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BOMBOU NA WEB

20 de outubro de 2020 at 18:22

Atriz da Globo posta foto nua e pede likes aos fãs, veja!

“Quantos likes essa biscoiteira cool merece?”, perguntou a atriz

 terça-feira, 20/10/2020, 17:43 – Atualizado em 20/10/2020, 17:43 –  Autor: null

A atriz costuma fazer publicações enaltecendo a liberdade e a força de mulheres negras.

A atriz costuma fazer publicações enaltecendo a liberdade e a força de mulheres negras. | Reprodução/Instagram

Quantos likes essa biscoiteira merece?”, foi com esse questionamento que Jéssica Ellen surpreendeu seus  fás e seguidores do Instgaram, na manhã desta terça-feira (20). Junto ao texto, a atriz postou uma foto completamente nua e fez uma reflexão:

“São 28 anos de pura tradição. Ai, Saturno, te sinto chegando e celebro nossa proximidade e relação antiga. Ainda bem que a gente já se conhece né ? Ainda bem. Penso que meu corpo é morada de Orixá e por isso um templo. É nossa primeira casa antes do endereço mundano, com números e nome de rua

Ainda no post, a morena que faz parte do elenco da novela “Amor de mãe”, que está fora do ar devido a pandemia do novo coronavírus, manifestou o que tem pensado sobre a vida.

“Penso (e vejo) e quanto as pessoas estão perdidas dentro de suas fantasias e pensamentos. A mente mente pra gente. O que é real? A que você dá valor? Bato vários papos sérios comigo mesmo. Amo minha companhia e amo me amar. Me acolho, me cobro, me honro, me respeito. Olho pro lado e admiro também. Olho pro lado e também tenho ranço. Faz parte da vida. Somos complexos e tudo que é raso não me contempla”, escreveu.

No longo texto, a atriz pede para seus seguidores não se levarem tão a sério:

“O Sol brilha pra todos e a quem se recuse a olhar a luz e viver na sombra. Haja paciência. Paciência é sem dúvidas uma das coisas que preciso desenvolver. Meu tempo é outro. Sempre foi. Não tenho tempo a perder. Acordei reflexiva e biscoiteira. Concelho – não se levem tão a sério. (Serve pra mim também) E vcs, como acordaram hoje?”.

VEJA O POST!

Bolsonaro declara apoio a deputado federal Bruno Engler em Belo Horizonte

18 de outubro de 2020 at 07:00

Disse que não ‘faria campanha muito aberta’

Candidato terá ‘linha direta com a presidência’

PODER360

Jair Bolsonaro anunciou nesta tarde que apoiará a candidatura do deputado federal Bruno Engler (PRTB), 23, à Prefeitura de Belo Horizonte. A divulgação do anúncio foi feita por 1 dos filhos do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro.

O congressista publicou 1 tuíte neste sábado (17.out.2020), com a frase: “Recado de Jair Bolsonaro para Belo Horizonte”, no qual o presidente aparece sentado ao lado de Engler.

O chefe do Executivo então afirma que Engler terá uma “linha direta com a presidência da República”, caso eleito, e que “não vai fazer campanha” para ele, mas ressalta: “se fosse eleitor mineiro, votaria em você (Bruno)”. 

Assista abaixo:

Eleito deputado estadual em 2018, o jovem bolsonarista exerceu a maior parte do mandato pelo Partido Social Liberal (PSL), ex-partido do presidente. Ele deixou a sigla em abril.

Bolsonaro afirmou em agosto, numa publicação em seu perfil no Facebook, que não participaria ativamente das eleições municipais no 1º turno.

ELEIÇÕES EM BELO HORIZONTE

O último levantamento do instituto Ibope realizado na capital mineira mostra o atual prefeito da cidade e candidato à reeleição, Alexandre Kalil (PSD), com ampla vantagem. Ele tem 59% das intenções de voto e pode vencer no 1º turno.

