Após cinco décadas de política, malufismo sai de cena sem deixar herdeiros

26 de março de 2022 at 12:18

Especialistas veem paralelo entre corrente em torno de Paulo Maluf e bolsonarismo, o que aliados rejeitam. Aos 90, ex-prefeito cumpre prisão domiciliar e enfrenta problemas de saúdeCondenado pela Justiça e debilitado, ex-deputado Paulo Maluf não demonstra interesse pela política partidáriaCondenado pela Justiça e debilitado, ex-deputado Paulo Maluf não demonstra interesse pela política partidáriaGustavo Lima/ Câmara dos Deputados

Marcus Lopes colaboração para a CNN26/03/2022 às 04:30 | Atualizado 26/03/2022 às 08:27C

“Você sabe o que significa a sigla PMDB? Paulo Maluf dirigirá o Brasil.” A frase foi dita pelo próprio Paulo Maluf, em 1984, após sair vitorioso da convenção do seu partido, o PDS, para disputar as eleições presidenciais, no ano seguinte.

Maluf perdeu a eleição no Colégio Eleitoral para Tancredo Neves, candidato do PMDB, e nunca dirigiu o Brasil.

Disputou 16 eleições, entre diretas e indiretas, das quais perdeu dez e ganhou seis. Nos tempos áureos, foi o deputado federal campeão de votos no país e um prefeito com altos índices de popularidade, mas deixou o cenário político após ter sido preso, em 2017, e, no ano seguinte, ter o mandato de deputado federal cassado.

Com tantos reveses, o malufismo ― corrente política em torno de Maluf durante mais de cinco décadas ―, está praticamente extinto por falta de sucessores e por causa da controversa carreira do seu criador, recheada de acusações de improbidade administrativa e um discurso conservador em relação à pauta de costumes.

Isso leva à comparação com outro movimento político personalista conservador de direita: o bolsonarismo, capitaneado pelo presidente Jair Bolsonaro.

“Não há propriamente um paralelo entre as duas correntes [bolsonarismo e malufismo], mas uma ancestralidade comum”, diz o cientista político Antonio Sérgio Rocha, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Segundo ele, tanto no malufismo, como no bolsonarismo, predomina a manipulação do medo da classe média ― do empobrecimento, da esquerda no poder e da perda de status social com a ascensão de gente das classes C e D ―, além do uso de uma moral socialmente conservadora.

Opinião semelhante tem a cientista política Deysi Cioccari, que é doutora em ciências sociais pela PUC-SP.

“São políticas caracterizadas pela emoção. O carisma de Bolsonaro foi um dos maiores fatores para a sua eleição em 2018 e pela faixa de 25% dos eleitores que ele mantém no apoio. Bolsonaro não tem nenhuma realização que justifique essa média, a não ser a emoção daqueles que se identificam com ele. Com o malufismo, é o mesmo princípio”, diz.

Aliados do ex-prefeito rejeitam a comparação com Bolsonaro, mesmo em pautas como a segurança.

Maluf sempre defendeu que a população tem de ser protegida por uma segurança pública eficiente, mas não que a população esteja armadaJesse Ribeiro, ex-chefe de gabinete de Maluf na Câmara dos Deputados e um dos seus fiéis escudeiros há mais de 40 anos

Lembrando o lema de Maluf no governo de São Paulo em relação à segurança ― “A Rota (polícia de elite de São Paulo) tem de ir para a rua” ― Ribeiro destaca outros contrapontos com Bolsonaro, como a histórica capacidade de articulação política de Maluf (inclusive com o PT, com o apoio a Fernando Haddad no segundo turno para a eleição do petista à prefeitura, em 2012) e o respeito às instituições, como o Judiciário, mesmo tendo sido condenado e preso a mando do Supremo Tribunal Federal (STF).

