CPI: Bolsonaro pode pegar pelo menos 32 anos de prisão
Caso seja condenado pelo suposto crime de epidemia com resultado de morte, Bolsonaro poderia pegar até 30 anos na cadeia
domingo, 17/10/2021, 09:03 – Atualizado em 17/10/2021, 09:02 – Autor: Com informações do Ig /DOL
| Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil .
ACPI da Covid-19, que investiga possíveis omissões do governo Bolsonaro no combate à pandemia de covid-19, está na reta final. O relatório final das investigações deverá pedir aos órgãos públicos o indiciamento do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), por 11 crimes.
Caso a condenação de Bolsonaro seja confirmada, o chefe do Executivo federal poderá cumprir pelo menos 32 anos de prisão. Somente pelo crime de epidemia com resultado de morte, o presidente poderia pegar pelo menos 20 anos de cadeia.
Ele também deverá cumprir penas mínimas de um mês por outros crimes, como o emprego irregular de verbas públicas e infração de medida sanitária. Porém, como Bolsonaro pode ser acusado de repetir esses crimes diversas vezes, as condenações podem ser acumuladas.
O relator da CPI, Renan Calheiros, também pretende indiciar Bolsonaro pelos crimes contra a humanidade e homicídio por omissão. Mas como eles não têm pena definida por enquanto, a CPI pode levar o caso ao Tribunal Penal Internacional.
Os 11 crimes aos quais Bolsonaro poderá ser condenado são: epidemia com resultado morte; infração de medidas sanitárias; emprego irregular de verba pública; incitação ao crime; falsificação de documento particular; charlatanismo; prevaricação; genocídio de indígenas; crimes contra a humanidade; crimes de responsabilidade; e homicídio por omissão.
Mesmo que não consigam chegar ao segundo turno, partidos têm a chance de ganhar poder e fortalecimento ao marcar seu território na corrida, dizem analistasPara fortalecer eventuais candidaturas em 2022, Ciro Gomes, João Doria, Eduardo Leite, Rodrigo Pacheco, Simone Tebet e Henrique Mandetta precisam conquistar espaço em meio à polarização entre Bolsonaro e Lula.
Desde que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se tornou elegível e passou a despontar como líder das pesquisas para a corrida eleitoral de 2022, antagonizando com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o termo “terceira via” se popularizou para denominar o candidato que represente uma alternativa a esses dois lados.
Nesse contexto, partidos e aspirantes à cadeira presidencial se movimentam para ganhar força e se estabelecerem como essa opção, em uma disputa com ares de prévias.
De acordo com cientistas políticos e historiadores, no entanto, o cenário pré-2022 apresenta uma versão “repaginada” desse conceito, distante de sua origem.
Mesmo assim, na opinião dos analistas, essa disputa é fundamental para a definição do cenário político a partir do ano que vem e tem potencial de fortalecer aqueles que saírem do pleito com bons resultados, ainda que derrotados na disputa pelos votos.
A origem do conceito
Segundo Fernando Guarnieri, cientista político do Instituto de Estudos Sociais e Político da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ), a origem do conceito de terceira via na política remete à fase final da Guerra Fria e aos dois sistemas socioeconômicos dominantes à época: o capitalismo dos Estados Unidos e o socialismo da União Soviética.
A terceira via, associada a partidos de centro esquerda e sociais-democratas da Europa, surgiu como um meio termo, reunindo elementos de direita – políticas mais liberais e um estado menos centralizado, por exemplo – com bandeiras tradicionais da esquerda, como a justiça social e a igualdade de oportunidades.
No Brasil pré-Bolsonaro, esse mesmo termo já aparecia para classificar os candidatos que tentavam romper a polarização entre PT e PSDB nas eleições para presidente desde 1994. Mas essa polarização brasileira, diz Guarnieri, já se mostrava mais política do que ideológica, diferentemente do contexto internacional do fim da Guerra Fria. “No governo Lula, o PT acabou se movendo para o centro, onde o PSDB já ocupava”, afirma.