O 2º colocado é João Vitor Xavier (Cidadania). Ele é a escolha de 7% dos entrevistados. Em seguida estão Áurea Carolina (Psol), com 3% das intenções de voto, e Bruno Engler (PRTB), com 2%.

A pesquisa, encomendada pela TV Globo, ouviu 1.001 eleitores da cidade de Belo Horizonte, de 13 a 15 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo MG-00100/2020.

Eis todos os resultados:

  • Alexandre Kalil (PSD): 59%
  • João Vitor Xavier (Cidadania): 7%
  • Áurea Carolina (Psol): 3%
  • Bruno Engler (PRTB): 2%
  • Nilmário Miranda (PT): 1%
  • Rodrigo Paiva (Novo): 1%
  • Cabo Xavier (PMB): 1%
  • Lafayette Andrada (Republicanos): 1%
  • Marília Domingues (PCO): 1%
  • Professor Wendel Mesquita (Solidariedade): 1%
  • Luisa Barreto (PSDB): 0%
  • Fabiano Cazeca (Pros): 0%
  • Wanderson Rocha (PSTU): 0%
  • Marcelo Souza e Silva (Patriota): 0%
  • Nenhum/branco/nulo: 13%
  • Não sabe/Não respondeu: 9%

O candidato Wadson Ribeiro (PCdoB) não foi citado

VÍTIMAS SOCORRIDAS

18 de outubro de 2020 at 06:26

Embarcação de pequeno porte naufraga no Portal da Amazônia em Belém

Três pessoas foram resgatadas com vida; causas do naufrágio não foram informadas

 –  Autor: DOL

Naufrágio aconteceu na noite de hoje em frente ao Portal da Amazônia.

 Naufrágio aconteceu na noite de hoje em frente ao Portal da Amazônia. | Reprodução/Agência Belém

Três pessoas foram resgatadas com vida após uma embarcação de pequeno porte naufragar no início da noite deste sábado (17), em frente ao Portal da Amazônia, orla localizada no entorno do bairro do Jurunas, em Bel

Foram deslocadas até o local uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Pará e uma da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil para atender a ocorrência, cuja causa não foi informada até o momento.

Ao DOL, os Bombeiros disseram também que não houve nenhuma solicitação de perícia e que os motivos do naufrágio não podem ser revelados.

As identidades dos ocupantes da embarcação também não foram divulgadas

PERÍCIA

17 de outubro de 2020 at 16:28

Laudo da morte da ginasta Ana Paula Scheffer é inconclusivo, afirma IML

A atleta foi encontrada deitada em cima da cama.

 sábado, 17/10/2020, 12:30 – Atualizado em 17/10/2020, 12:30 –  Autor: Com informações do Portal do Holanda

| Reprodução

O primeiro laudo para definir a causa da morte da ginasta Ana Paula Scheffer foi inconclusivo, afirmou o Instituto Médico Legal do Paraná (IML), neste sábado (17). A atleta foi encontrada morta na última sexta-feira (16). 

A ginasta, que chegou a defender a seleção brasileira de ginástica rítmica e a ganhar uma medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007, foi encontrada, por sua mãe, deitada na cama. 

Leia mais:

Ginasta Ana Paula Scheffer é encontrada morta aos 31 anos

A família da atleta, que tinha apenas 31 anos, acredita que ela possa ter sofrido um infarto fulminante. O corpo de Ana Paula passará por um novo exame. 

O velório da atleta acontece neste sábado (17). Já o sepultamento está marcado para a tarde deste domingo (18), em Toledo, Paraná. | ReproduçãoA família da atleta, que tinha apenas 31 anos, acredita que ela possa ter sofrido um infarto fulminante. | Reprodução| Reprodução| Reprodução

CONDENADO POR ESTUPRO

17 de outubro de 2020 at 15:06

O jogador disse que é inocente, admitiu contato íntimo com a mulher e falou que o único erro que cometeu foi ter traído a esposa.

 sábado, 17/10/2020, 13:54 – Atualizado em 17/10/2020, 13:59 –  Autor: FOLHAPRESS

O atleta negou ter oferecido bebida alcoólica à mulher e questionou o estado de embriaguez alegado pela vítima.

