A vítima foi encontrada por vizinhos dentro de casa, já morta.
quarta-feira, 14/04/2021, 15:59 – Atualizado em 14/04/2021, 15:59 – Autor: DOL com informações do portal A Voz do Xingu
O homem foi preso e confessou o crime. | Reprodução .
Mais um caso de violência contra a mulher chocou os moradores do município de Uruará, no sudeste do Pará. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, após uma mulher ser encontrada, por vizinhos, morta dentro de casa.
O principal suspeito de cometer o crime é o marido dela. O nome dele não foi divulgado, mas ele foi preso, na última segunda-feira (12), suspeito de matar a esposa asfixiada. Ela foi identificada como Hioleny Furtado Moura.
O homem foi conduzido para delegacia e confessou o crime. Ele continua detido e está à disposição da Justiça.
WhatsApp vai liberar transferência de dinheiro. Veja como é
A plataforma ainda não divulgou a data oficial do lançamento, mas a previsão é que o serviço funcione primeiramente para empresas até o começo do segundo semestre deste ano.
O aplicativo permitirá a transferência de dinheiro entre pessoas, conhecida como P2P | Divulgação .
Oserviço de transferências de dinheiro entre pessoas (conhecida como P2P) pelo WhatsApp será lançado em breve e contará com mais parceiros do que o anunciado inicialmente, afirmou o aplicativo.
Apesar de ainda não existir uma data oficial prevista para o lançamento, a expectativa é que as transferências P2P cheguem ao mercado antes da solução de pagamentos para empresas -nesse caso, a previsão é que o serviço entre em operação entre o final do primeiro semestre e o começo do segundo.
Ainda de acordo com o WhatsApp, parte da razão das transferências ainda não estarem disponíveis é que além dos ajustes dos produtos a serem oferecidos pela plataforma, o aplicativo também pretende incluir novos parceiros na modalidade.
O WhatsApp anunciou a função de transferência e pagamentos via aplicativo em junho de 2020, com um sistema desenvolvido inicialmente com as bandeiras Visa e Mastercard, a Cielo como operadora e o Banco do Brasil, o Nubank e o Sicredi como parceiros iniciais.
Dias depois, a Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e o Banco Central suspenderam o acordo entre o WhatsApp e as instituições financeiras, afirmando que haveria dúvidas sobre a natureza do serviço e solicitando esclarecimentos sobre o modelo de negócios.
À época, houve especulação no mercado de que o BC teria acatado uma reclamação dos grandes bancos privados sobre a solução e, ainda, barrado o serviço para proteger o Pix, sistema de pagamentos instantâneos da autoridade monetária que seria lançado em novembro. O BC negou.
O debate entre BC, WhatsApp e as instituições envolvidas durou até 30 de março deste ano, quando a autarquia autorizou o serviço.
As transferências entre pessoas serão gratuitas para os consumidores.
Já sobre o pagamento para empresas, apesar de o WhatsApp já ter a aprovação do Banco Central para operar como iniciador de pagamentos, o aplicativo ainda trabalha junto à autoridade monetária para definir o formato do serviço. A previsão é que uma taxa possa ser cobrada dos estabelecimentos.
Em nota, o WhatsApp afirmou que segue empenhado nos preparativos finais para disponibilizar a funcionalidade de pagamentos no aplicativo no Brasil assim que possível.
“Agora, mais do que nunca, pagamentos digitais seguros e convenientes oferecem uma solução vital para transferir dinheiro rapidamente para pessoas que necessitam e auxiliar empresas em sua recuperação econômica”, disse.
A solução do WhatsApp já é esperada pelos consumidores -principalmente pelos idosos. Um levantamento encomendado pela Visa para a Morning Consult apontou que cerca de 83% do público com mais de 65 anos afirma ter interesse em fazer transferências pelo WhatsApp.
A porcentagem ultrapassa a média nacional, de 79%.
A pesquisa foi feita entre 18 e 19 de março deste ano, com mil adultos ao redor do país. As entrevistas foram realizadas online e os dados foram ponderados para aproximar uma amostra com base em idade, sexo, educação e região. A margem de erro é de aproximadamente três pontos percentuais.
“O WhatsApp como plataforma se consolidou em todas as faixas etárias e se incorporou no dia a dia dos usuários. Com os benefícios e soluções [de pagamento e transferência] combinados ao aplicativo, acaba se tornando uma solução bastante interessante, tanto da forma social, como em segurança e instantaneidade”, afirmou o vice-presidente de soluções e inovação da Visa do Brasil, Percival Jatobá.
