Ala próxima a Doria admite risco de “inanição” no PSDB

12 de fevereiro de 2022 at 09:12

Com racha no PSDB, o governador de São Paulo perde aliados e apoio para sua candidatura ao Planalto

Isabela Filardida CNN

Em São Paulo11/02/2022 às 20:23

Aliados do pré-candidato à Presidência pelo PSDB, João Doria, afirmam que a expectativa é de que sua campanha caia por “inanição”, ou seja, por falta de apoio dentro do próprio partido.

De acordo com apuração da âncora da CNN Daniela Lima, tanto aliados quanto adversários dizem que estão em guerra e que há um temor generalizado.PUBLICIDADE

De acordo com a analista, Doria está cada vez com menos pessoas ao seu lado e vai precisar da chancela do PSDB em julho, quando vai ou não se tornar candidato formal.

A análise dos aliados e do próprio governador é de que ele não vai crescer até julho e que vai ter oportunidade de ganhar visibilidade apenas com a campanha na rua, em meados de agosto, setembro e outubro. Ele pretende ser visto pelas pessoas e apresentado como opção para a terceira via.

Para isso acontecer, no entanto, ele precisa de aliados que o ajudem a se segurar até agosto. Nesse patamar, é muito difícil que ele consiga a maioria do partido ao seu lado para se tornar candidato.

O cenário que a ala contrária traz é de que se ele sair do partido, terá ainda menos chance, já que mesmo com visibilidade pelas coletivas e pelo governo, sua popularidade está baixa.

Segundo o analista de política da CNN Iuri Pitta, um prefeito do interior de São Paulo, aliado de Doria, afirma que a imagem pessoal do governador é pior do que a imagem da própria gestão, o que não é comum em mandatos e pode atrapalhar sua candidatura.

CNN realizará o primeiro debate presidencial de 2022. O confronto entre os candidatos será transmitido ao vivo em 6 de agosto pela TV e por nossas plataformas digitais.

FLAGRANTE

11 de fevereiro de 2022 at 19:43

Bêbada e pelada, mulher bate carro em BMW e acaba presa 

Na delegacia, ela confirmou que tomou “apenas oito caipirinhas”.

 sexta-feira, 11/02/2022, 16:54 – Atualizado em 11/02/2022, 16:53 –  Autor: Com informações Metrópoles


A mulher, de 25 anos, dirigia um Fiat Punto quando bateu na traseira de uma BMW A mulher, de 25 anos, dirigia um Fiat Punto quando bateu na traseira de uma BMW | Reprodução .

Um acidente grave e inusitado foi registrado pelas autoridades de Campo Grande, na madrugada desta sexta-feira (11). Uma mulher sob efeitos de álcool foi presa em flagrante após colidir com um veículo de luxo na Avenida Bom Pastor, no bairro Vilas Boas. 

De acordo com a polícia, a mulher, de 25 anos, dirigia um Fiat Punto quando bateu na traseira de uma BMW e, em seguida, na lixeira de uma residência. 

A Polícia Militar foi acionada e encontrou a motorista ainda dentro do carro, completamente nua. Com sinais de embriaguez, ela passou por teste do bafômetro, que constatou 1,02 mg/l de álcool no sangue. 

Aos policiais, ela confirmou que tomou “apenas oito caipirinhas” em um bar. A motorista da BMW também passou por teste do bafômetro, que não constatou embriaguez. Já a condutora do Fiat foi encaminhada para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol.  

Edmilson critica Governo Federal pelo novo piso salarial dos professores

11 de fevereiro de 2022 at 13:58

PARÁWEB

Edmilson Rodrigues critica governo federal após novo piso salarial dos professores. Foto: Reprodução/Agência Belém

Em reunião nesta quarta-feira (09) com a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), o prefeito Edmilson Rodrigues fez críticas ao Governo Federal por ter aumentado o novo piso salarial dos professores em 33,24%. O prefeito de Belém questionou de que maneira o Governo Federal viabilizará recursos para que os municípios efetuem o pagamento do reajuste para a categoria.

“É uma reflexão sobre porquê uma portaria deve definir os gastos de prefeitos, no país onde nenhum Projeto de Lei vai ao Plenário sem passar pela Comissão de Finanças. Ele (Projeto de Lei) é barrado na Comissão de Finanças e Tributação, se não cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. E como o presidente da República impõe aos prefeitos que descumpram esta lei?”, questiona o prefeito.

Enquanto a prefeitura de Belém ainda não confirmou se vai pagar o novo piso salarial aos professores, outras prefeituras pelo interior do Pará, com arrecadação menor, já anunciaram que irão fazer o reajuste aos professores. É o caso das prefeituras de Bragança e Colares.

