Soldado russo é capturado e comove a web: “muito jovem”
O Ministério de Defesa da Ucrânia divulgou a foto de dois soldados do Exército da Rússia capturados por ucranianos.
sexta-feira, 25/02/2022, 14:11 – Atualizado em 25/02/2022, 14:11 – Autor: ( com informações do Metrópoles )
Dois jovens russos levados prisioneiros pelo Kiev, após operação Russa na Ucrânia | Reprodução .
Com o crescimento da tensão entre os dois países europeus, com os novos ataques por terra, mar e ar, o governo ucraniano convoca jovens soldados em base espalhadas pelo país para seguirem na linha de frente dos confrontos armados.
Nesta última quinta-feira (24), o Ministério de Defesa da Ucrânia divulgou a foto de dois soldados russos capturados pela 93° do campo militar. O guerreiro mais novo tem apenas 19 anos e se chama Rafik Rahmankulov. A identidade do jovem foi revelada por um internauta que o encontrou nas redes sociais.
No entanto, o que chamou atenção mesmo foi a pouca idade do rapaz. Na internet, os usuários lamentam. “Apenas olhe para o soldado da esquerda, na segunda foto. Ele não parece nem ter 18 anos, mas está lutando em uma guerra. Não esqueça que Hitler e os nazistas fizeram o mesmo na Segunda Guerra Mundial”, relembrou um internauta.
Um outro internauta crítica e diz que a mão de obra da guerra é sempre jovem. “Os ricos e velhos estão sentados em seus palácios de Moscou, conversando sobre seu império”, criticou.
Demissão de Paulo Maiurino, indicado por Bolsonaro, pegou de surpresa até mesmo policiais que trabalhavam em cargos de alto escalão na PF e deputados aliados ao governo.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) trocou o comando da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (25). O atual diretor-geral da PF, Paulo Maiurino, foi dispensado do cargo hoje.
Quem assume o cargo é Márcio Nunes de Oliveira, que atuava como superintendente regional da PF no Distrito Federal. Nunes de Oliveira ocupava o cargo desde maio de 2018 e deve assumir a diretoria-geral da PF em abril.Ele é irmão do coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira, ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal. A demissão de Maiurino pegou de surpresa até mesmo policiais que trabalhavam em cargos de alto escalão na PF e deputados aliados ao governo Bolsonaro.Fontes do governo relataram à CNN que Maiurino pode ser deslocado para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça. Ele foi o terceiro diretor-geral da PF no governo Jair Bolsonaro e foi um escolha do presidente.
Entre os destaques de sua carreira está o fato de ter participado da investigação do chamado “mensalão mineiro”, que apurou crimes de caixa 2 na campanha de reeleição do tucano Eduardo Azeredo (PSDB) ao governo de Minas Gerais.
Pelo Twitter, o ministro da Justiça, Anderson Torres, confirmou que convidou Maiurino para assumir a função de secretário DA Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), subordinada à pasta.
“Ao Dr Maiurino, meu reconhecimento pelo trabalho diário de reforçar o papel da Polícia Federal como instituição autônoma sim, mas com respeito a preceitos fundamentais da corporação, como hierarquia e disciplina. Sua experiência profissional será fundamental à frente da SENAD”, escreveu o ministro da Justiça.
Pesquisa foi realizada com 1.000 entrevistados, pelo telefone, entre os dias 21 e 23 de fevereiro de 2022; margem de erro é de 3,2 pontos percentuaisPré-candidatos à Presidência da República nas Eleições 2022. Na ordem: Lula (PT), Bolsonaro (PL), Moro (Podemos) e Ciro (PDT)Montagem: CNN Brasil
A mais recente pesquisa Ipespe para as eleições presidenciais de 2022, divulgada nesta sexta-feira (25), mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está à frente nas intenções de voto no cenário estimulado, sendo o nome escolhido por 43% dos entrevistados, seguido do presidente Jair Bolsonaro (PL), que aparece com 26%. Os pré-candidatos Sergio Moro (Podemos) e Ciro Gomes (PDT) aparecem com 8% e 7%, respectivamente, das menções.
