RECORDAR

12 de junho de 2021 at 10:56

SALINAS

Foto Divulgação.

Em 2016 o deputado Priante e o prefeito de Salinas Paulo Henrique inauguraram o sistema de abastecimento de água do bairro Bom Jesus. Capacidade do sistema para atender cinco mil famílias.

LUTO

12 de junho de 2021 at 10:18

Morre Marco Maciel, ex vice-presidente da República 

A informação foi confirmada por familiares. Ele estava internado em um hospital da capital federal.

 sábado, 12/06/2021, 09:28 – Atualizado em 12/06/2021, 09:28 –  Autor: FOLHAPRESS


Marco Maciel, vice-presidente da República durante os oito anos de mandato de Fernando Henrique Cardoso. Marco Maciel, vice-presidente da República durante os oito anos de mandato de Fernando Henrique Cardoso. | Divulgação/Agência Senado .

Morreu na madrugada neste sábado (12), aos 80 anos, em Brasília, Marco Maciel, vice-presidente da República durante os oito anos de mandato de Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 2002 e ex-senador. A informação foi confirmada à reportagem por familiares. Ele estava internado em um hospital da capital federal.

Políticos, como o ex-ministros Ciro Gomes (PDT-CE) e Mendonça Filho (DEM-PE), lamentaram a morte do político.

“Homem decente e de espírito publico, dignificou as melhores tradições pernambucanas na política brasileira. Meus sentimentos à família e amigos”, disse Ciro.

“Falar de Marco Maciel é falar de uma história de honradez, de trabalho em defesa do país e dos valores democráticos. Conciliador, foi um homem público que simboliza a seriedade, a honestidade, o trabalho, a integridade e a simplicidade”, afirmou Mendonça Filho.

Desde 2014, Maciel sofria do mal de Alzheimer. Segundo familiares, ele recuperou-se da Covid-19 após período de internação em março, mas retornou ao hospital em decorrência de uma infecção. Morreu de falência múltipla dos órgãos. Maciel deixa mulher e três filhos. O enterro está previsto para a tarde deste sábado, em Brasília.

Maciel fez parte da geração de políticos conservadores que se projetaram nacionalmente sob a ditadura militar.

Governista desde o golpe de 1964, o político filiado ao DEM só passaria à oposição em 2003, com a posse do presidente Lula. Nascido em 1940, no Recife, Maciel defendeu desde a juventude um ideário liberal que o colocava na contramão da política estudantil.

Em 1963, aluno de direito, presidiu a União dos Estudantes de Pernambuco, que lhe deu uma tribuna de onde criticava o governo do presidente João Goulart e do governador de seu estado natal, Miguel Arraes, ambos apoiados por forças de esquerda.Nesse ano, perdeu a disputa pela presidência da UNE (União Nacional dos Estudantes) para José Serra, dirigente da UEE (União Estadual dos Estudantes de São Paulo).

Depois do golpe, Serra deixaria o Brasil exilado e Maciel daria início a uma bem-sucedida carreira política. Antes de testar sua popularidade nas urnas, Maciel foi secretário-assistente do governador Paulo Guerra, nomeado pelo novo regime para substituir Arraes.

Com a experiência acumulada no executivo, elegeu-se deputado estadual em 1966, pela Arena (Aliança Renovadora Nacional), o partido que dava sustentação à ditadura.Na legislatura seguinte, Maciel já estava em Brasília, para exercer o mandato de deputado federal.

Reeleito em 1974, se tornaria, três anos depois, presidente da Câmara dos Deputados, posição em que viveria um episódio desabonador para sua biografia.

Em abril de 1977, pouco mais de um mês após a posse de Maciel no cargo, o presidente Ernesto Geisel fechou provisoriamente o Congresso com o objetivo de implementar reformas que vinham sendo barradas pela oposição consentida, o MDB (Movimento Democrático Brasileiro).O objetivo das medidas, que ficaram conhecidas como o “pacote de abril”, foi garantir a hegemonia da Arena e, assim, na perspectiva do governo, dar prosseguimento ao projeto de distensão política.

O Congresso ficou fechado por duas semanas e, nesse período, o Executivo legislou com a colaboração do presidente da Câmara. Em declaração posterior, Maciel diria em sua defesa que “poderia ter sido pior” se ele e o então presidente do Senado, Petrônio Portela, também da Arena, não tivessem negociado com os militares.