O histórico eleitoral brasileiro aponta a continuação de uma polarização que pode representar um obstáculo para qualquer candidato que tente chegar como terceira força na disputa com dois nomes predominantes na campanha eleitoral.
Desde 1994, o resultado do primeiro turno das eleições nunca registrou um terceiro colocado que tenha ameaçado ir ao segundo turno. O melhor desempenho foi de Marina Silva (então no PSB), em 2014, com 21% dos votos – distantes dos 41% de Dilma Rousseff (PT) e dos 33% de Aécio Neves (PSDB).
Até aquela eleição, o cenário foi sempre o mesmo: PT e PSDB protagonizando a disputa entre seus candidatos. Em 2018, Bolsonaro assumiu o papel de antagonista dos petistas, mas a polarização entre dois nomes permaneceu a mesma.
Os obstáculos que dificultam a terceira via
Mas por que é tão difícil um terceiro candidato chegar forte à eleição presidencial no Brasil?
O sistema político-eleitoral do país, o comportamento do eleitor e a dificuldade de se encontrar nomes conhecidos nacionalmente são algumas das explicações que os especialistas apontam.
“Há uma fragmentação muito grande de partidos no Brasil, e a política é multidimensional: envolve valores, costumes e políticas diversas. Se o eleitor sentir que o seu candidato preferido não tem muitas chances, ele costuma procurar um nome mais viável. É o famoso voto estratégico, ou voto útil”, diz Guarnieri.
Para o historiador Nelson Ferreira Marques Júnior, professor do Instituto de Educação Superior do Vale do Parnaíba (Piauí), outros fatores podem, em tese, fortalecer a concentração de votos entre Lula e Bolsonaro em um eventual primeiro turno de 2022.
“O Bolsonaro tem a máquina do Estado nas mãos, e o Brasil é um país com tradição de reeleger seus presidentes. Do outro lado está o PT, o maior partido de esquerda da América Latina e que mais se organizou, historicamente, para fazer coalizões políticas”, afirma. “Além disso, Lula e Bolsonaro são dois estadistas muito personalizados. Diferentemente de outros pleitos, a eleição presidencial é muito personalista”, afirma.
A terceira via é uma alternativa?
Apesar de concentrada em Lula e Bolsonaro, a polarização entre direita e esquerda não transforma automaticamente os outros pré-candidatos de 2022 em uma alternativa clássica de terceira via, centrista, segundo a visão dos especialistas.
“Se um terceiro candidato se mostrar competitivo em 2022, isso não quer dizer que ele seja uma ‘terceira via’. Ele é apenas uma alternativa a Lula e Bolsonaro, que hoje aparecem como principais”, diz Fernando Guarnieri.
Para Marques Júnior, “não existe uma terceira via em termos de projeto de nação”. “O projeto do Ciro Gomes e do PDT se aproxima ao do Lula, mais de centro-esquerda. No outro bloco, partidos como o DEM-PSL [em fusão para formar o União Brasil], por exemplo, apresentam ideias neoliberais, que não mudam muito em relação ao projeto do [ministro da Economia] Paulo Guedes: estado mínimo, privatização de setores estratégicos, incentivo ao empreendedorismo”, aponta o historiador.
“O apoio do empresariado a uma terceira via, por exemplo, não se refere a um projeto novo, autônomo, mas sim a um candidato que aproveite a agenda econômica do Paulo Guedes com um discurso mais polido”, acrescenta.
Vera Chaia, professora de política e pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), enxerga no cenário atual uma possibilidade de projeto próximo ao de uma terceira via clássica caso o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, vença as prévias do PSDB contra João Doria. A votação, marcada para 21 de novembro, contará também com o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio Neto na disputa.