LEIA MAIS: Bragança é o primeiro município do Pará a reajustar em 33,24% salário dos professores

Ainda quando era deputado federal, Edmilson fazia várias críticas ao governo do Pará, na época Jatene, por não pagar o piso nacional dos professores. Em um rápida busca pelas suas redes sociais, é possível encontrar diversas postagens de Edmilson cobrando Jatene.

 EtiquetasBelémDestaqueEdmilson Rodrigues CompartilharFacebookTwitterLinkedin

Pesquisa Ipespe: Lula tem 43% e Bolsonaro, 25%; Moro e Ciro empatam com 8%

11 de fevereiro de 2022 at 12:35

Pesquisa foi realizada com 1.000 entrevistados, pelo telefone, entre os dias 7 e 9 de fevereiro de 2022; margem de erro é de 3,2 pontos percentuaisPré-candidatos à Presidência da República nas Eleições 2022. Na ordem: Lula (PT), Bolsonaro (PL), Moro (Podemos) e Ciro (PDT)Pré-candidatos à Presidência da República nas Eleições 2022. Na ordem: Lula (PT), Bolsonaro (PL), Moro (Podemos) e Ciro (PDT)Montagem por CNN Brasil

Giovanna Galvanida CNN

em São Paulo11/02/2022 às 11:50 | Atualizado 11/02/2022 às 12:28.

A nova pesquisa Ipespe para as eleições presidenciais de 2022, divulgada nesta sexta-feira (11), indica que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto na pesquisa estimulada com 43%, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 25%. Ciro Gomes (PDT) e Sergio Moro (Podemos) empatam em 3º lugar, com 8%.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), vem em 4º lugar, com 3% das intenções de voto. Depois, aparecem Simone Tebet (MDB) e André Janones (Avante), empatados com 1%. Os nomes de Rodrigo Pacheco (PSD), Alessandro Vieira (Cidadania) e Felipe d’Avila (Novo) não pontuaram.PUBLICIDADE

Além disso, 9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo, não votariam ou não escolheriam nenhum dos citados, enquanto 3% se colocaram como indecisos.

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para presidente – cenário COM Sergio Moro (Podemos)

  • Lula (PT) – 43%
  • Jair Bolsonaro (PL) – 25%
  • Ciro Gomes (PDT) – 8%
  • Sergio Moro (Podemos) – 8%
  • João Doria (PSDB) – 3%
  • Simone Tebet (MDB) – 1%
  • André Janones (Avante) – 1%
  • Rodrigo Pacheco (PSD) – 0%
  • Alessandro Vieira (Cidadania) – 0%
  • Felipe d’Avila (Novo) – 0%
  • Branco/nulo/não vai votar/nenhum – 9%
  • Indecisos/não respondeu – 3%

Intenção de voto estimulada para presidente – cenário SEM Ciro Gomes (PDT)

  • Lula (PT) – 44%
  • Jair Bolsonaro (PL) – 26%
  • Sergio Moro (Podemos) – 8%
  • João Doria (PSDB) – 4%
  • Simone Tebet (MDB) – 2%
  • Rodrigo Pacheco (PSD) – 1%
  • André Janones (Avante) – 1%
  • Alessandro Vieira (Cidadania) – 1%
  • Felipe d’Avila (Novo) – 0%
  • Branco/nulo/não vai votar/nenhum – 10%
  • Indecisos/não respondeu – 3%

Intenção de voto espontânea para presidente

  • Lula (PT) – 36%
  • Jair Bolsonaro (PL) – 24%
  • Sergio Moro (Podemos) – 4%
  • Ciro Gomes (PDT) – 4%
  • João Doria (PSDB) – 1%
  • Marina Silva (Rede) – 0%
  • Rodrigo Pacheco (PSD) – 0%
  • André Janones (Avante) – 0%
  • Branco/nulo/nenhum – 5%
  • Indecisos/não respondeu – 25%

Segundo turno

A Ipespe apresentou sete cenários de segundo turno entre os quatro primeiros colocados na pesquisa.

Cenário 1

  • Lula (PT) – 54%
  • Jair Bolsonaro (PL) – 31%
  • Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 15%

Cenário 2

  • Lula (PT) – 51%
  • Sergio Moro (Podemos) – 31%
  • Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 18%

Cenário 3 

  • Lula (PT) – 50%
  • Ciro Gomes (PDT) – 24%
  • Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 26%

Cenário 4

  • Lula (PT) – 53%
  • João Doria (PSDB) – 18%
  • Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 29%

Cenário 5

  • Ciro Gomes (PDT) – 45%
  • Jair Bolsonaro (PL) – 33%
  • Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 22%

Cenário 6 

  • João Doria (PSDB) – 40%
  • Jair Bolsonaro (PL) – 34%
  • Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 26%

Cenário 7 

  • Sergio Moro (Podemos) – 32% 
  • Jair Bolsonaro (PL) – 30%
  • Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 38%

Metodologia

Esta nova edição da pesquisa Ipespe foi realizada por telefone com 1.000 entrevistados entre os dias 7 e 9 de fevereiro de 2022, com pessoas de 16 anos ou mais de todas as regiões do país.

