O âncora do Jornal Nacional era acusado de participar de uma suposta organização criminosa para falar sobre os impactos positivos da vacina no combate à pandemia.
Em 17 de janeiro, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios já havia negado um pedido de prisão contra o jornalista.
PODER360.
A Justiça do Distrito Federal negou na última 6ª feira (28.jan.2021) um novo recurso apresentado pelo advogado Wilson Koressawa, em que pedia a prisão de William Bonner, da TV Globo. Eis a íntegra da decisão (69 KB).
O advogado dizia que Bonner participava de uma suposta organização criminosa, com outros profissionais da emissora, para falar sobre os impactos positivos da vacina no combate à pandemia.
Além disso, acusava o jornalista de induzir pessoas ao suicídio, e de “envenenar água potável, de uso comum ou particular, ou substância alimentícia ou medicinal destinada a consumo”.
A decisão do juiz Felipe da Costa Fonseca Gomes afirma que o recurso é um direito de Wilson Koressawa, mas que “diante do exposto, não havendo qualquer obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão” optou por rejeitar o novo pedido.
ENTENDA.
Em 17 de janeiro, o TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios) negou um pedido de prisão contra o jornalista William Bonner, da TV Globo, por incentivar a vacinação de crianças.
A juíza Gláucia Falsarella Pereira Foley classificou o pedido de prisão de Bonner de “descabido” e disse que partiu de “delírios negacionistas”. Ela afirmou que decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) consagrou o entendimento de que o exercício da liberdade de imprensa assegura ao jornalista o direito de proferir críticas.
Morre mulher grávida que foi queimada pelo marido em Cametá
Vítima estava grávida quando foi incendiada pelo companheiro em Cametá. Ela foi levada ao Metropolitano, mas não resistiu. O bebê também morreu no ventre da mãe
sábado, 29/01/2022, 08:58 – Atualizado em 29/01/2022, 08:58 – Autor: Redação Diário do Pará
O acusado está foragido após matar a mulher | Fotos: Divulgação .
Morreu na última sexta-feira (28), Isabely Letícia Monteiro do Carmo, de 22 anos, que estava internada na ala de queimados no hospital Metropolitano de Urgência e Emergência de Ananindeua após sofrer um ataque criminoso no interior do município de Cametá, na região nordeste paraense.
Segundo o que já foi apurado pela Polícia Civil de Cametá, a jovem sofreu crime de feminicídio na vila do Carmo em Cametá após seu marido, identificado como Mizael Braga Caldas, de 30 anos, jogar gasolina e atear fogo no corpo da mulher que estava grávida.
O crime ocorreu na madrugada do dia 17 passado no interior da residência do casal e, logo após consumar o ato, Mizael Braga Caldas fugiu. Vizinhos socorreram a mulher, que foi levada para o Hospital Regional de Cametá, onde recebeu os primeiros atendimentos.
No dia seguinte, devido à gravidade das queimaduras, Isabely Letícia Monteiro do Carmo foi transferida do Hospital Regional de Cametá para o Hospital Metropolitano em Belém para ala de queimados.
No terceiro dia internada, a mulher acabou perdendo o bebê que carregava no ventre e teve seu estado de saúde agravado ainda mais sendo entubada. Nesta sexta-feira (28), a jovem Isabely Letícia não resistiu aos ferimentos causados pelo ex-marido que ateou fogo e teve 80% do corpo com queimaduras graves.
A delegacia de Polícia Civil abriu inquérito policial com base nas informações identificando o autor do crime. Pessoas próximas ao casal já em depoimento informaram que o casal tinha uma relação sem problemas enquanto outras delataram que Mizael Braga Caldas era um homem autoritário, de difícil convivência.
A Polícia Civil já sabe que a possível motivação seria o fato do marido não aceitar o término do relacionamento proposto pela mulher que não aguentava mais viver subjugada pelo companheiro Mizael Braga Caldas que está sendo procurado na condição de autor do crime de feminicídio contra a mulher.