Além disso, 7% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo, não votariam ou não escolheriam nenhum dos citados, enquanto 2% se colocaram como indecisos.
A Ipespe apresentou nove cenários de segundo turno, com comparações majoritariamente entre quatro pré-candidatos, mas também com duas propostas com o nome de Eduardo Leite. Veja:
Cenário 1
Lula (PT) – 54%
Jair Bolsonaro (PL) – 32%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 14%
Cenário 2
Lula (PT) – 52%
Sergio Moro (Podemos) – 31%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 17%
Cenário 3
Lula (PT) – 51%
Ciro Gomes (PDT) – 25%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 24%
Cenário 4
Lula (PT) – 54%
João Doria (PSDB) – 18%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 29%
Cenário 5
Ciro Gomes (PDT) – 47%
Jair Bolsonaro (PL) – 35%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 18%
Cenário 6
João Doria (PSDB) – 39%
Jair Bolsonaro (PL) – 36%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 25%
Cenário 7
Sergio Moro (Podemos) – 33%
Jair Bolsonaro (PL) – 32%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 35%
Cenário 8
Lula (PT) – 55%
Eduardo Leite (PSDB) – 17%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 28%
Cenário 9
Jair Bolsonaro (PL) – 39%
Eduardo Leite (PSDB) – 35%
Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 26%
Avaliação do governo Bolsonaro
Além do cenário eleitoral, o Ipespe também realizou questionamentos acerca da percepção sobre o governo Bolsonaro, avaliado como ruim ou péssimo por 53% dos entrevistados, ótimo ou bom por 25% e regular por 21%. Um percentual de 1% não soube ou não quis responder.
A reprovação ao governo se mostrou maior: 63% disseram desaprovar o governo Bolsonaro, enquanto 31% aprovam e 6% não sabem ou não responderam à pergunta.
Questionados sobre o enfrentamento da pandemia do coronavírus por parte do presidente, 56% a classificaram como ruim ou péssima, 25% como ótima ou boa e 19% como regular. Outro 1% não soube ou não quis avaliar.
Metodologia
Esta edição da pesquisa Ipespe foi realizada por telefone com 1.000 entrevistados entre os dias 21 e 23 de fevereiro de 2022, com pessoas de 16 anos ou mais de todas as regiões do país.
A margem de erro máxima estipulada é de 3.2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5%. Ou seja, se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro desta margem.
A CNN realizará o primeiro debate presidencial de 2022. O confronto entre os candidatos será transmitido ao vivo em 6 de agosto, pela TV e por nossas plataformas digitais.
Embora a maioria dos líderes mundiais tenham repudiado a invasão, os russos encontra suporte de alguns antigos aliadosO presidente russo, Vladimir Putin, anunciou uma “operação militar especial” na região de Donbas, no leste da UcrâniaFoto: Sputnik/Sergey Guneev/Kremlin via REUTERS
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar do Ocidente que conta com 30 membros, tem, inclusive, fornecido apoio logístico e militar à Ucrânia. Além disso, as reuniões convocadas em caráter de emergência do Conselho de Segurança da ONU e o posicionamento de embaixadores de todo o mundo deixam claro que Putin parece estar um tanto quanto isolado em termos geopolíticos.
No entanto, o líder russo conta com o apoio de alguns aliados. Países que já dependeram ou precisaram da ajuda da Rússia em outros momentos decisivos da história se solidarizaram com a decisão de Putin de invadir a Ucrânia.
Embora nenhuma nação tenha declarado apoio militar à Rússia com o envio de armamentos ou contingentes, alguns líderes mundiais já declaram abertamente que apoiam o país diante das tensões no Leste Europeu.
Belarus
Belarus tem uma posição estratégica muito importante no Leste Europeu, pois faz fronteira tanto com a Rússia quanto com a Ucrânia. Por esta razão, Putin aproveitou os laços com o presidente bielorrusso, Aleksandr Lukashenko, para conduzir testes militares no país.
