VACINÔMETRO

2 de fevereiro de 2021 at 21:31

Governo do Pará torna público quantitativo de vacinas que entregou para cada município

Site identifica as quantidades de doses enviadas pelo Estado aos municípios

Ag. Pará

Divulgação

om o objetivo de garantir a transparência no processo de divulgação dos dados de vacinados contra a Covid-19, no estado, o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa), torna público o quantitativo de vacinas que entregou para cada município. Esses dados podem ser acessados pelo site do Vacinômetro.

Prefeitura inicia amanhã vacinação de idosos com mais de 85 anos. Confira os locais de atendimento!  

Segundo o diretor de Epidemiologia, da Sespa, Bruno Pinheiro, o site do Vacinômetro está sendo aperfeiçoado para aprimorar ainda mais a divulgação dos quantitativo de vacinas encaminhadas e dados de vacinados por município.

“Estamos modelando o sistema para informar os dados de quantidades de vacinas por município. Será possível identificar as quantidades de doses que foram enviadas pelo Estado; as doses que os municípios informaram que foram aplicadas, pelo nosso formulário online; e as doses que os municípios informaram no sistema do Ministério da saúde (SIPNI-MS)”.

Para garantir que as vacinas chegassem a todos os cantos do estado o mais rápido possível, o Governo do Pará realizou a entrega das vacinas nas 13 Regionais de Saúde e em menos de 24h depois da chegada das remessas ao estado, todos os 144 municípios do Pará já haviam recebido as doses de vacinas respectivas. 

“Fizemos um grande esforço para que todos os municípios recebessem as vacinas o quanto antes e agora com a divulgação do quantitativo de vacinas enviadas para os Municípios, a população vai poder saber quantas doses o governo enviou, quantas doses os municípios informam que aplicaram e quantos já estão informadas no sistema oficial do Ministério da Saúde. Assim será possível fazer um balanço se os municípios já conseguiram operacionalizar toda a quantidade de doses que foi enviada”, enfatizou o secretário de Estado de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho.

VACINÔMETRO 

O Vacinômetro, ferramenta digital desenvolvida pelo Governo do Pará, através da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), permite à população acompanhar o número de pessoas que foram vacinadas contra a Covid-19 no Estado, é abastecido com dados do sistema do Ministério da Saúde e este sistema, por sua vez, é alimentado pelos dados de vacinação fornecidos pelas secretarias municipais de saúde.

Tendo em vista que o site do Ministério da Saúde esteve instável nos últimos dias, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), no intuito de não deixar a população sem informações, levou em consideração os dados sobre vacinação fornecidos através das regionais de saúde, pelos municípios do Estado.  

“Inicialmente, devido à instabilidade que o site do Ministério da Saúde apresentava na coleta, consolidação e disponibilidade dos dados, o Estado do Pará, seguindo metodologia de outros estados da federação, adotou um formulário de coleta online com o consolidado diário informado pelos próprios municípios, por isso houve uma divergência de dados”, explicou o diretor de Vigilância em Saúde, Denilson Feitosa.  

“Atualmente o Vacinômetro está em consonância com o sistema do Ministério da Saúde, os dados devem ser atualizados e equiparados diariamente e a ferramenta está sendo aprimorada a cada dia para evitar outras instabilidades”, concluiu o diretor de Vigilância.

DADOS

Até às 20h, desta segunda-feira (1º), foi registrado no site do Vacinômetro que 57.247 pessoas foram vacinadas. Desse total 54.743, são profissionais de Saúde, 1.976 são indígenas aldeados e 589 são idosos que vivem em instituições de longa permanência.

Jeff Bezos deixará cargo de CEO da Amazon, diz empresa

2 de fevereiro de 2021 at 18:57

O novo CEO da companhia será Andy Jassy, que atualmente comanda a AWS, braço de serviços de hospedagem da empresa. Bezos deixará o cargo até o terceiro trimestre de 2021, mas continuará na Amazon.

G1

Jeff Bezos, dono da Amazon, em audiência nos EUA — Foto: Reprodução

Jeff Bezos, dono da Amazon, em audiência nos EUA — Foto: Reprodução

Amazon anunciou nesta terça-feira (2) que o CEO Jeff Bezos deixará o cargo até o terceiro trimestre de 2021. O novo líder executivo da companhia será Andy Jassy, que atualmente comanda a AWS, braço de serviços de hospedagem da empresa.