Veja imagens da trajetória política de Maluf

  • 1 de 9Nomeado prefeito de São Paulo durante a ditadura, Paulo Maluf comprou fuscas com dinheiro público para entregar aos jogadores da seleção brasileira campeã na Copa do Mundo de 1970Crédito: Estadão Conteúdo
  • 2 de 9Durante a ditadura, Maluf também foi governador de São Paulo. Ele foi eleito indiretamente – e sem concorrentes – e ficou no cargo até 1982. Na imagem de 1979, ele recebe o então presidente, o general João Figueiredo, no aeroporto de CongonhasCrédito: Estadão Conteúdo
  • 3 de 9Ao final da ditadura, Maluf, então deputado federal, foi candidato a presidente pelo PDS, partido do governo. No entanto, perdeu a eleição indireta no Congresso para o governador de Minas Gerais, Tancredo Neves (PMDB), da oposição, por 480 votos a 180, em 15 de janeiro de 1985. Parte do resultado se deveu à insatisfação de parlamentares governistas com a definição de Maluf como candidatoCrédito: Estadão Conteúdo
  • 4 de 9Eleito prefeito de São Paulo em 1992, Maluf conseguiu fazer seu sucessor, o secretário de Finanças, Celso Pitta. No entanto, a gestão de Pitta na prefeitura, bastante criticada, prejudicou Maluf em outras eleições. “Se ele [Pitta] não for um bom prefeito, nunca mais votem em mim”, havia afirmado Maluf na campanha de 1996Crédito: Estadão Conteúdo
  • 5 de 9Maluf acumulou derrotas eleitorais ao longo das décadas. Em 1998, liderou o primeiro turno da eleição para governador de São Paulo, mas tomou a virada de Mário Covas no segundo turno depois de debates quentes com o tucano na TVCrédito: Estadão Conteúdo
  • 6 de 9Maluf e o filho Flávio passaram 40 dias presos preventivamente na superintendência da Polícia Federal em 2005. Na época, eles foram acusados de formação de quadrilha, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Eles teriam tentado manipular o depoimento de um doleiro suspeito de movimentar US$ 161 milhões do ex-prefeito nos EUACrédito: Estadão Conteúdo
  • 7 de 9Com o declínio nos desempenhos eleitorais para cargos do Executivo, Maluf se candidatou a deputado federal em 2006 e foi o mais votado em São Paulo. Ele conseguiu emendar três mandatos seguidos na Câmara dos DeputadosCrédito: Estadão Conteúdo
  • 8 de 9Em 2012, ainda teve força política para atrair a busca de apoio do PT, antigo adversário, à candidatura de Fernando Haddad na eleição para prefeito de São PauloCrédito: Estadão Conteúdo
  • 9 de 9Em 2018, Maluf teve o mandato de deputado federal cassado. No ano anterior, ele foi condenado por lavagem de dinheiro. De acordo com a sentença do STF (Supremo Tribunal Federal), ele usou contas no exterior para lavar dinheiro desviado da Prefeitura de São Paulo entre 1993 e 1996. Ele ficou preso na Papuda, em Brasília, e depois obteve a prisão domiciliar em razão de problemas de saúdeCrédito: Estadão Conteúdo

Após décadas se movimentando como peça importante no cenário político paulista e nacional, prestes a completar 91 anos e com a saúde debilitada, as vitórias mais recentes do nonagenário político foram contra a Covid-19, que o levou a ser hospitalizado, e a liberdade condicional concedida pelo ministro Edson Fachin, do STF.

Maluf foi condenado pelo Supremo em ação penal por crime de lavagem de dinheiro, que teria sido desviado de obras da Prefeitura de São Paulo durante o período em que foi prefeito, entre 1993 e 1996.

Para alguém que se orgulhava das constantes viagens ao exterior, principalmente Paris, Maluf, que hoje em dia se locomove apenas em cadeira de rodas, apresenta sonhos mais modestos, segundo interlocutores: passar uma temporada na sua casa em Campos de Jordão (SP), na Serra da Mantiqueira.

A memória do político está boa na maior parte do tempo, segundo parentes e assessores que o visitam com autorização da Justiça na mansão da rua Costa Rica, nos Jardins, em São Paulo, onde vive apenas com a esposa, Sylvia, funcionários e cuidadores.