Os exercícios das tropas russas em Belarus elevaram as tensões sobre um possível conflito com a Ucrânia, já que o país poderia servir como caminho para o transporte das forças ao território ucraniano. Soldados russos foram mobilizados na fronteira bielorrussa-ucraniana e até chegaram a entrar na Ucrânia com o apoio do governo de Belarus.
Quando Putin reconheceu a independências das regiões separatistas de Donetsk e Luhansk, no leste ucraniano, o Ministério das Relações Exteriores de Belaus afirmou que viu o movimento “com respeito e compreensão”.
Venezuela
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi incisivo ao declarar apoio aos movimentos de Putin na Ucrânia. Maduro afirmou que tem “certeza de que a Rússia sairá dessa batalha unida e vitoriosa” e declarou “todo o apoio ao presidente Putin e seu povo”.
Sem apresentar provas, o presidente venezuelano disse que a Otan planeja cercar a Rússia e destruir o país.
A Venezuela é historicamente uma grande aliada geopolítica da Rússia no mundo. O governo de Putin tem cooperação militar, econômica e estratégica com o país latino-americano, a quem fornece equipamentos militares e mantém laços econômicos.
Nicarágua
Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, foi um dos primeiros líderes mundiais a apoiar publicamente a posição da Rússia sobre a Ucrânia. Ortega disse que Putin estava certo ao reconhecer duas regiões separatistas do leste da Ucrânia como independentes.
“Tenho certeza de que, se eles fizerem um referendo como o realizado na Crimeia, as pessoas votarão para anexar os territórios à Rússia”, disse Ortega, um oponente de longa data da influência dos EUA na América Central.
Ortega disse também que a tentativa da Ucrânia de ingressar na Otan representa uma ameaça à Rússia. “Se a Ucrânia entrar na Otan, eles dirão à Rússia que vamos à guerra, e isso explica porque a Rússia está agindo assim. A Rússia está simplesmente se defendendo”, afirmou.
O vice-primeiro-ministro da Rússia, Yuri Borisov, chegou a viajar na última semana para a Nicarágua, Venezuela e Cuba, principais aliados russos na América Latina. Borisov pontuou que a Rússia aprofundaria os laços bilaterais com os três países.
Cuba
Embora tenha defendido uma solução diplomática para o conflito na Ucrânia, a Cuba criticou fortemente os EUA por imporem “a expansão progressiva da Otan em direção às fronteiras da Federação Russa”. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores cubano disse que os EUA aumentaram as ameaças contra Putin e por isso agravaram a crise.
“O governo dos EUA vem ameaçando a Rússia há semanas e manipulando a comunidade internacional sobre os perigos de uma ‘invasão maciça iminente’ da Ucrânia. Forneceu armas e tecnologia militar, enviou tropas para vários países da região, aplicou sanções unilaterais e injustas e ameaçou outras represálias”, diz o comunicado.
Vyacheslav Volodin, presidente da Duma da Rússia, a câmara baixa do parlamento, disse durante uma visita a Cuba que os EUA estão tentando reprimir os dois países com sanções injustificadas, de acordo com um comunicado transmitido pela televisão estatal cubana.
“Eles não querem ver uma Rússia forte, eles não querem que a Rússia seja autossuficiente, e o mesmo para Cuba, eles não querem ver um povo livre, eles não querem ver um país independente. país”, disse Volodin a parlamentares cubanos.
Síria
Em pronunciamento na TV estatal, o ministro das Relações Exteriores da Síria apoiou a decisão de sua aliada Rússia de reconhecer duas regiões separatistas no leste da Ucrânia.
“A Síria apoia a decisão do presidente Vladimir Putin de reconhecer as repúblicas de Luhansk e Donetsk e cooperará com elas”, disse Faisal Mekdad.
A Síria tem sido uma forte aliada de Moscou desde que a Rússia lançou uma campanha de ataque aéreo na Síria em 2015 e ajudou a virar a maré em uma guerra civil em favor do presidente Bashar al-Assad.
“O que o Ocidente está fazendo contra a Rússia é semelhante ao que fez contra a Síria durante a guerra terrorista”, disse Mekdad.
