Mulher morre antes de fazer amor em motel de Belém
O acompanhante disse que ela passou mal antes deles praticarem o ato sexual
quinta-feira, 02/09/2021, 21:01 – Atualizado em 02/09/2021, 23:38 – Autor: Com informações de Dinan Laredo RBA TV
Mulher passou mal e morreu dentro de motel | Via Whatsapp .
Era início da noite desta quinta-feira (2) no motel Doce Paixão, no bairro Val de Cans, em Belém. Clientes aproveitavam o ambiente íntimo para se entregarem aos seus prazeres carnais, quando alguns gritos interromperam os gemidos.
Em um dos quartos, uma mulher morta na cama. De peito para cima e ainda de roupa, Maria da Paz, de 41 anos, já estava sem vida.
O homem que estava com ela no quarto, um comerciante de 71 anos, dizia a todos que a mulher começou a se sentir mal momentos antes de praticarem o ato, vindo a morrer logo em seguida.
De acordo com o acompanhante, Maria disse que ia tomar um banho logo após entrarem no apartamento. Após sair do banheiro, ela reclamou que não estava a se sentir bem, deitou na cama e teve uma morte súbita.
O Samu foi acionado e ao chegar no local, os agentes tentaram reanimar Maria por aproximadamente 40 minutos, sem sucesso. O caso foi registrado na Seccional da Sacramenta.
Conteúdo íntimo do casal foi vazado nas redes sociais do jogador | Reprodução/Vídeo .
A repercussão da foto e do vídeo vazados na conta do jogador Eduardo Ramos pode estar cada vez mais longe de esfriar na internet. Depois da notícia de que a moça, que aparece nos registros íntimos, foi aconselhada por pessoas próximas a processar o meia, o caso ganha uma nova atualização na noite desta quinta-feira (2).
Em vídeos publicados em seu perfil em uma rede social, a mulher esclareceu as especulações que circulavam a seu respeito, entre elas a história de que teria se envolvido intimamente com o jogador, quando ainda estava casada com um cantor conhecido no Pará.
“Estávamos separados, mas não há três meses como o B* disse, ele é exagerado mesmo. Só que a gente trabalhava junto, morava junto e leva um tempo para se separar. Ainda mais quando se gosta, só que não tinha mais relacionamento. Demorei pra tomar coragem pra sair e no dia que tomei coragem, no outro aconteceu tudo isso. Essa cag*da aí!”, disse ela em uma série de stories.
Na sequência, a mulher comenta sobre o vazamento do conteúdo e a exposição resultado disso. Ela revelou ter contado com o apoio de seus familiares, em especial sua mãe, com quem conversou bastante, e disse como tenta lidar com a repercussão.
“Quem nunca, né? Quem nunca tirou uma foto em um momento íntimo? Eu só tive a infelicidade – e a burrice – de deixar filmar, deixar fotografar e, consequentemente, vazar assim”, desabafa. “Foi fod*, foi ruim. A pessoa tem que ser muito forte, uma estrutura familiar muito grande, senão a pessoa faz besteira. A minha mãe me ensinou a ser uma mulher forte e eu encaro os meus problemas de frente e, dependendo do problema, com calma”, avalia.
“Ele [o ex-marido] e a minha mãe eram a minha única preocupação. Como eu tô aqui na casa da mamãe, já conversei com ela. Já o B*, eu fiquei muito preocupada com ele, ele não merecia passar por isso”, pontua.
A morena também comentou sobre o centro da polêmica, Eduardo Ramos. Para ela, o jogador, que revelou ter tomado medidas jurídicas diante do caso, foi vítima da situação e faz uma longa defesa. “Ele jamais faria um negócio desses, de postar assim… Quem conhece ele sabe que é uma ótima pessoa. Continuo gostando muito dele. Quanto ao B*, ele é uma ótima pessoa, foi um marido perfeito pra mim por todo esse tempo, nunca tive problemas com ele”, finaliza.
Militares têm salvo-conduto negado para o 7 de Setembro
Os militares alegam que os governadores pretendem inviabilizar a livre locomoção das pessoas durante os atos
quinta-feira, 02/09/2021, 17:27 – Atualizado em 02/09/2021, 17:27 – Autor: Com informações do Poder 360 DOL.
| Marcello Casal Jr/Agência Brasil .