Bunker do malufismo, pelo endereço passaram políticos de várias tendências ― inclusive da esquerda ― para acertar composições políticas. Em diversas ocasiões, principalmente em eleições, foram concedidas entrevistas coletivas no portão da residência.

Essas entrevistas eram meio de improviso, mas Maluf era pontual: gostava de falar sempre na parte da manhã, “para não atrapalhar o horário de fechamento dos jornais e dos noticiários do meio-dia na televisão”.

Sempre lidou com a imprensa à sua maneira: em vez de partir para o embate com profissionais quando sofria ataques na mídia, como costuma fazer o presidente Jair Bolsonaro em diversas ocasiões, Maluf preferia constranger repórteres com abraços e estalados beijinhos no rosto durante as entrevistas e aparições públicas.

Doutor Paulo, como ficou conhecido por assessores e admiradores, lê os jornais todos os dias, acompanha os noticiários da televisão e chegou a criticar o acidente ocorrido em fevereiro nas obras da linha-6 do metrô, que abriu uma cratera na Marginal Tietê.

Maluf, que sempre gostou de ostentar o diploma de engenheiro pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, a ponto de corrigir assessores e secretários de obras durante exposições públicas de projetos no período em que foi prefeito, comentou a interlocutores que a obra tinha sido executada de maneira errada. Deu a entender que, na época de Maluf, o túnel não desabaria.

CNN não conseguiu entrevistar o político, por conta das restrições legais e de saúde.

Malufismo, uma corrente em extinção

Com a saída de Maluf do cenário político após sua prisão determinada pelo STF, em 2017, o malufismo, que já estava enfraquecido desde a conturbada gestão Celso Pitta (1997-2000) na prefeitura paulistana, praticamente acabou.

Assim como outras correntes políticas populares centradas na figura da sua liderança máxima, como o adhemarismo (Adhemar de Barros), o brizolismo (Leonel Brizola) e o janismo (Jânio Quadros), o malufismo não deixa sucessores diretos, segundo os próprios malufistas.

“O malufismo morreu porque Maluf não se interessou em fazer o seu sucessor. Além disso, uma série de alianças equivocadas, como a com o PT na eleição de [Fernando] Haddad, fizeram o malufismo perder a sua identidade”, afirma o ex-vereador Antonio Salim Curiati Junior, formado politicamente na base malufista e vereador paulistano por oito anos (1997 a 2004).

Seu pai, o ex-deputado estadual Salim Curiati, pertence ao grupo do “malufismo raiz”.

Para o ex-vereador, outro problema comprometeu Maluf: o ego.

Maluf nunca quis alguém que pudesse fazer sombra para eleAntonio Salim Curiati Junior

Ele relembra a frase dita por Maluf na eleição do seu sucessor, Celso Pitta. “Se ele [Pitta] não for um grande prefeito, nunca mais votem em mim”, disse na campanha de 1996, quando esbanjava popularidade e altos índices de aprovação ao encerrar sua gestão na prefeitura.

Pitta foi eleito na esteira dessa popularidade, mas seu governo foi considerado um desastre administrativo marcado por denúncias de corrupção que envolviam cobrança de propinas em um esquema que ficou conhecido como “máfia dos fiscais”.

“A frase do Pitta ser um bom prefeito foi pior do que o ‘estupra mas não mata’”, diz Curiati Junior, referindo-se a outra frase polêmica de Maluf.

Antenor Braido, ex-secretário de Comunicação de Pitta, defende o ex-chefe, mas admite que ele não tinha traquejo político para lidar com a administração pública e o apetite do legislativo municipal por cargos e verbas.

“Não dá para negar que Maluf foi um ótimo prefeito, mas ele entregou a prefeitura quebrada ao seu sucessor, que era um técnico e não um político”, afirma Braido.