A margem de erro máxima estipulada é de 3.2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5%. Ou seja, se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro desta margem.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03828/2022.

Eleições 2022

CNN realizará o primeiro debate presidencial de 2022. O confronto entre os candidatos será transmitido ao vivo em 6 de agosto, pela TV e por nossas plataformas digitais.

INVESTIGAÇÃO

11 de fevereiro de 2022 at 10:21

Corpo é encontrado dentro de faculdade particular em Belém

A vítima seria funcionário da Faculdade Pitágoras, localizada no bairro do Marco, em Belém

 sexta-feira, 11/02/2022, 10:13 – Atualizado em 11/02/2022, 10:13 –  Autor: Redação/DOL


Ainda não há informações se a causa da morte seria natural ou criminal Ainda não há informações se a causa da morte seria natural ou criminal | Reprodução/Agência Pará Ouça esta reportagem https://audio.audima.co/iframe-thin-local.html?skin=thin&statistic=false

O corpo de um homem, que não teve o nome divulgado, foi encontrado dentro das dependências de uma instituição particular, a Faculdade Pitágoras, na manhã desta sexta-feira (11). A instituição fica localizada na travessa Humaitá, entre Almirante Barroso e 25 de Setembro, no bairro do Marco, em Belém. 

PF diz ao STF que milícia digital usa estrutura do ‘gabinete do ódio’

11 de fevereiro de 2022 at 09:30

Informação consta em relatório parcial elaborado pela delegada Denisse Ribeiro e enviado ao ministro do Supremo Alexandre de Moraes.

Por Márcio Falcão e Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília

10/02/2022 22h21  Atualizado há 10 horas


PF aponta ao STF: milícia digital usa estrutura do ‘gabinete do ódio’

https://imasdk.googleapis.com/js/core/bridge3.498.1_pt_br.html#goog_903354047–:–/–:–

PF aponta ao STF: milícia digital usa estrutura do ‘gabinete do ódio’

A Polícia Federal afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que uma milícia digital que atua contra a democracia e as instituições usa a estrutura do chamado “gabinete do ódio” — grupo que seria formado por aliados do presidente Jair Bolsonaro e que atuaria até mesmo dentro do Palácio do Planalto.

A informação consta em um relatório parcial elaborado pela delegada Denisse Ribeiro — que conduz os inquéritos das fake news e das milícias digitais — e enviado ao ministro do Supremo Alexandre de Moraes.

inquérito que apura a existência de uma milícia digital foi aberto em 2021, depois que o procurador-geral da República, Augusto Aras pediu o arquivamento de outra investigação que envolvia aliados do presidente Jair Bolsonaro. Na época, Moraes atendeu ao pedido de Aras, mas decidiu abrir um novo inquérito para investigar a atuação de milícias digitais.

Segundo a PF, a ação do grupo seria orquestrada com propósito de difundir ataques e desinformação, criando e deturpando dados para obter vantagens e auferir lucros, buscando, assim, ganhos políticos, ideológicos e financeiros.

“Identifica-se a atuação de uma estrutura que opera especialmente por meio de um autodenominado ‘gabinete do ódio’: um grupo que produz conteúdos e/ou promove postagens em redes sociais atacando pessoas (alvos) – os ‘espantalhos’ escolhidos – previamente eleitas pelos integrantes da organização, difundindo-as por múltiplos canais de comunicação, em atuação similar à já descrita outrora pela Polícia Federal, consistente no amplo emprego de vários canais da rede mundial de computadores, especialmente as redes sociais”, escreveu.

Denisse afirma também que a suposta milícia digital atua de forma anônima e tem como alvos adversários políticos, ministros do STF, integrante do próprio governo e dissidentes, além da imprensa tradicional. Para a PF, a ação do grupo estimula a polarização e o acirramento do debate com os ataques à imprensa.

Para a delegada, a diferença entre manifestação de opinião e a conduta criminosa “é o nítido propósito de manipular a audiência distorcendo dados, levando o público a erro e induzindo-o a aceitar como verdade aquilo que não possui lastro na realidade”.

“O cruzamento de dados adquiridos mediante quebra de sigilo legal, as oitivas e os documentos obtidos permitem identificar a estrutura montada, os papéis de seus membros e os objetivos buscados, os quais são até aqui indicadores de uma atuação orquestrada, que pratica os fatos descritos com o propósito de difundir os ataques e/ou desinformação, criando ou deturpando os dados para obter vantagens para o próprio grupo ideológico e auferir lucros diretos ou indiretos por canais diversos”, afirmou.