Dois militares solicitaram a emissão de um “salvo-conduto”, documento que permite o deslocamento do solicitante pelo território nacional sem restrições, com o intuito de participar dos atos pró Bolsonaro em Brasília ou no Paraná, onde residem.
Porém, o pedido foi negado pela ministra Laurita Vaz, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), na última quarta-feira (1º). Ela entendeu que não qualquer elemento que justifique o consentimento de um salvo-conduto para os militares.
Na ação, os militares afirmam que os governadores do Ditrito Federal, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Goiás pretendem inviabilizar a participação dos mesmos nos atos pró Bolsonaro, marcados para o dia 7 de setembro. Mas a ministra afirmou que não identificou indícios de quaisquer ameaças concretas por parte dos governantes.
No processo, os militares também alegam que “o direito de livre escolha dos representantes do povo vem sendo violado pelas urnas eletrônica, facilmente fraudáveis” e “o TSE e a Câmara dos Deputados insistem em desrespeitar o direito de cidadania popular”.
A vítima relatou que o ex-companheito a cortou com uma faca. | Reprodução .
O caso de feminicídio da modelo paraense Geordana Natally Sales Farias, de 20 anos, morta a facadas pelo ex-namorado repercutiu e deu visibilidade para a triste realidade que muitas mulheres ainda vivem. O assassinato foi cometido no conjunto Cidade Nova 6, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. O autor do crime Lúcio Magno Quadros foi preso logo após o crime.
Agora, outro caso de agressão contra a mulher foi denunciado: a corretora de imóveis Amanda Nascimento usou as redes sociais, no final da noite de quarta-feira (02), para denunciar o ex-companheiro. Ela afirmou que foi vítima de violência doméstica, no último domingo (29), após ele invadir seu apartamento durante a madrugada. A vítima identificou o autor do crime como Rafael Dias.
Em entrevista ao DOL, ela contou que registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia da Mulher, em Ananindeua, e que, na tarde desta quinta-feira (02), conseguiu uma medida protetiva.
Ela também contou que há alguns anos o relacionamento já era abusivo. “Nós tínhamos quatro anos juntos. Com um ano e meio ele já começou (ser agressivo), mas tudo começa de forma pequena, seja quebrando um celular, um ventilador, mas não hora a gente não percebe a gravidade. Depois foi piorando. Ele já tinha me agredido com tapa, empurrão, mas da maneira que foi agora, nunca tinha acontecido”, contou.
Amanda Nascimento e Rafael Dias são pais de uma menina de apenas dois anos. A vítima também tem um filho de sete anos. Ambas as crianças estavam no apartamento no momento das agressões, porém, estavam dormindo.
Ela completou dizendo como a vítima se sente. “Com tudo que acontece, a gente ainda se sente culpada. Ele sabia que eu não queira mais voltar, então ele quis me matar. Eu cansei de me calar. Eu me calei tanto que chegou ao ponto de quase morrer”, lamenta.
Nas redes sociais, a vítima relatou que Rafael Dias arrombou a porta e invadiu o apartamento, e agrediu-a durante duas horas, com tapas, socos, chutes, puxões de cabelo, além de cortar a perna dele com uma faca e tentar cortar seu cabelo.
POSICIONAMENTO
Por meio de nota, a Polícia Civil do Pará informou que “todas as medidas condizentes à PC-PA foram efetuadas e tramitadas à justiça, o que inclui a solicitação de medida protetiva para a vítima”.
Em discurso em defesa da democracia, presidente do Supremo também afirmou que o tribunal tem atuado como ‘ferrenho defensor das liberdades’.
Por Rosanne D’Agostino, G1 — Brasília
02/09/2021 14h51 Atualizado há 11 minutos
Presidente do STF, ministro Luiz Fux — Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF
O ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou durante a abertura da sessão desta quinta-feira (2) que a liberdade de expressão não abrange “violências e ameaças”.
Em discurso em defesa da democracia, Fux afirmou que o país tem instituições fortes e que o Supremo tem atuado como “ferrenho defensor das liberdades”.
“O Supremo Tribunal Federal tem sido um ferrenho defensor das liberdades públicas, como demonstram, exemplificativamente, as decisões judiciais que garantiram a realização de diversas manifestações públicas em momentos históricos do país; bem como declararam a nulidade de decisões da Justiça que impediam a livre manifestação político-eleitoral em universidades públicas”, declarou Fux.