Indagado sobre o fato de o próprio Pitta ter sido secretário de Finanças de Maluf, o ex-secretário contemporiza. “Pitta era o secretário, mas quem mandava era o prefeito”, diz Braido, que admite ser complicado explicar o porquê de Pitta ter aceitado a missão de suceder Maluf, já que não carregava nenhuma tradição na política e conhecia de perto a complexa situação financeira da prefeitura na época, já que participou da gestão malufista.

É possível que a vaidade possa ter falado um pouco mais altoAntenor Braido, ex-secretário de Comunicação da Prefeitura de São Paulo

O empresário Alberto Haddad, de 34 anos, tenta manter acesa a chama do malufismo. Pré-candidato a deputado estadual pela primeira vez em São Paulo pelo PP (Progressistas), ele se apresenta nas redes sociais como “Albertinho, o sobrinho de Maluf” e usa símbolos que tornaram o tio famoso, como o coração.

Na verdade, o parentesco é um pouco mais distante: sua bisavó era tia de Salim Farah Maluf, pai de Paulo Maluf.

Alberto, que se antecipa ao negar qualquer parentesco com Fernando Haddad, defende o legado e cita de cor todas as obras e projetos da carreira política do tio: Leve-Leite, Cingapura (habitação), aeroporto de Guarulhos e rodovias e avenidas em São Paulo, exatamente como fazia Maluf em suas campanhas eleitorais.

Uma das marcas do malufismo no setor de transportes foi justamente o rodoviarismo, criticado por especialistas em gestão pública por ser considerado mais caro e menos eficiente, na relação custo/benefício, do que outros meios de transporte de massa, como o metrô.

Uma das obras mais controversas de Maluf é justamente rodoviária: o Elevado João Goulart (ex-Costa e Silva), o Minhocão, inaugurado em 1971 durante a primeira gestão de Maluf na prefeitura, que assumiu o cargo nomeado pelo regime militar.

Em relação ao Cingapura, as principais críticas são o baixo volume de unidades entregues ― cerca de 17 mil, ante uma meta de mais de 90 mil ― e a falta de projetos permanentes de urbanização no entorno dos conjuntos habitacionais.

“Quero continuar o legado dele e a forma de administrar para a população”, diz Alberto, que volta a enumerar os feitos do padrinho.

“O tio Paulo sempre foi o número 1 em tudo. Quando ele assumiu a prefeitura, São Paulo tinha dois túneis. Sozinho, ele fez oito. No governo do estado, mais do que dobrou a capacidade de vazão de água da Sabesp”, conta o orgulhoso sobrinho, que, de fato, sempre foi muito chegado a Maluf e o acompanhava desde a infância, segundo assessores e pessoas próximas ao ex-prefeito.

Mas, segundo essas mesmas pessoas, é melhor Alberto não contar com a ajuda do tio que, apesar de continuar filiado ao PP, não demonstra mais interesse pela política partidária, dada as condições de saúde e a idade avançada.

Alberto, que também cuida das redes sociais do tio, de fato não sabe se será eleito ou mesmo se a candidatura será confirmada, mas promete manter acesa a chama do malufismo, independente do resultado eleitoral nas eleições de outubro.

Em 1986, candidato ao governo de São Paulo, Maluf perdeu a eleição para Orestes Quércia (PMDB), mas soltou uma de suas pérolas em um debate entre candidatos: “O malufista é igual corintiano: o time pode perder, mas ele será sempre corintiano.”

Mais de 50 deputados aproveitam janela e mudam de sigla.

26 de março de 2022 at 10:48

Regra permite o troca-troca sem punição e vai até 1º de abril. Legenda de Bolsonaro, o PL, teve os maiores ganhos.

Sessão do Congresso Nacional

Janela partidária permite que deputados federais, estaduais e distritais mudem de partido sem sofrerem consequências legais; na imagem, o plenário da Câmara, em Brasília.