A delegada defende que a estratégia do grupo tem sido explorar os limites entre crimes contra a honra e a liberdade de expressão. Com isso, segundo ela, é criada uma falsa ideia de que a Constituição permite a publicação de qualquer conteúdo sem que o autor seja responsabilizado.

“Sob essa ótica, tem sido rotineiro questionar os limites entre a prática dos chamados delitos de opinião (especialmente calúnia e difamação) e a amplitude da liberdade de expressão, gerando uma ideia de que a Constituição Federal criou uma zona franca para a produção e divulgação de qualquer conteúdo sem risco de responsabilização. Não é o que ocorre com qualquer Estado Democrático de Direito”, afirmou.

Denisse Ribeiro defendeu que é preciso proteger o discurso livre.

“É justamente para proteger o discurso livre e aberto que se torna necessário estabelecer a ‘nota de corte’ a partir da qual se encerra a liberdade de expressão e se inicia a prática ilícita”, disse.

A delega detalhou algumas etapas seguidas pela organização para cometer os crimes, são elas:

  • eleição de uma pessoa que será o alvo;
  • elaboração de um conteúdo ofensivo e a separação de tarefas entre os envolvidos;
  • ataque em si: ou seja, a publicação sistemática de informações ofensivas, inverídicas ou deturpadas, por várias fontes e canais;
  • uso de múltiplas plataformas para reproduzir o material.

A PF identificou ainda o uso de robôs para potencializar as mensagens difundidas.

Cloroquina

A Polícia Federal afirma também que algumas ações realizadas pelo presidente e seu entorno, embora não sejam crime, demonstram a articulação do grupo para criar e impulsionar notícias sabidamente falsas, como, por exemplo, a propagação do uso da kit Covid para combater o coronavírus.

“A análise em curso aponta também para existência de eventos que, embora não caracterizem por si tipos penais específicos, demonstram a preparação e a articulação que antecedem a criação e a repercussão de notícias não lastreadas ou conhecidamente falsas a respeito de pessoas ou temas de interesse. Como exemplo, entre outros, pode-se citar a questão do tratamento precoce contra a COVID-19 com emprego de hidroxicloroquina/cloroquina e azitromicina, bem como a menção à elaboração de dossiês contra antagonistas e dissidentes, inclusive com insinuação de utilização da estrutura de Estado para atuar ‘investigando todos'”, afirmou.

Especialistas repudiam decisão do governo de indicar 'kit Covid' ineficaz

Especialistas repudiam decisão do governo de indicar ‘kit Covid’ ineficaz

Próximos passos

No relatório, a delegada avalia ainda que as investigações devem ter continuidade diante dos vários elementos reunidos que indicam possíveis crimes.

Denisse Ribeiro defendeu que novas diligências devem ser realizadas, além de depoimentos, cruzamentos de dados, entre outras medidas. Ela sugeriu também que as vítimas identificadas sejam comunicadas para que possam eventualmente acionar a Justiça.

A delegada disse ainda que, como a investigação envolve a suposta atuação de organização criminosa, também estão em análise dados relacionados a outras investigações que atingem o presidente Jair Bolsonaro, como a live com informações falsas sobre as urnas eletrônicas e o vazamento de dados sigilosos.

“Como dito, todos esses eventos possuem correlação e revelam semelhança no modo de agir, bem como aderência ao escopo descrito na hipótese criminal”.

O relatório parcial foi enviado nesta quinta-feira (10), pois a delegada se afastará do caso por motivos pessoas a partir desta segunda (14).

“Situação pode sair do controle rapidamente”, alerta Biden a americanos na Ucrânia

11 de fevereiro de 2022 at 08:18

EUA alertou aos cidadãos que “estejam cientes que governo não poderá evacuar cidadãos americanos no caso de invasão russa em qualquer lugar da Ucrânia”Presidente dos EUA, Joe Biden, na Casa BrancaPresidente dos EUA, Joe Biden, na Casa Branca31/01/2022 REUTERS/Leah Millis

Maegan VazquezKevin LiptakSam Fossumda CNN10/02/2022 às 23:39 |

O presidente Joe Biden pediu, nesta quinta-feira (10), que os norte-americanos na Ucrânia deixem o país imediatamente, alertando que “as coisas podem sair do controle rapidamente” na região.

“Os cidadãos americanos devem sair agora”, disse Biden em uma entrevista que foi gravada na quinta-feira com Lester Holt, da NBC News.

Referindo-se à Rússia, que acumulou tropas em sua fronteira com a Ucrânia, Biden disse: “Não é como se estivéssemos lidando com uma organização terrorista. Estamos lidando com um dos maiores exércitos do mundo. É uma situação muito diferente e as coisas podem enlouquecer rapidamente.”

Biden disse, durante sua entrevista à NBC, que “não há” uma situação que possa levá-lo a enviar tropas dos EUA para resgatar americanos que tentam sair da Ucrânia, acrescentando: “Essa é uma guerra mundial quando os americanos e a Rússia começam a atirar um no outro”.