Luciano foi o primeiro eliminado do BBB22, com 49,31%. | Reprodução .
Luciano Estevan disputou o primeiro paredão da edição com Naiara Azevedo, 32, e Natália Deodato, 22. Ele acabou sendo o mais votado com 49,31%, na frente de Natália (34,89%) e Naiara (15,8%). Modelo, ator e dançarino, o catarinense entrou como Pipoca –grupo dos anônimos– no programa, e desde sua primeira apresentação na vinheta até o confinamento, ele falava sobre o sonho de ser “rico e famoso”..
Eliminado do Big Brother Brasil 22 (Globo) na última terça-feira (25), Luciano Estevan, 28, recebeu diagnóstico positivo para Covid-19. A informação foi divulgada nesta sexta (28) pela apresentadora Ana Clara Lima, 24, que entrevistaria o ex-BBB no quadro “Fora da Casa” do Rede BBB, transmitido no Gshow.
“Infelizmente o Luciano testou positivo pra Covid, a gente tem todas as normas de segurança aqui na Globo então ele não pode estar presente no estúdio aqui com a gente hoje. Luciano, um beijo e boa recuperação pra você”, disse Lima.
O brother esteve presente no programa “A Eliminação” (Multishow) transmitido ao vivo na noite de quarta-feira (26), e comandado por Bruno de Luca, 39, e Ana Clara. A única participação do Luciano que não foi presencial foi no Mais Você, já que Ana Maria Braga, 72, grava dos estúdios Globo de São Paulo.
Eliminação
O discurso de Luciano acabou não pegando muito bem dentro e fora da casa. Tanto é que após ser eliminado, o ex-participante precisou se explicar diversas vezes sobre sua colocação, que segundo ele, é sincera e honesta, já que todos entram no reality show para se tornarem conhecidos, com exceção do Camarote.
“Tem muita gente me apoiando, dizendo para eu erguer a cabeça, que a vida continua. E eu estou felizão que estão vindo falar comigo. Não estou triste, não. Esse objetivo da fama foi atingido, sim” comentou.
Motorista de aplicativo é suspeito de matar padrasto no Pará
Suspeito do crime estava em liberdade provisória, trabalhando como motorista de aplicativo
quinta-feira, 27/01/2022, 22:30 – Atualizado em 27/01/2022, 22:30 – Autor: Com informações do Correio do Norte
Crime aconteceu dentro de uma residência no Conjunto Parque dos Castanhais | Reprodução .
O primeiro mês de um novo ano caminha para o fim e com o registro de um caso bárbaro de violência familiar. Depois da morte de um sargento da Polícia Militar no início da semana, o crime ocorreu dessa vez no município de Castanhal, nordeste paraense.
Na tarde desta quinta-feira (27), no Conjunto Parque dos Castanhais, viaturas da Polícia Militar foram acionadas para a ocorrência de um homicídio. A vítima, que não teve a identidade revelada, tinha 44 anos e seria padrasto do suspeito do crime. Moradores testemunham que ambos possuíam um histórico de desentendimento, o que poderia ter resultado no assassinato.
O suspeito, que também teve sua identidade preservada, cometeu o crime usando arma de fogo e, até então, estava em liberdade provisória, trabalhando como um motorista de aplicativo.
O DOL procurou a Polícia Militar para obter detalhes sobre a ocorrência, mas não obteve retorno.
As autoridades aguardam o laudo da pericia para determinar a causa da morte. Até o momento o animal que possivelmente atacou o idoso não foi identificado.
quinta-feira, 27/01/2022, 19:43 – Atualizado em 27/01/2022, 19:43 – Autor: Com informações rondoniagora
A Polícia Militar acionou a equipe da Polícia Civil e o corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML), em Porto Velho. | Reprodução .
Amorte misteriosa de um idoso está intrigando as autoridades de Rondônia. O trabalhador Emílio Kistemacher, 65 anos, foi encontrado morto na última terça-feira (25), após sair de sua propriedade rural, localizada no Ramal 02, no distrito de Extrema, para caçar na mata.