Ainda segundo a pesquisa da Visa, os atributos mais valorizados pelos consumidores ao fazer uma transferência são a conveniência, o custo, a usabilidade, a privacidade, a segurança, a velocidade e a confiança.
Entre os entrevistados, segurança e privacidade foram os pontos considerados mais importantes, com 83% e 80% dos votos, respectivamente.
Ainda de acordo com o levantamento da Visa, 57% dos entrevistados realizam ao menos uma transferência por mês e 32% fazem esse tipo de movimentação financeira uma ou mais vezes na semana.
Na comparação entre as regiões do país, os entrevistados que vivem no Norte do país são os que mais transferem dinheiro: 45% afirmaram enviar dinheiro para parentes ou amigos toda semana e 61% realizam mais de uma transação por mês.
Em seguida veio a região Nordeste, com 58% dos entrevistados afirmando que fazem transferências mensais. Para Sudeste, Sul e Centro-Oeste as porcentagens são de 56%, 53% e 55%, respectivamente.
O estudante contou com a ajuda de pessoas que doavam livros, além de aprender por meio de materiais de estudos disponibilizados por outros catadores da cooperativa onde ele trabalhava
Joel Silva é morador do bairro da Terra Firme e, muitas vezes, estudou com materiais doados | Reprodução/Arquivo Pessoal .
Ler o nome no listão dos aprovados no Processo Seletivo da Universidade Federal do Pará está entre os sonhos de muitos estudantes paraenses. Um deles é Joel Silva, aprovado no curso de Medicina. Hoje é dia de festa e comemoração na casa do jovem, mas o caminho para chegar até este ponto foi marcado por dificuldades e superação.
A trajetória do rapaz até a faculdade não foi um caminho fácil. Os pais do estudante trabalham como catadores de materiais recicláveis, mesmo ofício exercido pelo jovem durante algum tempo. A rotina era dividida entre os estudos e a jornada de trabalho.
Com a chegada da pandemia, a dificuldade aumentou ainda mais: a falta de acesso à internet de qualidade e ou a equipamentos fazia com que o jovem não conseguisse acompanhar os estudos de forma online. O jeito foi estudar sozinho em casa, sem o acompanhamento de professores.
O estudante contou com a ajuda de pessoas que doavam livros, além de aprender por meio de materiais de estudos disponibilizados por outros catadores da cooperativa onde ele trabalhava.
A falta de um acompanhamento foi um grande desafio, mas não o suficiente para fazê-lo desistir da tão sonhada aprovação.
“Minha rotina foi pautada justamente nesses materiais, praticando muitos exercícios e trabalhando na redação, que foi meu maior obstáculo, pois, apesar de escrever bastante, não tinha com quem contar para correção. Apesar disso, mantive meu foco e busquei os resultados, tentando fazer o meu melhor a cada dia e com muito apoio da minha família, o que considero essencial”, conta o estudante.
O jovem ainda teve que fazer sacrifícios para conseguir ajudar nas finanças da família, evitando até mesmo gastar dinheiro com a passagem de ônibus para fazer as provas do Enem.
No primeiro dia de aplicação do exame, o estudante, que é morador do bairro da Terra Firme, foi a pé para o local de prova, em uma escola no bairro do Jurunas. Além disso, ele sequer tinha dinheiro para comprar lanche.
“Tive que economizar. Os recursos estavam escassos. Nos três meses para a prova, tinha saído do meu antigo emprego para focar totalmente em revisões e questões”, explica Joel.
Essa não foi a primeira vez que Joel garantiu uma vaga na UFPA. Em 2016, ele foi aprovado no curso de Direito, mas não deu continuidade aos estudos por não se identificar com a área. O sonho de ser médico falou mais alto e o jovem decidiu investir no curso que tanto desejava.
“Desisti dele por um tempo por falta de confiança. Retomei justamente ao conseguir acreditar em mim para buscá-lo novamente”,
O que seria motivo para desistência deu vez à persistência. Inclusive, correr atrás dos sonhos é uma dica do estudante para quem almeja ser aprovado em uma universidade.
“Apesar das dificuldades, lutem pelos seus sonhos. O caminho é difícil, mas a recompensa de alcançá-los motiva a caminhar a cada dia”, destaca.
Fortuna dos fundadores do Google passa dos US$ 100 bilhões
Larry Page e Sergey Brin começaram como estudantes na Universidade de Stanford e hoje estão no seleto grupo de super bilionários. Pessoas como Bill Gates e Jeff Bezos também atingiram esse enorme volume de dinheiro em suas contas bancárias
Larry Page e Sergey Brin os fundadores do Google, acabaram de virar centibilionários: são bilionários com fortuna superior a US$ 100 bilhões de dólares (R$ 570 bi, na cotação atual). Algumas pessoas que também já fizeram tal feito são Elon Musk, executivo-chefe da Tesla e Spacex, Bill Gates, fundador da Microsoft, e Jeff Bezos, da Amazon.