Em depoimento aos historiadores Maria Celina D’Araujo e Celso Castro para o livro “Ernesto Geisel”, o general cita Maciel como um dos que cooperaram com o governo. “Nós nos reunimos nos dias da Semana Semana Santa no Riacho Fundo, tivemos muitos debates e por fim fomos redigindo a lei.”

Em “A Ditadura Encurralada”, Elio Gaspari diz que, enquanto o Congresso estava com as atividades suspensas, Maciel “despachava no Gabinete Civil e cruzava suas salas carregando pastas de papelão de cujo interior transbordavam tiras de documentos com pedaços da legislação estripada na produção da nova ordem política e eleitoral”.

A recompensa pela fidelidade ao governo veio no ano seguinte, quando Geisel o nomeou governador de Pernambuco, posto que assumiu em 1978. Com o fim do bipartidarismo, em 1979, foi um dos articuladores do PDS (Partido Democrático Social), herdeiro da base arenista.

Nessa legenda elegeu-se senador no pleito de 1982 e, já a partir do ano seguinte, passou a articular sua pré-candidatura à sucessão do presidente João Baptista Figueiredo. Como o PDS tinha maioria absoluta no Colégio Eleitoral, acreditava-se que quem vencesse a disputa interna no partido seria presidente.

Depois da derrota da emenda constitucional que reintroduzia a eleição direta, no entanto, Paulo Maluf emergiu como candidato, rachando o partido, e Maciel aderiu ao grupo dissidente Frente Liberal, que ajudou a eleger Tancredo Neves, do PMDB, no Colégio Eleitoral.

No governo José Sarney, o vice que assumiu com a morte de Tancredo antes da posse, Maciel foi ministro da Educação e, em 1986, chefe do Gabinete Civil, de onde fez a ponte entre o governo e o Congresso.

Em 1987 voltou ao Senado e se dedicou a defender uma pauta conservadora na Assembleia Nacional Constituinte. Sem chance de se firmar como pré-candidato à Presidência em 1989, Maciel apoiou o correligionário Aureliano Chaves no primeiro turno e fez campanha para Fernando Collor no segundo.

No início de 1991, assumiu a liderança do governo Collor no Senado, posição onde ficaria até setembro do ano seguinte, quando já estava evidente que o presidente seria afastado devido ao processo de impeachment. Após um hiato de poucos dias na oposição, Maciel voltaria às hostes do governo, agora apoiando Itamar Franco, o vice que foi catapultado à chefia do Executivo depois do afastamento de Collor.

Em 1994, ao defender que seu partido não lançasse candidato na eleição presidencial, desempenhou papel importante na costura do acordo entre o PFL e o PSDB, que resultou na eleição do tucano FHC.

O acordo pressupunha que o PFL indicaria o nome do vice na chapa. Maciel, que seria uma opção natural, foi vetado pelo PSDB pelo temor de que seu forte vínculo com a ditadura fosse explorado na campanha. Maciel só foi admitido na chapa depois que o escolhido, o senador alagoano Guilherme Palmeira, foi envolvido em denúncias de favorecimento a uma empreiteira.

O passado governista de Maciel foi efetivamente usado pelo candidato Lula contra a chapa encabeçada por FHC, que acusou o golpe, escondendo Maciel nos programas do horário eleitoral gratuito na televisão.

No governo, a partir de 1995, Marco Maciel conferiu importância à vice-presidência, posto que usava, com eficiência, para fazer articulações políticas. Em 2002 voltou ao Senado, mas em 2010, já filiado ao DEM, não conseguiu se reeleger naquela que seria a sua primeira derrota eleitoral desde que perdeu a UNE para Serra.

Deixou a vida pública com um patrimônio declarado tão magro quanto sua figura longilínea (pouco mais de 60 quilos distribuídos em 1,87 m). Autor de obras sobre a política brasileira contemporânea, Maciel foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 2003 para integrar o chamado “grupamento dos expoentes”, formado por personalidades que não se destacam necessariamente por seus escritos.