A esposa de Emílio informou à polícia que durante a manhã o homem havia notado o cachorro acuando algum animal na mata. O idoso então, se armou com uma espingarda calibre 36 e seguiu o cão, adentrando na mata. Momentos depois foram ouvidos dois tiros. Emilio não retornou para a propriedade.
Já no início da noite, o filho de Emílio chegou ao local e foi informado pela mãe sobre o que havia acontecido. O rapaz saiu à procura do pai, ouviu o cachorro latindo, indo de encontro ao animal, encontrou seu pai morto, deitado de bruços, com lesões graves no rosto. A espingarda da vítima estava ao lado do corpo.
A Polícia Militar acionou a equipe da Polícia Civil e o corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML), em Porto Velho. As autoridades aguardam o laudo da pericia para determinar a causa da morte. Até o momento o animal que possivelmente atacou o idoso não foi identificado.
Pai descobre no Facebook que a filha morreu de fome
A mãe, Elaine Clarke, de 49 anos, se declarou culpada pelo homicídio por negligência grave.
quinta-feira, 27/01/2022, 09:20 – Atualizado em 27/01/2022, 09:20 – Autor: Com informações do Portal Ric Mais
| Reprodução .
Um homem ficou sabendo que sua filha havia morrido de fome após ver um post de um amigo da família no Facebook. A vítima, identificada como Debbie Leitch, de 24 anos, tinha síndrome de Down e estava sob os cuidados da mãe.
A jovem foi encontrada severamente desnutrida e “abandonada”. Ela foi encontrada por uma equipe de resgate que foi chamada para a casa onde ela vivia com a mãe em Blackpool, Reino Unido.
O pai de Debbie, Thomas Leitch, que mora em outra cidade e tinha dificuldade em ter informações sobre a filha, se separou da esposa quando a menina tinha apenas 5 anos. Ele disse que os serviços sociais determinaram que Debbie deveria morar com a mãe, como costumava acontecer naquela época, mas que por anos ele lutou para passar algum tempo com sua filha. No entanto, mesmo argumentando que a própria Debbie muitas vezes implorou para morar com ele, nunca obteve sucesso.
Ainda conforme o depoimento do pai, até depois da morte da filha, ele não teve permissão para dar a Debbie um enterro decente, pois Elaine preferiu colocar a maior parte de suas cinzas em um túmulo de indigente. “Consegui pegar metade de suas cinzas e a enterrei em uma igreja local, bem ao lado do meu pai. Pelo menos consegui fazer isso por ela”, disse.
Revoltado com a situação, ele questionou o trabalho das instituições que deveriam zelar pela criança e as decisões que o impediram de ficar com a filha.
“Se todas essas organizações estavam fazendo um bom trabalho, por que ela não está aqui agora? Toda vez que ela me via, seu rosto se iluminava. Tudo o que posso fazer agora é tentar lembrar os bons tempos, mas os bons tempos foram marcados para sempre pelo que aconteceu”, desabafou.
Governo estima que mais de 1,7 milhão de professores serão beneficiados.
O presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto; chefe do Executivo decidiu pelo reajuste máximo do piso salarial de professores.
PODER360.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciou nesta 5ª feira (27.jan.2022) que o governo federal concederá reajuste de 33,24% no piso salarial de professores da educação básica, conforme adiantou o Poder360.
“Esse é o maior aumento já concedido, pelo Governo Federal, desde o surgimento da Lei do Piso”, afirmou em publicação em seus perfis nas redes sociais.
Como antecipou o Drive, newsletter premium do Poder360, no final da tarde de 4ª feira (26.jan) Bolsonaro determinou ao ministro Milton Ribeiro (Educação) a “missão” de conceder o reajuste máximo para o piso salarial de professores, conforme estabelece a Lei do Piso do Magistério (11.739/2008).