Segundo o Índice de Bilionários da Bloomberg, Page agora possui uma fortuna de US$ 103,6 bilhões (R$ 590 bi), enquanto Brin acumula US$ 100,2 bilhões (R$ 571 bi).
Os fundadores do Google iniciaram as atividades da empresa em 1996, enquanto ainda estudavam na Universidade de Stanford, nos EUA. Em poucos anos o serviço de busca na web se tornou o mais popular do mundo.
Mauro Bonna é um dos mais prestigiados jornalistas de economia do Pará | Divulgação .
Ocolunista de negócios e economia do jornal Diário do Pará, Mauro Bonna, foi internado, na noite da última terça-feira (13), após contrair o novo coronavírus. O jornalista está recebendo o tratamento contra a Covid-19 em um hospital particular em Belém. https://b85440608e6923039465779510f98bee.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
Mauro Bonna atua há mais de 30 anos como jornalista no Diário do Pará, onde possui uma coluna, e na RBA TV, trabalhando como diretor comercial e responsável pelo caderno negócios. O jornalista é conhecido pela divulgação de produtos e serviços do mundo empresarial paraense.
O comunicador também está há 14 anos a frente do “Argumento”, o mais influente e prestigiado programa de entrevistas do Pará.
Arelação entre Xuxa, 58, e sua ex-diretora e empresária Marlene Mattos, continua abalada. Dessa vez, Mattos recorreu à Justiça em uma ação contra a apresentadora. As duas trabalharam juntas por cerca de 20 anos na Globo.
Marlene acusa a famosa de calúnia. O motivo da ação foi uma entrevista que a apresentadora deu para a revista Veja, em janeiro.
Ao ser questionada se antes de assumir o controle da sua carreira e dos negócios ela teria levado muitos golpes, Xuxa respondeu que “poderia ser duas ou três vezes mais rica” e que foi “enganada, usada, manipulada, roubada”.
“Quando falo disso, vem logo a imagem da Marlene, mas não foi só ela. Insisto em dizer que confiei demais em todas as pessoas próximas a mim. Fui passada para trás por coreógrafo, maquiador, fotógrafo. Digo, sem vergonha, que fui inocente, boba, burra mesmo”, afirmou ela.
De acordo com o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, Mattos registrou um boletim de ocorrência na 42ª DP, no Rio, no dia 29 de janeiro, em que cita o trecho da entrevista. No final de março, a acusação foi encaminhada ao 9º Juizado Especial Criminal, do Tribunal de Justiça do Rio.
Procurada, a assessoria de Xuxa não se pronunciou até a conclusão deste texto.
| Reprodução Ouça esta reportagem https://audio.audima.co/iframe-thin-local.html?skin=thin&statistic=false
Na manhã desta quarta-feira (14), o Governador do Pará, Helder Barbalho, esteve em Brasília para dialogar com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a manutenção da taxa mineral cobrada pelo Pará.https://afd86205884fe85b5b45b46e0fd4593b.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
Em um vídeo, o governador destaca que o Pará é o maior Estado produtor de minério do Brasil e recebe pouco por isso.
“Temos que garantir os direitos do nosso Estado, para que possamos ter arrecadação para fiscalizar a atividade minerária, para recompor os danos ambientais, mas também garantir que com esses recursos, nosso Estado seja capaz de garantir oportunidades na saúde, educação, segurança, desenvolvimento, infra-estrutura e geração de emprego para a nossa população”, destacou Helder. Veja o vídeo:
O STF decidirá sobre a manutenção ou extinção das taxas minerais criadas pelos Estados do Pará, Minas Gerais e Amapá, contestada na justiça pelas empresas através da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Caso o STF derrube a taxa, além de perder receita, Estado poderá perder mais de R$ 2 bi em arrecadação por ano, além de ter que devolver às empresas, os valores cobrados nos últimos 10 anos de vigência da taxa, em valores que podem chegar a R$ 5 bi.
O presidente Jair Bolsonaro disse na manhã desta 4ª feira (14.abr.2021) que o Brasil está na iminência de uma “crise enorme”. Afirmou que só aguarda uma “sinalização” do povo para agir, sem detalhar o que seria essa ação.
