Flamengo foi o campeão de 2020 | Divulgação/Flamengo .
Pela primeira vez na história o Campeonato Brasileiro será disputado com limite para troca de técnicos. A medida foi anunciada na noite desta quarta (24) pela CBF e já será válida para a edição 2021 do torneio.
Cada time só poderá realizar uma demissão ao longo da competição. Um técnico terá a possibilidade de pedir as contas apenas uma vez e de dirigir no máximo duas equipes diferentes.
Se o clube mandar um segundo treinador embora, precisará utilizar alguém que já seja seu funcionário.
A nova regra valerá apenas para a Série A do Nacional, que terá início em 29 de maio.
A proposta foi apresentada pelo presidente da CBF, Rogério Caboclo, aos 20 clubes da elite do Brasileiro durante congresso técnico e acabou aprovada por uma margem apertada, segundo o GE: 11 a 9.
Essa mudança era uma vontade antiga do dirigente da entidade que controla o futebol no país.
Contrato com o Ministério da Saúde prevê entrega de 16,9 milhões de doses no terceiro trimestre de 2021. Entre os imunizantes que estão sendo aplicados no mundo, o da Janssen é o único que requer somente uma dose por pessoa.
Por G1
24/03/2021 20h03 Atualizado há 2 horas
Que vacina é essa? Janssen (Johnson&Johnson;)
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu nesta quarta-feira (24) o pedido de uso emergencial da vacina contra a Covid-19 da farmacêutica Janssen, empresa do grupo Johnson & Johnson.
A agência informou que iniciou a triagem dos documentos enviados pela companhia, processo que ocorrerá durante as próximas 24 horas. Caso esteja faltando algum dado importante, a agência poderá pedir informações diretamente ao laboratório.
“A meta da Agência é fazer a análise do uso emergencial em até sete dias úteis, descontando eventual tempo que o processo possa ficar pendente de informações, a serem apresentadas pelo laboratório”, informou a Anvisa em nota divulgada nesta quarta-feira.
No Brasil, duas vacinas já obtiveram o registro definitivo pela Anvisa para aplicação na população: a da Pfizer e a da AstraZeneca/Oxford. A CoronaVac, em produção pelo Instituto Butantan, recebeu apenas a autorização para uso emergencial.
As vacinas da Pfizer e da Janssen já foram aprovadas também pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para uso emergencial. Entre os imunizantes que estão sendo aplicados no mundo, o da Janssen é o único que requer somente uma dose por pessoa.
Foto de 2 de dezembro de 2020 da Johnson & Johnson mostra ampolas da vacina da Janssen contra a Covid-19 — Foto: Johnson & Johnson via AP
Contrato assinado
Antes mesmo da empresa entrar com o pedido junto à Anvisa, o Ministério da Saúde já havia assinado o contrato com a Janssen, com anúncio oficializado na sexta-feira (19).
De acordo com o governo, os prazos para entrega das doses são:
terceiro trimestre de 2021 – 16,9 milhões de doses
quarto trimestre de 2021 – 21,1 milhões de doses
O contrato da Janssen prevê o valor de US$ 10 por dose, e um pagamento US$ 95 milhões na primeira parcela.
Bolsonarista faz gesto supremacista branco no Senado
O gesto usado pelo assessor bolsonarista representa WP – White Power
quarta-feira, 24/03/2021, 21:26 – Atualizado em 24/03/2021, 22:07 – Autor: Com informações da Revista Forum
| Reprodução .
Mais um evidente sinal de racismo ronda a cúpula de Bolsonaro. Durante audiência no Senado Federal nesta quarta-feira (24), Filipe Martins, assessor do ministro das Relações Exteriores, Ernesto de Araújo, fez um sinal historicamente utilizado por grupos de supremacia branca e que, inclusive, é classificado desde 2019 como “uma verdadeira expressão da supremacia branca” pela Liga Antidifamação dos EUA.
A cena não passou despercebida e está repercutindo nas redes sociais, embora, até o momento, o governo não tenha se manifestado.
“Ele fez um sinal de supremacia branca enquanto arruma o terno. É muito difícil ele dizer que não sabe o que está fazendo. É um sinal de supremacia branca. É um sinal que é usado como senha em diversos grupos, como o Proud Boys”, disse à Fórum a antropóloga Adriana Dias, que é doutora em antropologia social pela Unicamp, pesquisa o fenômeno do nazismo e atua como colunista,
Assista:
🇧🇷 Filipe Martins, assessor internacional do presidente da República, durante sessão do Senado Federal para ouvir o chanceler Ernesto Araújo. pic.twitter.com/EVinI5T9jd
Além de apoiar candidatos que faziam alusões a Hitler, Bolsonaro viu, no ano passado, o então secretário de cultura, Roberto Alvim, usar um discurso nazista em pronunciamento. Ele foi afastado após pressão popular, no entanto, o presidente nunca condenou a atitude.