“Essa seria uma alternativa social-democrata, ainda que de centro-direita, caso ela seja bem construída. O PSDB deu uma ‘endireitada’ nos últimos anos, mas poderia retomar uma posição mais de centro com o Eduardo Leite, que é bem avaliado como governador e obteve apoio, no partido, de parlamentares importantes como o [senador] Tasso Jereissati“, comenta a professora.
Chaia cita Doria e também Ciro Gomes como figuras polarizadoras que dificilmente emplacariam esse perfil de alternativa ao bolsonarismo e ao petismo. “O Doria não tem unanimidade nem no próprio partido, e o Ciro se porta de maneira agressiva, desagregadora”, analisa.
A professora enumerou outros políticos apontados como pré-candidatos, como o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Simone Tebet (MDB-MS). Segundo ela, o maior obstáculo para esses potenciais candidatos é a falta de capital político de seus nomes na comparação com Lula ou Bolsonaro.
Os ganhos da terceira via mesmo com a derrota na eleição
A marcação de território da “terceira via”, no entanto, vai além de uma eventual ida ao segundo turno e da vitória na eleição: ela pode render a partidos e candidatos recursos em dinheiro, poder de barganha e força política.
“Esse bloco da terceira via pode não ter uma força personalizada em alguém, mas, se houver união, ele pode se sentar na mesa de negociação com o próximo presidente e ganhar ministérios, cargos e recursos. Seja Lula ou Bolsonaro, é assim que a terceira via conseguirá se fortalecer no cenário legislativo”, diz Nelson Marques Júnior.
Para Vera Chaia, um dos grandes exemplos desse tipo de movimento é o do PSD, do ex-ministro Gilberto Kassab, que, no momento, não tem um nome óbvio como pré-candidato – há especulações sobre uma eventual migração de Rodrigo Pacheco ao partido para se tornar essa opção.
Fernando Guarnieri lembra que essa formação de palanques estaduais fortes fará com que o PSD seja cortejado pelos eventuais candidatos à Presidência. “Essa estratégia dá força aos partidos e permite um grande poder de barganha para a formação de uma coalizão. Isso pode reverter em participação no governo e no controle de políticas importantes para o partido.”
Para o cientista político, o movimento que mais chama a atenção fora dos polos da eleição presidencial é a fusão entre duas legendas de direita, o DEM e o PSL. Segundo Guarnieri, o novo partido “será um filhote robusto, um partido nacional com grande força no Congresso e nas regiões”.
“Uma grande bancada na Câmara decide, entre outras coisas, os recursos dos fundos eleitorais e partidários. A partir do momento em que um partido se fortalece, ele também atrai novos candidatos e aumenta suas chances de aumentar ainda mais suas cadeiras no Congresso. A corrida presidencial pode até ser uma ambição, mas DEM e PSL não vão tê-la como objetivo principal”, observa.
O deputado estadual do PSL Frederico D’Ávila proferiu ataques na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) contra o Papa Francisco e o arcebispo de Aparecida do Norte, Orlando Brandes, referindo-se aos dois como “vagabundos” e “safados”. Em discurso feito na última quinta-feira (14), D’Ávila criticou o pronunciamento feito pelo arcebispo no dia 12, em que ele defendeu um Brasil sem ódio e sem armas, condenando a política de armamento do governo Bolsonaro, do qual o deputado estadual é apoiador.
“Pátria armada é a pátria que não se submete a essa gentalha, seu safado. (…) Você se esconde atrás da sua batina para fazer proselitismo político, para converter as pessoas de bem para sua ideologia. A última coisa que vocês tomam conta é da alma e da espiritualidade das pessoas, seu vagabundo”, vociferou o deputado bolsonarista na tribuna da Assembleia. Ele também se referiu de maneira genérica a sacerdotes católicos como “pedófilos”. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) também foi alvo de seus ataques: “A CNBB é um câncer que precisa ser extirpado do Brasil”. “Canalhas, canalhas, canalhas!”