Em seguida, o presidente do STF afirmou:
“Esta Suprema Corte – guardiã maior da Constituição e árbitra da Federação – aguarda que os cidadãos agirão em suas manifestações com senso de responsabilidade cívica e respeito institucional e cientes das consequências jurídicas de seus atos, independentemente da posição político-ideológica que ostentam. Num ambiente democrático, manifestações públicas são pacíficas. Por sua vez, a liberdade de expressão não comporta violências e ameaças”, completou.
Conforme o presidente do STF, as liberdades públicas não são “benesses concedidas pelo Estado e nem por seus governantes”, mas, sim, “vitórias históricas dos cidadãos brasileiros, dos quais se espera cuidado para com os próprios direitos fundamentais”.
‘Não se negocia a democracia’
Também nesta quinta-feira, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que “não se negocia a democracia“. Pacheco deu a declaração após ter se reunido com governadores.
Segundo Pacheco, foram abordados durante a reunião temas como combate à pandemia, recursos para os estados e defesa da democracia.
“É muito importante que estejamos todos unidos, respeitando as divergências, na busca de consensos, na busca de convergências, mas com um aspecto que é para todos nós inegociável: não se negocia a democracia. A democracia é uma realidade, o estado de direito é uma realidade. A sociedade já assimilou esses conceitos e valores, de modo que estaremos sempre todos unidos neste propósito de preservação da democracia,” declarou Pachec
VÍDEO: ‘A liberdade de expressão não comporta violências e ameaças’, diz Luiz Fux
Íntegra
Leia abaixo e assista acima à íntegra do discurso do presidente do STF:
Senhoras ministras, senhores ministros, senhor procurador-geral da República, nobres advogadas e advogados, senhoras e senhores,
Aproxima-se a data de 7 de setembro e, na qualidade de presidente da Corte Suprema, impõe-se uma palavra de respeito à democracia nacional e das manifestações programadas para o feriado de celebração da independência do Brasil.
A formação histórica do Brasil, como povo e como nação, consiste em narrativa complexa, permeada por esforço, suor e lutas. A própria declaração de independência, em 7 de setembro de 1822, não foi apenas um grito solitário à margem do Ipiranga, mas resultado da sucessão de atos corajosos empreendidos por inúmeros brasileiros, muitos dos quais doaram as suas vidas em prol da construção do país.
Quase dois séculos depois, após um percurso político desafiador que nos legou maturidade institucional, hoje somos, sem dúvidas, uma das maiores democracias constitucionais do mundo. E desejamos que assim sejamos reconhecidos pela comunidade internacional.
Ostentamos um catálogo monumental de direitos fundamentais civis, políticos e sociais, além de termos instituições fortes, republicanas e em pleno funcionamento. Acima de tudo, somos destaque internacional por nosso pluralismo político, cultural e religioso, que caracteriza o povo brasileiro.
Entretanto, não nos olvidemos, porém, que nenhum povo constrói sua identidade sem dissenso e nenhuma nação alcança a prosperidade sem debates sobre o desempenho dos seus governos e de suas instituições. A crítica construtiva provoca reflexões, descortina novos pontos de vista e convida ao aprimoramento institucional. A revés, a crítica destrutiva, por sua vez, abala indevidamente a confiança do povo nas instituições do país.
É por isso que a postura ativa e ordeira da população em prol de suas pautas sociais, políticas e ideológicas revela-se manifestação louvável, porquanto sinônimo de saúde democrática e de engajamento cívico. Por outro lado, como patrimônio coletivo, a nossa democracia desperta o senso de responsabilidade de todos os brasileiros, que devem reafirmá-la em todos os momentos da vida. Afinal, a nossa democracia não nos foi herdada nem outorgada, mas corajosamente conquistada.
Somos testemunhas oculares de que o caminho para a estabilidade da democracia brasileira não foi fácil nem imediato. Por essa razão, é voz corrente nas ruas que, na quadra atual, o povo brasileiro jamais aceitaria retrocessos! Há mais de 30 anos, nossos cidadãos manifestaram o seu desejo pela democracia. Esse desejo permanece vivo e perpassa o compromisso nacional em prol de debates públicos, todos eles permeados pelos ideais republicanos.