STF dá 48 h para que CPI se manifeste sobre quebra de sigilo de Ernesto Araújo

12 de junho de 2021 at 07:52

A CPI aprovou nesta quinta-feira (10) o pedido de quebra de sigilo de diversas autoridades do governo federal, incluindo o ex-chanceler

Da CNN, em São Paulo

A CPI aprovou nesta quinta-feira (10) o pedido de quebra de sigilo de diversas autoridades do governo federal, incluindo o ex-chanceler

Da CNN, em São Paulo

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes estabeleceu prazo de 48 horas para que a CPI da Pandemia preste informações sobre o pedido de quebra de sigilo telefônico e telemático (redes sociais) do ex-ministro da Relações Exteriores Ernesto Araújo. As informações são da analista da CNN Thais Arbex.

A CPI aprovou nesta quinta-feira (10) o pedido de quebra de sigilo de diversas autoridades do governo federal, incluindo o ex-chanceler.

Após o pedido, o ex-chanceler foi ao STF para que a solicitação da quebra de sigilo seja negada, o que motivou o ministro Alexandre de Moraes – que recebeu o caso – a determinar uma prazo de 48 horas para que a CPI preste explicações das razões do pedido.

O ex-chanceler Ernesto Araújo
O ex-chanceler Ernesto Araújo durante depoimento na CPI da Pandemia nesta terça-feira (18)

Também entraram com mandados de segurança no Supremo pedindo a suspensão da decisão da CPI da Pandemia o advogado de Pazuello, Zoser Hardman, Mayra Pinheiro (secretária do Ministério da Saúde  e Hélio Neto (atual secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde).

(Publicado por Marina Motomura)

Documentos mostram indícios de que gestão de Salles favoreceu grupo em concessões de pontos comerciais no Cristo

11 de junho de 2021 at 23:42

Os documentos foram obtidos pelo Jornal Nacional. A Igreja Católica afirma que as áreas negociadas pelo Ministério do Meio Ambiente são dela.

11/06/2021 21h54  Atualizado há 35 minutos


Documentos mostram indícios de que gestão de Salles favoreceu grupo em concessões de pontos comerciais no Cristo

Documentos mostram indícios de que gestão de Salles favoreceu grupo em concessões de pontos comerciais no Cristo

Documentos obtidos pelo Jornal Nacional mostram indícios de que a gestão do ministro Ricardo Salles favoreceu um grupo empresarial em concessões de pontos comerciais aos pés do Cristo Redentor. E a Igreja Católica, no Rio de Janeiro, afirma que as áreas negociadas pelo Ministério do Meio Ambiente são dela.

Diante da beleza do Cristo, quase ninguém olha para elas. Estamos falando de seis pequenas lojas que vendem aos turistas comida e lembranças do passeio.

Por esse espaço aos pés do monumento estão se enfrentando na Justiça os comerciantes, o Ministério do Meio Ambiente e a Igreja Católica.

Segundo o Ministério Público Federal, a gestão do ministro Ricardo Salles está atuando para favorecer o Grupo Cataratas, que já explora comercialmente algumas das atrações turísticas mais simbólicas do país.

Atualmente, o Grupo Cataratas já tem a concessão de uma parte do complexo do Cristo Redentor. É o responsável pelas vans que levam a maior parte dos 3 milhões de turistas por ano e também pelo centro de visitantes.

Em julho de 2019, os donos das pequenas lojas receberam o aviso: tinham 90 dias para sair.

A determinação veio a pedido do ICMBio, que é o órgão do Ministério do Meio Ambiente responsável pelo Parque Nacional da Tijuca, a imensa área de floresta urbana que circunda o Cristo.

Uma loja no meio da escadaria é um exemplo da situação. Pertence à mesma família há quatro gerações. Os bisavós do atual lojista receberam a concessão diretamente da Igreja, mas o bisneto recebeu a ordem de despejo do ICMBio.

“É uma história muito longa, realmente, uma história que vem na mesma ocasião da origem do monumento, 90 anos”, disse o lojista Ewerton Oliveira.

A questão foi parar na Justiça e se revelou ainda mais complicada quando a Arquidiocese do Rio se manifestou no processo, afirmando que a área pertence à Igreja.

Os advogados dizem que, “em ato de supina má-fé e atropelando direito outorgado à Igreja Católica pela União Federal, o ICMBio pretende tomar de assalto a área”.

Dois documentos sustentam a afirmação. Em 1934, ainda no tempo dos manuscritos, a União cedeu à Igreja o domínio útil do terreno situado no alto do Corcovado. Ato renovado em 1981.