Se o presidente russo, Vladimir Putin, é “tolo o suficiente para entrar, ele é inteligente o suficiente para não fazer nada que possa impactar negativamente os cidadãos americanos”, acrescentou Biden.

A Casa Branca aprovou um plano para os quase 2.000 soldados americanos na Polônia para ajudar os americanos que podem tentar evacuar a Ucrânia se a Rússia invadir, de acordo com duas autoridades americanas familiarizadas com o assunto.

As forças dos EUA não estão atualmente autorizadas a entrar na Ucrânia se uma guerra estourar, e não há planos para eles conduzirem uma operação de evacuação de não combatentes semelhante à operação dos EUA no Afeganistão no verão passado.

Em vez disso, o plano atual é que as tropas, que são da 82ª Divisão Aerotransportada, comecem a montar áreas de processamento e abrigos temporários dentro da Polônia, perto da fronteira com a Ucrânia, onde os americanos que fogem do país podem pedir ajuda enquanto estiverem em trânsito. As instalações ainda não foram montadas, disse um oficial de defesa, mas começarão a ficar assim à medida que mais tropas americanas chegarem à Polônia.

O Departamento de Estado dos EUA repetiu na quinta-feira seu alerta, dizendo que os americanos não devem viajar para a Ucrânia “devido ao aumento das ameaças de ação militar russa” e pediu aos que estão no país para partirem imediatamente.

O comunicado disse aos cidadãos americanos na Ucrânia que “estejam cientes de que o governo dos EUA não poderá evacuar cidadãos americanos no caso de ação militar russa em qualquer lugar da Ucrânia”.

No final de janeiro, o Departamento de Estado autorizou a saída de pessoal não emergencial da Embaixada dos EUA em Kiev e ordenou que os familiares deixassem o país.

Os EUA estimam que a Rússia tenha mais de 100.000 soldados perto da fronteira com a Ucrânia, com milhares adicionados apenas esta semana, de acordo com um funcionário do governo.

Biden deve falar na sexta-feira com líderes europeus e da Otan sobre o acúmulo de tropas russas perto da Ucrânia, de acordo com uma pessoa familiarizada com os planos.

A ligação conjunta com os líderes da França, Reino Unido, Itália, Alemanha e outros lugares ocorre no momento em que as nações ocidentais procuram vias diplomáticas para neutralizar a crise.

Biden conversou na quarta-feira com o presidente francês Emmanuel Macron sobre os esforços diplomáticos de Macron em Moscou com Putin. E o principal general militar dos EUA, o general Mark Milley, presidente do Joint Chiefs, também entrou em contato com vários de seus colegas no exterior sobre a situação nesta semana.

Milley conversou com o tenente-general Valery Zaluzhny, seu colega ucraniano, na quinta-feira, para discutir o ambiente de segurança na Europa, de acordo com uma leitura da ligação. Foi a segunda conversa deles esta semana.

Na quinta-feira, Milley também conversou com seu colega na Bielorrússia pela primeira vez, entre as duas ligações para a Ucrânia.

Rússia e Bielorrússia iniciaram 10 dias de exercícios militares conjuntos na quinta-feira, em meio a esforços diplomáticos para neutralizar a crise devido a temores de que a Rússia esteja planejando uma incursão em território ucraniano.

Milley tentou “reduzir as chances de erro de cálculo” em sua ligação com o general bielorrusso Viktor Gulevich, de acordo com uma leitura. Milley também conversou com seu colega britânico na quinta-feira.

Que sinais os EUA observam e que podem indicar uma invasão da Rússia na Ucrânia

10 de fevereiro de 2022 at 22:36

Com mais de 100 mil soldados russos na fronteira ucraniana, oficiais de inteligência examinam as últimas manobras táticas para tentar antecipar quando Moscou lançará invasãoMembros das Forças Armadas da Rússia durante exercícios militares na região de RostovMembros das Forças Armadas da Rússia durante exercícios militares na região de RostovReuters/Sergey Pivovarov

Jeremy HerbKatie Bo LillisBarbara StarrSean Lyngaasda CNN10/02/2022 às 17:46

Pode ser um ataque cibernético visando a rede de energia da Ucrânia. Ou o movimento de batalhões e tanques russos ao longo da fronteira e no campo de tiro. Ou, talvez, até um ataque de mísseis de longo alcance.

Todos são sinais em potencial que autoridades americanas e europeias estão monitorando de perto, o que pode revelar que o presidente Vladimir Putin está avançando com uma invasão da Ucrânia.

Com mais de 100.000 soldados russos reunidos ao longo da fronteira ucraniana – um número que continua a crescer – oficiais militares e de inteligência estão examinando as últimas manobras táticas para tentar antecipar quando Moscou pode mudar de ameaçar uma invasão para lançar uma.

