APetrobras anunciou nesta segunda (8) novos reajustes nos preços da gasolina e do diesel, com vigência a partir desta terça (9). A gasolina vendida pelas refinarias da estatal subirá 8,8%. Já o diesel terá aumento de 5,5%.
É o sexto reajuste da gasolina e o quinto do diesel em 2021. A sequência de altas vem afetando a imagem do governo Jair Bolsonaro (sem partido) e levou o presidente da República a anunciar, no dia 19 de fevereiro, substituição no comando da Petrobras.
Desde o início do ano, o preço da gasolina nas refinarias da Petrobras acumula alta de 53%. Já o diesel tem reajuste acumulado de 40%.
Segundo a estatal, a partir desta terça o litro da gasolina em suas refinarias passará a custar, em média, R$ 2,84, ou R$ 0,23 a mais do que o valor vigente até esta segunda. O diesel será vendido por R$ 2,86 por litro, alta de R$ 0,15.
Em nota, a empresa diz que “os preços praticados pela Petrobras, e suas variações para mais ou para menos, associadas ao mercado internacional e à taxa de câmbio, têm influência limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais”.
A companhia defende ainda que o alinhamento dos preços ao mercado internacional “é fundamental para garantir que o mercado brasileiro siga sendo suprido, sem riscos de desabastecimento, pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às regiões brasileiras”.
Na semana passada, Bolsonaro anunciou isenção de impostos federais sobre o diesel como parte de um esforço para conter a escalada e acalmar os caminhoneiros. Nos primeiros dias após a isenção, porém, o preço final subiu nos postos.
EUA tem queda de 75% na média móvel de casos de Covid-19 em relação a janeiro
Até o último dia 4 de março, 16,1% dos cidadãos americanos já haviam recebido ao menos a primeira dose da vacina contra a doença
domingo, 07/03/2021, 15:28 – Atualizado em 07/03/2021, 15:28 – Autor: Com informações do portal Metrópoles
| Getty Images .
A média móvel de novos casos de Covid-19 nos Estados Unidos diminuiu 74,9% no início deste mês de março se comparada ao maior pico registrado no mês de janeiro deste ano. As informações são do portal Metrópoles.
De acordo com informações do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), o índice de 249.360 contaminações (11 de janeiro) caiu para 62.555 (3 de março), e a média semanal de internações de pacientes com coronavírus teve queda de 67%: de 16.540 (9 de janeiro) para 5.490 (2 de março).
A melhora nos índices acompanha o avanço da campanha de vacinação no país. Até 4 de março, 16,1% dos cidadãos americanos já haviam recebido ao menos a primeira dose da vacina contra a doença.
Apesar do declínio no número de transmissões e de hospitalizações, os Estados Unidos ainda registram números mais preocupantes do que em abril de 2020. No dia 6 daquele mês, houve cerca de 42,5 mil novos casos da doença. Em 3 de março de 2021, foram 65,4 mil.
Na maior cidade dos EUA, Nova York, a maioria dos vacinados integra grupos de idosos, profissionais da saúde e pessoas que atendem a alguns critérios estabelecidos, como professores universitários ou trabalhadores de serviços essenciais.
Terceira maior cidade do país, Chicago abriu as escolas públicas pela primeira vez em um ano. Restaurantes em Massachusetts voltaram a operar com capacidade total e, na Carolina do Sul, os limites para reuniões de pessoas foram flexibilizados.
Clientes, que não foram identificados, causaram confusão dentro do Motel Mirage, localizado na rua Professor Nelson Ribeiro, no bairro do Telégrafo, em Belém, na manhã desta segunda-feira (08), que acabou com um tiro disparado dentro do local.
De acordo com informações de testemunhas, que preferiram não se identificar, clientes que estavam em três veículos tentaram sair do motel de luxo sem pagar a conta e causaram confusão. Ainda segundo as testemunhas, uma mulher teria sido baelada pelo segurança do motel.
Policiais Militares foram acionados para atender a ocorrência.
O DOL entrou em contato com o Motel Mirage por telefone e email e aguarda posicionamento.