O contrato descreve minuciosamente a área cedida, que começa no primeiro degrau da escada e vai até o topo do Corcovado, num total de 477,5 metros quadrados.

A Procuradoria-Regional Federal, que defende o ICMBio, contesta dizendo que os documentos que a Arquidiocese apresenta foram revogados há 30 anos, e que, atualmente, a Igreja não possui qualquer título, posse ou domínio sobre a área do Alto Corcovado, ou seja, nem mesmo sobre o topo, onde ficam a capela e a estátua do Cristo.

A juíza manteve o andamento do processo, entendendo que a Arquidiocese não deve participar da discussão entre o ICMBio e os lojistas, mas a Igreja segue no caso. Defende a permanência dos comerciantes e afirma que o terreno é do Santuário, e não do ministério de Ricardo Salles.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

A Arquidiocese já não recebe as taxas dos lojistas. O dinheiro fica com a União desde 1990.

Em janeiro deste ano, o ICMBio ainda suspendeu o repasse do valor de R$ 1,50 de cada ingresso que era destinado à Igreja para a manutenção do Cristo.

Também em janeiro, o ICMBio deu mais um passo e foi em busca de novas empresas para administrar as lojas, sem licitação.

No chamamento público, o Grupo Cataratas se candidatou, mas foi desclassificado porque as propostas chegaram mais de uma hora depois do prazo final. O grupo explicou o atraso dizendo que a falha ocorreu na internet do ICMBio.

Essa justificativa foi suficiente para uma reviravolta no processo. O Cataratas passou de eliminado para grande vencedor, levando três das seis lojas. Segundo os comerciantes, são as três mais lucrativas.

Todos esses fatos levaram o Ministério Público Federal a pedir a anulação do processo.

Segundo o MPF, “o certame foi direcionado em benefício da empresa Cataratas do Iguaçu S/A, uma vez que as propostas apresentadas pela empresa foram feitas de forma intempestiva, mas a empresa acabou por ser beneficiada”.

O parecer diz ainda que a escolha só poderia ser feita por licitação, que é mais formal com instrumentos de controle maiores, e não o chamamento público.

No topo da montanha, os pequenos comerciantes esperam o resultado dessa briga de gigantes, aos pés do único gigante que não entra na briga.

“O único ponto em todo o Parque Nacional da Tijuca que tem cobrança de ingresso. Por que não se cobra para ir para os outros lugares? Porque esse cara tão especial está aqui, fincado aqui há 90 anos. É o motivo das pessoas virem até aqui”, disse o lojista Ewerton Oliveira.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

O que dizem os citados

O Ministério do Meio Ambiente declarou que a área do Cristo continuará sob administração da Igreja, que vai receber um repasse de recursos para manutenção do monumento.

O Grupo Cataratas afirmou que o processo das lojas seguiu os trâmites legais e teve concorrência forte, e que a empresa forneceu as provas que demonstram o envio da documentação dentro do prazo estipulado.

A Arquidiocese do Rio não quis se manifestar.

“VIAGEM DE JEGUE”

11 de junho de 2021 at 17:58

Vídeo: Bolsonaro é vaiado em avião e xinga passageiros

O presidente foi recebido com vaias e gritos de “fora Bolsonaro”

 sexta-feira, 11/06/2021, 17:06 – Atualizado em 11/06/2021, 17:06 –  Autor: Com informações do Metrópoles


Imagem ilustrativa da notícia Vídeo: Bolsonaro é vaiado em avião e xinga passageiros | Reprodução/Youtube .

Não é nenhuma novidade que o presidente Jair Bolsonaro, por onde passa, costuma aparecer sem máscara e provocando aglomerações. Em diversos momentos ao longo da pandemia da Covid-19, Bolsonaro se recusou a fazer o uso da máscara e fez questão de reunir multidões, mesmo sabendo que isso vai contra as orientações sanitárias de proteção contra o coronavírus. 

Na manhã desta sexta-feira (11), o presidente voltou a causar polêmica durante uma viagem à Vitória, no Espírito Santo. Ele teria entrado de surpresa em um avião e acabou gerando um grande tumulto. Em um vídeo compartilhado em uma rede social, é possível ouvir gritos de pessoas dizendo “fora Bolsonaro”.