GABRIEL BUSS, GABRIELLA SOARES e MARIANA HAUBERT. PODER360

A uma semana para o fim da chamada “janela partidária”, ao menos 50 deputados já mudaram de partido. O PL, legenda que passou a abrigar o presidente Jair Bolsonaro foi a que mais recebeu congressistas até o momento. Já o recém-criado União Brasil foi o que mais perdeu quadros.

A regra, criada pelos próprios políticos, permite que deputados federais, estaduais e distritais mudem de partido sem sofrerem consequências legais. O prazo foi aberto em 3 de março e vai até 1º de abril. Caso um congressista saia do seu partido fora dessa janela, ele pode perder o mandato, que pertence à legenda.

A mudança, no entanto, burla o desejo dos eleitores, já que eles votaram em um candidato considerando seu partido no momento das eleições.

A ida de Bolsonaro para o PL ajudou a legenda de Valdemar Costa Neto a se consolidar como a maior da Câmara neste ano, com 65 deputados –leia no infográfico abaixo. Antes, o PT ocupava o posto com 54 deputados. No início da legislatura, em 2019, o PL tinha 33 deputados e estava na 6ª colocação.

O Republicanos, que também está na zona de influência de Bolsonaro, foi a 2ª legenda que mais cresceu até o momento. O partido passou de 30 para 41 deputados. O PP passou de 38 para 46 deputados. Os 3 partidos compõem o núcleo duro de apoio ao governo Bolsonaro.

Já a desidratação do União Brasil já era esperada porque o partido é fruto da fusão entre o DEM e o PSL. Este último abrigava aliados de Bolsonaro que agora se mudaram para os partidos mais próximos do presidente. A legenda perdeu 27 congressistas, passando de 81 para 54 deputados.

Leia no infográfico abaixo a situação atual das bancadas:

Os números ainda mudarão na última semana de janela partidária, mas a tendência de crescimento e de enxugamento dos partidos não deve se alterar. Vários deputados aguardam até o limite do prazo para decidir seus futuros. Pesa na decisão o tamanho da fatia do Fundo Eleitoral que cada partido promete para a campanha tanto à reeleição quanto para outros cargos.

Os deputados acabam fazendo uma espécie de leilão, onde negociam para ver onde irão ganhar mais e com quem terão maior potencial de serem eleitos.

A janela partidária também esvaziará os trabalhos da Câmara na próxima semana. Nenhum projeto relevante deverá ser votado e a Casa tende a ficar às moscas. Os deputados estarão concentrados em seus Estados negociando a entrada e saída de políticos em seus partidos.

De acordo com dados da Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, em 2018, 85 deputados trocaram de legenda para disputar as eleições daquele ano. Desde que tomaram posse, em 2019, 39 deputados já mudaram de sigla antes mesmo da abertura do prazo legal.

REGRAS.

A janela partidária se dá em todo ano eleitoral. É sempre um prazo de 30 dias, a 6 meses das eleições, para que congressistas possam mudar de partido sem perder o mandato.

A regra foi criada em 2015 como uma saída para o troca-troca de partidos depois que o Tribunal Superior Eleitoral definiu que o mandato pertence à legenda e não ao candidato eleito. A decisão estabeleceu a fidelidade partidária para os cargos obtidos nas eleições proporcionais, ou seja, de deputados e vereadores.

Em 2018, porém, o TSE alterou a regra e decidiu que só quem está no término do mandato pode utilizar a janela. Ou seja, os vereadores só podem mudar de partido em ano de eleições municipais e de deputados federais, estaduais e distritais, nas eleições gerais.

Quem está em cargos majoritários pode mudar de partido quando quiser e pode, até mesmo, permanecer sem partido, exceto para disputar as eleições.

Deputados só podem mudar de partido fora da janela em duas situações sem serem punidos: quando houver mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário ou por discriminação política pessoal.

FATALIDADE

25 de março de 2022 at 19:15

Homem morre ao cair em forno de carvão em Benevides

O homem sofreu uma queda e não resistiu aos ferimentos.

 sexta-feira, 25/03/2022, 16:10 – Atualizado em 25/03/2022, 16:10 –  Autor: Diário Online


Vítima foi encontrada pela filha. Fatalidade chocou familiares e vizinhos Vítima foi encontrada pela filha. Fatalidade chocou familiares e vizinhos | Reprodução/Redes Sociais .