Em Santarém, até domingo (07), já são 15.778 casos confirmados, com 689 óbitos
PORTAL SANTARÉM
No Hospital Regional do Tapajós, em Itaituba, leitos de UTI estão quase todos ocupados
A alta taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Santarém e Itaituba, na região oeste do Pará, continua preocupando autoridades de saúde e a população. Por causa da alta taxa de ocupação, pacientes esperam na fila, uma vaga para leitos dos dois hospitais da região, referências no tratamento do novo coronavírus (Covid-19).
Em nova atualização do boletim da Covid-19, no domingo, 07, a Prefeitura de Santarém informou que há 15.778 casos confirmados, no Município. Existem, segundo a Prefeitura, 14.715 pessoas recuperadas, 689 óbitos, 17.123 resultados negativos, 161 análises, 2.623 monitorados e 67.148 monitorados já recuperados.
Nas últimas 24 horas, a Prefeitura confirmou 07 novos óbitos em decorrência da Covid-19, divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa). Outros 09 óbitos estão sendo investigados pela Sespa.
A atualização de ontem, acrescentou 13 casos positivos. A Prefeitura reforça que dos 15.778 casos confirmados de Covid-19, 14.715 estão recuperados, 118 estão internados, 689 são óbitos e outros 256 pacientes estão em isolamento clínico-hospitalar ou domiciliar.
A rede Hospitalar de Santarém, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), possui no momento 64 leitos de UTI, exclusivo para Covid-19, disponíveis. Desse total, 62 estão ocupados (95,31%), 54 com positivos e 08 com suspeitos. Todos os pacientes estão no Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará (HRBA).
Segundo a Semsa, existem 08 pacientes na fila de espera para ocupar um leito de UTI. Já dos 194 leitos clínicos disponíveis exclusivos para Covid-19, de acordo com a Semsa, 98 estão ocupados, equivalendo a 50,52% total. Entre eles, 64 com pacientes positivos e 34 com suspeitos.
Além de Santarém, o Município de Itaituba vive dias difíceis por conta da Covid-19. Em atualização do boletim epidemiológico, no domingo, 07, a Prefeitura de Itaituba informou que existem 8.607 casos confirmados; 7.521 casos recuperados; 181 óbitos e 96 pacientes internados.
Segundo a Prefeitura de Itaituba, na Clínica (Covid-19) da Unidade de Pronto Atendimento (UPA/24), existem 8 pessoas internadas, equivalendo a 67% da taxa de ocupação. Já no Hospital Regional do Tapajós (HRT), de acordo com a Prefeitura, na UTI existem 18 pacientes de Itaituba internados e 41 de outras cidades da região, praticamente quase todos ocupados. Enquanto que na Clínica (Covid-19) do HRT, segundo a Prefeitura, existem 28 pacientes de Itaituba internados e 15 de outras cidades, equivalendo a 80% de ocupação.
O casal deu detalhes sobre a vida na realeza britânica e relatou os motivos que os levaram a se desligar dela | Reprodução/CBS .
Em uma entrevista especial à apresentadora americana Oprah Winfrey, Meghan Markle, duquesa de Sussex, e o príncipe Harry esmiuçaram sua vida como parte da realeza britânica, relatando os motivos que os levaram a se desligar dela em janeiro do ano passado.
Um dos atritos envolve o primeiro filho do casal, Archie, que nasceu em 2019. Meghan afirmou que havia diversas “preocupações e conversas sobre o quão escura a sua pele seria quando nascesse”.
Segundo a duquesa, a família mantinha essas conversas com Harry, que as relatava a Meghan, que não revelou os envolvidos.
O assunto surgiu quando a ex-atriz contou que, ainda grávida, foi informada pela realeza que Archie não se tornaria príncipe, não recebendo assim segurança oficial.
“Isso aconteceu nos últimos meses da nossa gravidez, quando eu estava, pera aí, ele precisa estar seguro”, afirmou. “Criamos esse máquina monstra [de cliques e tablóides], vocês permitiram que isso acontecesse, o que significa que precisamos estar seguros.”
Meghan disse que nunca ligou para títulos, mas que a situação é diferente porque nesse caso afeta a segurança de Archie. “Quando eu estava grávida, eles quiseram mudar a convenção, para o Archie. Por quê?”, questionou. “Não tem explicação.”https://058ff3458849e9b1c28d1d50d9fd90a8.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html
Durante suas viagens oficiais, ela viu “o quanto significava para eles poder ver alguém que se parecia com eles nesta posição”. “E eu nunca pude entender como isso não poderia ser visto como um benefício adicional, um reflexo do mundo hoje.”