Confira:Ver essa foto no InstagramUma publicação compartilhada por verdades quase secretas (@verdades_quase_secretas)

Em resposta às críticas, Bolsonaro aparece em outro vídeo, com a máscara no queixo, afirmando que “quem fala ‘fora Bolsonaro’ deveria viajar de jegue”. 

Assista:Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Rainha Matos (@rainhamatos)

O presidente esteve em Vitória para a cerimônia de entrega de um residencial. No próximo sábado (12), ele estará em São Paulo. 

TRÊS CORPOS ENCONTRADOS

11 de junho de 2021 at 17:27

Corpo de bombeiro desaparecido é achado em Ananindeua

Pelo menos mais dois corpos foram encontrados em covas rasas próximo ao cadáver de Allan Tadeu Neco

 sexta-feira, 11/06/2021, 16:00 – Atualizado em 11/06/2021, 16:00 –  Autor: DOL com informações de Cácia Medeiros


Imagem ilustrativa da notícia Corpo de bombeiro desaparecido é achado em Ananindeua | Reprodução .

Foi encontrado, na tarde desta sexta-feira (11), o corpo do bombeiro militar Allan Tadeu Neco Veira  em uma área de mata atrás do conjunto Maguari-Açú, no bairro Floresta Park, em Ananindeua. Allan estava desaparecido desde o último domingo (6). 

Imagens mostram suspeito de abandonar moto de bombeiro

Além do corpo de Allan, foram encontrados pelo menos mais dois cadáveres enterrados em covas rasas no mesmo local. Agentes da Polícia Civil, Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros estão na operação. 

A principal suspeita é que Allan tenha sido executado no domingo (6) e enterrado na área de mata. 

DIA DOS NAMORADOS

11 de junho de 2021 at 15:43

Atente para os sinais de um relacionamento é abusivo

Bons relacionamentos protegem a saúde mental e bem-estar, mas é preciso ficar alerta quando os sinais apontam para algum tipo de abuso.

 sexta-feira, 11/06/2021, 15:04 – Atualizado em 11/06/2021, 15:04 –  Autor: Com informações da assessoria


Imagem ilustrativa da notícia Atente para os sinais de um relacionamento é abusivo  Reprodução/Freepik .

As pessoas que estão mais conectadas socialmente são mais felizes, fisicamente mais saudáveis e vivem mais. Mas é importante lembrar que são boas relações de apoio que protegem o corpo e a mente, principalmente, no segundo ano consecutivo de pandemia, em que a presença física e emocional ficou mais estreita. O psicólogo Fabrício Vieira, alerta:

“Às vezes os relacionamentos em nossas vidas podem ser prejudiciais, como por exemplo, quando são caracterizados por bullying ou abuso físico ou emocional. Um relacionamento abusivo pode ser observado diante de vários tipos de violência , como: física, psicológica , patrimonial, moral e sexual.”

E os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam uma tendência: as maiores vítimas são as mulheres. No Brasil, três em cada cinco mulheres sofrem, sofreram ou sofrerão abusos dentro de uma relação, além de  o país ocupar o 5° lugar no ranking de feminicídio no mundo. Os números ainda mostram que houve aumento de 50% desses casos durante a pandemia.

Embora seja estatisticamente mais comum entre as mulheres, os homens também podem vivenciar abusos. Essas relações tóxicas são definidas por uma dinâmica doentia da qual duas pessoas participam. Alguns dos sinais, dos mais sutis aos mais latentes, incluem sentimentos de ineficiência para com o outro, desistência de atividades e de encontros com outras pessoas, humilhação, a culpabilização do outro como o responsável por algo dentro da relação. Fabrício Vieira chama a atenção.

“Para proteger sua saúde mental diante deste tipo de relacionamento é importante, primeiramente, estar atento aos sinais de uma possível relação abusiva, cortar vínculos com este tipo de relação, buscar ajuda profissional e, em alguns casos, denunciar”.

E como cultivar relacionamentos saudáveis? Não há fórmulas que dão conta da complexidade das interações humanas, mas o autoconhecimento, estabelecimento de limites, respeito, e zelo com o outro são caminhos satisfatórios. A qualidade de um relacionamento romântico é também a qualidade de uma mente saudável e feliz, como aponta o psicólogo.

