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Bolsonaro não nega mensagem anti-Congresso e diz que reação é ‘tumultuo’

26 de fevereiro de 2020 at 11:41

FOLHAPRESS

O presidente não negou que compartilhou por WhatsApp a mensagem apoiando o ato para pedir o fechamento do Congresso.

O presidente não negou que compartilhou por WhatsApp a mensagem apoiando o ato para pedir o fechamento do Congresso. | Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro chamou de “tentativas rasteiras de tumultuar a República” as interpretações sobre ele ter compartilhado um vídeo em apoio a atos contra o Congresso em 15 de março.

Ele escreveu mensagem em rede social, mas não negou ter enviado a amigos por WhatsApp um vídeo que convoca a população a ir às ruas. 

“Tenho 35 milhões de seguidores em minhas mídias sociais (Facebook, Instagram, YouTube e Twitter) onde mantenho uma intensa agenda de notícias não divulgadas por parte da imprensa tradicional. Já no WhatsApp tenho algumas poucas dezenas de amigos onde, de forma reservada, trocamos mensagens de cunho pessoal”, afirmou Bolsonaro.

Jair M. Bolsonaro@jairbolsonaro

Tenho 35Mi de seguidores em minhas mídias sociais, c/ notícias não divulgadas por parte da imprensa tradicional. No Whatsapp, algumas dezenas de amigos onde trocamos mensagens de cunho pessoal. Qualquer ilação fora desse contexto são tentativas rasteiras de tumultuar a República.27,1 mil09:50 – 26 de fev de 2020Informações e privacidade no Twitter Ads9.937 pessoas estão falando sobre isso

“Qualquer ilação fora desse contexto são tentativas rasteiras de tumultuar a República”, completou o presidente em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (26).

Remo é goleado e dá adeus a Copa do Brasil. Veja os gols!

21 de fevereiro de 2020 at 05:33

Diego Beckman

DOL

 Via Whatsapp

e forma vexatória, o Remo deu adeus à Copa do Brasil 2020 após ser goleado pelo Brusque-SC por 5 a 1, na noite desta quinta-feira (20), pela segunda fase da competição. O jogo foi realizado no interior catarinense, com mais de três mil pessoas no estádio Augusto Bauer.

VEJA COMO FOI O JOGO

O primeiro tempo já daria sinais de que o Remo teria que suportar a pressão do time da casa. Logo no início, Vinicius espalma chute de Alex Sandro e logo depois, segurou firme o chute de Rodolfo Potiguar.

Nulo no ataque, o Remo não conseguia dar trabalho ao goleiro Zé Carlos, que tinha visão privilegiada do jogo, bem diferente de Vinicius que virou herói aos 26 minutos, quando Edu bateu pênalti e o goleiro remista fez a defesa.

Mas no vacilo do time azulino, o Brusque-SC abriu o placar: Lailson errou o passe e no ataque seguinte, Thiago Alagoano marca o primeiro do Brusque-SC.

Atrás do placar, o Remo tomou atitude no segundo tempo e tirou os apagados Douglas Packer e Lailson para entradas de Hélio e Robinho, o que já movimentou o time remista no segundo tempo, quando o atacante entrou na área e chutou para defesa de Zé Carlos.

O Remo atacava, mas acabou tomando o segundo gol aos 14 minutos: em cobrança de falta, Airton contou com ajuda de Vinicius para fazer Brusque-SC 2 a 0.

Logo após o gol, Giovane entrou e o Remo foi para o ataque: a mudança acabou dando certo, pois aos 26 minutos, o atacante aproveitou toque de Ronael para diminuir o placar e colocar o Leão no jogo.

Mas o gás azulino acabou em menos de cinco minutos: em duas jogadas rápidas, o Brusque-SC marcou dois gols com Neguete, contra e depois com Thiago Alagoano.

Nos acréscimos, o golpe final: Dandan cruza para Edu fechar o caixão remista na Copa do Brasil e garantir o Brusque-SC a uma inédita terceira fase da competição.

Resta ao Leão o Campeonato Paraense, aonde o time azulino volta a campo no dia 1º de março, contra o Carajás, no Baenão.