Homem mata namorada após biquíni dela abrir sem querer
Os dois estavam em uma festa quando a jovem decidiu entrar na piscina
quarta-feira, 24/03/2021, 20:50 – Atualizado em 24/03/2021, 21:21 – Autor: Com informações de O Tempo
| Reprodução Ouça esta reportagem https://audio.audima.co/iframe-thin-local.html?skin=thin&statistic=false
Um homem espancou a namorada até a morte após o biquíni dela abrir durante um mergulho de piscina. O caso aconteceu na última sexta-feira (19), na cidade de Itapecerica da Serra (SP).
Ana Paula, 24 anos, era namorada de Níkolas. Os dois estavam em uma festa quando a jovem decidiu entrar na piscina e durante o mergulho o biquíni dela se soltou, sem querer.
Segundo testemunhas, Nikolas ficou muito agressivo e começou a agredir Ana Paula. Ainda de acordo com os presentes, ele dizia que a vítima queria mostrar os seios para pessoas que estavam na festa.
Após as agressões Ana Paula desmaiou. O assassino disse para as pessoas que estavam na festa que a jovem tinha se afogado e que precisava levá-la ao hospital.
O namorado assassino levou Ana Paula em casa, mas ela começou a vomitar e passar mal novamente. Então, ele levou-a para um hospital . Ana Paula não resistiu e morreu devido ás agressões.
Essa não é a primeira vez que Nikolas agrediu a namorada. Desde dezembro de 2020 ele está sendo procurado pela Justiça por estelionato e costumava aplicar golpes na internet.
Nikolas ainda não foi localizado e segue como foragido da Justiça.
Eduardo Pazuello se despediu do Ministério da Saúde nesta 4ª feira (24.mar.2021). O o novo ministro, Marcelo Queiroga, assumiu a pasta nessa 3ª feira (23.mar)Reprodução/YouTube – 24.mar.2021
O ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta 4ª (24.mar.2021), em discurso de despedida aos servidores do Ministério da Saúde, que sofreu boicote interno e pressões políticas para deixar a pasta.
O Poder360 teve acesso à íntegra da declaração feita ao lado do novo ministro Marcelo Queiroga.
De acordo com Pazuello, havia um grupo de médicos lotados na pasta disposto a boicotá-lo e políticos que viam o ministério como alvo para desvio de recursos.
Pazuello disse que sabia que “não passaria de março” no comando da pasta por causa da pressão política. “Eu reuni toda minha equipe no dia 23 de fevereiro, fiz um quadrinho e mostrei todas as ações orquestradas contra o ministério. Eram 8. Falei que não tinha como nós chegarmos até o dia 20 de março. Marcelo foi consultado já no início de fevereiro“, afirmou.
Assista a um trecho do discurso do ex-ministro (2min):
Para justificar a pressão que supostamente sofria, Pazuello disse que levou ao ministério características próprias dos militares, como “liderança, ética, probidade, honestidade, responsabilidade” e disse que não aceitou “lobby” ou “favorecimento de partido a, b ou c”. Isso, segundo ele, teria causado estranheza de políticos interessados nos recursos do Ministério da Saúde.
“O ministério é o foco, o aval das pressões políticas. Por quê? Por causa do dinheiro que é destinado aqui de forma discricionária […]. A operação de grana com fins políticos acontece aqui. Acabamos com 100%? Claro que não, 100% nem Jesus Cristo. Nós acabamos com muito”, declarou.
Marcelo Queiroga, o novo ministro, escutou todo o discurso ao lado do ex-ministro, em silêncio. Depois, elogiou a gestão do general e fez um paralelo entre as carreiras militar e médica.
“Mesmo sem CRM, você salvou muitas vidas, meu amigo. Fala desse jeito de comandar a tropa, mas a gente vê que é um sujeito de grande coração, e de coração eu entendo”, disse o médico a Pazuello.
Pazuello foi o 3º a chefiar a pasta na gestão Bolsonaro. Assumiu interinamente em 15 de maio, depois que Nelson Teich pediu demissão. O militar foi efetivado no cargo só em setembro.
Um pequeno grupo de Bolsonaristas protestou, nesta 4ª feira (24.mar.2021), contra a Rede Globo, em Brasília. Eles gritavam “fora Rede Globo” e seguravam faixas favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro.