“Mais de 1,7 milhão de professores, dos Estados e Municípios, que lecionam para mais de 38 milhões de alunos nas escolas públicas serão beneficiados”, disse Bolsonaro.
Assim, o valor mínimo dos vencimentos de R$ 2.886,24 será de R$ 3.845,72, uma alta de 33,24%. A medida contraria o entendimento de alguns técnicos da área financeira do Ministério da Educação, e, sobretudo, de governadores e de prefeitos que terão suas finanças pressionadas.
O custo para Estados e cidades com esse aumento será na casa de R$ 30 bilhões neste ano, de acordo com cálculos divulgados em nota pela Confederação Nacional de Municípios.
Para o governo federal, conforme apurou o Poder360, o valor seria de R$ 3,8 bilhões neste ano. A ideia do presidente é “cortar esse valor de outros ministérios”, segundo disse a seus ministros que acompanham o tema.
A decisão do presidente é estratégica considerando as eleições de 2022 em que Bolsonaro tentará a reeleição. Embora exista pressão de governadores, e, sobretudo, prefeitos para que o reajuste não seja de 33,24%, ninguém defende isso publicamente. O custo político seria todo do Palácio do Planalto. Bolsonaro não está disposto a bancar esse desgaste e determinou que o aumento seja dado.
Há controvérsia a respeito de como deve ser calculado o reajuste do piso dos professores. A Lei do Piso do Magistério (11.738/2008) manda definir o valor com base no custo mínimo nacional por aluno do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
A definição fica por conta do Ministério da Educação. Se essa regra for seguida, chegará ao percentual de 33,24%.
O valor aluno/ano do Fundeb (conhecido pela sigla Vaaf) que vigorou em 2021 foi divulgado na portaria nº 10, assinada pelo Ministério da Educação e pelo Ministério da Economia em 10 de dezembro de 2021. Ficou em R$ 4.462,83. Em 2020, o Vaaf havia sido de R$ 3.349,56.
A diferença de 2020 para 2021 foi de R$ 1.113,06. Isso equivale ao reajuste de 33,23% –que também precisam ser aplicados ao piso nacional dos professores da rede pública. Há cerca de 2 milhões de professores da educação básica na rede pública que estão ligados sobretudo a prefeituras. Os prefeitos ficam com o maior custo do aumento agora em 2022.
Em 2020, a regras do Fundeb foram alteradas por meio da emenda constitucional 108. O Fundo passou a ter mais dinheiro vindo da União. Esse volume maior de recursos fez com que aumentasse também o valor aluno/ano do Fundeb.
A emenda 108 determina que “lei específica disporá sobre o piso salarial profissional” do magistério. Mas o Congresso não apreciou novo projeto sobre o tema e há um vácuo legal. O governo pode tanto seguir a regra anterior como baixar uma nova norma a respeito enquanto não é aprovada numa nova lei.
Por causa dessa alteração no Fundeb, o Ministério da Educação divulgou uma nota em 14 de janeiro de 2022, na qual afirmava que “por meio da Secretaria de Educação Básica, trabalha nesse momento no levantamento de subsídios técnicos de suas áreas para conferir uma solução à questão”.
Dentro desse cenário de dúvida, circularam em Brasília rumores de que o governo poderia baixar uma medida provisória e reduzir o percentual de reajuste para o salário de professores da rede pública.
Em 24 janeiro de 2022, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e outros colegiados da Casa soltaram uma nota condenando o posicionamento do MEC. Defendiam o “cumprimento integral do piso nacional consagrado em nossa legislação desde 2008”.
Foi nesse momento que o Palácio do Planalto percebeu que havia uma disputa política em curso. A rigor, a interpretação das leis que regem o aumento salarial de professores permite vários tipos de entendimento. Do ponto de vista estrito do rigor fiscal, seria possível adotar uma fórmula mais rígida, com um aumento menor.