FICHA TÉCNICA

BRUSQUE-SC: Zé Carlos; Gustavo Henrique (Ruan), Ianson, Everton Alemão e Airton; Rodolfo Potiguar (Emerson Martins), Zé Mateus e Thiago Alagoano; Alex Sandro (Dandan), Marco Antônio e Edu.

Técnico: Jerson Testoni

REMO: Vinicius; Mimica, Neguete e Fredon; Ronaell, Xaves (Giovane), Gelson, Lailson (Robinho) e Douglas Packer (Hélio); Gustavo Ermel e Jackson.

Técnico: Rafael Jacques

ÁRBITRO: Emerson de Almeida Ferreira (MG)

ASSISTENTES: Marconi Helbert (MG) e Magno Lira (MG)

CARTÕES AMARELOS: Rodolfo Potiguar, Zé Mateus, Alex Sandro e Thiago Alagoano (BRU); Lailson, Fredson e Ronael (REM)

RENDA: R$ 156.940,00

PÚBLICO PAGANTE: 2.316

PÚBLICO TOTAL: 3.892

LOCAL: estádio Augusto Bauer, Brusque (SC)

Só oito prefeitos de capitais chegam ao último ano do mandato com situação fiscal confortável

20 de fevereiro de 2020 at 07:55

Levantamento da consultoria Tendências mostra que as prefeituras de Rio Branco, Palmas, Boa Vista, Curitiba, Porto Velho, Vitória, Aracaju e Manaus são as que estão com as contas públicas mais ajustadas.

A maioria dos prefeitos das capitais entrou no último ano dessa gestão com pouca margem de manobra nas contas públicas. Dos 26 municípios, apenas oito estão com uma situação fiscal confortável.

O quadro das finanças dos municípios foi detalhado pela primeira vez num estudo realizado pela consultoria Tendências. Pelo levantamento, as prefeituras de Rio Branco, Palmas, Boa Vista, Curitiba, Porto Velho, Vitória, Aracaju e Manaus são as que estão com as contas públicas mais ajustadas.

As prefeituras receberam notas de 0 a 10 com base em seis indicadores: endividamento; poupança corrente, liquidez, resultado primário, despesa com pessoal e encargos sociais e investimentos. Cada item recebeu um peso diferente e, em seguida, foi feita uma média para cada.

Pelo levantamento, os municípios com boa capacidade fiscal precisam ter nota média igual ou acima de 6. Para ser considerado com muito boa capacidade, a nota tem de ultrapassar 8.

Por Bianca Lima e Luiz Guilherme Gerbelli, GloboNews e G1

Fragilidade das contas públicas — Foto: Arte/G1

“No caso das capitais, o quadro é bastante heterogêneo. Dá para ver que muitas delas refletem um pouco a situação fiscal dos Estados”, afirma o economista e responsável pelo estudo, Fabio Klein.

Um levantamento similar, focado nas contas estaduais, mostrou que apenas sete governadores lidam com uma situação fiscal confortável. “Nos estados em que a situação fiscal é muito ruim, é normal que a capital também não esteja numa situação muito boa.”

A análise detalhada do levantamento mostra que os problemas dos municípios se concentram basicamente em dois eixos: no baixo gasto com investimento e na elevada despesa com pessoal.

Nos últimos anos, de 2004 a 2018, os dados da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostram que o número de servidores municipais cresceu 52,5% e chegou a 6,5 milhões.

“Existe um problema comum aos três entes (União, estados e municípios), que é o tamanho do gasto obrigatório e com pessoal em relação ao gasto total”, diz Klein. “E quando a gente fala em gasto obrigatório – que o governo tem de pagar e não consegue ter a decisão de reduzir, mudar – faz com que haja pouco espaço e recurso para o investimento.”

A baixa capacidade de investimento afeta em cheio a vida do cidadão com a piora da provisão dos serviços públicos. O estudo da Tendências ainda mostra que apenas as prefeituras de Boa Vista e Manaus tiveram uma taxa de investimento superior a 10%.

Taxa de investimento das capitais — Foto: Arte/G1

Taxa de investimento das capitais — Foto: Arte/G1

“No caso dos municípios, uma parte importante dos investimentos depende (da ajuda) da União e dos estados. Se as prefeituras não estiverem com as suas finanças em ordem, fatalmente os investimentos vão ficar muito baixos”, afirma Klein.