 O atleta negou ter oferecido bebida alcoólica à mulher e questionou o estado de embriaguez alegado pela vítima. | Reprodução/Ivan Storti/Santos FC

Após sete anos da noite na boate Sio Café, em Milão, e três anos depois da condenação em primeira instância na Itália por violência sexual em grupo contra uma jovem de origem albanesa, Robinho deu uma entrevista sobre o episódio. O jogador conversou com exclusividade com o UOL Esporte por cerca de 40 minutos, disse que é inocente, admitiu contato íntimo com a mulher e falou que o único erro que cometeu foi ter traído a esposa.

Mesmo se esquivando da maior parte dos questionamentos, o jogador detalhou sua relação com a mulher naquele dia de 2013: “Uma garota se aproximou de mim, a gente começou a ter contato com consentimento dela e meu também. Ficamos ali poucos minutos. A gente se tocou. Depois fui embora para casa”.

O jogador não aceitou dar mais detalhes, foi instruído por seus assessores a não comentar individualmente trechos da sentença que foram vazados na sexta-feira (16) e insistiu na versão de que “não teve relação sexual, penetração, nada disso”.

“Meus amigos contaram no dia seguinte” Robinho, que suspendeu contrato com o Santos ontem, afirmou à reportagem que não estava presente no momento pelo qual é condenado por violência sexual em primeira instância. Ele afirma que ficou sabendo do que aconteceu no dia seguinte.

“Meus amigos me contaram no outro dia que, com consentimento da garota, ficaram com ela, se relacionaram sexualmente porque ela quis. E que eles saíram daquela discoteca junto com a mesma garota e foram para outra discoteca. Foi o que eles me falaram”, afirmou.

Ele admite que viu seus amigos com a garota enquanto saía. Não é possível precisar se ele se referia a contatos íntimos entre seus amigos e a mulher já neste momento. “Quando eu saí, os garotos continuaram lá com consentimento dela. Eu estou me defendendo. Os garotos, se fizeram algo com ela, eu não posso falar por eles. Eu sei o que eu fiz com ela e com consentimento dela”.

“Gostaria muito de falar, mas isso pode ser que me prejudique” O UOL Esporte questionou o jogador sobre frases específicas atribuídas a ele presentes em reportagem do GE.com publicada ontem –a matéria trazia trechos da sentença da Justiça italiana que condenou o jogador em primeira instância. O atleta foi orientado pelos seus representantes, que interromperam a entrevista mais de uma vez, a não entrar no “mérito de processo”.

“Olha, tem muitas coisas que estão fora de contexto e que eu gostaria de te dar uma entrevista de uma forma mais ampla e explicar exatamente o que aconteceu. Mas como isso está em segredo de justiça, eu não posso falar exatamente. Gostaria muito de falar, mas isso pode ser que me prejudique. Eu confio na Justiça italiana. Não posso te responder exatamente. Mas certeza, sem sombra de dúvidas, que muita coisa saiu fora de contexto”, disse.

Leia mais: 

“Isso não significa transar”, diz Robinho sobre ter colocado pênis na boca de mulher 

Robinho diz ser perseguido pela Globo e se compara a Bolsonaro

Santos e Robinho anunciam suspensão de contrato

Robinho também negou ter oferecido bebida alcoólica à mulher e questionou o estado de embriaguez alegado pela vítima. “Quando ela se aproximou de mim, ela não estava embriagada, até porque ela lembra do meu nome, lembra quem sou eu. A pessoa que bebe não lembra de nada. Ela lembra. O fato dela ter saído depois para outra discoteca com os garotos, isso mostra que ela não foi abusada. A pessoa que recebe um abuso, nunca recebi e ninguém da minha família, graças a Deus, que é algo muito sério, ela jamais sairia dali para ir para outro lugar com esses mesmos garotos”, relatou, lembrando que responde apenas por ele e não pelos amigos.