O bilionário continuará na Amazon, mas ocupará o cargo de presidente-executivo do Conselho.

“No papel de presidente-executivo do conselho, eu pretendo focar minhas energias e atenção em novos produtos e iniciativas que estão começando”, escreveu Bezos em uma carta aos funcionários.

Com fortuna de US$ 196,4 bilhões, Bezos é considerada a pessoa mais rica do mundo, de acordo com levantamento da Forbes. No ranking da Bloomberg, o atual CEO da Amazon perdeu o posto de mais rico do planeta para Elon Musk, da Tesla, em meados de janeiro.10 curiosidades sobre Jeff Bezos2 min10 curiosidades sobre Jeff Bezos

Jeff Bezos bateu seu próprio recorde de pessoa mais rica do mundo. Ele alcançou uma fortuna de US$ 171,6 bilhões, segundo a Bloomberg Billionaires Index.

História com a Amazon

Jeff Bezos fundou a Amazon em 1994, inicialmente vendendo livros on-line. A companhia se tornou uma gigante do varejo ao redor do mundo comercializando itens de diversos segmentos.

Em setembro de 2018, a companhia foi avaliada em mais de US$ 1 trilhão pela primeira vez. Atualmente, a companhia vale US$ 1.69 trilhão.

Jeff Bezos, CEO da Amazon, em passagem por Bangalore, na Índia, em 2014 — Foto: Abhishek N. Chinnappa/Reuters/Arquivo

Jeff Bezos, CEO da Amazon, em passagem por Bangalore, na Índia, em 2014 — Foto: Abhishek N. Chinnappa/Reuters/Arquivo

Jassy entrou na Amazon em 1997 e lidera o serviço de nuvem AWS desde sua concepção, em 2003. Ele se tornou CEO dessa divisão em 2016. O segmento de hospedagem é um dos mais lucrativos da companhia.

Formação pessoal

Hoje com 56 anos, Jeff Bezos é formado em engenharia elétrica e ciências da computação pela Universidade de Princeton. Começou a carreira em Wall Street. Em 1994, deixou o mercado financeiro para fundar a Amazon.

Líder de Bolsonaro diz que Lava Jato prendeu Lula para tirá-lo da eleição

2 de fevereiro de 2021 at 18:08

Por João Frey congressoemfoco

Ricardo Barros. Foto: José Cruz/Agência Brasil

O deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo Bolsonaro na Câmara, disse nesta terça-feira (2), que a possibilidade de prisão em segunda instância foi uma construção casuística da Lava Jato para prender o ex-presidente Lula e, assim, deixá-lo de fora das eleições de 2018. A declaração foi dada em entrevista à rádio CBN.

> Governo negocia Ministério da Saúde com o Centrão

“Nunca teve [prisão em] segunda instância no Brasil. Só teve para prender o Lula e tirá-lo da eleição casuisticamente, em uma interpretação de 6 a 5 no Supremo Tribunal Federal. A constituição fala expressamente  que ninguém será considerado culpado até trânsito em julgado. A segunda instância foi um casuísmo que  a Lava Jato construiu para tirar o lula da eleição”, afirmou.

“Se o Lula deve ou não deve é outra questão”, ponderou.

O deputado, critico ferrenho da operação Lava Jato, defende ainda que juízes e promotores envolvidos em ações irregulares sejam punidos.

“Não vamos permitir que as conversas do Intercept da Lava Jato, que foram autenticadas pelo ministro Lewandowski, desapareçam. São crimes cometidos pela quadrilha da Lava Jato”, disse

Ricardo Barros foi o relator do projeto que pune abusos de autoridades. Além diso, ele foi vice-líder do governo durante a gestão Lula.

SUSTO!

2 de fevereiro de 2021 at 17:38

Ministro do Supremo é internado às pressas e vai passar por cirurgia após acidente

Ministro sofreu um acidente doméstico. Operação está marcada para a próxima quarta-feira (3)

Com informações Correio do Povo

Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal

 Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal | Reprodução

ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal ( STF ), vai passar por uma cirurgia no ombro direito nesta quarta-feira (3), no Hospital DF Star, em Brasília. De acordo com o boletim médico, a intervenção é para tratar ferimento sofrido em um acidente doméstico.

O ortopedista Marcus Montenegro, chefe da equipe responsável pela operação, informou que o ministro ‘segue em excelente forma física’. “Por ser muito disciplinado na reabilitação, as chances de intercorrências são mínimas”, diz o médico.