O Supremo Tribunal Federal tem sido um ferrenho defensor das liberdades públicas, como demonstram, exemplificativamente, as decisões judiciais que garantiram a realização de diversas manifestações públicas em momentos históricos do país; bem como declararam a nulidade de decisões da Justiça que impediam a livre manifestação político-eleitoral em universidades públicas.
Sabemos que as liberdades públicas não são benesses concedidas pelo Estado e nem por seus governantes, mas vitórias históricas dos cidadãos brasileiros, dos quais se espera cuidado para com os próprios direitos fundamentais.
Por isso mesmo, esta Suprema Corte – guardiã maior da Constituição e árbitra da Federação – aguarda que os cidadãos agirão em suas manifestações com senso de responsabilidade cívica e respeito institucional e cientes das consequências jurídicas de seus atos, independentemente da posição político-ideológica que ostentam. Num ambiente democrático, manifestações públicas são pacíficas; por sua vez, a liberdade de expressão não comporta violências e ameaças.
O exercício de nossa cidadania pressupõe respeito à integridade das instituições democráticas e de seus membros, conforme a lição legada por Martin Luther King Jr: “A paz jamais será mantida pela força; ela só pode ser obtida por meio do entendimento mútuo”.
A despeito de todas as nossas diferenças de opinião, de ideologias políticas diversas e de projetos nacionais, nós, cidadãos brasileiros, somos uníssonos num ponto fundamental: o amor pelo Brasil e o orgulho pelo que construímos como nação.
Seja nos momentos de tormenta, seja nos momentos de calmaria, o bem do país se garante com o estrito cumprimento da Constituição.
A esta missão, nós do Supremo Tribunal Federal, magistrados, juízes da Constituição, jamais renunciaremos o respeito à Carta Maior.
O Supremo Tribunal Federal – instituição centenária e patrimônio do povo brasileiro – segue atento e vigilante neste 7 de setembro em prol da plenitude democrática do Brasil.
Luiz Fux
Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça
Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (à esq.); ao centro Rodrigo Pacheco; governador Helder Barbalho (à dir.) | Reprodução .
Em meio à crise entre os poderes, onde principalmente judiciário e executivo duelam em meio a uma disputa em que já houve até pedido de impeachment, O poder legislativo busca ser o ponto de equilíbrio.
Em reunião com os governadores das unidades federativas, o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) afirmou: “Não se negocia a democracia”.
A afirmação foi feita em pronunciamento à imprensa após reunião realizada junto com governadores na manhã desta quinta-feira (2).
Entre os governadores presentes estava o do Pará, Hélder Barbalho (MDB), e do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), Pacheco disse que o Congresso precisa ouvir as demandas dos chefes dos Executivos estaduais.
“Não se negocia a democracia. Democracia é uma realidade, Estado de Direito é uma realidade, a sociedade já assimilou esses conceitos e esses valores nacionais, de modo que estaremos sempre todos unidos nesse propósito de preservação da democracia no nosso país”, afirmou.
As declarações de Pacheco vêm em um momento de crise entre os Poderes, e em meio a ataques do presidente Jair Bolsonaro contra o Supremo Tribunal Federal (STF) –especialmente os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. Bolsonaro chegou a afirmar em uma declaração recente que poderá atuar fora das quatro linhas da Constituição para conter o que chama de excessos do Supremo.
O presidente também ataca governadores com frequência por causa da gestão da pandemia de Covid-19 –por ser contra as medidas de restrição de atividades adotadas pelos Estados para conter a disseminação do vírus– e por conta da cobrança do ICMS sobre os combustíveis.
Vacinação desta sexta-feira em Belém já está definida; veja!
Faixa etária será entre 33 até 39 anos da população que não recebeu ainda a 1ª dose.
quinta-feira, 02/09/2021, 13:09 – Atualizado em 02/09/2021, 13:08 – Autor: ( com informação da Agência Belém )
Imunização será feita em 26 pontos da cidade | Foto: Reprodução / Agência Belém .
Por diversos motivos, algumas pessoas não conseguiram tomar a primeira dose da vacina contra a Covid-19, em Belém. Por conta disso, a Prefeitura da cidade, através da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) já definiu o calendário desta sexta-feira (3) que será realizado através de repescagem.
