecho da música.
Renan tem sido bem presente nas redes sociais, após a repercussão do primeiro vídeo, a mãe do 04 chegou a dizer no perfil do Instagram do filho que na hora ficou bem chateada e deu uns tapas nele, mas que depois viu que era brincadeira-.
— Bruno MuitoHumilde (@muitohumilllde) April 5, 2021
Vale lembrar ainda, que o 04 já foi expulso permanentemente da plataforma de lives Twitch após ter um vídeo em que negava a gravidade da pandemia viralizado na internet. Elle reproduziu o discurso do pai e disse que o coronavírus não passava de uma “gripezinha”.
“Vamos na rua na pandemia, tá ok? Pô, que pandemia, malandro? Isso aí é história da mídia aí para trancar você em casa, para achar que o mundo está acabando. É só uma gripezinha, irmão, vai tomar no c..”, declarou.
Gilmar Mendes pediu explicações ao Ministério da Justiça e Segurança Pública pelo uso da Lei de Segurança Nacional contra críticos do governo BolsonaroSérgio Lima/Poder360 – 29.nov.2019
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes deu 5 dias para o Ministério da Justiça explicar o uso da LSN (Lei de Segurança Nacional) contra críticos do governo Bolsonaro. O uso da lei aumentou 285% durante o governo de Jair Bolsonaro e é contestado em ao menos 4 ações no STF.
Gilmar também cobrou explicações da Polícia Civil do Rio de Janeiro e das polícias militares do Distrito Federal e de Minas Gerais. O ministro pediu as informações atendendo a ação apresentada pela DPU (Defensoria Pública da União) junto a um grupo de advogados.
Na ação, a Defensoria pede que manifestações de opinião política pacíficas sejam protegidas pela Justiça. Além disso, a DPU quer que o STF oriente as polícias a respeitarem a liberdade de manifestação política.
A LSN foi criada durante a ditadura militar e permite que opiniões políticas sejam tratadas como ameaças à segurança nacional. A lei tem sido usada em inquéritos que investigam manifestações e comentários contrários ao governo. Os pedidos de investigação tinham o aval do então ministro da Justiça e Segurança Pública André Mendonça.
Após a reforma ministerial, Mendonça tornou-se advogado-geral da União. Antes disso, a AGU (Advocacia Geral da União) disse ao STF que a lei é constitucional e recomendou que todas as ações questionando o seu uso fossem anuladas.
O próprio STF já utilizou a LSN. O inquérito das fake news, comandado pelo ministro Alexandre de Moraes, utiliza a lei como base para as investigações. A prisão em flagrante do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) também foi baseada na lei.
Mas os ministros da Corte, ouvidos em sigilo pelos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo, desaprovam a forma como o governo tem feito uso da LSN. O STF considera manter partes da lei, como aquelas que criminalizam atos com pautas antidemocráticas. Mas, para frear a ofensiva por parte dos órgãos federais, pode barrar os trechos utilizados por Bolsonaro para intimidar opositores.
Em 18 de março, 5 manifestantes que carregavam uma faixa com os dizeres “Bolsonaro genocida” na frente do Palácio do Planalto foram detidos pela Polícia Militar, com base na LSN.
Uma investigação também foi aberta contra o youtuber Felipe Neto. Ele chamou o presidente de “genocida”, termo usado por opositores de Bolsonaro para se referir à sua condução do país durante a pandemia. O inquérito apurava se Felipe Neto havia violado a LSN, mas foi suspenso pela Justiça Federal posteriormente.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública também já solicitou a abertura de inquéritos contra diversas pessoas que criticaram Bolsonaro. Em janeiro, a Polícia Federal passou a investigar os autores de um outdoor que compara Bolsonaro a um “pequi roído” por suposto crime contra a honra. O inquérito foi arquivado pelo MPF (Ministério Público Federal) em 31 de março.
Também intimou 25 pessoas em Uberlândia (MG) por uma publicação no Twitter. Investigações também foram abertas contra o advogado Marcelo Feller, o escritor Ruy Castro e os jornalistas Ricardo Noblat e Hélio Schwartsman.
Justiça mantém prisão de pastor acusado de abuso sexual
O pastor Rodrigo Silva Fabri é acusado de estupro de vulnerável em Novo Repartimento.
terça-feira, 06/04/2021, 09:06 – Atualizado em 06/04/2021, 09:09 – Autor: Com informações do TJ/PA
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Em sessão realizada na última segunda-feira (05), os integrantes da Seção de Direito Penal negaram por unanimidade pedido de liberdade ao réu Rodrigo Silva Fabri, acusado de estupro de vulnerável em Novo Repartimento.
Recolhido preventivamente no Centro de Recuperação Regional de Tucuruí, o acusado já havia pedido revogação de custódia em novembro de 2020, levantado a tese de “constrangimento ilegal” e não existência de requisitos para a prisão preventiva e fundamentação idônea, além de pedir a aplicação de medidas cautelares diversas à prisão, por possuir residência fixa e bons antecedentes, que foi negada.