Os manifestantes seguravam uma faixa escrito “Um líder que o Brasil agradece. Parabéns, Bolsonaro!”. Eles também realizaram críticas aos prefeitos e governadores. Uma das faixas pedia a “prestação de contas dos governadores e prefeitos do dinheiro gasto com o covid”.
OPará alcançou nesta quarta-feira (24) a triste marca das 10 mil vítimas fatais causadas pela Covid-19. O Estado chegou a quantia total de 10.011 mil vidas perdidas para a doença após registrar mais 40 casos hoje.
Os dados foram repassados ao DOL por uma fonte da Sespa. A Secretaria deverá divulgar os números no boletim diário da covid-19.
Até a terça-feira, o Pará registrava 9.971 mortes pela covid e 374.689 casos confirmados desde o incídio da pandemia.
O primeiro caso registrado no Estado ocorreu em 18 de março de 2020, de um paciente em Belém. A primeira morte da doença ocorreu pouco depois, no dia 1° de abril, no município de Santarém.
Também nesta quarta-feira (24), o Brasil ultrapassou a marca dos 300 mil mortos pela Covid-19.
Liberação está condicionada à entrega de informações complementares
Gregory Prudenciano, da CNN, em São Paulo24 de março de 2021 às 17:54 | Atualizado 24 de março de 2021 às 18:03
A pesquisa clínica com o soro contra a Covid-19 desenvolvido pelo Instituto Butantan foi liberada nesta quarta-feira (24) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Agora, o Instituto Butantan tem autorização para conduzir testes em humanos.
Ainda assim, o Butantan deverá apresentar à Anvisa informações complementares que ainda não foram disponibilizadas para a agência. A autorização foi condicionada à entrega destes dados.
A autorização da Anvisa vinha sendo motivo de cobrança pública por parte do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que acusou a burocracia da agência federal de impedir a realização dos testes. Segundo a Anvisa, a análise do processo levou nove dias e houve necessidade de complementação dos dados técnicos que faltaram no pedido original, feito em 2 de março.
“Esta será a primeira vez que o soro do Butantan será testado em pessoas, o que exigiu da Anvisa uma avaliação criteriosa dos aspectos técnicos e de segurança do produto. Até o momento, o soro foi testado somente em animais”, disse, em nota, a Anvisa.
A ideia é “verificar se o estudo é suficiente para produzir dados confiáveis sobre a segurança e eficácia do medicamento.”
O crédito bancário para 136.250 contribuintes será realizado no dia 31 de março, totalizando mais de R$ 225 milhões
Divulgação.
A Receita Federal liberou nesta quarta-feira (24) a consulta a mais um lote de restituição do Imposto de Renda parta os contribuintes que haviam caído na malha fina. O pagamento será feito na próxima quarta-feira (31) na conta bancária indicada ao fazer a declaração.
Ao todo, são 136.250 contribuintes que devem receber mais de R$ 225 milhões.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte pode acessar o site da Receita Federal ou o Portal e-CAC. A consulta também pode ser feita pelo aplicativo para tablets e smartphones.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento pelos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Maria Carolina Abe, do CNN Brasil Business24 de março de 2021 às 15:33
Apenas dois meses e meio depois de cruzar a trincheira das 200 mil mortes, o Brasil acumulou mais uma centena de milhares de vítimas e alcançou, nesta quarta-feira (24), a assustadora marca de 300 mil óbitos pela Covid-19. O número é tão grande que supera a população de 98,3% das 5.570 cidades brasileiras.
De março de 2020 até as 16h24 desta quarta, o país somou 300.015 óbitos. Em meio a essa crescente montanha de mortos, a rede de saúde colapsa em todas as regiões do país, medicamentos escasseiam e oxigênio falta. O número ainda crescerá até o fim do dia, já que apenas 10 estados haviam divulgado dados até então.
Nas projeções de população do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2020, somente 95 cidades -ou 1,7% do total- têm população superior a 300 mil pessoas. Foi dizimado um contingente humano do tamanho de Mossoró (RN) ou Suzano (SP), ou metade de uma Joinville (SC).
A letalidade da pandemia aqui fica evidente também quando a comparação é feita em escala mundial. Com apenas 2,7% da população global, o Brasil responde por 11% das mortes por Covid-19 registradas em todos os países até agora, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. Ou seja: a fatia de mortos por Covid no país, dentro do total mundial, é o quádruplo de sua fatia na população planetária.
Na média dos últimos sete dias, de cada 4 pessoas que morreram de Covid no planeta, 1 estava no Brasil.