Em setembro, o ministro  já havia se submetido a uma operação no joelho direito após sofrer uma lesão no menisco. A intervenção foi feita pela mesma equipe

Em razão da cirurgia, Marco Aurélio não participará da sessão de julgamentos da próxima quarta. O STF não informou por quanto tempo ele ficará afastado das funções. Aurélio foi um dos quatro ministros do STF que se recusou a sair de férias e decidiu seguir trabalhando durante o recesso.

Após as férias coletivas, o tribunal abriu o ano judiciário de 2021 em solenidade nesta quinta-feira, 1º . Marco Aurélio acompanhou a cerimônia virtualmente. No plenário, estiveram, além de parte dos ministros, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz.

Maia diz que ministro do STF Nunes Marques, nomeado por Bolsonaro, é parcial

2 de fevereiro de 2021 at 16:12

Fala foi em reunião com colegas

No último dia à frente da Câmara

Rodrigo Maia em entrevista a jornalistas na Câmara dos DeputadosSérgio Lima/Poder360 – 7.dez.2020

PODER360
02.fev.2021 (terça-feira) – 15h44

Na 2ª feira (1º.jan.2021), quando ainda exercia o cargo de presidente da Câmara, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) disse a colegas que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kassio Nunes Marques é parcial em suas decisões. Nunes Marques foi indicado à Corte por Jair Bolsonaro em outubro de 2020. Entrou no lugar de Celso de Mello.

A declaração se deu durante reunião fechada com líderes partidários no dia da eleição da Câmara. Foi um encontro tenso. Maia validou o bloco formado por Baleia Rossi (MDB-SP), candidato apoiado por ele para presidente da Casa, contra a vontade do grupo político de Arthur Lira (PP-AL), o outro candidato –que venceu a eleição.

O imbróglio foi porque o PT se registrou no bloco de Baleia Rossi 6 minutos depois do prazo estipulado, 12h. Também foi citado suposto atraso cometido pelo MDB. Lira e Maia discutiam o assunto de forma dura.

O candidato do PP mencionou decisão do STF que reduziu os poderes de Rodrigo Maia. O ministro Nunes Marques mandou que a Mesa Diretora da Câmara discutisse assunto que Maia havia dado como resolvido: a validade ou não das assinaturas de deputados suspensos do PSL, que levaram o partido da órbita de Baleia para a de Lira.

A manobra no PSL foi possível porque uma parte dos deputados da sigla (principalmente dos suspensos) é leal a Jair Bolsonaro. Bolsonaro apoiava Lira na disputa da Câmara.

Poder360 obteve a transcrição da reunião enviada pela Câmara a deputados. Consta o seguinte diálogo:

Rodrigo Maia:  Está feito o deferimento. Eu decidi. Eu sou o Presidente da Câmara hoje. Está decidido.

Arthur Lira: Não, senhor. O Supremo cassou a sua decisão, Presidente.

RM: Porque o Supremo tem um Ministro que é parcial, Deputado.

AL: Quando é a seu favor, não é parcial. O senhor respeite as instituições!

RM: O Kassio sempre foi parcial.

AL: Não. Não queira aqui discutir esse assunto. Parcial está sendo vossa excelência.

RM: Não estou sendo, não.

A altercação entre Lira e Maia foi relatada ao Poder360 por deputados que participaram do encontro. A transcrição obtida pela reportagem registra momento em que Lira bate na mesa. O trecho a seguir é reproduzido sem adaptações ao padrão deste jornal digital para mostrar como consta no documento:

O SR. ARTHUR LIRA (Bloco/PP – AL) – Estou apelando a vossa excelência. para que tenhamos um ritmo normal na Casa. Nós não vamos admitir aqui no plenário atropelo, Presidente. (Tapa na mesa.)

Maia reagiu à atitude do deputado do PP: “Não precisa bater na mesa”. A altercação continuou:

Arthur Lira: Nós estamos no último dia…

Rodrigo Maia: Vossa excelência não está em Alagoas.

Arthur Lira: Estou refletindo. Não estou também no morro do Rio de Janeiro. Então, vamos fazer com ponderação…

Rodrigo Maia: Se sairia bem se estivesse lá.

Políticos do bloco de Baleia Rossi afirmam que a demora no registro do grupo foi por causa de uma falha no sistema eletrônico. Aliados de Lira dizem que esse problema nunca aconteceu.

