“PSIQUÊ”
Operação da PF investiga laudos de porte de armas em Belém
“Operação Psiquê” cumpre, na manhã desta quinta-feira (26) em Belém, mandados de busca e apreensão contra suspeitos de fraudes na emissão de laudos psicológicos usados para permissão de compra e porte de arma de fogo.
quinta-feira, 26/05/2022, 08:15 – Atualizado em 26/05/2022, 08:12 – Autor: Adams Mercês/DOLL
Operação Psiquê apura fraudes em laudos psicológicos para autorização de porte de armas em Belém | Divulgação/PF
Para conseguir a autorização para adquirir e portar armas de fogo, os critérios são rígidos e devem ser seguidos para garantir a segurança não apenas de quem manuseia o instrumento, mas de toda a sociedade.
Na manhã desta quinta-feira (26), a Polícia Federal deflagrou a “Operação Psiquê”, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão em endereços de Belém.
Há a suspeita de que um esquema criminoso é articulado para fraudar a emissão de laudos psicológicos, os quais são utilizados nos requerimentos de aquisição e de porte de arma de fogo, junto à Polícia Federal.
De acordo com a PF, os suspeitos são responsáveis por emitir laudos de aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, sem a realização de consultas nem dos testes exigidos por lei, bem como de simular o atendimento dos requisitos previstos no Estatuto do Desarmamento para o interessado em armamentos obter a autorização de aquisição na Polícia Federal.
Para a força-tarefa, se comprovado o esquema criminoso, as consequências podem contribuir com a insegurança social, pois há a possibilidade de armas de fogo estarem na posse de pessoas que não tem condição psicológica comprovada para possuir o instrumento.
Se condenados, os suspeitos serão indiciados pelos crimes de associação criminosa e de falsidade ideológica, cujas penas variam de dois a seis anos de reclusão e multa.
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