“Houve contato, não estou negando isso” A reportagem questionou o jogador sobre a frase “isso não significa transar” que é atribuída a ele pelos trechos vazados do processo, ao responder a afirmação “eu te vi quando colocava o pênis na boca dela”, que teria sido dita pelo músico Jairo, citado nominalmente pela reportagem.

“Muitas coisas que estão falando eu realmente não lembro, mas que houve um contato entre eu e ela, houve sim. Não estou negando isso. O que não houve foi algo forçado com ela, isso não teve”, respondeu o atleta.

“Eu me arrependo de ter traído a minha esposa” O atleta disse que seu único arrependimento em todo o caso foi a traição a sua esposa, Vivian, com quem está desde 2009 e tem três filhos. “Eu me arrependo de ter traído a minha esposa. Esse é meu arrependimento. Em relação às frases que saíram, fora de contexto e para vender jornal e revista… Obviamente que eu mudei muito de sete anos pra cá, isso aconteceu em 2013 e eu mudei para melhor. A questão é: qual foi o erro que eu cometi? Qual foi o crime que eu cometi? O erro foi não ter sido fiel a minha esposa, não cometi nenhum erro de estuprar alguém, de abusar de alguma garota ou sair com ela sem o consentimento dela”, afirmou.

Bolsonaro contradiz Doria e afirma que vacina da covid não será obrigatória

17 de outubro de 2020 at 07:44

Por Congresso Em Foco 

Jair Bolsonaro reafirmou nesta sexta-feira (16) que a vacina contra a covid-19 não será obrigatória. O presidente disse que os governos estaduais poderão, com anuência prévia do Ministério da Saúde, propor medidas legislativas visando o cumprimento das vacinações, mas que o governo federal não vê a necessidade de determinar vacinação compulsória e que não recomendará a ação por gestores locais.

  Mais cedo, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que a vacinação com a CoronaVac será obrigatória no Estado, exceto para aqueles que tenham restrição avalizada por um médico.

A terceira fase de testes da CoronaVac será concluída neste fim de semana. Doria disse que pretende se reunir na próxima semana com representantes da Anvisa e do Ministério da Saúde para apresentar os dados sobre a vacina e tentar disponibilizar doses para todos os brasileiros.

Politização

A pandemia fez ruir a união “BolsoDoria” criada durante as eleições de 2018. Desde o início da crise com a covid-19 no país os ex-aliados estão em lados opostos.

Na reunião ministerial de 22 de abril, o presidente mostrou insatisfação com a posição de Doria diante da pandemia e, também, com o governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) e o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB). “O que esses caras fizeram com o vírus, esse bosta desse governador de São Paulo, esse estrume do Rio de Janeiro, entre outros, é exatamente isso. Aproveitaram o vírus, tá um bosta de um prefeito lá de Manaus agora, abrindo covas coletivas. Um bosta”, disse.

Nesta sexta (16), João Doria voltou a atacar o que chamou de “politização” da doença por parte de Bolsonaro. “São Paulo entende que a vacina é do Brasil, um bem dos brasileiros. Será que, agora que tem a vacina, o governo federal vai negá-la aos brasileiros que precisam? No que depender do governo de São Paulo, não, mas vamos ao entendimento no dia 21, com o ministro e com a Anvisa, conscientes de que lá estão pessoas também conscientes e que terão visão republicana, científica e técnica nesse assunto e não vão politizar a vacina e nem fazer a guerra da vacina.”

Prováveis adversários para as eleições presidenciais de 2022, Jair Bolsonaro e João Doria travam disputa também no pleito municipal. O governador paulista apoia a candidatura do atual prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), segundo na pesquisa atrás de Celso Russomanno (Republicanos), candidato do presidente.