O príncipe Harry disse que precisou se colocar no lugar de Meghan para entender o escrutínio e o preconceito que ela enfrentava como mulher negra.
“Passei muitos anos fazendo o trabalho e aprendendo por conta própria. Mas então, na minha educação e no sistema em que fui criado e a que fui exposto, eu não estava ciente disso. Mas, meu Deus, não demorou muito para repentinamente tomar consciência disso”, disse ele sobre as questões raciais.
A entrevista foi conduzida pela apresentadora Oprah Winfrey. Reprodução/Instagram
A briga com Kate Middleton
A norte-americana também tratou dos inúmeros boatos de intrigas entre ela e Kate Middleton, duquesa de Cambridge, casada com o príncipe William, segundo na linha sucessória ao trono e irmão mais velho de Harry.
O principal deles começou com uma história de que Meghan teria feito Kate chorar durante os preparativos de seu casamento com Harry. Segundo a ex-atriz, foi a duquesa de Cambridge que acabou fazendo com que a cunhada ficasse chateada por causa dos vestidos das meninas que levariam as flores.
Meghan disse ainda que não houve confronto e que Kate pediu desculpas depois. A história, porém, não acabou aí, e a duquesa de Sussex disse que esses rumores foram “o início de um verdadeiro assassinato de caráter”, acrescentando que realeza não os contestou publicamente, apesar de saber que eram falsos.
“Eles iriam abertamente e negariam a história mais ridícula para qualquer um”, disse. “Mas a narrativa sobre fazer Kate chorar foi o começo de um verdadeiro assassinato de caráter, e eles sabiam que não era verdade. Se eles não vão sufocar coisas assim, então o que vamos fazer?”
Relação com a Rainha e pensamento suicidas
A vida turbulenta em meio à família real, apesar de a ex-atriz falar que mantinha boas relações com a rainha Elizabeth 2, chegou a levar Meghan a ter pensamentos suicidas.
Ao ser perguntada se houve um momento decisivo, Meghan respondeu que sim. “Eu simplesmente não via uma solução. Eu ficava acordada à noite, eu não entendia como tudo isso está acontecendo”, ela contou. “Minha mãe e meus amigos ligavam chorando e dizendo: ‘Meg, eles não estão protegendo você’.”
A duquesa disse que isso a levou à beira do desespero. “Eu tinha muita vergonha de falar à época e vergonha de ter que admitir para o Harry, especialmente, porque eu sei quantas perdas ele sofreu, mas eu sabia que se não falasse, eu faria, e eu simplesmente não queria mais estar viva”, afirmou. “Tudo estava acontecendo apenas porque eu estava respirando.”
O príncipe Harry, por sua vez, se disse desesperado por ver a história se repetindo, mas afirmou não ter recebido nenhum tipo de ajuda. A mãe de Harry e William, princesa Diana, morreu em um acidente de carro em Paris, em 1997, enquanto fugia de paparazzi.
Ele disse que ficou apavorado quando Meghan falou para ele que não queria mais viver. “Eu não tinha ideia do que fazer”, afirmou. “Mas queria estar lá para ela.”
No início, ele não disse à família que ela precisava de ajuda —não é uma conversa fácil em meio à realeza, contou Harry. “Acho que tive vergonha de admitir isso para eles, não sei se eles tiveram os mesmos sentimentos ou pensamentos.”
Harry disse ainda que se tratava de um ambiente sufocante e que não tinha a quem recorrer. “Para a família, eles têm muito essa mentalidade de, é assim que as coisas são, você não pode mudar isso, todos nós já passamos por isso.”
“Mas o que foi diferente para mim foi o elemento raça, não era apenas sobre ela, era sobre o que ela representa”, disse ele. “Então, não está afetando apenas minha esposa, mas afetando muitas outras pessoas também.”
Foi isso que o levou a discutir o assunto com a família real e avisá-los de que “isso não vai acabar bem”. Segundo Harry, antes de anunciar publicamente que deixava a realeza, ele conversou três vezes com sua avó e duas com seu pai, que depois disso parou de atender seus telefonemas.