Mas Bolsonaro e seus assessores perceberam que só o Planalto e o Ministério da Educação estavam ficando com esse ônus. Os prefeitos e governadores, que não querem o reajuste, não se manifestam em público. No Congresso, a maioria dos grupos de esquerda e adversário do governo defendem o reajuste máximo. Diante desse cenário, o presidente da República determinou a adoção do percentual de 33,24% para o reajuste.
Pesquisa foi realizada com 1.000 entrevistados, pelo telefone, entre os dias 24 e 25 de janeiro de 2022; margem de erro é de 3,2 pontos percentuaisPré-candidatos à Presidência da República nas Eleições 2022. Na ordem: Lula (PT), Bolsonaro (PL), Moro (Podemos) e Ciro (PDT)(Fotos: Amanda Perobelli/Reuters; Adriano Machado/Reuters; Marcello Casal Jr./Agência Brasil; Nacho Doce/Reuters. Montagem por CNN Brasil)
em São Paulo27/01/2022 às 11:55 | Atualizado 27/01/2022 às 12:10.
A nova pesquisa Ipespe relativa à disputa presidencial das eleições 2022, divulgada nesta quinta-feira (27), mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na frente no cenário estimulado para o primeiro turno com 44%, contra 24%do presidente Jair Bolsonaro (PL) e 8% dos ex-ministros Sergio Moro (Podemos) e Ciro Gomes (PDT), que empataram.
Nas outras posições, sequencialmente, aparecem João Doria (PSDB), com 2%, e Simone Tebet (MDB), Rodrigo Pacheco (PSD) e Alessandro Vieira (Cidadania) com 1% das intenções de voto. O pré-candidato Felipe d’Avila (Novo) não pontuou.PUBLICIDADE
Outros 8% dos entrevistados responderam que não votariam em nenhum dos apontados, não votariam no geral ou que registrariam voto branco ou nulo, e 4% não soube escolher entre os nomes citados.
Primeiro turno
Intenção de voto estimulada para presidente – cenário COM Sergio Moro (Podemos)
Lula (PT) – 44%
Jair Bolsonaro (PL) – 24%
Sergio Moro (Podemos) – 8%
Ciro Gomes (PDT) – 8%
João Doria (PSDB) – 2%
Simone Tebet (MDB) – 1%
Rodrigo Pacheco (PSD) – 1%
Alessandro Vieira (Cidadania) – 1%
Felipe d’Avila (Novo) – 0%
Branco/nulo/não vai votar – 8%
Indecisos – 4%
Intenção de voto estimulada para presidente – cenário SEM Sergio Moro (Podemos)
Lula (PT) – 44%
Jair Bolsonaro (PL) – 26%
Ciro Gomes (PDT) – 9%
João Doria (PSDB) – 4%
Simone Tebet (MDB) – 1%
Rodrigo Pacheco (PSD) – 1%
Alessandro Vieira (Cidadania) – 1%
Felipe d’Avila (Novo) – 1%
Branco/nulo/não vai votar – 10%
Indecisos – 4%
Intenção de voto espontânea para presidente
Lula (PT) – 35%
Jair Bolsonaro (PL) – 23%
Sergio Moro (Podemos) – 4%
Ciro Gomes (PDT) – 4%
João Doria (PSDB) – 1%
Simone Tebet (MDB) – 0%
Rodrigo Pacheco (PSD) – 0%
Branco/nulo/não vai votar – 6%
Indecisos – 26%
Segundo turno
A Ipespe apresentou sete cenários de segundo turno entre os quatro primeiros colocados na pesquisa.
Cenário 1
Lula (PT) – 54%
Jair Bolsonaro (PL) – 30%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 16%
Cenário 2
Lula (PT) – 50%
Sergio Moro (Podemos) – 31%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 19%
Cenário 3
Lula (PT) – 51%
Ciro Gomes (PDT) – 25%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 24%
Cenário 4
Lula (PT) – 52%
João Doria (PSDB) – 19%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 29%
Cenário 5
Ciro Gomes (PDT) – 45%
Jair Bolsonaro (PL) – 33%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 22%
Cenário 6
João Doria (PSDB) – 42%
Jair Bolsonaro (PL) – 33%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 25%
Cenário 7
Sergio Moro (Podemos) – 35%
Jair Bolsonaro (PL) – 28%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 37%
Metodologia
A pesquisa foi realizada com 1.000 entrevistados maiores de 16 anos de todas as regiões do país, pelo telefone, entre os dias 24 e 25 de janeiro de 2022.
