Ministros do STF reagem à indicação de Bia Kicis para presidência da CCJ, e líderes trabalham por troca
Deputada, uma das mais fieis a Bolsonaro, já pediu impeachment de Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes.
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Por Andréia Sadi
Cobre os bastidores de Brasília para o Jornal Hoje (TV Globo) e na GloboNews. Apresenta o Em Foco (GloboNews) e integra o Papo de Política (G1)
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Bia Kicis e Bolsonaro após visita do presidente à parlamentar em Brasília, em julho de 2020. — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) criticaram a integrantes do governo Bolsonaro a indicação, pelo PSL, do nome da deputada Bia Kicis (DF) para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.
Na avaliação de ministros ouvidos pelo blog, a indicação, se confirmada, “desmoralizaria” os trabalhos da comissão que cuida exatamente da legalidade de propostas, como emendas constitucionais.
Esses ministros afirmam que a interlocução da CCJ com o Judiciário ficaria inviabilizada caso Bia Kicis venha a comandar a comissão.
Segundo o blog apurou, após as reações, ministros do STF receberam sinais de que líderes buscam uma solução para evitar Bia no comando da CCJ. Eles têm ouvido que a indicação só ocorrerá após o carnaval, o que daria tempo de buscar uma alternativa.
A deputada já defendeu o impeachment de ministros como Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além de ter uma postura negacionista sobre a pandemia.
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A deputada federal Bia Kicis é uma das principais aliadas de Bolsonaro e tem se manifestado contra medidas recomendadas por autoridades sanitárias para conter a pandemia do coronavírus.







