Para governo, só ‘vacinação em massa’ pode reverter rejeição de Bolsonaro na pandemia
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Por Andréia Sadi
Cobre os bastidores de Brasília para o Jornal Hoje (TV Globo) e na Globo News. Apresenta o Em Foco (Globo News) e integra o Papo de Política (G1)
17/03/2021 09h22 Atualizado há uma hora
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Lote de vacinas contra Covid chegou ao Recife, na noite desta terça (16) — Foto: Governo de Pernambuco/Divulgação
Auxiliares diretos do presidente Bolsonaro avaliaram nesta quarta-feira (17) que os números mostrando a rejeição do presidente Bolsonaro, no Datafolha, no combate à Covid, só deve ser revertido com a “evolução da vacinação” pelo país.
Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados avaliam como ruim ou péssimo o desempenho do presidente na gestão da crise. Na pesquisa anterior, realizada em janeiro, esse índice era de 48%.
No diagnóstico de assessores presidenciais, todas as pesquisas refletem o momento da pandemia, com recorde de mortes, mostrando que estamos no pior momento da crise. E a percepção da população a respeito do governo só mudará após o avanço da vacinação — o que está sendo calculado para o fim de abril.
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É neste período que o governo espera contar com a chegada das compras feitas para vacinar a população. Até lá, acreditam assessores, o desgaste do governo seguirá.
A vacinação também é a prioridade da equipe econômica, que teme o aumento do desemprego no mercado informal. Fontes ouvidas pelo blog explicam que só a vacinação em massa vai resolver a vida do trabalhador que perdeu a renda durante a pandemia no mercado informal, os chamados “invisíveis” pelo governo.
Enquanto aguardam a vacinação, o governo trabalha em outra frente e aposta no Auxílio Emergencial para acalmar uma parcela da população que está sem a ajuda desde que ela foi encerrada, em dezembro. A nova rodada do auxílio está prevista para abril.