Confira a seguir o vídeo do pronunciamento do deputado:
Filhas de Dudu Nobre saem da escola após falta de pagamento
O artista negou que estaria se negando a pagar as mensalidades da escola
sábado, 16/10/2021, 11:11 – Atualizado em 16/10/2021, 11:11 – Autor: Com informações do Ig
As jovens, de 18 e 19 anos, estariam fora da escola há cerca de dois anos | Reprodução//Instagram.
Avida escolar tem fundamental importância para o aprendizado de todos, principalmente das crianças e adolescentes. Algumas situações como a separação dos pais, acabam contribuindo para que muitas crianças e jovens acabem abandonando a escola.
Um exemplo disso são as filhas do cantor Dudu Nobre com Adriana Bombom, Olívia, de 19 anos, e Thalita, de 18. As jovens teriam saído da escola em que estudavam no início deste ano, após o artista supostamente se negar a pagar as mensalidades da unidade de ensino.
Entre os motivos para a falta de pagamento estariam os altos valores das mensalidades, além do péssimo desempenho das duas na escola.
O cantor negou que teria se negado a pagar a escola. “Isso não existe. Jamais deixaria de pagar estudos para as minhas filhas. A Thalita já está com 18 anos e ela chegou para mim e disse que não estava se adaptando aos estudos remotos e que iria parar para voltar no ano que vem fazendo supletivo. Ela continua fazendo os cursos de teatro e outras aulas que a ajudam na produção de conteúdo. A Olívia já terminou e está seguindo a carreira dela. Não é verdade e eu fico impressionado com a maldade das pessoas”, explica o cantor à coluna.
O artista, que é casado há 11 anos com Priscila Grasso e tem dois filhos com a esposa, João Pedro e Alícia, ressalta que prioriza o plano de saúde e educação de todos os filhos. “Quem me conhece, sabe que eu não abro mão. Trabalho para dar saúde e escola aos quatro filhos”, concluiu o sambista.
“Quem tem que saber o que é melhor para os filhos são os pais e a nossa obrigação é manter as crianças na escola. Não importa se já é maior, não importa se repetiu um ou dois anos, não importa que quer fazer supletivo. Não tem que querer e eu já perguntei quando elas vão voltar a estudar. A Olívia tem dois anos fora do colégio e Thalita desde o ano passado não frequenta o colégio e por mais que eu fale, as coisas não mudam”, admite Adriana Bombom, que não quis falar sobre a sua relação com o ex.
Um casal, que ainda não teve o nome divulgado, foi alvo de um atentado a tiros no meio da rua, na manhã deste sábado (16), na avenida Conselheiro Furtado, próximo à travessa Castelo Branco, no bairro de São Brás, em Belém. As vítimas estavam em uma motocicleta, quando foram atingidas por uma dupla que ocupava outra moto.
Um das vítimas, um homem, ainda tentou escapar da ação dos criminosos, mas foi atingido pelos tiros. Ele foi socorrido e encaminhado para o Hospital Metropolitano.
Ainda não há informações sobre a motivação do crime, nem os autores do mesmo.
Por conta do crime, o trânsito na via está interditado.
Em sua última reunião, a Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergéticas (Creg), colegiado liderado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), avaliou a necessidade de preservar as medidas de contenção de gastos energéticos nos próximos meses para evitar racionamentos de água. Entre as orientações, está a manutenção da bandeira tarifária nas contas de luz, medida contrária aos interesses do presidente Jair Bolsonaro.
A reunião ocorreu na última sexta-feira (15), um dia após o presidente se pronunciar contra a manutenção da taxa, afirmando que iria determinar que a pasta reduzisse o valor. O ministério se pronunciou de forma contrária, seguindo as orientações da Creg. O órgão avalia que, em conjunto com as demais medidas adotadas na contenção da crise energética, as tarifas estão apresentando “resultados promissores”.