Mas o avanço da doença -acelerado pela disseminação das variantes do coronavírus e pela falta de políticas nacionais de contenção- também é sentido nos números que nos acompanham todos os dias.
Na terça (24), o país ultrapassou pela primeira vez a marca das 3.000 mortes registradas em 24 horas, superada somente pelos EUA, que transcendeu os 4.000 óbitos em um dia, em janeiro, antes de arrefecer (hoje o país governado por Joe Biden tem em média 1.000 mortes diárias, apesar de ter uma população mais de 50% superior à brasileira).
Foi registrado ainda, pelo 25º dia consecutivo, recorde de média móvel, que na terça chegou a 2.349 óbitos por dia. O patamar superior às mil mortes diárias, tão temido em 2020, se instalou há 63 dias. Os casos registrados da doença, provavelmente subnotificados dada a escassez de testes no país, se comparam à população de São Paulo, maior metrópole brasileira: 12,2 milhões.
Os dados brasileiros são os aferidos pelo consórcio de veículos de imprensa integrado por Folha de S.Paulo, UOL, G1, O Estado de S. Paulo, Extra e O Globo e coletados até as 20h com as secretarias de saúde dos estados.
Com a disseminação do vírus fora de controle, o Brasil somou 50 mil mortes em 28 dias. Há exatas quatro semanas, quando o país atingia a marca de 250 mil óbitos, a média móvel de mortes estava na casa de 1.100 registros. Em menos de um mês, essa média, usada como instrumento estatístico para corrigir eventuais falhas técnicas no sistema de registros, duplicou.
A marca de 200 mil mortes havia sido alcançada em 7 de janeiro, quando o total de casos era de 7.930.943
A situação não dá mostras de que arrefecerá tão cedo. O monitor da Folha de S.Paulo de aceleração da doença indica que 20 estados e o Distrito Federal estão em estágio acelerado (crescimento rápido de novos casos) e outros 4 na fase estável (estabilização do crescimento, mas num patamar alto). Somente o Amazonas encontra-se em desaceleração.
A pressão no sistema de saúde tornou-se insustentável. Nesta quarta-fera, 19 das 26 capitais brasileiras tinham taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid acima de 90%, segundo levantamento da Folha de S.Paulo. Belo Horizonte, Porto Alegre, Porto Velho e Rio Branco não tinham nenhum leito para tratamento intensivo disponível na ocasião.
Mesmo após o paciente conseguir uma vaga para se tratar, corre o risco de morrer por falta de oxigênio. Monitoramento feito pelo Ministério da Saúde pontou que sete estados -Acre, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Norte e Rondônia- estão com maior dificuldade de manter estoques do insumo.
Na capital paulista, a cidade com a maior rede hospitalar do país, três pacientes internados na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Ermelino Matarazzo, na zona leste, morreram em decorrência do desabastecimento de oxigênio da unidade, segundo servidores. A prefeitura nega.
O país também enfrenta o desabastecimento de medicamentos utilizados para a intubação de pacientes. Hospitais e associações médicas alertaram o governo federal para a queda no estoque de analgésicos, sedativos e bloqueadores musculares usados para a intubação de pacientes em UTIs, que pode durar apenas mais 15 dias no Brasil.
A escassez dos medicamentos tem obrigado equipes médicas a trabalhar com drogas de segunda ou terceira linha, de maneira racionada, o que pode causar mais sofrimento aos pacientes, além de prejuízo na adaptação à ventilação mecânica e mais mortes, segundo médicos intensivistas ouvidos pela reportagem.
Para tentar evitar o colapso das UTIs, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu adotar medidas regulatórias emergenciais, como a possibilidade de importação direta de insumos por hospitais. Além disso, o Ministério da Saúde anunciou novas requisições administrativas de medicamentos, feitas diretamente aos fabricantes.
O isolamento social tem sido pouco obedecido, e a vacinação da população, que poderia causar a queda das infecções e mortes, segue a passos lentos. Até a noite de terça (23), 6% da população brasileira havia recebido pelo menos uma dose da vacina, sendo que 2% haviam completado a imunização, com duas doses.
Mesmo diante desse quadro, na mesmo noite em que o país registrou 3.000 mortos em 24 horas, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que o Brasil é incansável no combate ao coronavírus.
Por 12 meses, porém, ele negligenciou a pandemia, criticou as práticas de distanciamento social e uso de máscara na contenção da doença, minimizou a letalidade do vírus, desdenhou de famílias que perderam entes queridos e hesitou em comprar vacinas, apostando primordialmente em medicamentos sem eficácia comprovada no combate à doença e espalhando desinformação.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.