Autoridades dos EUA dizem que estão monitorando de perto as invasões cibernéticas, como o ataque que atingiu o governo da Ucrânia no mês passado. Eles estão observando não apenas as tropas russas que se acumulam na fronteira, mas onde estão posicionadas, e estão de olho no que a Rússia está fazendo com seus equipamentos, como tanques, que seriam fundamentais para qualquer invasão terrestre.

Ao mesmo tempo, atuais e ex-funcionários do governo dizem à CNN que, em última análise, pode não haver uma dica clara para um ataque à Ucrânia. Como o estrondo de um terremoto, pode haver pouco ou nenhum aviso prévio de uma invasão antes que ela já esteja em andamento, dizem as autoridades.

“Se você olhar para as opções de baixo custo, todas executáveis ​​imediatamente com pouco ou nenhum aviso com as forças que já estão mobilizadas – coisas como um ataque punitivo ou ataque no leste, uma fuga do sul, um ataque de no norte – essas forças já estão em posição e no número certo com a capacidade certa”, disse um oficial de inteligência ocidental à CNN.

O ex-diretor de Inteligência Nacional James Clapper disse à CNN que os EUA podem não ver o início de uma invasão. “Se ele atirar em Kiev ou em qualquer outra grande cidade, então você sabe que é um negócio real”, disse Clapper.

A avaliação ajuda a explicar por que o presidente Joe Biden e altos funcionários dos EUA alertaram que uma invasão russa é iminente – uma explicação que irritou as autoridades ucranianas – porque o Kremlin pode precisar de muito pouco tempo antes que um ataque seja lançado.

Invasão pode acontecer ‘qualquer dia agora’

Embora a Casa Branca tenha dito que não chamaria mais uma invasão russa de “iminente”, um membro do governo disse que a avaliação de que um ataque poderia acontecer “a qualquer momento” continua válida, já que os russos adicionaram logística e apoio às suas forças na fronteira, bem como armas ofensivas e defensivas adicionais.

Autoridades russas negaram repetidamente que estão se preparando para invadir a Ucrânia, acusando o Ocidente de ser responsável pela escalada das tensões no país.

A Casa Branca aprovou na quarta-feira um plano apresentado pelo Pentágono para os quase 2.000 soldados norte-americanos na Polônia para ajudar os americanos que podem tentar evacuar a Ucrânia se a Rússia invadir, de acordo com duas autoridades americanas familiarizadas com o assunto.

As forças dos EUA não estão atualmente autorizadas a entrar na Ucrânia se uma guerra irromper, e não há planos para eles conduzirem uma evacuação como a operação dos EUA no Afeganistão no ano passado, enfatizaram as autoridades.

Biden também sugeriu que os americanos devem deixar a Ucrânia agora, e funcionários do Departamento de Estado disseram que podem não estar em posição de ajudar os americanos que ainda estão no país se a Rússia invadir.

Autoridades dizem que há uma distinção entre diferentes cenários potenciais, se a Rússia ataca a Ucrânia de maneira direcionada ou se o Kremlin está se preparando para uma invasão em grande escala do país para tentar derrubar o governo em Kiev. No último caso, os russos precisariam de mais tropas ao longo da fronteira, dizem as autoridades, e as imagens de satélite capturariam o acúmulo contínuo que o Ocidente observa há meses.

“Eu não acho que a matemática seja tão simples quanto dizer, há um número mágico de (grupos táticos de batalhão)”, disse a autoridade ocidental. “É apenas de um modo geral, mais do que vemos agora.”

Mas as autoridades alertaram que Putin também poderia começar usando artilharia de longo alcance para atacar a Ucrânia, onde as forças terrestres não precisariam estar ao alcance.

Ainda assim, uma das principais coisas que os EUA estão observando é quando um número significativo de forças russas deixa suas áreas de treinamento perto da fronteira, e se move no alcance de tiro de seus alvos, que são posições terrestres específicas, disse um funcionário do governo.

Outro sinal que as autoridades americanas estão monitorando é o movimento de tanques russos. Um sinal de que os militares russos podem estar se preparando para uma invasão é se eles começarem a movimentar tanques na fronteira, ou ligá-los ou desligá-los, disse o funcionário, porque se eles ficarem sentados lá e não se moverem por alguns dias, o petróleo poderia congelar.

Se eles estão ligando e desligando, isso impede que isso aconteça – o que significa que os tanques estariam prontos para ir rapidamente. Até agora, disse o funcionário, os tanques estão apenas parados lá, de acordo com imagens comerciais de satélite.

O clima na Ucrânia também pode desempenhar um papel, a avaliação é de que temperaturas mais frias – e terrenos congelados – facilitariam uma incursão russa.