Um acidente inusitado tirou a vida de um homem nesta sexta-feira (25). A fatalidade chocou familiares e moradores da região onde a vítima morava na Grande Belém. 

Um homem de 41 anos morreu enquanto fazia a limpeza de um forno de carvão. O acidente aconteceu em uma residência localizada em Santa Maria de Benfica, em Benevides, Região Metropolitana de Belém. 

A vítima foi identificada como Luiz Martins Chaves. Ele estaria limpando o forno quando caiu e não resistiu aos ferimentos. A Polícia Cientifica foi acionada.

DOL entrou em contato com a Polícia Militar e aguarda mais informações.

Malafaia pede investigação de pastores ligados ao MEC.

25 de março de 2022 at 17:49

Silas disse que pastores não podem “tomar lama por 2 camaradas” e pediu quebra do sigilo bancário de Gilmar e Arilton.

Silas Malafaia

Malafaia afirmou que Milton Ribeiro precisa provar inocência e eximiu Bolsonaro de culpa.

PODER360.

O pastor evangélico Silas Malafaia fez um vídeo nesta 6ª feira (25.mar.2022) para criticar os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura. Os 2 foram citados no áudio do ministro da Educação, Milton Ribeiro, como supostos beneficiados pela pasta no repasse de verbas aos municípios.

Malafaia disse que ambos devem ser investigados. Ele pediu ao Ministério Público e à Polícia Federal que quebrem o sigilo telefônico e bancário dos pastores. “Vai fazer um favor aos pastores evangélicos do Brasil. Nós somos mais de 200 mil pastores nesse país e não vamos tomar lama por causa de 2 camaradas”, declarou Malafaia em seu canal no YouTube.

No vídeo, ele comparou os pastores ao PT (Partido dos Trabalhadores). Malafaia disse que, diferentemente da sigla, a categoria não “encobre seus ladrões e corruptos”.

Assista (4min09s):

O pastor também afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) não está envolvido no possível esquema de favorecimento no MEC. Malafaia afirmou que é comum o presidente passar instruções aos ministros, mas que ele não pediu a Milton Ribeiro que priorizasse os pastores.

Em relação ao ministro da Educação, o evangélico declarou que lhe concede a “presunção de inocência”. Ele disse que Milton –também pastor– precisa “provas que é honesto”. Malafaia declarou que, até o momento, a argumentação utilizada pelo chefe da pasta é “fraca”.

Para finalizar, o apoiador do presidente declarou que a imprensa “odeia pastores”.

“Esse jogo da mídia que odeia pastores e odeia o presidente em sua grande maioria, com raras exceções. Essa que é a verdade. Um jornalista da Globo recebeu verbas milionárias do PT querendo falar de pastor. Vá lavar a tua boca, cara. Tu recebeu grana, tu foi comprado pelo governo mais corrupto da história. Tu tem moral pra atacar pastor? Fica aqui o meu protesto, a minha indignação”, disse Malafaia.

ÁUDIO DE MILTON RIBEIRO.

Em áudios divulgados na 3ª feira (22.mar), Milton Ribeiro disse que sua prioridade “é atender 1º os municípios que mais precisam e, em 2º, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar”. Também afirmou que esse “foi um pedido especial que o presidente da República [Jair Bolsonaro (PL)]” fez.

O pastor citado é Gilmar dos Santos, líder do Ministério Cristo para Todos, uma das igrejas evangélicas da Assembleia de Deus em Goiânia (GO). A declaração foi durante uma reunião no MEC (Ministério da Educação) com prefeitos, líderes do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) e os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura.

Ribeiro negou envolvimento na negociação dos repasses e disse que o presidente “não pediu atendimento preferencial a ninguém”. Afirmou que Bolsonaro só solicitou que o ministro recebesse todos que procurassem o MEC.