Amanhã (03), as pessoas nascidas nos anos de 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 1987 e 1988, terão mais uma chance de garantir o imunizante. A meta da Sesma é vacinar 27 mil pessoas nesta sexta-feira.
Para se vacinar é preciso apresentar RG, CPF e comprovante de residência de Belém. Estarão abertos para população 26 pontos de vacinação, das 9h até às 17h.
VEJA ONDE SE VACINAR:
1. Boulevard Shopping Belém – Estacionamento G6. Av. Visconde de Souza Franco, 776. Reduto.
2. Casa de Plácido – Anexo do Centro Social de Nazaré, ao lado do estacionamento da Basílica.
3. Cassazum. Avenida Duque de Caxias, nº 1375, bairro do Marco.
4. Castanheira Shopping Center. Rod. BR 316, km 01, 3° piso. Espaço Cultural.
5. Colégio do Carmo. Travessa Dom Bosco, nº 72, bairro da Cidade Velha.
6. Embarcação Aviso Auxiliar Breves, Marinha do Brasil, atracada no terminal hidroviário da Praça Princesa Isabel, Condor.
7. Escola de Enfermagem da UEPA. Avenida José Bonifácio, nº 1289, bairro do Guamá.https://d036ff182e1e26a3cc548f0ad6ed92b9.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
9. FIBRA. Avenida Gentil Bittencourt, nº 1144, bairro de Nazaré.
10. FUNBOSQUE. Avenida Nossa Senhora da Conceição, Distrito de Outeiro.
11. Ginásio do CCBS-UEPA, esquina da Perebebuí com Almirante Barroso.
12. Ginásio Mangueirinho. Avenida Augusto Montenegro, nº 524, bairro do Mangueirão.
13. IFPA Campus Belém – Av. Almirante Barroso, 1155- Marco.
14. Icoaraci. Escola Liceu de Artes e Ofícios Mestre Raimundo Cardoso. TV. dos Andradas, 1110 – Ponta Grossa.
15. Icoaraci. Igreja do Evangelho Quadrangular. Travessa São Roque, 789, Cruzeiro.
16. Icoaraci. Paróquia de São João e Nossa Senhora das Graças. Praça Pio XII, nº 148.
17. Igreja do Evangelho Quadrangular. Barão de Igarapé Miri, esquina com 25 de junho, bairro do Guamá.
18. Mosqueiro. Escola Municipal de Ensino Fundamental Abel Martins. Rua Lalor Mota, 551, Carananduba.
19. Mosqueiro. Escola Estadual de Ensino Médio Padre Eduardo, Rua Rodrigues Pinajé, 998.
20. Shopping Bosque Grão-Pará, entrada exclusiva pelo acesso do Condomínio Cidade Cristal (acesso D) e entrada de pedestres pelo acesso da Rodovia dos Trabalhadores (acesso G).https://d036ff182e1e26a3cc548f0ad6ed92b9.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
21. Shopping Pátio Belém, 3º Piso, loja 358.
22. UEPA CCSE: Universidade do Estado do Pará – Centro de Ciências Sociais e Educação. Rua do Una, n° 156.
Governo solicita licenciamento para Ferrovia do Pará
A licença prévia contemplaria 515 km, passando por 12 municípios do Estado, contudo, outros estudos técnicos ainda
quinta-feira, 02/09/2021, 12:22 – Atualizado em 02/09/2021, 12:22 – Autor: ( com informação da SEDEME )
Ferrovia deve completar 12 municípios da região sudeste do Estado | Reprodução /SEDEME PA .
As ferrovias transportam cargas que em sua maioria são matéria-prima para itens básicos da indústria e consumo. Por isso têm uma forte participação na economia nacional e estadual, além de constituírem um modelo mais barato de execução de transporte.
Por conta disso, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), solicitou uma Licença Prévia de 515 Km para a construção da Ferrovia do Pará.
A ferrovia iria passar inicialmente por 12 municípios. Porém durante o licenciamento ambiental, ainda serão realizadas audiências públicas para receber contribuições, alterações e reavaliações para o projeto que ainda não está 100% definido.
PARAGOMINAS
O crescimento vertiginoso da produção de grãos da região de Paragominas deverá garantir que seja construído um terminal multimodal na região do Capim, tornando ainda mais competitiva a produção da região.