No decorrer da reunião, houve momentos de alteração enquanto os partidos escolhiam os cargos na Mesa Diretora da Casa, que são partilhados de acordo com o tamanho dos blocos. O Poder360 reproduz o trecho sem adaptar ao seu padrão de texto para mostrar como foi transcrito:

“O SR. ZÉ SILVA (SOLIDARIEDADE-MG) – Então, quero deixar claro que nós não aderimos. Às 11h56min, eu mandei uma lista em que está claro, no documento, que nós constituímos um bloco em que poderíamos aderir a qualquer partido. Está claro no documento.

O SR. PRESIDENTE (Rodrigo Maia. DEM – RJ) – Está bem, Zé! Vamos lá!

O SR. ARTHUR LIRA (Bloco/PP-AL) – Isso não é possível!

O SR. PRESIDENTE (Rodrigo Maia. DEM – RJ) – Eu já deferi, eu já decidi, Deputado. Não pode recorrer! Não cabe recurso à Mesa. Primeiro de tudo, porque não cabe. Essa não é matéria da Mesa Diretora, é matéria da CCJ.

Primeira escolha: Bloco do PSL.

O SR. ARTHUR LIRA (Bloco/PP-AL) – Não, não, não! Não é possível, Presidente! V.Exa. não vai atropelar dessa maneira. Essa é uma questão temporal, Presidente. Isso não vai funcionar desse jeito.

O SR. PRESIDENTE (Rodrigo Maia. DEM – RJ) – Está bom, Deputado.

Segunda escolha: Bloco do PT.

O SR. ARTHUR LIRA (Bloco/PP-AL) – Isso não vai funcionar desse jeito. Se a intenção de V.Exas. é de não fazer eleição na Casa hoje, é só dizer. Presidente Rodrigo Maia, se quiser mais 1 dia ou 2… Não existe isso! Não é isso! Isso não vai acontecer!

O SR. ENIO VERRI (PT-PR) – A 1ª Secretaria.

O SR. PRESIDENTE (Rodrigo Maia. DEM – RJ) – PT, 1ª Secretaria.

Terceira escolha: Bloco do PSL, formar um partido do bloco.

Quarta escolha: Bloco do PT. Acho que é o PSDB que escolhe.

O SR. ISNALDO BULHÕES JR. (Bloco/MDB-AL) – Presidente, dentro do meu entendimento, foi acordado que seria do MDB, acordado para o PSB, dentro de um entendimento com o PSDB. Portanto, como tem a ordem, será invertida. Eu só queria que o bloco registrasse primeiro…

O SR. PRESIDENTE (Rodrigo Maia. DEM – RJ) – Você sabe que a intenção dos partidos era estar desse lado.

O SR. ARTHUR LIRA (Bloco/PP-AL) – Intenção é uma coisa…

O SR. PRESIDENTE (Rodrigo Maia. DEM – RJ) – Você prometeu o que você não tinha para entregar. Entendeu? Não tenho nada a ver com isso.

O SR. ARTHUR LIRA (Bloco/PP-AL) – Não. A minha fama não é a sua, não.

O SR. PRESIDENTE (Rodrigo Maia. DEM – RJ) – Está bom”

Lira venceu a eleição e, assim que assumiu a presidência, indeferiu o bloco de Baleia Rossi. Os votos para os outros cargos da Mesa da Câmara já haviam sido colhidos nas urnas, mas não foram apurados.

O efeito prático é que, se mantida a decisão, o grupo de Lira terá 6 dos 7 cargos titulares da Mesa. Na tarde desta 3ª feira (2.fev.2021) os principais deputados tentam chegar a um acordo sobre o assunto.

LUTO

2 de fevereiro de 2021 at 15:51

Jornalista Paulinho Montalvão, da Rádio Clube, morre por complicações da Covid-19

Produtor e apresentador trabalhava há nove anos no jornalismo do grupo RBA

DOL

Paulinho estava na Rádio Clube há 9 anos e tinha o carinho de colegas e ouvintes

 Paulinho estava na Rádio Clube há 9 anos e tinha o carinho de colegas e ouvintes | Reprodução

O produtor e apresentador Paulinho Montalvão, de 58 anos, que atuava há nove anos na Rádio Clube do Pará, do grupo RBA, faleceu, nesta terça-feira (2), por complicações da Covid-19. O jornalista ficou internado por aproximadamente um mês, lutando contra a doença. 