ENTENDA AS REGRAS

25 de março de 2022 at 16:29

Auxílio Gasolina de R$ 300 é aprovado; quem terá direito?

Complemento de renda deverá ser pago a profissionais que pedendem diretamente do combustível. Veja quem poderá solicitar

 sexta-feira, 25/03/2022, 16:11 – Atualizado em 25/03/2022, 16:11 –  Autor: Com informações do FDR/DOL


Imagem ilustrativa da notícia Auxílio Gasolina de R$ 300 é aprovado; quem terá direito? | Marcelo Camargo/Agência Brasil .

Basta você ver a palava “combustível” no notíciario para já sentir o bolso reclamar. São inúmeros reajustes seguidos, levando os preços às alturas, elevando o valor não só da gasolina e diesel, mas também de todos os diversos produtos que dependem do transporte rodoviário para chegar na sua mesa. Mas calma, leitor. Se você já estava chorando pensando em todos os gastos, pode enxugar as lágrimas para ler esta notícia, que é de seu interese.

O Senado aprovou nesta semana o projeto de lei conhecido como o Auxílio Gasolina,  que prevê um pagamento de R$ 300 para motoristas de aplicativo, taxistas e mototaxistas e outros profissionais que dependem de veículos para tirar seu sustento.

Veja quem poderá receber:

■ R$ 300: para motorista de transporte individual (taxistas e motoristas de aplicativos)

■ R$ 300: para condutores de pequenas embarcações (motores até 16 hp);

■ R$ 100: destinado aos condutores de motos de até 125 cilindradas.

Os beneficiados necessitam comprovar ter uam renda familiar de até 3 salários mínimos. Beneficiários do Auxílio Brasil têm prioridade no pagamento.

Ainda não foi estabelecido o modo como os beneficiários podem solicitar o benefício. O projeto ainda precisa ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Pesquisa Ipespe: Lula tem 44%; Bolsonaro, 26%; Moro, 9% e Ciro, 7%

25 de março de 2022 at 14:36

Levantamento sobre a eleição presidencial ouviu por telefone 1.000 eleitores e tem margem de erro de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menosPré-candidatos à Presidência da República nas Eleições 2022. Na ordem: Lula (PT), Bolsonaro (PL), Moro (Podemos) e Ciro (PDT)Pré-candidatos à Presidência da República nas Eleições 2022. Na ordem: Lula (PT), Bolsonaro (PL), Moro (Podemos) e Ciro (PDT)(Fotos: Amanda Perobelli/Reuters; Adriano Machado/Reuters; Marcello Casal Jr./Agência Brasil; Nacho Doce/Reuters. Montagem por CNN Brasil)

Felipe Romeroda CNN25/03/2022 às 10:02 | Atualizado 25/03/2022 às 10:08.

Pesquisa Ipespe divulgada nesta sexta-feira (25) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 44% das intenções de voto na corrida pelo Palácio do Planalto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 26%. As eleições estão marcadas para outubro.

A seguir aparecem o ex-ministro Sergio Moro (Podemos), com 9%; e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 7%. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) aparece com 2%.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), o deputado federal André Janones (Avante), a senadora Simone Tebet (PMDB) e Felipe d’Avila (Novo) aparecem empatados com 1%.

Brancos, nulos ou que não votariam em nenhum dos candidatos somam 7%. Indecisos representam 2% dos entrevistados.

Foram ouvidas 1.000 pessoas por telefone entre segunda (21) e quarta-feira (23). A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-04222/2022. A margem de erro máximo estimada é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5%. Os percentuais que não totalizam 100% são decorrentes de arredondamento ou de múltiplas alternativas de resposta.

Confira os números abaixo.