MARABÁ
A Ferrovia Ferro Carajás vai garantir a conexão com a nova Ferrovia chegando até Marabá cerca de 64 km da conexão em Bom Jesus do Tocantins e podendo receber carga dos cerca de 140 km de extensão da Ferro Carajás a partir de Marabá ao Sul do Pará.
Com a conexão na Ferro Carajás o tronco principal da ferrovia em questão estará conectado à malha ferroviária nacional chegando a Açailândia cerca de 124 Km de Bom Jesus do Tocantins e podendo avançar e receber cargas do Sul do Brasil.
FUTURO EIXO SUL DA RODOVIA
A viabilidade do traçado Marabá até Santana do Araguaia – desde o primeiro projeto – foi condicionado ao aumento da atividade mineradora contando com 16 minas que existem ao longo do seu trajeto que tem que vir a ser exploradas, além do aumento da produção de grãos da região sul do estado.
ESTUDO DE VIABILIDADE
O projeto da Ferrovia do Pará vem avançando de forma célere, primeiro com a evolução da fase 3 dos estudos do EVTEA – Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental, que avalia a viabilidade do projeto com 515 km de extensão chamado de tronco principal que passa pelos municípios de Abaetetuba, Acará, Barcarena, Mojú, Tailândia, Abel Figueiredo, Dom Eliseu, Ipixuna do Pará, Paragominas, Rondon do Pará, Tomé-Açu e Bom Jesus do Tocantins.
IMPLANTAÇÃO DE TERMINAIS
A partir da finalização do projeto executivo desse tronco principal da ferrovia é que poderá ser feita a chamada pública para obra e poderão ser incluídos terminais multimodais para recepcionar cargas para Marabá, Bom Jesus do Tocantins, Paragominas e Barcarena, além de outros municípios que demonstrarem viabilidade técnica e econômica.
Ex-produtor detona dupla Sandy & Junior. Veja o vídeo!
Sergio Carrer concedeu entrevista ao podcast de Clemente Magalhães, o ‘Papo com Clê.
quinta-feira, 02/09/2021, 10:02 – Atualizado em 02/09/2021, 10:02 – Autor: Com informações de IG
| Reprodução .
A participação do também compositor paulista Sergio Carrer, mais conhecido como Feio, no podcast de Clemente Magalhães, o ‘Papo com Clê’, que foi ao ar na noite desta quarta-feira (1º), está dando o que falar. É que o músico, autor de clássicos de Sandy e Junior, como ‘Imortal’ e ‘Vamo Pulá!’, não escondeu certa mágoa com algumas atitudes dos então artistas mirins.
“Eu tenho um amor muito grande por Sandy & Junior. Sempre estive presente como se fosse um segundo pai, mas ninguém reconhece isso. Quem sabe da minha vida e de quanto lutei por essas crianças desde o primeiro disco, ou um pouquinho antes, quando gravei, em 1985, o ‘Pé na Estrada’, via como me entregava de corpo e alma para eles. E hoje, vendo a live dos dois ou um programa de televisão, observo outros produtores, que talvez tenham feito apenas fonograma depois de todos os sucessos de que fiz parte, batendo no peito e falando: ‘Eu produzi isso e aquilo’. Mas não vem nenhum agradecimento para um tal de Feio ou Julinho Teixeira, já que nós estávamos lá, desde o início, sofrendo. Acho triste”, relatou.
Contudo, questionado, revelou ter ficado emocionado ao ver os estádios cheios com o retorno dos irmãos: “Vibro até hoje e ainda sonho com eles. Infelizmente, tenho esse coração bobo. Se um dia virem essa mensagem, que caiam neles a consciência e o bom senso. Isso eu tenho!”. Ao longo do bate-papo, que durou cerca de 1h30, nem o Xororó ficou de fora: “Quando ouviu ‘Vamo Pulá!’, disse: ‘Essa música é uma porcaria, Feio’. Respondi, pedindo: ‘Acredite em mim, ela vai ser sucesso”. De fato, Carrer não mentiu.https://www.youtube.com/embed/WtWUCjl1y9wQue incrível ter o Feio em meu Podcast de música. O cara é um grande hit maker e marcou seu nome na história da música brasileira ao produzir a dupla Sandy &… Corredor 5
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.