“Reserve um tempo do seu dia para se conectar com seu parceiro. Pode ser tentador verificar o seu telefone, mensagens no Facebook ou até mesmo checar e-mails quando estiver com ele. Tente estar presente e aproveite o momento, escute com atenção o que seu parceiro (a) está dizendo de maneira não crítica e concentre-se nas necessidades dele naquele momento. Compartilhe como você está se sentindo, honestamente, e permita-se ser ouvido e apoiado”, finaliza o especialista.

OFERTAS DE SERVIÇOS

11 de junho de 2021 at 14:43

Helder sanciona lei que proíbe importunação via telefone

Empresas são obrigadas a cadastrar os assinantes que não quiserem receber chamadas indesejadas.

 sexta-feira, 11/06/2021, 13:54 – Atualizado em 11/06/2021, 13:53 –  Autor: Agência Pará


Imagem ilustrativa da notícia Helder sanciona lei que proíbe importunação via telefone | Agência Brasil .

Quem nunca recebeu uma várias ligações de telemarketing e ficou incomodado? Está cada vez mais comum empresas ficarem para os clientes para a comercialização de produtos ou serviços por via telefônica.

Procon no Pará vai criar site para bloquear ligações indesejadas

Porém, os paraenses poderão parar de ser importunados com essas ligações. O governador Helder Barbalho, sancionou a lei nº 9.277, de 9 de junho de 2021, estatuída pela Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), que garante a privacidade dos usuários de telefonia, no âmbito estadual, ao recebimento de ofertas de comercialização de produtos ou serviços por via telefônica. Empresas são obrigadas a cadastrar os assinantes que não quiserem receber chamadas indesejadas. Além disso, as ligações para os demais, ficam restritas ao horário comercial, somente em dias úteis.

Renato Dantas Said, 32 anos, conta que as importunações ocorrem em diversos horários, desde cedo da manhã até tarde da noite. “Às vezes oferecem cartão, planos de internet, cobranças em nome de terceiros que você nem conhece. Ligam até 30 vezes um dia, bloqueamos o número e ligam de outro. Existe um meio para retirar o número de algumas empresas para que não liguem mais, outras acabam ligando fazendo novas propostas e cobranças indevidas”, relata o acadêmico de Sistemas da Informação.

Ele diz que as ocorrências afetam até a relação com as chamadas de voz de números não salvos na agenda. “Você olha e pensa que é uma ligação importante e é uma empresa oferecendo ou cobrando. A fiscalização deve ser rígida para que elas não venham mais abusar”, acrescenta Renato.

Com a nova lei, as empresas ficam obrigadas a criar e manter os cadastros atualizados em até 90 dias. “A partir do banco de dados, ela tem até 30 dias para deixar de oferecer os serviços e produtos por meio telefônico. A nova lei representa um grande avanço na legislação, no sentido de proteger e defender os usuários do serviço de telefonia no Estado do Pará. Para os consumidores paraenses é uma grande conquista, pois a partir de então, ficam restritos e penalizados os serviços abusivos”, pontua Karla Martins, coordenadora de Atendimento do Procon-PA.

Em caso de não atendimento do cadastro, as empresas estarão passíveis de multa nos termos do Código de Defesa do Consumidor. “As multas variam de 200 a 3 milhões de unidades padrão fiscal do estado, que convertidas, podem chegar a R$ 744 ou até R$ 11 milhões. A principal alteração é que as empresas constituam seus cadastros além do que já existe no site do Procon-PA”, explica Karla.

Caso a empresa não cumpra o desejo do consumidor em até 30 dias, o usuário pode fazer a denúncia ao Procon para a aplicação das penalidades e multas. “Outro grande avanço é que a lei proíbe a oferta nos fins de semana e feriados e restringe ao horário comercial, de segunda a sexta-feira”, completa a coordenadora

O site do Procon-PA, também disponibiliza um cadastro de bloqueio de chamadas telefônicas e mensagens de texto indesejadas. Além do formulário, a instituição oferece orientações para consumidores e fornecedores. “O consumidor pode fazer o cadastro diretamente na empresa, ou ela pode já utilizar o que existe no Procon. Independentemente, o não cumprimento da lei, passados os 30 dias de manifestação do consumidor, o mesmo já pode abrir reclamação para que a empresa seja autuada”, finalizou Karla.