Irã
O presidente do Irã, Ebrahim Raisi, disse ao presidente russo, Vladimir Putin, por telefone nesta quinta-feira (24) que a expansão da Otan era uma “séria ameaça” à segurança e estabilidade da região.
“A expansão da Otan para o leste cria tensão e é uma séria ameaça à estabilidade e segurança de Estados independentes em várias áreas”, disse Raisi após o ataque militar da Rússia à Ucrânia. “Espero que o que está acontecendo beneficie os povos e toda a região”, completou.
O país asiático não tem relações diplomáticas com os EUA desde a Revolução Iraniana de 1979.
China
O presidente Vladimir Putin tem tentado se alinhar cada vez mais à China. Mas, neste momento, os chineses não se posicionaram concretamente ao lado da Rússia em relação ao conflito na Ucrânia.
“A China está acompanhando de perto os últimos desenvolvimentos”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Hua Chunying. “Ainda esperamos que as partes envolvidas não fechem a porta para a paz e se envolvam em diálogo e consulta e impeçam que a situação se agrave ainda mais”, afirmou.
O governo chinês, no entanto, evita classificar o movimento de Putin como “invasão”, e chegou a culpar os EUA por “exagerar” na perspectiva de expansão da Otan para o Leste Europeu.
“Ao expandir a Otan para o leste cinco vezes para a vizinhança da Rússia e implantar armas estratégicas ofensivas avançadas em violação de suas garantias à Rússia, os EUA alguma vez pensaram nas consequências de empurrar um grande país para o muro?”, questionou Chunying pelas redes sociais.
No entanto, o país asiático defende o diálogo entre ambas as partes e não declarou apoio formal aos atos de Putin nem à postura da Otan. “As preocupações legítimas de segurança de todas as partes devem ser respeitadas e abordadas. A porta para resolver pacificamente a questão da Ucrânia por meio do diálogo e da negociação não deve ser fechada”, diz o governo chinês.
Declarações de Donald Trump
O ex-presidente dos EUA Donald Trump chegou a classificar Vladimir Putin como “gênio” depois que o presidente russo reconheceu a independência das regiões de Donetsk e Luhansk.
“Ontem havia uma tela na televisão, e eu disse: ‘Isso é genial.’ Putin declara uma grande parte da Ucrânia como independente. Ah, isso é maravilhoso”, disse Trump em entrevista a um programa americano.
No entanto, após a incursão russa à Ucrânia, Trump considerou que a operação militar da Rússia foi “uma coisa muito triste para o mundo”.
O ex-presidente também afirmou que a ação não teria acontecido durante o governo dele. “Bem, isso é algo que nunca deveria ter acontecido. Isso não teria acontecido durante meu governo. Isso não teria acontecido e não teria acontecido agora”, disse Trump.
*Com informações da CNN Internacional e da Reuters
Bolsonaro e Mourão: só o presidente fala sobre a Ucrânia | Reprodução .
O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta quinta-feira (24) ser a única autoridade do governo federal que pode se posicionar sobre os ataques da Rússia à Ucrânia e desautorizou o vice-presidente, Hamilton Mourão.
“Quem fala sobre o assunto é o presidente da República, e chama-se Jair Bolsonaro. Com todo respeito a essa pessoa que falou isso, está falando algo que não deve, não é de competência dela”, disse o mandatário durante transmissão nas redes sociais.
Mais cedo, antes de Bolsonaro se pronunciar sobre o conflito, Mourão disse não concordar com o ataque feito pelo governo Vladimir Putin. O vice-presidente também defendeu que os países ocidentais forneçam ajuda militar à Ucrânia e afirmou que o Brasil não está neutro.
“Tem que haver uso da força, realmente um apoio à Ucrânia, mais do que está sendo colocado. Esta é a minha visão. Se o mundo ocidental pura e simplesmente deixar que a Ucrânia caia por terra, o próximo vai ser a Moldávia, depois os Estados bálticos e assim sucessivamente. Igual a Alemanha hitlerista fez no final dos anos 30”, declarou o vice.