E o quadro dos investimentos não deve mudar tão cedo, diante do peso que o gasto com pessoal vai continuar a exercer no orçamento dos municípios. Neste ano, por exemplo, os prefeitos vão ter de lidar com o aumento de 12,84% no piso nacional dos professores.

Municípios em calamidade

Neste ano, um estudo da CNM mostrou que centenas de cidades brasileiras estão próximas do colapso financeiro. De acordo com o levantamento, 229 prefeitos devem decretar calamidade nas contas públicas em 2020.

O número esperado para este ano é bem maior do que o observado em 2019, quando 69 prefeituras emitiram esse tipo de decreto.

Na prática, o dispositivo serve para alertar governos estaduais, União e sociedade de que serviços públicos municipais serão afetados, devido à crise financeira, mas não exime o gestor local da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).


Senador Cid Gomes tenta entrar em batalhão da polícia com retroescavadeira e é baleado com tiro de bala de borracha

19 de fevereiro de 2020 at 18:06

Policiais que protestam por aumento salarial fecharam rua de Sobral.

Cid Gomes é baleado com tiro de bala de borracha em Sobral — Foto: Reprodução

Cid Gomes é baleado com tiro de bala de borracha em Sobral — Foto: Reprodução

O senador Cid Gomes (PDT-CE) foi baleado com um tiro de bala de borracha na tarde desta quarta-feira (19) em meio a um protesto de policiais que reivindicam aumento salarial. O senador pilotava uma retroescavadeira e tentava furar um bloqueio feitos por policiais militares no Centro de Sobral.

Ainda não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde de Cid Gomes. Imagens feitas por pessoas que acompanharam a manifestação mostram o senador consciente e com a blusa manchada de sangue.

Durante a confusão, tiros foram disparados na direção de Cid Gomes, que quebraram os vidros do veículo utilizado pelo senador. Conforme a assessora do político, ele foi baleado no peito e foi encaminhado ao Hospital do Coração de Sobral.

Cid Gomes, que está licenciado, organizava um protesto contra um grupo de policiais que tenta impedir o trabalho da Polícia Militar. Nesta quarta-feira, policiais secaram pneus de carros da polícia para impedir que os agentes de segurança atuem na ruas.

Ainda na tarde desta quarta-feira, policiais de Sobral ordenaram que comerciantes fechassem as portas do Centro da cidade.

Resumo:

  • Em 5 de dezembro, policiais e bombeiros militares organizaram um ato reivindicando melhoria salarial. Por lei, policiais militares são proibidos de fazer greve.
  • Em 31 de janeiro, o governo anunciou um pacote de reajuste para soldados.
  • Em 6 de fevereiro, data em que a proposta seria levada à Assembleia Legislativa do estado, policiais e bombeiros promoveram uma manifestação pedindo aumento superior ao sugerido.
  • Em 13 de fevereiro, o governo elevou a proposta de reajuste e anunciou acordo com os agentes de segurança. Um grupo dissidente, no entanto, ficou insatisfeito com o pacote oferecido.
  • Em 14 de fevereiro, o Ministério Público do Ceará (MPCE) recomendou ao comando da Polícia Militar do Ceará que impedisse agentes de promover manifestações.
  • Em 17 de fevereiro, a Justiça manteve a decisão sobre possibilidade de prisão de policiais em caso de manifestações.
  • Em 18 de fevereiro, três policiais foram presos em Fortaleza por cercar um veículo da PM e esvaziar os pneus. À noite, homens murcharam pneus de veículos de um batalhão na Região Metropolitana.
  • Em 19 de fevereiro, batalhões da Polícia Militar do Ceará foram atacados por grupos de pessoas encapuzadas e mascaradas. Em Sobral, homens encapuzados em carro da PM ordenaram que comerciantes fechassem as portas.

Invasão de batalhões policiais

Um grupo de policiais que reivindica aumento salarial e é contrário à proposta do governo de reestruturação da carreira da categoria realiza desde terça-feira (19) atos que a Secretaria da Segurança considera “vandalismo” e “motim”.