Meghan e Harry participaram em março do ano passado do último compromisso real após anunciarem seu desligamento das funções reais. Desde então, eles passaram um período vivendo no Canadá e estão atualmente em Montecito, Califórnia. O casal chegou a processar algumas publicações e paparazzi por invasão de privacidade.
A entrevista, que já era aguardada, ganhou mais força nos últimos dias, com a emissora veiculando trechos da conversa. Além disso, Meghan entrou em nova polêmica com a realeza britânica na última semana, já que o Palácio de Buckingham decidiu investigar possível bullying da duquesa a funcionários.O casal deu detalhes sobre a vida na realeza britânica e relatou os motivos que os levaram a se desligar dela | Reprodução/CBSO casal deu detalhes sobre a vida na realeza britânica e relatou os motivos que os levaram a se desligar dela | Reprodução/CBS
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) disse, na noite desse domingo (7.mar.2021) que tem recebido ameaças de morte e que formalizou uma queixa na Polícia Civil para que os responsáveis sejam investigados.
“A tática de intimidar a mim e aos meus familiares não vai fazer com que eu desanime de continuar lutando, defendendo a ciência, salvando vidas e trabalhando pela vacinação de todos os brasileiros”, afirmou o governador, em nota.
O jornal Folha de S.Paulo apurou que as ameaças foram feitas em ligação e mensagens enviadas para o celular particular do governador. Em uma delas, o interlocutor dizia que daria um “tiro na cabeça” de Doria. Outra mensagem falava em sequestro.
Ao menos 4 números de telefones, nacionais e internacionais, foram identificados.
As ameaças à família de Doria não tinham relação com a suposta festa realizada pelo filho dele, João Doria Neto, conhecido como Jhonny, na 6ª feira (5.mar.2021).
Doria também formalizou uma queixa contra os responsáveis por divulgar o vídeo sobre a suposta festa.
No Twitter, Doria já havia desmentido a informação.
Nesse domingo (7.mar.2021), um pequeno grupo de pessoas se reuniu na porta da casa de Doria para protestar.
O governo paulista emitiu nota dizendo que lamenta que “negacionistas” façam aglomeração em um momento “em que hospitais de São Paulo têm 100% de ocupação e o Estado ultrapassa 8.000 pessoas entre a vida e a morte em leitos de UTI”.
“É mais um ato político promovido pelo gabinete do ódio, ligado ao presidente Jair Bolsonaro, em que os seus seguidores demonstram ter desprezo pela vida e adoração pela morte. O governador João Doria e sua família são vítimas da violência desta ideologia homicida promovida por maníacos, que faz o Brasil ser fonte de preocupação em todo mundo pela catástrofe humanitária que acontece neste momento no país. O governador João Doria não tem medo, não se intimida e vai continuar a proteger a população contra a ação de fanáticos adoradores da morte“, diz a nota.
Criminoso sequestra e obriga mulher a ir até motel com homem armado
Homem usava arma falsa e falava que ia matar a mulher após cometer o estupro
domingo, 07/03/2021, 16:48 – Atualizado em 07/03/2021, 16:48 – Autor: Com informações do portal R1 Rondônia
| Reprodução .
Uma mulher de 36 anos viveu momentos de pânico, na tarde do último sábado (6), após ser sequestrada e forçada a ir a um motel com um homem que usava uma arma falsa na cidade de Porto Velho, em Rondônia. A vítima foi salva por um policial penal que desconfiou da cena. As informações são do portal R1 Rondônia.
De acordo com informações prestadas à Polícia Civil, a vítima relatou que transitava em uma motocicleta no bairro Lagoa quando foi surpreendida por um homem que a derrubou do veículo e, usando uma arma, a rendeu. O criminoso obrigou a mulher a dirigir até um motel próximo.
No primeiro motel onde pararam, a atendente não liberou a entrada, e a mulher foi obrigada a se deslocar a outros motéis da Zona Leste por cerca de uma hora até chegar a um localizado no bairro Teixeirão. Durante o trajeto, segundo a vítima, o agressor passava as mãos nos seios, nádegas e todo o corpo dela.
De acordo com a polícia, no motel do bairro Teixeirão, havia um policial penal na recepção. O agente desconfiou pois o homem estava sem capacete, e a condutora da moto nervosa. Ele liberou a entrada e, em seguida, foi até o quarto verificar o que acontecia.