Em alerta para ataques cibernéticos

Autoridades dos EUA e da Ucrânia dizem que há uma grande expectativa de que qualquer invasão russa possa ser realizada em conjunto com uma agressão cibernética ofensiva contra a Ucrânia.

Victor Zhora, um funcionário ucraniano que investigou o ataque cibernético de janeiro a sites do governo ucraniano, disse no mês passado que “não há dúvida de que (qualquer invasão russa) pode ser apoiada por agressão cibernética – ou pelo menos eles permanecerão ativos no ciberespaço”.

Autoridades dos EUA estão observando de perto quaisquer sinais de ataques cibernéticos à infraestrutura crítica ucraniana e estão em contato com seus colegas ucranianos sobre o assunto, disse um funcionário dos EUA à CNN. Uma preocupação é que a Rússia possa usar suas proezas de hackers para tentar minar a confiança do público no governo ucraniano.

“O cyber pode ser usado para sugerir que o governo ucraniano é inepto?” disse o funcionário dos EUA.

Desde que a Rússia anexou a Crimeia em 2014, supostos hackers russos interromperam a infraestrutura crítica ucraniana em várias ocasiões, inclusive cortando energia em partes do país em 2015 e 2016.

“A cibernética é uma ferramenta ideal para a Rússia usar antes de uma invasão”, disse John Hultquist, vice-presidente de análise de inteligência da empresa de segurança cibernética Mandiant, que acompanha de perto o grupo de hackers russo acusado das interrupções de 2015 e 2016.

“Você pode usar (operações cibernéticas) para ser agressivo, para sinalizar (intenção) e potencialmente corroer a influência de seu adversário antes que as balas voem ou sem precisar escalar a situação para a guerra”.

Autoridades dizem que a Rússia já está fazendo uso das chamadas técnicas de guerra híbrida – táticas não convencionais como ataques cibernéticos, guerra de informação e os famosos “homenzinhos verdes” nos quais a Rússia confiou no período que antecedeu seu ataque à Crimeia em 2014 – dificultando para identificar qualquer incidente como um sinal definitivo de que Moscou está se preparando para escalar.

O Departamento de Estado afirmou na semana passada que a Rússia estava preparada para fabricar “um pretexto para uma invasão” por meio de um vídeo de bandeira falsa.

A autoridade ocidental observou que a Ucrânia foi atingida por uma operação cibernética no mês passado que não precedeu um ataque russo convencional.

“Esta é uma das perguntas mais difíceis de responder porque o nível básico de atividade é tão alto focado na Ucrânia – e aqui quero dizer híbrido e cibernético”, disse o funcionário. “Um evento pontual pode não ser o indicador de que estamos procurando que uma campanha esteja começando.”

OI, TCHAU!

10 de fevereiro de 2022 at 20:44

Cliente da Oi: descubra se você vai para Claro, TIM ou Vivo

Os 42 milhões de clientes atuais da Oi serão divididos às concorrentes

 quinta-feira, 10/02/2022, 19:21 – Atualizado em 10/02/2022, 19:34 –  Autor: Com informações de Tecnoblog e Estadão/DOL


Oi Móvel foi vendida para Claro, TIM e Vivo Oi Móvel foi vendida para Claro, TIM e Vivo | Reprodução .

OConselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira (9), com restrições, a compra da Oi Móvel pelo consórcio formado por Claro, Vivo e TIM. 

Com isso, os cerca de 42 milhões de clientes atuais da Oi serão divididos às concorrentes da seguinte forma: a TIM ficará com 14,5 milhões de linhas; Claro, com 11,7 milhões; e Vivo, com outros 10,5 milhões. A TIM ficará com um total de 29 DDDs; a Claro, com 27; e a Vivo, com 11.

Na decisão sobre a operação, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou que as teles apresentem o passo a passo de como será a transferência para TIM, Claro e Vivo.

Além disso, a agência determinou que seja repassado ao consumidor o direito da portabilidade, a ausência de cobrança em virtude de quebra de fidelização dos contratos dos usuários de telefonia móvel ou combo da Oi, bem como canais para dúvidas.

Chips da Claro, Oi, TIM e Vivo
 Chips da Claro, Oi, TIM e Vivo | Lucas Braga / Tecnoblog

Regras:

•todos os clientes da Oi Móvel poderão fazer portabilidade numérica, a qualquer momento, para a operadora que escolherem;

•todos os clientes da Oi Móvel poderão cancelar o plano ou mudar de operadora sem pagar multa de fidelização por quebra de contrato;

•clientes da Oi que possuírem combos com serviços fixos e móveis (Oi Total, Oi Conta Total e afins) terão segregação transparente dos contratos e a devida comunicação ao consumidor.

Os clientes da Oi podem continuar usando seus serviços normalmente. Os usuários serão comunicados com antecedência sobre todos os direitos do consumidor e eventuais detalhes da migração.