Pesquisa aponta que taxa de mortalidade de pacientes com Covid-19 é de quase 50% 

Paulo Montalvão entrou para a Rádio Clube no dia 02 de janeiro de 2012. Ele era produtor da rádio e apresentador do programa “Linha de Frente”, que era transmitido de segunda a sexta-feira na Clube. 

“O jornalismo da Rádio Clube, mais um vez, em tão pouco tempo, se depara com uma perda. A partida do companheiro Paulinho Montalvão nos faz repensar cada vez mais na vida. Lamentamos, afinal, além de um grande  profissional era um amigo pessoal”, afirmou Nonato Cavalcante, diretor de jornalismo e de programação da Rádio Clube. 

“Sem sombra de dúvidas a gente perde um grande profissional, um locutor que há anos levava informação e defendia os direitos da sociedade através do rádio. Paulinho vai deixar uma grande lacuna na programação da Rádio Clube do Pará”, lamentou Gleydson Souza, coordenador de jornalismo da Rádio Clube. 

Ainda não há informações sobre horário e local do velório do jornalista. 

ALERTA!

2 de fevereiro de 2021 at 13:42

Pesquisa aponta relação entre diabetes e casos graves de Covid-19

Especialistas acreditam que a diabetes decorrente da Covid-19 pode ser um novo tipo de doença.

Com informações do portal Olhar Digital

Especialistas acreditam que a diabetes decorrente da Covid-19 pode ser um novo tipo de doença.

 Especialistas acreditam que a diabetes decorrente da Covid-19 pode ser um novo tipo de doença. | Reprodução

Uma pesquisa apontou uma relação entre o desenvolvimento de diabetes em pessoas que foram hospitalizadas com o novo coronavírus e casos mais graves de Covid-19. As informações são do portal Olhar Digital.

A análise foi publicada na revista “Diabetes, Obesity and Metabolism” apontou uma relação próxima a 14% entre casos graves da doença. Foram examinados relatórios de hiperglicemia não controlada ou níveis elevados de açúcar no sangue de oito estudos, com em torno de 3.700 pessoas que foram internadas após contraírem o Sars-Cov-2.

Covid acelera 62% no Amazonas e mata mais pessoas fora de grupos de risco

Pesquisa aponta que taxa de mortalidade de pacientes com Covid-19 é de quase 50% 

Segundo os especialistas, deve ser considerada a possibilidade do desenvolvimento de diabetes ser um efeito direto da Covid-19, apesar dos diagnósticos de diabetes poderem ser também resultado de tratamentos com esteroides, como dexametasona, hidrocortisona e metilprednisolona, que são usados em casos mais graves do coronavírus.

Os cientistas também analisam a relação entre coronavírus e diabetes e, se esses casos são temporários ou permanentes, já que a Covid-19 trata-se de uma doença que afeta principalmente os pulmões.

Especialistas temem novo tipo de diabetes 

O professor e cirurgião de diabetes do King’s College de Londres, Francesco Rubino, é um dos que acreditam que a diabetes decorrente da Covid-19 pode ser um novo tipo de doença.

Em entrevista ao The Washington Post, Rubino explicou que nos casos de diabetes diagnosticados após as internações pelo novo coronavírus, as complicações dos pacientes acabam se cruzando, havendo “uma boa chance de que o mecanismo do diabetes não seja típico”.

A relação entre diabetes e infecções pelos coronavírus não é algo novo. Durante a epidemia de SARS, em 2003, 39 pacientes, sem histórico prévio, desenvolveram diabetes dias após a internação. No entanto, desses, apenas dois continuaram com a doença após dois anos.

Com eleição de Lira, Bolsonaro divide o centro e mira 2022, mas fica refém do Centrão

2 de fevereiro de 2021 at 11:32
TOPO

Por Gerson Camarotti

Comentarista político da GloboNews, do Bom Dia Brasil, na TV Globo, e apresentador do GloboNews Política. É colunista do G1 desde 2012

O presidente Jair Bolsonaro jogou todas as fichas nas eleições para os comandos da Câmara e do Senado já de olho em 2022. Especialmente na Câmara, deu sinal verde para fazer o que fosse possível – com liberação de emendas e negociação de cargos – para a vitória de Arthur Lira.