O policial penal encontrou a vítima chorando e o suspeito tentando forçar a entrada dela no quarto. Com isso, se apresentou como policial e deteve o criminoso. O estuprador ainda tentou alegar que a situação era “briga de marido e mulher”.
A vítima contou também que, antes da intervenção do policial, o homem havia falado que já tinha estuprado uma mulher no mesmo dia e que iria matá-la após o estupro.
A Polícia Militar (PM) foi chamada e conduziu o suspeito até a Central de Flagrantes, onde o delegado plantonista confirmou a prisão dele pelos crimes de roubo e estupro.
O ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) foi advertido por um mestre de cerimônias do governo de Israel neste domingo (7.mar.2021). Ao terminar sua declaração à imprensa, o chanceler brasileiro foi convidado para uma foto com seu homólogo, Gabi Ashkenazi, mas não usava máscara no momento.
“Convidamos os 2 ministros para uma foto juntos. Nós precisamos que coloque a máscara”, disse o locutor do evento. Ernesto respondeu: “Oh, yes!” e prontamente colocou o equipamento.
Reveja o momento em que o chanceler brasileiro atende ao pedido de colocar a máscara:
Antes da cerimônia, o encarregado do governo israelense havia solicitado à comitiva brasileira que mantivesse o distanciamento social entre as cadeiras do auditório.
“Mantenham distanciamento social, talvez 1 ou 2 assentos entre cada 1”, disse.
COMITIVA BRASILEIRA
O governo federal enviou uma delegação à Israel nesse sábado (6.mar) para discutir intercâmbio de tecnologias ligadas ao combate da pandemia –incluindo o spray nasal EXO-CD24. O medicamento desenvolvido por Israel supostamente teria ação anticovid. Ainda são necessários mais testes para a comprovação do efeito.
Vídeo anterior ao embarque compartilhado no pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), que integra a comitiva, mostra todos sem máscara.
Na foto divulgada pelo Itamaraty (Ministério de Relações Exteriores) na manhã deste domingo (7.mar), que mostra o desembarque em Israel, o grupo aparece usando máscaras de proteção.
Além de Eduardo Bolsonaro e de Ernesto, participam da viagem representantes do Ministério da Saúde, do Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação, do Ministério de Comunicações e do Planalto.
O MEDICAMENTO
A droga citada por Bolsonaro ficou conhecida depois que pesquisadores do Ichilov Hospital, em Tel Aviv, Israel, afirmarem que a substância foi eficiente no tratamento contra o covid em 29 de 30 pacientes. Os cientistas disseram que o remédio, desenvolvido por Nadir Arber, do Centro Integrado de Prevenção do Câncer, seria capaz de curar os enfermos em 5 dias.
No entanto, o estudo conduzido no país foi preliminar e não comparou a droga a um placebo. Também não esclareceu a idade dos envolvidos no experimento.
Na noite de sábado (6), uma festa que acontecia em um espaço de eventos reuniu cerca de 600 pessoas, violando, assim, o decreto para conter a disseminação da covid-19. A farra foi interrompida por fiscais da Prefeitura de Contagem (MG), onde houve a ocorrência, junto com a Polícia Militar e a Guarda Municipal, no bairro Quincas do Jacubá.
Segundo informações do jornal O Tempo, o evento foi anunciado desde o dia 3 de fevereiro e até DJs internacionais iriam se apresentar no evento de música eletrônica. O desrespeito à pandemia não estava somente na aglomeração, mas havia várias pessoas sem máscaras e sem nenhum tipo de distanciamento social. A polícia informou que a festa foi denunciada por volta das 15h pela vizinhança.
Na cidade mineira, o atual decreto por causa da pandemia determina a proibição de eventos com mais de 10 pessoas, inclusive em residências. Casas de shows, bares e afins estão proibidos de funcionar.
“O local tinha alvará para funcionar como restaurante, até às 23h, obedecendo as normas do decreto 004/21 e adotando todos os protocolos sanitários. Entretanto, diante da chegada da patrulha, constatou-se que o local estava promovendo um evento clandestino. Ele não estava funcionando como restaurante e, portanto, foi interditado”, informou a prefeitura.
O responsável pela festa foi qualificado em boletim de ocorrência, mas não foi preso, pois não há punição determinada pelo executivo para esse tipo de evento.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.