A margem de erro máximo estimada é de 3.2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5% (se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro da margem de erro).
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR 06408 2022.
Fotos: veja os possíveis candidatos à Presidência da República em 2022
Essa ainda não é a campanha eleitoral, que só começa no segundo semestre. Partidos com maiores bancadas terão mais tempo no rádio e na TV; os chamados ‘nanicos’ ficaram de fora.
Por Marcela Mattos, g1 — Brasília
27/01/2022 11h15 Atualizado há 3 minutos
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu, por meio de uma portaria publicada na terça-feira (25), o tempo de propaganda partidária gratuita a que cada partido terá direito no primeiro semestre deste ano.
Ao todo, serão 305 minutos de propaganda divididos entre 23 partidos. Legendas como o PT, MDB, PL e PSDB terão acesso ao maior tempo de exposição: 20 minutos e 40 inserções para cada partido (confira o detalhamento abaixo).
Já os chamados partidos “nanicos” não terão acesso à exibição partidária gratuita. Os “nanicos” são aqueles com pouca representação no Congresso.
Legendas como a Rede Sustentabilidade, fundada pela ex-senadora Marina Silva, e o PRTB, partido ao qual o vice-presidente Hamilton Mourão é filiado, não atingiram os critérios exigidos pela Corte eleitoral (veja a lista completa abaixo).
Para ter direito à propaganda partidária gratuita, o TSE levou em conta, entre outros fatores, a quantidade de deputados que o partido elegeu nas eleições de 2018. A Corte exige um percentual mínimo de votos para incluir as legendas nas cadeias de transmissão.
Os programas, exibidos em rádio e televisão, serão transmitidos no primeiro semestre deste ano e têm como objetivo divulgar as principais ações e posições dos partidos e incentivar a filiação partidária. Ainda não se trata das propagandas da campanha eleitoral. Essa começa só nos dois meses anteriores à eleição, em outubro.
Vai e volta
A realização da propaganda partidária gratuita é alvo de constantes debates no Congresso. Em 2017, a medida chegou a ser extinta. Em 2019, o Congresso aprovou o retorno da propaganda partidária, mas o presidente Jair Bolsonaro vetou a proposta.
No ano passado, deputados e senadores aprovaram novamente a medida e, no início deste ano, Bolsonaro sancionou o projeto, o que permitiu o retorno da veiculação das propagandas em cadeia nacional. Não haverá compensação fiscal às emissoras que vão veicular o programa – o texto aprovado pelo Congresso previa essa contrapartida, que acabou vetada pelo presidente.
Tempo
Veja como ficou a distribuição do tempo entre os partidos:
20 minutos e 40 inserções:
DEM
MDB
PDT
PL
PP
PSB
PSD
PSDB
PSL
PT
Republicanos
10 minutos e 20 inserções
PCdoB
Podemos
PSOL
PTB
Solidariedade
5 minutos e 10 inserções:
Avante
Novo
Patriotas
Cidadania (antigo PPS)
PROS
PSC
PV
Partidos sem acesso ao tempo de TV
Na portaria, o TSE também listou os partidos que, por não cumprirem os requisitos, não terão acesso à propaganda partidária gratuita. São eles:
Democracia Cristã (DC)
Partido Comunista Brasileiro (PCB)
Partido da Causa Operária (PCO)
Partido da Mulher Brasileira (PMB)
Partido da Mobilização Nacional (PMN)
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB)
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU)
Policiais encontraram a arma do crime jogada embaixo de um carro na garagem do casal. Esposa, investigada por atirar contra marido, é tenente dentista do Exército.