Bolsonaro também criticou recentes decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) e medidas de isolamento social para conter a pandemia. Falou que dá tempo de evitar o “aumento da temperatura” no país. “É só parar de usar menos a caneta e um pouco mais o coração”, afirmou.
“O Brasil está no limite. O pessoal fala que eu devo tomar uma providência. Estou aguardando o povo dar uma sinalização porque a fome, a miséria e o desemprego está aí [sic], só não vê quem não quer. Ou quem não está na rua. Eu sempre estive na rua”, disse o presidente a apoiadores no Palácio da Alvorada, em Brasília.
Ele deu a declaração logo após ler uma notícia do jornal Correio Braziliense, que traz na manchete “Brasil tem 125 milhões de pessoas que não sabem se vão se alimentar bem”.
Bolsonaro se eximiu de responsabilidade e atribuiu a prefeitos e governadores as consequências econômicas da pandemia por causa da imposição de medidas restritivas.
“O que eu falei em março do ano passado? Aquela política do ‘fica em casa e a economia a gente vê depois’. Estão vendo. Quero saber se a imprensa vai culpar os verdadeiros responsáveis ou vai continuar apoiando a política do lockdown.”
Sobre recentes decisões da Suprema Corte, Bolsonaro pediu uma conscientização do que está acontecendo no país.
“Amigos do Supremo Tribunal Federal, daqui a pouco vamos ter uma crise enorme aqui. Eu vi que um ministro despachou lá um processo para me julgar por genocídio. Olha, quem fechou tudo e está com a política na mão não sou eu. Agora, eu não quero aqui brigar com ninguém, mas estamos na eminência de ter um problema sério no Brasil.”
Depois Bolsonaro perguntou aos apoiadores: “O que vai nascer disso tudo? Onde vamos chegar? Parece um barril de pólvora que está aí”.
Em seguida, o presidente falou que tem muita gente de “paletó e gravata” que não quer enxergar uma possível deterioração do país. “Tem tudinho, paletó e gravata, dinheiro na conta no final do mês, sem problema nenhum. E o povo que se exploda. Eu não estou ameaçando ninguém, mas estou achando que brevemente teremos um problema sério no Brasil. Dá tempo de mudar ainda. É só parar de usar menos a caneta e um pouco mais o coração”.
“Estamos com você, presidente. Assinamos embaixo”, disse um apoiador após a fala de Bolsonaro, seguida de palmas pelos presentes no local.
Antes de ir embora, Bolsonaro mandou um recado para seus seguidores: “Eu só faço o que povo quiser que eu faça”.
O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria na 3ª feira (13.abr) para declarar a prescrição dos crimes que levaram à condenação do ex-jogador de futebol e comentarista Edmundo por homicídio culposo e lesão corporal. Com a decisão do Supremo, Edmundo não cumprirá pena e não responderá mais ao processo na Justiça sobre o caso.
O ex-atleta foi condenado em 1999 à pena de 4 anos e meio de prisão porque teria sido o responsável por um acidente de trânsito que matou 3 pessoas e deixou outras 3 feridas. O acidente ocorreu em 1995. Edmundo chegou a ser preso duas vezes, no ano da decisão judicial, e em junho de 2011, mas foi solto por conta dos recursos interpostos pela defesa.
Os ministros do STF Marco Aurélio, Nunes Marques, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli votaram para manter a decisão de 2011, do então ministro Joaquim Barbosa, que declarou extinta a condenação do ex-jogador.
Esses 6 votos formaram maioria para rejeitar recurso do MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) contra a decisão de 2011.
Os ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Luiz Fux e Edson Fachin divergiram da decisão e afirmaram que os crimes não prescreveram.
O julgamento ocorre em sessão do plenário virtual do STF que vai até 6ª feira (16.abr). Falta ainda o posicionamento da ministra Rosa Weber. Mas o resultado do julgamento só mudará caso algum ministro também mude o voto, o que é difícil.
Como Edmundo foi condenado em 1ª Instância e teve a sentença confirmada pelos desembargadores da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro em 1999 e o prazo prescricional é de 8 anos, a prescrição ocorreria em 2007.
Relator do recurso, Barroso ficou vencido ao afirmar que não houve prescrição porque o prazo deveria passar a valer a partir do trânsito em julgado do processo, ou seja, depois de esgotarem os recursos apresentados pela defesa ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao STF.
“Penso que o princípio da presunção de inocência, tal como atualmente interpretado pelo Tribunal, deve repercutir no marco inicial da contagem da prescrição”, disse. “Do contrário, estar-se-ia punindo o estado pela inação quando não poderia agir, ou seja, a prescrição somente se aplica em caso de não ser exercida a tempo a pretensão executória estatal”, completou.