A orientação da Câmara de Regras é de preservar as medidas durante os próximos meses, mesmo no período chuvoso nas regiões norte e centro-oeste. “A situação ainda requer atenção, fato também impactado pelas atuais condições do solo, bastante seco, e, portanto, maiores dificuldades de transformação das chuvas em vazões, ou seja, em volumes significativos de água que chegam nos reservatórios do país”, afirmam em nota.
O economista Frederico Gomes, do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais, explica que a situação climática é um fator determinante para que se possa considerar a redução das tarifas da conta de luz. “Estamos passando por um período de muita pouca chuva em regiões que têm importantes reservatórios de hidrelétricas. Isso obriga o acionamento das usinas termelétricas, que têm um custo de geração de energia muito mais alto”, explica.
Os custos da produção e a bandeira tarifária serão discutidos pelo MME junto com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) na próxima quinta-feira (21).
“Certeza de que serei o próximo presidente”, revela Datena
O apresentador do Brasil Urgente é pré-candidato às eleições presidenciais de 2022
sábado, 16/10/2021, 08:36 – Atualizado em 16/10/2021, 08:36 – Autor: Com informações Correio Brasiliense
Segundo o jornalista, ele tem credibilidade e é um cara que não rouba, por isso merece ser presidente. | Reprodução .
Acorrida pelo pódio, ou melhor, cargo de presidente, já começou e tem candidatos bem dispostos a chegar lá. Um deles é o apresentador e jornalista José Luiz Datena, que afirmou, na sexta-feira (15), que tem certeza de que será o próximo presidente do Brasil. A afirmação foi feita durante entrevista à revista Veja.
Ao ser questionado sobre o porquê de querer ser presidente, Datena disse ter “credibilidade”. “ Sou um cara que não rouba, sou honesto. Quando o dever público te chama, é importante que atenda. Se não, será governado pelos maus”, afirmou.
Ao falar das eleições, Datena comentou a polarização no país. A maioria das pesquisas eleitorais mostra a preferência dos eleitores pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
“Não votaria em nenhum deles. Tenho certeza de que vai dar tudo certo e eu serei o próximo presidente da República”, declarou.
Para Datena, Bolsonaro ganhou popularidade por causa de Lula. “Quem criou Bolsonaro foi a esquerda, o Lula indo para a cadeia, o Lula criando a Dilma, o pior governo de todos os tempos, que jogou o país no nosso pior período recessivo. Bolsonaro não foi eleito pelos méritos dele. Quem o elegeu foi a péssima condução dos regimes de esquerda. A incompetência da esquerda elegeu Bolsonaro, e a incompetência do governo Bolsonaro está agora trazendo Lula de volta”, disse.
Datena, que era apoiador de Bolsonaro, disse que o atual presidente cometeu crimes contra a humanidade durante a pandemia de Covid-19.
“O fato de estimular as pessoas a não tomar vacina é crime? É crime pra caramba, é crime contra a humanidade. O fato de não usar máscara e provocar aglomerações também”, disse.
Vítima idosa ficou bastante machucada com as agressões | Reprodução.
Os casos de intolerância religiosa estão cada vez mais presentes em nossa sociedade. Um problema que atinge de forma covarde os preceitos de pessoas que na maioria das vezes buscam a paz dentro do direito constitucional ao culto religioso.
Um pastor evangélico foi agredido covardemente na noite da última quinta-feira (14), em Santarém, Oeste do Pará.
A vítima realizava um culto ao ar livre no Residencial Salvação, quando foi agredido. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento em que o pastor Antônio Assis prega e um homem chega “alterado” e parte para cima do religioso com socos e pontapés.
Sem dar chances de defesa para o pastor, o homem continua as agressões e xingamentos contra a vítima. Nas imagens também é possível ouvir as pessoas gritando desesperadas pedindo para chamarem a polícia.
Um jovem tentou intervir contra as agressões, mas também foi vitimado. Uma guarnição da Polícia Militar foi ao local e conseguiu prender o acusado, que foi apresentado na 16ª Seccional de Polícia Civil, onde o caso foi registrado.