João Doria e Jair Bolsonaro fazem parte das dezenas de autoridades que já foram infectadas com o novo coronavírus.

Russomanno e Covas tem empate técnico em São Paulo, mostra XP/Ipespe

16 de outubro de 2020 at 11:07

Deputado é o favorito de 28%

Atual prefeito é favorito de 23%

Dupla empata também em 2º turno

Propaganda tem baixo alcance

O deputado Celso Russomanno em sessão do Senado em 2017 e o prefeito Bruno Covas em entrevista, em maio de 2020; candidatos estão em situação de empate técnicoMarcos Oliveira/Agência Senado – 27.set.2017 e Governo de São Paulo – 4.mai.2020

PODER360
16.out.2020 (sexta-feira) – 10h11

Os candidatos Celso Russomanno (Republicanos) e Bruno Covas (PSDB) estão tecnicamente empatados na corrida eleitoral pela prefeitura de São Paulo. O deputado e apresentador tem a intenção de voto de 28% dos eleitores paulistanos, enquanto o atual prefeito é o favorito de 23%.

Os números são de pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta 6ª feira (15.out.2020). Os percentuais reportados neste texto foram atingidos na pesquisa estimulada, que é quando os nomes dos candidatos são apresentados. Eis a íntegra da pesquisa (2 MB).

Atrás de Russomanno e Covas, também em empate técnico, estão Guilherme Boulos (Psol), com 13%; e Márcio França (PSB), com 8%.

Numericamente, os candidatos com maior rejeição (em quem o entrevistado diz que não votaria de jeito nenhum) entre o eleitorado paulistano são:

  • Levy Fidelix (61%);
  • Joice Hasselmann (56%);
  • Celso Russomanno (49%);
  • Guilherme Boulos (48%);
  • Jilmar Tatto (47%); e
  • Orlando Silva (47%).

Em eventual disputa em 2º turno, Russomanno e Covas têm novo empate na pesquisa XP/Ipespe: cada 1 teria 40% dos votos, com 15% de votos branco/nulo. Na pesquisa anterior, eram 21% os que diziam que não votariam em nenhum dos candidatos nessa eventual disputa de 2º turno.

Os pesquisadores também indagaram os eleitores sobre a propaganda eleitoral no rádio e na TV –que começaram a ser veiculadas em 9 de outubro. Foram 41% os que disseram não ter assistido a nenhuma propaganda até agora. Dentre aqueles que assistiram, 21% consideraram que Bruno Covas tem o melhor desempenho na campanha até aqui. Para 12%, Russomanno é quem tem a melhor propaganda.2

A pesquisa foi realizada de 12 a 14 de outubro, com 800 eleitores da capital paulista. A margem de erro é estimada em 3,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e está registrada junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número SP–08993/2020.

41% usam veículos jornalísticos na internet para ler notícias

16 de outubro de 2020 at 08:18

TVs e rádios são preferidos por 27%

Jornais e revistas têm apenas 13%

16% se informam em redes sociais

Internauta utiliza aplicativo para celular. PoderData mostra que meios digitais (redes sociais + veículos on-line) superam os tradicionais na preferência por informaçãoSérgio Lima/Poder360

PODER360
16.out.2020 (sexta-feira) – 6h00

Pesquisa PoderData mostra que 41% dos brasileiros usam veículos jornalísticos na internet como principais meios para se manter informado. Outros 27% citam a televisão e o rádio como a melhor forma para tal.

Redes sociais foram escolhidas por 16% dos entrevistados. Jornais e revistas, por 13%.

Como mostra o infográfico acima, hoje, cerca de 4 em cada 10 brasileiros se informam por canais de notícias on-line. Segundo o IBGE, em 2009, esse cenário seria verossímil. Apenas 27% dos domicílios tinham acesso à internet. Em 2018, o percentual chegou a 79%.