Na terça, três policiais foram presos por cercarem veículo da polícia e secarem os pneus. Conforme o Governo do Estado, o ato é uma tentativa ilegal de impedir a atuação de policiais.

Nesta quarta-feira, pelo menos quatro batalhões da Polícia Militar foram invadidos por homens mascarados. Eles retiraram veículos policiais das bases militares e rasgaram os pneus com objetos cortantes.

O Governo do Estado anunciou processo contra mais de 200 policiais dissidentes. Também anunciou que solicitou o reforço da Força Nacional e cortou o repasse de verba para associações policiais que, de acordo com o governo, apoiam os atos grevistas.

Por G1 CE

Alcolumbre diz a ministros que Congresso ‘não vai tolerar’ ataques de membros do governo

19 de fevereiro de 2020 at 16:09
TOPO

Por Gerson Camarotti

Comentarista político da GloboNews, do Bom Dia Brasil, na TV Globo, e da CBN. É colunista do G1 desde 2012

Nos bastidores, a irritação de Davi Alcolumbre (DEM-AP) com as declarações do ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) extrapolou as manifestações oficiais emitidas pelo presidente do Senado.

Em uma transmissão ao vivo pela internet, por meio do perfil do presidente Jair Bolsonaro em uma rede social, Heleno conversava com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. No diálogo, Heleno diz que o governo não pode “aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo”, em referência a parlamentares.

Desde o final da manhã, quando surgiram as primeiras informações sobre a fala de Heleno, a tensão no Congresso aumentou fortemente.

Na nota que emitiu mais cedo, o presidente do Senado, Alcolumbre disse que o momento “mais do que nunca, é de defesa da democracia, independência e harmonia dos poderes para trabalhar pelo país”.

Mas, além da divulgação da nota, Alcolumbre ligou para ministros e líderes do governo e disse que não iria tolerar ataques ao Congresso. Também pediu uma ligação para o presidente Jair Bolsonaro para saber o que estava acontecendo.

O presidente do Senado chegou a lembrar para vários integrantes do governo que estava em busca de um acordo para votar os vetos presidenciais, o orçamento impositivo e a agenda de reformas. Mas que, dessa forma, com esse tipo de ataque, qualquer negociação ficava mais

difícil.

Policiais civis e militares são homenageados por apreensão histórica de drogas no Pará

18 de fevereiro de 2020 at 23:46

Ag. Pará

Fernando Araújo / Diário do Pará

Policiais militares e civis foram agraciados, nesta terça-feira (18), com Moções Honrosas concedidas pelo governador Helder Barbalho pelas operações Impacto e Narcos II, ocorridas nos dias 9, 16, 17 de fevereiro, resultando nas maiores apreensões de entorpecentes já feitas pelas corporações – mais de 2 toneladas de cocaína e uma de maconha.

A Guarda Municipal de Belém que atua no Distrito de Mosqueiro (pertencente a Belém), bem como as cadelas farejadoras que participaram das apreensões, também receberam homenagem.

As drogas tinham o mercado internacional como destino e são equivalentes a R$ 180 milhões. “A maior apreensão de drogas da história do Pará faz com que valorizemos a iniciativa conjunta das polícias Militar e Civil, e da Guarda Municipal, que demonstra a preocupação e as ações dos agentes de segurança pública para coibir a criminalidade, e para que o tráfico de drogas não tenha espaço no Pará”, afirmou o governador. 

Durante o evento, Helder Barbalho destacou o empenho dos policiais nas operações. “Devemos valorizar a todos os envolvidos, pela qualidade da investigação e pela proatividade, além da transparência”, frisou.

Drogas apreendidas em Mosqueiro
Drogas apreendidas em Mosqueiro Antônio Melo/Diário do Pará

As cadelas Índia (da raça labrador) e Maya (pastor belga malinois), que participaram da operação em Mosqueiro, também receberam reconhecimento. “Se não fosse a cooperação, seja de homens, mulheres e dos cães que compõem a Guarda Municipal, não teríamos logrado êxito. e por isso reconhecer a todos é fundamental”, acentuou o governador do Estado.