Segundo os próprios integrantes do Centrão ouvidos pelo blog, o cálculo de Bolsonaro teve dois aspectos fundamentais: a sobrevivência imediata, para garantir a governabilidade e evitar um processo de impeachment; e a divisão dos partidos de centro, especialmente DEM, PSDB e MDB.

Para tentar a reeleição em 2022, interessa ao presidente Bolsonaro manter a polarização com o PT e evitar a unidade do centro em torno de uma candidatura competitiva. Por isso, o racha do DEM, de Rodrigo Maia, foi o principal troféu de Bolsonaro nessa disputa.

Depois de derrotas nas eleições municipais do ano passado e do ex-presidente Donald Trump na sucessão americana, Bolsonaro passou a jogar todas as fichas na sucessão para os comandos do Congresso.

Mas isso terá seu preço imediato. O Centrão já começa a cobrar cargos no primeiro escalão e estatais. E Bolsonaro ficará cada vez mais refém da sua base, perdendo o discurso de campanha de quem criticava a chamada “velha política” e o “toma-lá-dá-cá”.

Ao mesmo tempo, ao apostar nessa divisão, Bolsonaro mantém um clima de guerra na Câmara dos Deputados. Isso trará uma dificuldade extra na agenda de reformas, uma prioridade da equipe econômica. Caso não haja um movimento de pacificação por parte do governo, a janela para a aprovação da pauta econômica pode ser perdida.

OPERAÇÃO RAGNAROK

2 de fevereiro de 2021 at 10:44

Líder da Remoçada é preso durante operação contra “organizadas” em Belém

Operação foi iniciada às 5h de hoje e busca envolvidos nos fatos ocorridos no mês passado

DOL

Em janeiro deste ano, uma mulher foi morta em possível retaliação pela morte de torcedor ocorrida três dias antes

 Em janeiro deste ano, uma mulher foi morta em possível retaliação pela morte de torcedor ocorrida três dias antes | Reprodução

Foi deflagrada pela Polícia Civil do Pará, na manhã desta terça-feira (2), a operação Ragnarok, que cumpre mandados de prisão contra integrantes de “torcidas organizadas” de Remo e Paysandu envolvidos em briga e até “tribunal do crime” ocorridos em janeiro que resultaram em duas mortes.

As prisões ocorrem em Belém e Curitiba. Dentre os presos está Lobo, líder da Remoçada suspeito de participação na morte de um torcedor do Paysandu na noite do dia 10 de janeiro, quando após o clássico RexPa, pela Série C do Campeonato Brasileiro, em que o Remo Venceu por 1×0, um torcedor do Paysandu foi morto por homens acusados de pertencer a torcida rival.

Três dias depois a morte, uma ação coordenada pelo chamado “tribunal do crime”, teve como resultado a morte de Tais Costa, a Tatá da Remoçada, que foi morta a tiros em uma área de mata entre os bairros da Sacramenta e Barreiro.

LEIA MAIS!

Mulher envolvida na morte de torcedor do Paysandu é executada em Belém

Homem envolvido na morte do torcedor do Paysandu é preso; veja o vídeo!

O namorado de Tatá, que foi atingido durante a ação, também deve ter o mandado de prisão deflagrado.

RAGNAROK

A operação Ragnarok partiu da seccional do bairro da Sacramenta e é coordenada pelos delegados Daniel Castro e Arthur Nobre.

O DOL solicitou mais informações à Polícia Civil e aguarda um posicionamento.

O repórter Toni Gonçalves da Rádio Clube tem mais informações. 

ACOMPANHE!

Entenda a decisão de Arthur Lira que anulou a eleição para cargos da mesa da Câmara

2 de fevereiro de 2021 at 08:55

Logo depois de eleito, Lira anulou a votação para os demais cargos da Mesa Diretora por julgar ilegal a inscrição do PT em um dos blocos partidários após o horário limite.