Em outro trecho da transmissão, Bolsonaro disse que se aconselha com os ministros Carlos França (Relações Exteriores) e Braga Netto (Defesa) sobre a guerra. Ele afirmou que fará nova reunião com estes auxiliares mais tarde.
“Mais ninguém fala. Quem está falando está dando ‘piruada’ [palpite] naquilo que não lhe compete”, disse o presidente.
O ministro das Relações Exteriores disse que o governo trabalha em plano de retirada dos brasileiros da Ucrânia.”Só vamos retirar os brasileiros da região quando tivemos condições adequadas de segurança, que possamos garantir que o trajeto até Brasil ou a um país vizinho ocorra de maneira segura e ordenada”, disse França.
Ele afirmou que “talvez seja mais fácil” retirar os brasileiros por terra, mas que também avalia negociar a entrada na região por voo internacional.
Na mesma transmissão, o presidente Bolsonaro voltou a afirmar que defende a paz. Também minimizou a visita a Putin dias antes do ataque da Rússia.”Viajamos em paz para a Rússia. Fizemos contato excepcional com o presidente Putin. Acertamos a questão de fertilizantes”, disse.
Mais cedo, Mourão ainda havia feito uma comparação entre a situação atual e a expansão militarista da Alemanha nazista comandada por Adolf Hitler. “O mundo ocidental está igual ficou em 1938 com o Hitler, a base do apaziguamento. E o Putin não respeita o apaziguamento, essa é a realidade.”
“O Brasil não está neutro. O Brasil deixou muito claro que respeita a soberania da Ucrânia. O Brasil não concorda com a invasão do território da Ucrânia, isso é uma realidade”, declarou ainda o vice.
Ministério de Defesa disse que oito caças chineses J-16 e um avião de reconhecimento Y-8 estavam envolvidosCaça chinês J-16, do Exército de Libertação do Povo, voa sobre zona de defesa aérea de TaiwanMinistério da Defesa de Taiwan
A Força Aérea de Taiwan alertou, nesta quinta-feira (24) que nove aeronaves chinesas entraram em sua zona de defesa aérea, de acordo com o ministério da Defesa local, alog que acontece no mesmo dia em que a Rússia invadiu a Ucrânia.
O ministério disse que oito caças chineses J-16 e um avião de reconhecimento Y-8 foram avistados, que voaram em uma área a Nordeste das Ilhas Pratas, controladas por Taiwan, no extremo superior do Mar do Sul da China.
Moscou visa substituir presidente Volodymyr Zelensky por governo fantoche como parte de “invasão em larga escala”.
Prédio do Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA.
PODER360.
A invasão russa sobre a Ucrânia visa “decapitar” o governo do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, relatou um funcionário do Departamento de Defesa dos Estados Unidos nesta 5ª feira (24.fev.2022). No lugar, Moscou instalaria um “governo fantoche” pró-Kremlin.
O oficial admitiu que o Pentágono não possui “conhecimento detalhado” sobre a atual movimentação de soldados em diferentes cidades ucranianas, mas seria parte da fase inicial de uma “invasão em larga escala” coordenada de Belarus e da região da Crimeia.
“Não vimos um movimento convencional como esse, Estado sobre Estado, desde a 2ª Guerra Mundial”, afirmou o funcionário ao NY Times. Frisou ainda que, se o conflito acontecer como a inteligência norte-americana espera, “tem todo o potencial para ser muito sangrento, caro e impactante em grande escala na segurança europeia”, disse.
Na 4ª (23.fev.), o porta-voz do Pentágono, John Kirby, disse em entrevista a jornalistas crer na movimentação de “forças militares russas adicionais” em direção às regiões de Donetsk e Luhansk, no leste da Ucrânia.
A informação foi relatada primeiro pelo primeiro-ministro da Letônia, Arturs Krišjānis Kariņš, e confirmada posteriormente pelo Pentágono.