A pesquisa, que indica como os brasileiros se informam, foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 12 a 14 de outubro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 503 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

MEIOS DE SE INFORMAR X AVALIAÇÃO DE BOLSONARO

Os opositores do presidente da República (que avaliam-o como “ruim” ou “péssimo“) preferem se informar por meio de veículos digitais de informação. Quase metade (49%) desse grupo fez essa afirmação.

Já entre os que acham o trabalho de Bolsonaro “ótimo” ou “bom”, 22% disseram que as redes sociais são seus principais meios para se informar. O percentual é maior do que a média geral.

PODERDATA

O conteúdo do PoderData pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do Poder360 no Twitter, no Facebook, no Instagram e no LinkedIn.


MAIS GRAVE AINDA…

14 de outubro de 2020 at 14:28

Alerta! Planeta passa por uma sindemia e pode ter “Covid-20”; entenda

Na sindemia, os fatores sociais e ambientais promovem e potencializam os efeitos negativos da interação de uma determinada doença

 quarta-feira, 14/10/2020, 10:31 – Atualizado em 14/10/2020, 13:18 –  Autor: Reportagem originalmente publicada no portal da Deutsche Welle

 Reprodução

Um artigo publicado no final do mês de setembro no semanário The Lancet, uma das mais antigas e prestigiadas publicações científicas do mundo, apresentou um novo termo no já extenso debate sobre o novo coronavírus. O texto defende que o mundo não enfrenta simplesmente uma pandemia, mas uma “sindemia”.

O artigo é assinado pelo editor-chefe da revista, Richard Horton. Ele argumenta que a covid-19 não é uma peste como outra qualquer já vista no passado e que, por isso, merece abordagem diferente. O termo sindemia, por isso, seria mais adequado: o vírus não atua sozinho, mas compactuando com outras doenças. E a desigualdade social tem papel-chave nisso.

“A covid-19 não é uma pandemia. É uma sindemia. A natureza sindêmica da ameaça que enfrentamos significa ser necessária uma abordagem mais diversificada se quisermos proteger a saúde de nossas comunidades”, escreve Horton.

O artigo repercutiu em alguns dos principais meios de comunicação internacionais e ganhou eco no mundo científico. A americana Sociedade de Medicina de Catástrofes e Saúde Pública, por exemplo, defendeu, em artigo intitulado “Covid-19 à Covid-20”, que a resposta institucional à atual crise seja baseada num “pensamento sindêmico, e não pandêmico”.

A palavra “sindemia”, portanto, entra aos poucos no glossário do debate sobre a covid-19, ao lado de termos como “lockdown”, “imunidade de rebanho” e “achatar a curva”, antes praticamente desconhecidos do grande público. Mas o que significa exatamente sindemia?

O que é uma sindemia?

O termo “sindemia” foi cunhado nos anos 1990 pelo antropólogo médico americano Merrill Singer, mais conhecido por suas pesquisas sobre abuso de substâncias, HIV/aids e disparidades sociais na saúde da população.

Singer definiu a sindemia como “um modelo de saúde que se concentra no complexo biossocial” – ou seja, nos fatores sociais e ambientais que promovem e potencializam os efeitos negativos da interação de uma determinada doença.

Em outras palavras, de acordo com a tese de Singer, a abordagem sindêmica olha para a doença de forma mais ampla, explorando as consequências gerais de medidas como lockdowns e o distanciamento social.

Segundo Horton, todas as intervenções se concentraram até agora em cortar linhas de transmissão viral. A “ciência” que tem guiado os governos, afirma ele, é baseada principalmente em modelos de combate a epidemias que enquadram a atual emergência sanitária num conceito de peste que tem séculos de existência.