Vale lembrar que a gravidade do crime serviu de fundamento para a aplicação da medida de prisão, e é incabível a aplicação de medidas cautelares diversas à prisão, em razão de o paciente ter se valido da confiança dos pais, devendo ser resguardada a ordem pública em razão de sua periculosidade.
O CASO
O réu, que é pastor, foi acusado de ter praticado atos libidinosos e de tentar praticar conjunção carnal contra uma menor desde 2019, em sua residência, em dias e horários diversos, de forma livre e voluntária. Segundo a relatoria, a acusação foi fundamentada também por meio de escuta especializada, depoimentos de testemunhas e laudo de exame sexológico. Aproveitando-se do fato de ser pastor na igreja onde a vítima frequentava, os fatos só foram descobertos pelos familiares depois que a vítima escreveu um bilhete a sua irmã em outubro de 2020, relatando o ocorrido e as investigações foram iniciadas.
A defesa do acusado explicou que a prisão de Rodrigo já dura seis meses, e alegou que caberia prisão estendida cautelar nesse tipo de crime caso houvesse possibilidade de um novo cometimento, e não seria o caso, por conta do distanciamento que o pastor teria da vítima. Segundo a defesa, a mentora intelectual da defesa seria a mãe da menor, que não teria sanidade mental suficiente para depor sob juramento, e teria problemas pessoais com o pastor.
A relatoria afirmou também que a denúncia já foi oferecida, a revogação da prisão preventiva já foi apreciada e a audiência de instrução e julgamento realizada. Segundo o voto da relatoria, a prisão foi fundamentada legalmente pela garantia da ordem pública, tendo o réu se valido da condição de pastor da igreja para cometer o crime, e o constrangimento ilegal não foi configurado. Segundo o voto, o fato de a mãe da menor possuir ou não problemas mentais será averiguado na instrução e na decisão do juiz.
Pesquisa PoderData mostra que só 11% dos entrevistados dizem conhecer bem o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). É a 1ª vez que o levantamento faz essa pergunta aos entrevistadosSérgio Lima/Poder360 03.03.2021
Pesquisa PoderData divulgada nesta 2ª feira (5.abr.2021) mostra que só 11% dos entrevistados dizem conhecer bem o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Foram 62% que afirmam conhecê-lo de “ouvir falar”. Outros 27% citaram não conhecer o senador. É a 1ª vez que o levantamento faz essa pergunta aos entrevistados.
Os dados foram coletados de 29 a 31 de março, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.500 entrevistas em 541 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.
Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
Além de perguntar aos entrevistados se conheciam a figura política de Rodrigo Pacheco, o PoderData também mediu a avaliação dos brasileiros sobre a atuação do chefe do Senado.
O trabalho do senador é considerado “regular” por 63% dos brasileiros e “ótimo” ou “bom” por 12%. Outros 19% avaliam o trabalho de Pacheco como “ruim” ou “péssimo”. Os que não souberam responder são 6%.
ESTRATIFICAÇÃO
O PoderData destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos entrevistados a respeito do trabalho do presidente do Senado.
Quem mais aprova:
homens (15%);
os que têm de 45 a 59 anos (18%);
os que moram na região Nordeste (20%);
os que estudaram até o ensino fundamental (16%);
os que recebem mais de 10 salários mínimos (17%).
Quem mais rejeita:
homens (25%);
os que têm de 45 a 59 anos (23%);
os que moram na região Sudeste (24%);
os que estudaram até o ensino superior (30%);
os que recebem de 5 a 10 salários mínimos (31%).
ALCOLUMBRE X PACHECO
O PoderData fez um comparativo com o último chefe da Casa Alta, Davi Alcolumbre (DEM-AP). O último presidente do Senado terminou o mandato mais conhecido que o atual. Em dezembro, 31% disseram “conhecer bem” Alcolumbre. São 20 p.p. a mais que Rodrigo Pacheco, que tem 64 dias no cargo.
PACHECO X BOLSONARO
Entre os apoiadores do presidente, 19% consideram a atuação do presidente da Casa Alta “ótimo” ou “bom” e outros 66% avaliam o trabalho como “regular”. Já entre os que consideram o presidente da República “ruim” ou “péssimo”, 21% avaliam o trabalho Pacheco de forma negativa.
PODERDATA
O conteúdo do PoderData pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do Poder360 no Twitter, no Facebook, no Instagram e no LinkedIn.
O PoderData é a única empresa de pesquisas no Brasil que vai a campo a cada 15 dias desde abril de 2020. Tem coletado um minucioso acervo de dados sobre como o brasileiro está reagindo à pandemia de coronavírus.
Num ambiente em que a política vive em tempo real por causa da força da internet e das redes sociais, a conjuntura muda com muita velocidade. No passado, na era analógica, já era recomendado fazer pesquisas com frequência para analisar a aprovação ou desaprovação de algum governo. Agora, no século 21, passou a ser vital a repetição regular de estudos de opinião.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.