A Câmara dos Deputados finalizou, nesta quinta (24), a votação do projeto que legaliza jogos de azar no Brasil, como bingos, cassinos, jogo do bicho, apostas de cota fixa, turfe (corrida de cavalo) e jogos online. A matéria segue para análise do Senado Federal.
Entre as sugestões de mudanças no texto, que os deputados rejeitaram, estavam a vedação de construção de cassinos a menos de 20 km de áreas de proteção ambiental, de praias e de regiões ocupadas por populações tradicionais, e que a expedição de licenças deverá ser estabelecida pelo Ministério do Turismo.
Outra proposta que também foi rejeitada se tratava da destinação de 6% da Cide-Jogos para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), com o objetivo específico de subsidiar o pagamento de piso salarial nacional aos integrantes dos órgãos de segurança pública dos incisos IV e V do caput do art. 144 da Constituição Federal.
Discutido no Congresso há mais de 30 anos, o projeto prevê a criação do Cide-Jogos, com alíquota fixada em 17% para os jogos, e a taxa de fiscalização para emissão da licença.
A incidência do Imposto de Renda sobre Pessoas Físicas ganhadoras de prêmios, por sua vez, será de 20% sobre o ganho líquido, ou seja, sobre o prêmio deduzido do valor pago para apostar ou jogar.
Para simplificação do sistema, essa incidência prevê que o imposto será retido na fonte pela entidade operadora, de forma definitiva e haverá isenção caso o valor do ganho líquido seja de até R$10 mil.
A licença será do Ministério da Economia, que poderá solicitar informações e documentos para o esclarecimento da operação, inclusive quanto à origem dos recursos utilizados e à reputação dos envolvidos.
A pasta poderá ainda criar uma agência reguladora que fará parte do Sistema Nacional de Jogos e Apostas.
Anvisa aprova o primeiro medicamento contra a Covid-19
Ele deve ser usado como profilaxia pré-exposição, ou seja, indivíduos que não estão atualmente infectados com a Covid-19 e não tiveram contato com o vírus.
quinta-feira, 24/02/2022, 13:29 – Atualizado em 24/02/2022, 13:29 – Autor: Com informações de Folhapress/DOL
A agência reguladora solicitou que a empresa apresentasse dados de eficácia do medicamento contra a variante ômicron | (Arquivo – Agência Brasil) .
Pela primeira vez tornou-se concreta a possibilidade de surgir um remédio eficaz e acessível contra a Covid-19, doença que vitimou milhões de pessoas pelo mundo. Por isso, Desde o início da pandemia, diversos tratamentos foram testados para as diferentes fases da doença..
A diretoria colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou por unanimidade o uso emergencial do medicamento Evusheld (ou AZD7442) da AstraZeneca contra a Covid-19. O medicamento é uma combinação de anticorpos monoclonais cilgavimabe + tixagevimabe. Ele deve ser usado como profilaxia pré-exposição, ou seja, indivíduos que não estão atualmente infectados com a Covid-19 e não tiveram contato com o vírus.
Ele é indicado para pessoas com 12 anos ou mais quem têm comprometimento imunológico moderado a grave. Fazem parte do grupo pessoas que receberam transplante de órgãos, que tenha imunodeficiência primária moderada ou grave (síndrome de DiGeorge), que fazem tratamento de leucemia. Ele também pode ser usado para quem tem infecção de HIV avançada ou não tratada.Pode ser usado também para quem a vacina da Covid-19 não é recomendada devido a um histórico de reação adversa grave.
Entretanto, para quem a vacinação é indicada, o medicamento não a substitui. Nesse caso, o medicamento deve ser administrado pelo menos duas semanas após a aplicação do imunizante. “A profilaxia pré-exposição com Evulsheld não substitui a vacinação em indivíduos para os quais a vacinação Covid-19 é recomendada. A gente está ressaltando que não é para substituir a vacinação”, disse Mendes.
Meiruze Sousa Freitas, diretora relatora da Anvisa, disse que no cenário atual da pandemia o uso de um produto para profilaxia pode proporcionar mais uma estratégia para proteção da população.