O ACIDENTE
Em 1995, Edmundo dirigia uma Cherokee e havia acabado de sair da boate Sweet Love, no Rio de Janeiro, com 4 amigas. O carro do ex-atleta bateu em um Uno. Uma das amigas do atleta morreu no hospital.
O motorista do Uno, Carlos Frederico Brites Pontes, morreu no local do acidente. Ele estava acompanhado da namorada, que morreu no hospital e de duas mulheres que ficaram feridas.
O laudo policial sobre o acidente concluiu que a alta velocidade com que o jogador conduzia seu carro foi determinante para a batida. Ele foi denunciado por triplo homícidio culposo, em 1996.
Em sua defesa, no depoimento para o Ministério Público, Edmundo disse que foi fechado pelo motorista do Uno, mas não convenceu a Justiça. No dia 5 de março de 1999, Edmundo foi condenado. Os advogados do jogador entraram com um recurso e conseguiram a liberdade provisória.
Em outubro de 1999, o Tribunal de Justiça confirmou a sentença e determinou a imediata detenção do jogador. Depois de ficar foragido por 24 horas, Edmundo se entregou e chegou a passar uma noite detido na Polinter (Polícia Interestadual). Foi liberado graças a uma liminar do STJ (Superior Tribunal de Justiça).
A defesa do atleta fez várias tentativas de reverter a condenação, até então sem sucesso. O jogador também teve de fazer acordos com as famílias dos envolvidos no acidente, que entraram na Justiça com pedidos de indenização.
‘Quem ama tolera’, diz Monique sobre Jairinho e o filho
Mensagens trocadas entre a professora e a mãe são recuperadas.
quarta-feira, 14/04/2021, 08:41 – Atualizado em 14/04/2021, 08:41 – Autor: Com informações do Extra reproduzido pelo DOL
Foto enviada por Monique à mãe, avó de Henry | Reprodução.
Rosângela Medeiros da Costa e Silva, mãe de Monique Medeiros da Costa e Silva, tentava alertar a filha sobre a relação com o namorado, o médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido). No dia 23 de março, às 21h42, em troca de mensagem das duas, Monique enviou para a mãe uma foto do filho, Henry Borel Medeiros, de 4 anos, deitado em uma cama feita no chão da suíte que dividia desde novembro com o parlamentar.
As mensagens foram recuperadas no celular da professora pela Polícia Civil do Rio e consta no inquérito que apura a morte do menino.
Na conversa por WhatsApp, a avó materna responde à imagem: “Toda criança é desse jeito. Seu irmão foi assim. O problema é que pai tolera e aceita. E tio???????”, questiona.
A mãe da criança então retruca: “Quem ama, aceita e tolera também…” As duas professoras ainda se declaram uma a outra: “Te amo” e “Te amo também. Obrigada!”.
A conversa entre elas ocorreu 11 dias depois de a mãe de Henry ser alertada em tempo real, pela babá Thayna de Oliveira Ferreira, de que o menino estava sendo agredido pelo parlamentar justamente no quarto do casal. No dia 12 de fevereiro, por volta de 16h, a funcionária enviou mensagens também por WhatsApp contando que os dois estavam trancados no quarto. Ao abrir a porta, a criança mancava, apresentava hematomas nos braços e nas pernas e relatou ter recebido chutes do padrasto.
A falta de preocupação da mãe chama atenção. Ela estava em um salão de beleza em um shopping a cinco minutos do condomínio Majestic, no Cidade Jardim, e demorou três horas para retornar ao apartamento. Em depoimento prestado na 16.ª DP (Barra da Tijuca), Thayna disse estar na brinquedoteca do prédio com Henry quando, por volta de 19h, Monique chegou e pediu para que descessem a fim de “darem uma volta” de carro. Ela ainda teria dito: “Nossa, eu vim rápido, ainda borrei minha unha. Me conta, Thayna, o que aconteceu?” A babá então novamente relatou o que presenciou e conversou com o menino, sendo que ele, segundo ela, confirmou com a cabeça que havia sido agredido por Jairinho.
O casal contou na delegacia que, na madrugada de 8 de março, encontrou Henry caído no chão do mesmo quarto da foto que Monique enviou a mãe, com mãos e pés gelados e olhos revirados. Ele chegou a ser levado para o Hospital Barra D’Or, mas já chegou morto, segundo as médicas da unidade, e com as lesões descritas nos laudos de necropsia. Os documentos apontam hemorragia interna e laceração hepática, provocada por ação contundente, além de equimoses, hematomas, edemas e contusões não compatíveis com um acidente doméstico.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.