Por g1 Santos
27/01/2022 05h02 Atualizado há 3 horas
Segundo a Polícia Civil, tenente é suspeita por balear marido após discussão — Foto: Reprodução/Facebook
O empresário Bruno Piva Júnior, de 52 anos, morreu após passar mais de 50 dias internado depois de ser baleado pela esposa, de 41, que é tenente dentista do Exército. O crime ocorreu em Praia Grande, no litoral de São Paulo e, a princípio, a mulher tentou convencer os policiais que foram atender a ocorrência que o disparo havia sido feito por um ladrão em uma tentativa de assalto.
O g1 não localizou a defesa da tenente até a última atualização desta reportagem, mas apurou que ela relatou em depoimento que era agredida pelo marido e que ele desviou dinheiro dela, mas não registrou boletim contra o companheiro. A polícia ainda apura o caso. O exército informou que, por não se tratar de um crime militar, o caso está tramitando na Justiça Comum (leia mais abaixo).
O crime aconteceu no início de dezembro de 2021 e a tenente chegou a ser presa em flagrante após balear o marido, durante uma discussão na residência do casal.
À época, os policiais estavam em patrulhamento quando receberam a informação de que havia um homem ferido por disparo de arma de fogo no tórax. Ele estava na esquina das ruas General Leitão de Carvalho e Marechal Eurico Gaspar Dutra, no bairro Boqueirão.
Vizinhos levaram o homem até o Hospital Irmã Dulce para ser socorrido. Lá, ele passou por cirurgia de emergência e permaneceu internado até a manhã desta terça-feira (25), data em que morreu.
Conforme apurado pelo g1, o corpo de Bruno foi sepultado nesta quarta-feira (26) no Cemitério Jardim da Colina, em São Bernardo do Campo.
Tentou simular assalto
Na data do crime, testemunhas disseram aos policiais militares que o disparo foi feito pela esposa da vítima. Ao ser questionada, a mulher, a princípio, disse aos policiais que houve uma tentativa de roubo e que não tinha arma. Segundo ela, o autor do disparo teria fugido da residência.
No entanto, durante buscas na casa dela, a polícia encontrou uma pistola embaixo de um veículo estacionado na garagem. Confrontada, a acusada admitiu o crime e informou que o seu companheiro possuía uma arma longa e munição em casa. Os policiais fizeram novas buscas na residência e conseguiram encontrar uma espingarda calibre 12 e 32 munições de calibres diversos.
Em nota, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) informou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil e o MP se manifestou pela continuidade da prisão da suposta ré que foi solta por decisão judicial.
Também por meio de nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi investigado pelo 2º DP de Praia Grande. A suspeita foi indiciada por homicídio tentado no momento do flagrante e a Justiça concedeu sua liberdade provisória.
Ainda segundo a SSP, o inquérito policial foi relatado ao Judiciário e a unidade realiza diligências complementares, a pedido do Ministério Público. A vítima faleceu na última terça-feira e foi elaborado um boletim de comunicação de óbito, o qual será anexado ao inquérito.
Segundo apurado pelo g1, com a morte do empresário, a tenente agora será indiciada por homicídio e não mais pela tentativa, como registrado anteriormente.
Exército
Ao g1, o Comando Militar do Sudeste (CMSE) informa que a 2º Tenente Dentista Temporário Karina de Freitas Fogolin servia no Hospital de Guarnição de Porto Velho, em Porto Velho (RO). Ela foi reintegrada por decisão judicial e está afastada aguardando o processo de reforma.
Por não se tratar de um crime militar, o caso está tramitando na Justiça Comum. O Exército Brasileiro destaca que repudia veementemente qualquer ato que atente contra os preceitos éticos e morais da profissão militar.
Tentativa de homicídio aconteceu na residência do casal, em Praia Grande (SP) — Foto: Reprodução/Facebook/Praia Grande Mil Grau
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.