“Considero que a profilaxia pré-exposição pode ser uma arma importante para combater os agravos dos mais vulneráveis que estão em risco de serem hospitalizados e de óbitos, como as pessoas com leucemia, imunodeficiência primária ou adquiria ou aquelas que realizam tratamentos imunossupressores, com as pessoas transplantadas, destacou.https://93a2188ab80b843da5b34db41cc5f9e8.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
Entretanto, ela alerta que os pacientes tratados devem continuar com as medidas de cuidados contra a Covid, como usar máscara, manter isolamento, não compartilhar itens pessoais e higienizar com frequência as mãos. Em novembro, a farmacêutica AstraZeneca anunciou que seu anticorpo monoclonal foi capaz de reduzir o risco de Covid-19 e também o de desenvolvimento de quadro severo e morte.
O Ministério da Saúde já iniciou conversas com a AstraZeneca para a aquisição de remédios contra a Covid-19. A Anvisa já aprovou outros seis medicamentos para a Covid-19. Um deles é o Regen-Cov (combinação de casirivimabe e imdevimabe), da farmacêutica Regeneron, que tem aprovação para uso emergencial no Brasil.Entre os medicamentos aprovados, a agência reguladora revogou a autorização de uso emergencial da associação dos anticorpos monoclonais banlanivimabe e etesevimabe contra a Covid-19.
A agência reguladora solicitou que a empresa apresentasse dados de eficácia do medicamento contra a variante ômicron que subsidiassem a manutenção da autorização de uso emergencial do medicamento para o tratamento da Covid-19, o que não ocorreu.
Republicano responsabiliza Biden pelo conflito: “Não tem noção do que está fazendo”.
Ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump diz que invasão russa à Ucrânia seria “impensável” se ele estivesse no poder.
PODER360.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump elogiou o presidente russo, Vladimir Putin, na 3ª feira (22.fev.2022). Segundo o republicano, a decisão de Putin de reconhecer a independência das regiões separatistas de Luhansk e Donetsk, no leste da Ucrânia, é “genial”, embora condene a ação.
“Putin agora está dizendo: ‘É independente’ uma grande parte da Ucrânia. Eu disse: ‘Quão inteligente é isso?’ E ele vai entrar e ser um pacificador. Essa é a força de paz mais forte… Podemos usá-la na nossa fronteira sul. Essa é a força de paz mais forte que eu já vi. Havia mais tanques do Exército do que eu já vi”, falou Trump em entrevista ao programa Clay Travis & Buck Sexton Show.
“Aqui está um cara que é muito habilidoso. Eu o conheço muito bem. Muito, muito bem”, completou.
Na avaliação de Trump, se ele estivesse no poder, a “invasão” não teria acontecido. “O que deu errado foi uma eleição fraudada e o que deu errado é um candidato que não deveria estar lá e um homem que não tem noção do que está fazendo”, disse o ex-presidente dos EUA sobre o atual, Joe Biden. “Se eu estivesse no cargo, isso seria impensável. Isso nunca teria acontecido”, disse.
Na 2ª feira (21.fev), Putin reconheceu a independência das regiões separatistas da Ucrânia e enviou tropas russas à área. Os EUA e outros países classificaram a ação como o “início de uma invasão”.
De acordo com Biden, o reconhecimento de Putin da independência da totalidade das províncias de Luhansk e Donetsk significa que a Rússia “vai pegar um pedaço da Ucrânia”.
Na tentativa de conter Putin, na 3ª feira (22.fev), Biden anunciou “sanções muito mais duras” contra a Rússia do que as estabelecidas em 2014, depois da anexação da Crimeia. O democrata afirmou que serão impostas restrições à elite russa e a seus familiares a partir desta 4ª (23.fev).
“As sanções foram coordenadas com nossos aliados. Nós vamos bloquear duas instituições financeiras: o banco militar e o VEB [Corporação de Desenvolvimento do Estado Russo]. Eles [governo russo] não conseguirão mais levantar dinheiro no Ocidente e nem vender títulos [da dívida soberana] no mercado”, disse em pronunciamento na Casa Branca.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.