Por G1 — Brasília

02/02/2021 01h41  Atualizado há 31 minutos

Logo após ter sido eleito presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL) anulou na noite desta segunda-feira (1º) a votação para os demais cargos da Mesa Diretora e determinou a realização de uma nova eleição para a escolha de seus integrantes. Entenda a decisão:

  • A eleição para a renovação da Mesa Diretora da Câmara é feita a cada dois anos. Os deputados escolhem um candidato a presidente; e escolhem também candidatos a cada um dos demais cargos da mesa diretora (primeiro-vice-presidente; segundo-vice-presidente; primeiro-secretário; segundo-secretário; terceiro-secretário; quarto-secretário; e quatro suplentes de secretários)
  • A definição dos candidatos a vice-presidentes, secretários e suplentes é feita com base em critérios de proporcionalidade entre os blocos partidários formados para a eleição, em um cálculo efetuado pela Secretaria-Geral da Câmara — os maiores blocos ganham prioridade de escolha.
  • Na eleição deste ano, foram formados dois blocos. O de Arthur Lira e o de Baleia Rossi (MDB-SP).
  • Em reunião nesta segunda, antes da eleição, os dois blocos acertaram entre si a divisão dos cargos na mesa, respeitando a proporcionalidade. Os maior bloco tem direito a escolher primeiro os cargos de sua preferência. Apenas candidatos desse bloco ou partido poderão se candidatar para a cadeira.
  • Na divisão, o bloco de Lira ficaria com cinco cargos na Mesa Diretora. O de Baleia, com quatro.
  • Os partidos se reúnem em blocos a fim de ampliar as possibilidades de ocupar um dos cargos da mesa. Isoladamente, um partido teria mais dificuldade para obter uma das vagas na mesa. No bloco, a possibilidade é maior porque a bancada do partido se soma à de outros e se torna maior a chance de que, proporcionalmente, esse partido possa indicar um deputado para algum dos cargos na mesa.
  • O prazo para os partidos se inscreverem em um dos blocos (o que apoiava Lira e o que apoiava Baleia Rossi) se encerrava às 12h desta segunda-feira (1º).
  • Os integrantes do bloco de apoio a Lira argumentaram que um dos partidos do bloco de Baleia, o PT, efetuou a inscrição fora do prazo (às 12h06).
  • Mesmo assim, o presidente da Câmara naquele momento, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu tomar uma decisão isolada, sem levar o caso ao plenário, e aceitou a inscrição do PT no bloco de Rossi.
  • Aliados de Arthur Lira, então, ameaçaram ir ao Supremo Tribunal Federal para impedir. Mas Lira decidiu ceder naquele momento, a fim de que as divergências não prejudicassem a eleição para presidente, na qual era o favorito — ele ganhou com 302 votos, mais que o dobro dos votos de Baleia Rossi (145).
  • A apuração eletrônica dos votos é feita em dois momentos: primeiro, o painel do plenário da Câmara indica o candidato vencedor para presidente, que assume o posto imediatamente. Depois, são revelados os votos para os demais cargos na mesa.
  • Mas, ao assumir, Arthur Lira não determinou a apuração dos votos para os demais cargos e anunciou a anulação da decisão de Rodrigo Maia. Lira determinou à Secretaria-Geral um novo cálculo de proporcionalidade, sem considerar o bloco de Baleia Rossi, e marcou uma nova eleição para esses cargos para esta terça-feira (2).
  • Pelo critério da proporcionalidade e com base na decisão de Maia, o PT, pivô de todo o episódio, ficaria com um dos cargos mais importantes da mesa, a Primeira Secretaria. Com a decisão de Lira, o partido, detentor da maior bancada da Câmara, deverá ocupar uma vaga menor.
  • No final da noite, os partidos que apoiavam Baleia Rossi se reuniram, argumentaram que o ato de Lira foi ilegal e autoritário e decidiram mover uma ação contra a decisão no Supremo Tribunal Federal (STF).

Os cargos da Mesa Diretora

São as seguintes as atribuições dos ocupantes de cada um dos cargos da Mesa Diretora da Câmara:

  • 1º Vice-presidente: substitui o presidente e elabora pareceres sobre projetos de resolução;
  • 2º Vice-presidente: substitui o presidente ou o 1º vice e examina os pedidos de ressarcimento de despesa médica dos deputados;
  • 1º Secretário: responsável pelo gerenciamento das despesas da Câmara, aprovando, por exemplo, obras e reformas;
  • 2º Secretário: trata de assuntos pertinentes a passaportes diplomáticos;
  • 3º Secretário: autoriza reembolso de passagens aéreas e analisa pedidos de licença e justificativas de faltas;
  • 4º Secretário: supervisiona a concessão de apartamentos funcionais ou o pagamento de auxílio-moradia aos deputados;
  • Suplentes de secretário: são quatro suplentes, que substituem os titulares em suas ausências e participam de reuniões da Mesa.