De acordo com o guarda municipal Marcelo Lobo, adestrador de cães farejadores, o trabalho para as cadelas é uma brincadeira. “Nosso governador foi muito feliz em homenagear a todos, inclusive as cadelas. É muito gratificante. Nós todos no Canil trabalhamos ajudando uns aos outros para beneficiar toda a sociedade”, ressaltou Marcelo Lobo.

A homenagem aos guardas municipais contou com a participação do vice-prefeito de Belém, Orlando Reis. “Cada vez que vejo uma ação da segurança pública é um passo de libertação da população. O Estado é a união das instâncias municipal, estadual e federal. A missão foi executada com êxito, trazendo resultado”, disse o vice-prefeito.

COMBATE AO TRÁFICO

A Operação Narcos II foi fruto de um trabalho realizado desde 2019 de combate ao tráfico pela Polícia Civil. “De uma investigação ordinária, ou seja, do dia a dia, iniciada em outubro, desencadeou a maior apreensão de cocaína da história do Estado do Pará. A repercussão disso na diminuição da criminalidade é enorme, já que o tráfico agrega outros crimes”, afirmou o delegado-geral da Polícia Civil, Alberto Teixeira.

A delegada Nilde Rosa, lotada em Mosqueiro, presidiu a operação no distrito. “Sinto-me lisonjeada e agradecida com essa homenagem do governador. É um reconhecimento pelo trabalho desenvolvido, que teve a participação dos servidores de Mosqueiro. Foi uma operação muito criteriosa, e com a magnitude das drogas foi necessária ação conjunta com as outras forças para termos êxito”, informou a delegada.

CONFIANÇA

O comandante-geral da PM, coronel Dilson Júnior, também comentou a Operação Impacto. “É resultado da confiança que a população deposita na Polícia Militar, em especial a tropa do 6º Batalhão, que cobre a cidade de Ananindeua (Região Metropolitana de Belém). Essa proximidade resulta em denúncias que uma vez averiguadas se configuram numa apreensão dessas, que foi a maior da história da PM, quase uma tonelada de maconha, que representa um grande prejuízo para as facções criminosas”, enfatizou o coronel.

Entre os homenageados da PM estava o 2º tenente Augusto, que ficou à frente da operação. “Esse reconhecimento é importante para ressaltar o trabalho do 6º Batalhão, que tem agido categoricamente no combate à criminalidade. É um incentivo aos policiais a continuar nas suas ações valorosas contra o crime organizado e demais situações que afligem a sociedade”, ratificou o 2º tenente.

Câmara: MDB, PDT e Republicanos divergem sobre acordo e reivindicam presidência da CCJ

18 de fevereiro de 2020 at 09:56

Acordo previu rodízio entre as siglas, mas não estabeleceu qual assume a cada ano até 2022. Agora, as três reivindicam a CCJ neste ano. Comissão é considerada a mais importante da Casa.

Por Luiz Felipe Barbiéri e Elisa Clavery, G1 e TV Globo — Brasília

18/02/2020 05h01  Atualizado há 4 horas

Uma divergência entre PDT, MDB e Republicanos sobre um acordo fechado no ano passado está gerando indefinição sobre a escolha do novo presidente da Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da Câmara.

No início de 2019, diversos partidos fizeram um acordo para reeleger o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O trato previa a divisão entre as legendas das presidências das comissões.

Pelo que ficou acertado, PSL, PDT, MDB e Republicanos se revezariam no comando da CCJ, considerada a comissão mais importante da Casa. Cabe ao colegiado decidir se projetos apresentados pelos deputados são compatíveis com a Constituição.

Segundo líderes disseram ao G1, ficou acertado que PSL, PDT, MDB e Republicanos se revezariam no comando da CCJ entre 2019 e 2022. Mas o acordo não estabeleceu quais desses partidos ficariam com a presidência da comissão em 2020 e nos anos seguintes.

No ano passado, coube ao PSL a indicação, e o deputado Felipe Francischini (PSL-PR) presidiu a comissão. Neste ano, MDB, Republicanos e PDT reivindicam a cadeira.

“É um acordo de lideranças. Isso foi um acordo montado no ano passado, durante o processo de eleição do presidente Maia. No Congresso, esses acordos costumam ser respeitados. O que há agora é um pouco de disputa para ver quem fica em qual ano”, explicou o deputado Lafayette Andrada (Republicanos-MG), um dos cotados para comandar a CCJ. Outros parlamentares do Republicanos também disputam a indicação.