Devido às agressões, o pastor, que já é idoso, ficou com vários hematomas no corpo, principalmente no rosto. A polícia informou que o acusado já tinha uma espécie de desentendimento com o grupo de evangélicos, por conta de fatos envolvendo o irmão dele.
Na delegacia, entretanto, o acusado alegou que não se lembrava do que tinha ocorrido. Contra ele, foi lavrado um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) e ele vai responder pelas agressões em liberdade.
Bilhete deixado pela mulher no trailer do Dr. Honesto | NSC TV/ Reprodução .
Afome é um problema que assola a população mais pobre. Com a crise causada durante a pandemia e o agravamento da crise na Economia brasileira com desemprego e inflação alta, a população brasileira viu cenas como fila para receber ossos e restos como alimentos se repetirem durante os últimos dias. E, com o preço dos alimentos sem controle, fica difícil para os menos favorecidos comerem.
Um caso de uma mãe que furtou comida para alimentar seus filhos e deixou uma mensagem após o ato está repercutindo nos principais portais do Brasil. As informações são do portal Metrópoles.
O fato aconteceu às margens da BR-470, em Rodeio e Apiúna, Santa Catarina. O trailer do Dr. Honesto vende produtos sem a presença de um atendente e uma mãe, sem dinheiro, precisou pegar alimentos do local sem pagar. “Venho através desta informar que peguei algumas coisas para o café dos meus filhos, mas não vou roubar, quando eu tiver, prometo devolver”, escreveu a mulher em um bilhete que ficou no local.
A carta foi deixada no trailer do Dr. Honesto, que vende produtos sem a presença de um atendente, às margens da BR-470. O trailer, que estava em desuso, foi colocado próximo à rodovia há cerca de dois anos para vender itens feitos pela esposa do proprietário e angariar fundos para uma casa de apoio que ajuda pessoas em situação de rua.
Piloto passa mal a 39 mil pés e avião retorna a Belém
A aeronave partiu de Belém, com destino a cidade de Recife, em Pernambuco, quando o copiloto começou a se sentir mal pouco mais de uma hora de voo.
sexta-feira, 15/10/2021, 15:58 – Atualizado em 15/10/2021, 15:58 – Autor: Com informações aeroin.ne
| Reprodução .
Um incidente com um piloto a bordo de uma aeronave da companhia Azul Linhas Aéreas foi registrado recentemente no sistema do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), no qual o tripulante teve problemas de saúde a bordo e o voo precisou retornar à capital paraense.https://5cfabcfcb3be032cf1a4efc17de0ce5c.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
O incidente aconteceu na tarde do último sábado, dia 9 de outubro, no voo AD-4433, que partiu de Belém, com destino a cidade de Recife, em Pernambuco. O voo era realizado com o Airbus A320n e registrado sob a matrícula PR-YYC.
De acordo com os dados do CENIPA, a aeronave decolou do Aeroporto Internacional de Belém com 140 passageiros e 6 tripulantes, no entanto, durante o voo, o copiloto começou a se sentir mal pouco mais de uma hora de voo.
| Divulgação/FlightRadar24
Os dados abaixo, obtidos através da plataforma de rastreio de voos FlightRadar24, mostram a aeronave realizando uma curva de volta ao aeroporto de partida, após pouco mais de uma hora de voo, quando já a 39 mil pés de altitude (cerca de 11,9 km).
| Divulgação/FlightRadar24
Com isso, o comandante da aeronave decidiu que o melhor a ser feito era retornar ao aeroporto de origem, mas sem a necessidade de declarar emergência. A aeronave pousou em Belém após pouco mais de duas horas de voo.
Ainda segundo o CENIPA, a aeronave ficou cerca de uma hora e meia em solo e decolou novamente do aeroporto em Belém e realizou o voo sem intercorrências, chegando ao Recife às 22h54, horário local. O estado de saúde do copiloto não foi divulgado.| Reprodução
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.