Hotel com comitiva alemã do G7 é fechado depois de surto de covid

11 de junho de 2021 at 11:19

Porta-voz diz que episódio não altera a viagem da chanceler Angela Merkel.

Chanceler da Alemanha, Angela Merkel viaja para o Reino Unido para o 1º encontro da cúpula desde o início da pandemiaReprodução/bundesregierung

PODER360
11.jun.2021 (sexta-feira) – 7h49

Um hotel na cidade de St Ives, Inglaterra, que hospeda parte da comitiva alemã para o encontro do G7, foi fechado depois de diversos empregados serem diagnosticados com covid-19. A informação foi publicada nesta 6ª feira (11.jun.2021) pela Swissinfo.

Um porta-voz alemão afirmou que o episódio não afeta os planos de viagem da chanceler Angela Merkel. Ela é esperada nesta 6ª para a reunião dos líderes das 7 maiores economias do mundo. Será o 1º encontro presencial do grupo desde o início da pandemia. Também participam Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.

Pelo menos um membro da comitiva já estava hospedado no hotel quando o surto foi identificado e está agora em quarentena preventiva. De acordo com a Bloombergmais de um funcionário alemão está isolado, e os afetados trabalham na segurança de Merkel. Não foi confirmado nenhum diagnóstico positivo na comitiva.

A imprensa local reporta que a maioria dos hotéis estão lotados e que a equipe de Merkel está com dificuldades para encontrar alojamentos alternativos. A St Austell Brewery, empresa dona do hotel, diz reconhecer as “inconveniências” em se fechar o estabelecimento, mas argumenta que a saúde da equipe e dos clientes é prioridade.

Butantan vai pedir autorização para uso da CoronaVac em crianças

11 de junho de 2021 at 10:43

Documentação que permite aplicação a partir de 3 anos na China será encaminhada à Anvisa

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, ao apresentar a vacina CoronaVacSérgio Lima/Poder360 – 21.out.2020

VALQUÍRIA HOMERO PODER360
11.jun.2021 (sexta-feira) – 9h43
atualizado: 11.jun.2021 (sexta-feira) – 10h08

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou nesta 6ª feira (11.jun.2021) que enviará à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a documentação que autorizou o uso da CoronaVac em crianças a partir de 3 anos na China. “A vacina do Butantan, CoronaVac, também teve sua permissão para uso em crianças a partir de 3 anos na China. Esta documentação está sendo incorporada à Anvisa”, afirmou ele.

A assessoria do Butantan confirmou ao Poder360 a intenção de pedir a ampliação do uso para crianças a partir de 3 anos. Mas ressaltou que, ainda que a Anvisa aprove, cabe ao Ministério da Saúde determinar o público da vacinação.

Até o momento, a pasta inclui apenas maiores de 18 anos no planejamento de imunização contra a covid-19. O Poder360 perguntou à pasta se há intenção de incluir menores de idades sem comorbidades no programa de imunização. Não houve retorno até a publicação desta reportagem.

O estudo chinês que autorizou o uso em crianças será incorporado ao processo chamado de submissão contínua na Anvisa. Consiste em encaminhar informações à medida que ficam disponíveis.

Isso agiliza a análise da agência e a eventual aprovação de novas diretrizes para a vacina –o que inclui tanto a ampliação de público quanto o registro definitivo.

Estudo preliminar da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) indica que a taxa de transmissão do coronavírus é baixa em crianças. Elas têm mais chances de serem infectadas por adultos com o vírus do que passaram a doença adiante.

CORONAVAC NA CHINA

A vacina foi desenvolvida pela Sinovac, um laboratório chinês semi-estatal, em parceria com o Instituto Butantan. O diretor da Sinovac, Yin Weidong, afirmou na 6ª passada (4.jun) que um estudo com “centenas de casos” comprovou que a aplicação na população de 3 a 17 anos “é tão segura quanto em adultos de 18 anos”.

Yin também disse que as autoridades chinesas aprovaram o uso a partir dos 3 anos depois de ter acesso aos resultados do ensaio clínico. Ainda não foi determinado quando o público começará a ser imunizado.

NO BRASIL: PFIZER AUTORIZADA PARA ADOLESCENTES

A vacina da Pfizer obteve nesta 6ª feira (11.jun)  autorização para uso em adolescentes a partir de 12 anos no Brasil. Antes, a idade mínima era 16.