O presidente de uma comissão é escolhido por votação dentro do próprio colegiado. Em tese, qualquer deputado pode votar no candidato que bem entender, mas os partidos costumam seguir a tradição de respeitar os acordos.

Neste ano, a CCJ terá a seguinte composição:

  • 39 integrantes indicados pelo bloco formado por PP, PSD, MDB, PL, REPUBLICANOS, DEM, PSDB, PTB, PSC, PMN
  • 14 integrantes indicados pelo bloco formado por PDT, Podemos, SD, PCdoB, Patriota, Cidadania, Pros, Avante, PV, DC
  • 12 integrantes indicados pelo bloco formado por PT, PSB, PSOL, Rede
  • 1 integrante indicado pelo Novo

A eleição para presidências das comissões permanentes da Câmara deve ser marcada por Maia para depois do Carnaval.

Plenário da CCJ da Câmara durante sessão em 20 de novembro de 2019 — Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Plenário da CCJ da Câmara durante sessão em 20 de novembro de 2019 — Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Disputa

Para Andrada, há uma tendência se “consolidando” na Câmara de que a presidência da CCJ ficará com o Republicanos.

“Meu sentimento é que está se consolidando que este ano será o Republicanos”, afirmou o deputaudo.

No entanto, o líder do MDB, Baleia Rossi (SP), entende de forma diferente. Segundo ele, cabe ao seu partido a indicação para o comando do colegiado em 2020.

“Estamos conversando com o presidente Rodrigo Maia para que o MDB possa indicar o presidente da CCJ neste ano. Vamos conversar com outros líderes também. Claro que [o acordo] não se constrói sozinho”, afirmou.

O PDT também deve entrar na disputa. Segundo o líder do partido, André Figueiredo (PDT-CE), o acordo fechado no início do ano passado previa que, depois do PSL, um partido considerado de oposição assumiria a comissão.

“O acordo feito no início do ano passado prevê a presidência da CCJ pro PDT neste ano de 2020”, disse.

Caso o controle da CCJ fique com o PDT, o nome escolhido pela sigla é o do deputado Afonso Motta (RS). Ele diz respeitar os debates entre os parlamentares, mas também entende que, pelo acerto feito com Maia e os demais partidos, cabe ao PDT a presidência da CCJ neste ano.


“Nós estamos trabalhando, não é fácil. Tem outros partidos que também entendem que lhe caberiam a presidência da CCJ e estão postulando, pressionando. Mas nós temos a convicção de que no cumprimento do acordo, cabe ao PDT na CCJ”, afirmou.

O deputado Delegado Waldir (GO), que era líder do PSL à época, disse que a combinação foi feita com o presidente da Câmara.

“O PSL não fez acordo com PDT, Republicanos ou MDB. Na verdade, o diálogo foi feito com o Rodrigo Maia”, disse Waldir. Segundo ele, o trato não prevê que o PSL fique com a presidência neste ano, o que abrirá espaço para as outras siglas.

“Nós somos de palavra. No parlamento, isso é extremamente importante, você cumprir aquilo que acorda. O PSL tem palavra, está dialogando com Rodrigo Maia em busca de outras comissões importantes para que a gente possa ocupá-las”, disse Waldir.



Após vitória, Papão faz mudanças na comissão técnica

17 de fevereiro de 2020 at 08:59

Com informações da assessoria

Divulgação Ascom/ PSC

O Paysandu oficializou, neste domingo (16), a contratação de um novo profissional para substituir o preparador físico Fred Pozzebon. O paulista André Ferreira, de 31 anos, desembarca em Belém amanhã, para dar início aos trabalhos juntamente com os demais integrantes da comissão técnica bicolor. Ele será auxiliado por Roberto Onety, que já exerce a função no clube desde o final de 2016.

Papão goleia o Paragominas por 5 a 0 e assume a liderança do ParazãoAndré Moreira dos Santos, conhecido como André Ferreira, nasceu em Leme (SP), é graduado em Educação Física pela Universidade Metodista de Piracicaba, com pós-graduação em Treinamento Desportivo pelo Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício e Treinamento de São Paulo.