Confira abaixo a lista completa de DDDs, dívida por estado:

Acre – AC

•DDD 68: TIM

Alagoas – AL

•DDD 82: Vivo

Amapá – AP

•DDD 96: TIM

Amazonas – AM

•DDD 92: Claro

•DDD 97: TIM

Bahia – BA

•DDD 71: Claro

•DDD 73: TIM

•DDD 74: Claro

•DDD 75: TIM

•DDD 77: Claro

Ceará – CE

•DDD 85: Vivo

•DDD 88: Vivo

Distrito Federal – DF

•DDD 61: TIM

Espírito Santo – ES

•DDD 27: Claro

•DDD 28: Claro

Goiás – GO

•DDD 62: TIM

•DDD 64: TIM

Maranhão – MA

•DDD 98: Vivo

•DDD 99: TIM

Mato Grosso – MT

•DDD 65: TIM

•DDD 66: TIM

Mato Grosso do Sul – MS

•DDD 67: TIM

Minas Gerais – MG

•DDD 31: Claro

•DDD 32: TIM

•DDD 33: Claro

•DDD 34: Claro

•DDD 35: Claro

•DDD 37: Claro

•DDD 38: Claro

Pará – PA

•DDD 91: Claro

•DDD 93: TIM

•DDD 94: TIM

Paraíba – PB

•DDD 83: Vivo

Paraná – PR

•DDD 41: Vivo

•DDD 42: Vivo

•DDD 43: Claro

•DDD 44: Claro

•DDD 45: Claro

•DDD 46: Claro

Pernambuco – PE

•DDD 81: Vivo

•DDD 87: Vivo

Piauí – PI

•DDD 86: Vivo

•DDD 89: TIM

Rio de Janeiro – RJ

•DDD 21: TIM

•DDD 22: TIM

•DDD 24: TIM

Rio Grande do Norte – RN

•DDD 84: Vivo

Rio Grande do Sul – RS

•DDD 51: TIM

•DDD 53: TIM

•DDD 54: TIM

•DDD 55: TIM

Rondônia – RO

•DDD 69: TIM

Roraima – RR

•DDD 95: TIM

Santa Catarina– SC

•DDD 47: Claro

•DDD 48: Claro

•DDD 49: Claro

São Paulo – SP

•DDD 11: TIM

•DDD 12: Vivo

•DDD 13: Claro

•DDD 14: Claro

•DDD 15: Claro

•DDD 16: TIM

•DDD 17: Claro

•DDD 18: Claro

•DDD 19: TIM

Sergipe – SE

•DDD 79: Claro

Tocantins – TO

•DDD 63: TIM

Embraer formaliza à Anac pedido de certificação para “carro voador”

10 de fevereiro de 2022 at 19:32

Modelo eVTOL é uma aeronave de pouso e decolagem vertical totalmente elétricaDe acordo com a Embraer, a aeronave, projetada com foco nos usuários, proporcionará um transporte confortável, com baixo ruído e zero emissões de carbono.De acordo com a Embraer, a aeronave, projetada com foco nos usuários, proporcionará um transporte confortável, com baixo ruído e zero emissões de carbono.Foto: Divulgação

Luísa Laval,, do Estadão Conteúdo10/02/2022 às 17:05 | Atualizado 10/02/2022 às 17:07.

A Eve, empresa da Embraer, formalizou o processo para obtenção de um certificado de Tipo para o projeto do eVTOL (modelo de carro voador) junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Com isso, a Eve oficializa o compromisso de demonstrar cumprimento com os padrões técnicos internacionais e requisitos de aeronavegabilidade obrigatórios para a certificação.PUBLICIDADE

Com o apoio da Anac, a Eve dará continuidade às interações com as principais autoridades aeronáuticas estrangeiras, formalizando em breve o processo de validação do certificado de acordo com a sua estratégia global de negócio.

“Do ponto de vista da regulação há muito trabalho a ser feito, não somente em relação à tecnologia da aeronave, mas na definição de todo ecossistema”, diz Roberto Honorato, superintendente de aeronavegabilidade da Anac.

O eVTOL da Eve é uma aeronave de pouso e decolagem vertical totalmente elétrica. De acordo com a Embraer, a aeronave, projetada com foco nos usuários, proporcionará um transporte confortável, com baixo ruído e zero emissões de carbono.

“A formalização do processo de certificação do eVTOL é um passo importante para a continuidade das discussões que vêm sendo realizadas entre Eve e ANAC em direção à certificação do veículo para mobilidade urbana”, aponta Luiz Felipe Valentini, diretor de tecnologia da Eve.

Em dezembro do ano passado, a Eve e a Sydney Seaplanes, empresa da Austrália, anunciaram uma parceria para iniciar a implantação de operações de táxi aéreo elétrico na cidade de Sydney, com uma encomenda inicial de 50 aeronaves a ser entregue a partir de 2026.