“Mas a história da covid-19 não é tão simples assim”, argumenta o editor da Lancet. “Duas categorias de doenças estão interagindo dentro de populações específicas – a síndrome respiratória aguda severa (Sars-Cov-2) e uma série de doenças não transmissíveis (DNTs). Estas condições estão se agrupando dentro de grupos sociais de acordo com padrões de desigualdade profundamente enraizados em nossas sociedades. A agregação dessas doenças em um contexto de disparidade social e econômica exacerba os efeitos adversos de cada doença separada.”

Como combater uma sindemia?

Uma epidemia sindêmica refere-se à ideia de que o vírus não age isoladamente, como o coronavírus como um vilão solitário que simplesmente espalha pneumonia e falência de órgãos entre a população. Ele tem cúmplices, como a obesidade, diabetes, doenças cardíacas e condições sociais, que acabam agravando a situação do infectado.

A questão é que muitos dos “cúmplices” da covid-19 já são uma epidemia isolada por si só em algumas sociedades. A obesidade, por exemplo, é um fator de risco para o desenvolvimento de diabetes e doenças cardíacas. Um artigo recente na revista Obesity Reviews, por exemplo, concluiu que pessoas obesas têm 50% mais chances de morrer de coronavírus.

Em seu artigo, Richard Horton destaca que as sindemias são caracterizadas por interações biológicas e sociais, interações estas que aumentam a suscetibilidade de uma pessoa ver seu estado de saúde piorar ao contrair uma doença.

No caso da covid-19, argumenta o editor da Lancet, atacar doenças não transmissíveis é um pré-requisito para um combate bem-sucedido à atual crise. “O número total de pessoas que vivem com doenças crônicas está crescendo. Abordar a covid-19 significa abordar a hipertensão, obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e respiratórias crônicas, e câncer”, diz.

“A menos que os governos elaborem políticas e programas para reverter as profundas disparidades, nossas sociedades nunca estarão verdadeiramente seguras da covid-19”, conclui Horton. “A crise econômica que está avançando em nossa direção não será resolvida por uma droga ou uma vacina.”

AGORA É OFICIAL!

14 de outubro de 2020 at 12:57

rofessor Emmanuel Tourinho é confirmado como reitor da UFPA

Além de Tourinho, está confirmado também Gilmar Pereira da Silva como vice-reitor. Ambos seguirão à frente da instituição pelo quadriênio 2020-2024.

 quarta-feira, 14/10/2020, 09:23 – Atualizado em 14/10/2020, 09:27 –  Autor: Diario Online

| Divulgação/ UFPA

Após mais de 20 dias, o professor Emmanuel Tourinho foi, finalmente, confirmado e reconduzido ao cargo de reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA).

A decisão está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira(14). Além de Tourinho, está confirmado também Gilmar Pereira da Silva como vice-reitor. Ambos seguirão à frente da instituição pelo quadriênio 2020-2024.

Veja:

Reprodução/DOU

PERFIL

Emmanuel Zagury Tourinho é Doutor em Psicologia (Psicologia Experimental) pela Universidade de São Paulo (1994). Atualmente, é Professor Titular da Universidade Federal do Pará, onde atua no Programa de Pós-Graduação em Teoria e Pesquisa do Comportamento. Coordena o Grupo de Pesquisa em Análise do Comportamento: Pesquisa Conceitual, Básica e Aplicada. É Bolsista 1B de Produtividade em Pesquisa do CNPq.

Tourinho foi Presidente da ANDIFES (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior – 07/2017-07/2018), Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Pará (07/2009-02/2016), de Membro (2013-2016) e Coordenador (2014-2016) do Comitê Assessor da Área de Psicologia do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnólogico), de Coordenador da Área de Psicologia na CAPES (triênio 2008-2010), de Representante Adjunto da Área de Psicologia na CAPES (2005-2007), de Presidente do Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação das Instituições Federais de Ensino Superior COPROPI/ANDIFES (12/2012-11/2013), de Coordenador Regional Norte do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (2011-2012) e membro do Conselho Técnico-Científico do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA (03/2018-02/2020).