Em São Paulo, trabalhou no XV de Piracicaba, Sertãozinho e União São João de Araras. Seu último trabalho foi no Clube do Remo, em 2019. André Ferreira já conquistou três títulos na carreira e dois acessos no Campeonato Paulista.

Águia critica Remo por logística da partida e dirigente responde

15 de fevereiro de 2020 at 02:19

Diario Online

Divulgação / Remo

Uma nova polêmica gira em torno do Clube do Remo. O Águia de Marabá emitiu nota nesta sexta-feira (14), sobre acordos não cumpridos pelo clube remista, em torno do jogo deste sábado (15), pelo Campeonato Paraense.

Por meio de nota, o Águia de Marabá acusa o clube remista de não ajudar na operação de logística da partida de amanhã, pela quinta rodada do Campeonato Paraense. 

Entre os assuntos está a falta de interesse do clube em cooperar com a logística da partida e não cumprir com acordos feitos em torno da partida, pois o mando pertence ao Azulão Marabaense, que não jogará na cidade devido ao estádio Zinho Oliveira não atender a capacidade mínima permitida para jogos contra Remo e Paysandu, pelo Parazão.

VEJA NOTA

Aguia x Remo – Belém – 15/02/2020 – 16h00

Pontos de Venda de Ingressos

14/02/2020 – Federação Paraense de Futebol

15/02/2020 – CEJU e Estacionamento do DETRAN a partir das 9:00h da manhã

Lamentamos muito o boicote por parte do Presidente Remista, que não representa a grandiosidade dessa instituição. Havíamos escolhido levar o jogo para PARAUAPEBAS, que apresenta as condições necessárias segundo o que rege o regulamento.

Desesperado por conta da semana corrida com clássico e jogo pela Copa do Brasil, ofereceu todo o suporte necessário e apoio para realização do jogo em Belém.

Lamentavelmente, demonstrando postura não condizente com a de um PRESIDENTE, de uma instituição do tamanho do Clube do Remo, simplesmente não atendeu mais nossos chamados, e BOICOTOU a organização do jogo, contrariando todo o combinado, comprometendo a venda de ingressos.

Lamentamos que isso ainda exista no futebol do nosso estado, demonstrando o abismo que nos encontramos em relação a regiões tão próximas, com potencial similar. Por mais dirigentes que assumam seus compromissos.

O OUTRO LADO

Em resposta à nota, o presidente do Remo, Fábio Bentes informa que foi procurado pelo Águia para tratar da logística da partida, mas desde que o clube de Marabá pudesse pagar a parte operacional envolvendo a comercialização de ingressos nas lojas do clube.

Segundo Bentes, a diretoria do Águia se recusou a pagar valores operacionais e que ainda alega que o Remo pudesse fazer toda a logística do jogo de graça, algo que não foi aprovado pelo dirigente.

O presidente ainda ressalta que os jogos contra Independente e Carajás, o Remo foi procurado para realizar a parte operacional e os clubes honraram pagamento em torno de providências em torno dos jogos que não teve o Leão como mandante.

Bolsonaro estava incomodado com ambições políticas dentro do Palácio do Planalto

14 de fevereiro de 2020 at 11:00
TOPO

Por Gerson Camarotti

Ao fazer a troca do comando da Casa Civil, o presidente Jair Bolsonaro chegou a manifestar incômodo com as ambições políticas dentro do Palácio do Planalto. Era uma sinalização direta ao ministro Onyx Lorenzoni, que mantinha uma agenda com foco na política gaúcha. Lorenzoni foi tirado pelo presidente do comando da Casa Civil e enviado para o Ministério da Cidadania.

Por isso, a decisão de colocar Braga Netto como o novo chefe da Casa Civil foi recebida como uma espécie de blindagem do Planalto. Havia contrariedade de Bolsonaro com o ritmo de gerenciamento da pasta. Com o perfil militar do novo ministro, a intenção do presidente é dar ao núcleo palaciano uma diretriz de mais ordem, disciplina e hierarquia.Ao mesmo tempo, a nomeação mostra um esvaziamento da chamada ala ideológica do governo