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para presidente:

  • Lula – 44%
  • Bolsonaro – 26%
  • Moro – 9%
  • Ciro Gomes – 7%
  • Doria – 2%
  • Leite – 1%
  • Tebet – 1%
  • Janones – 1%
  • Felipe d’Avila – 1%
  • Branco/Nulo – 7%
  • Indecisos – 2%

Dentre os cenários propostos pela pesquisa para a disputa em segundo turno, o ex-presidente Lula (PT) lidera em todas as possibilidades.

Segundo turno

Intenção de voto estimulada para presidente:

Cenário 1

  • Lula – 54%
  • Bolsonaro – 31%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 15%

Cenário 2

  • Lula – 52%
  • Moro – 30%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos –18%

Cenário 3

  • Lula – 51%
  • Ciro Gomes – 24%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 25%

Cenário 4

  • Lula – 54%
  • Doria – 19%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 27%

Cenário 5

  • Lula – 56%
  • Eduardo Leite – 19%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 25%

Cenário 6

  • Moro  – 35%
  • Bolsonaro – 33%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 32%

Cenário 7

  • Ciro Gomes – 48%
  • Bolsonaro – 36%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 16%

Cenário 8

  • Dória – 40%
  • Bolsonaro – 37%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 24%

Cenário 9

  • Bolsonaro – 39%
  • Eduardo Leite – 38%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 23%

MERCADO DE SÃO BRAZ

25 de março de 2022 at 12:47

Estudantes fazem novo ato contra o aumento da passagem

Na manhã desta sexta-feira (25), um grupo de universtários deve protestar contra o aumento da tarifa de ônibus da Grande Belém. Valor apontado é de R$ 5,01. O Prefeito Edmilson Rodrigues irá se manifestar hoje.

 sexta-feira, 25/03/2022, 08:02 – Atualizado em 25/03/2022, 08:01 –  Autor: DOL Com Informações de Pryscila Soares / Diário do Pará


Manifestantes estiveram em frente à UFPA na quinta-feira (24) e prometeram novo ato nesta sexta. Manifestantes estiveram em frente à UFPA na quinta-feira (24) e prometeram novo ato nesta sexta. | Reprodução/Twitter .

OConselho de Transportes do Município de Belém aprovou, na manhã de ontem (24), a proposta de reajuste da tarifa dos ônibus urbanos da capital paraense no valor de R$ 5,01, que foi apresentada pela Superintendência de Mobilidade Urbana da capital (Semob). A medida, que pode afetar em torno de 1,5 milhão de pessoas que dependem do transporte público na Região Metropolitana de Belém, seguirá para a análise do Conselho Deliberativo da Semob e, em seguida, será encaminhada para a avaliação do prefeito Edmilson Rodrigues (Psol). A reunião do Conselho foi realizada na sede da Superintendência.

A maioria dos membros do Conselho aprovou a proposta da Semob, que solicitou um reajuste de 39,40%. Já o Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Belém (Setransbel) estava propondo um reajuste de 42%, com o aumento para R$ 5,12. Caberá ao prefeito Edmilson Rodrigues sancionar ou não o valor aprovado na reunião.

Presidente do Conselho e atual titular da Semob, Ana Valéria Borges explicou que, após a homologação do reajuste da passagem, serão discutidas melhorias no serviço de transporte público da capital. “Nessa primeira fase é feita uma análise técnica da planilha, a partir daí serão agregadas outras medidas de melhorias para o serviço. Assim como a implementação de faixas exclusivas, faixas preferenciais e melhorias da frota, porque nós entendemos que isso daí é algo que permeia toda essa discussão que estamos passando. A partir da homologação do prefeito teremos outros pontos de discussão”, garantiu.

Em seu perfil no Twitter, Edmilson Rodrigues postou que “amanhã (hoje) me manifestarei sobre a questão das tarifas de ônibus. E vou levar em consideração para minha decisão os elementos técnicos apresentados pelo Conselho, mas acima de tudo, as condições socioeconômicas da população usuária do transporte coletivo”, ressaltou.

Em outra postagem, o prefeito seguiu a falar sobre o tema. “E para a correta informação à população, é importante dizer que ainda não recebi formalmente a posição do Conselho Municipal de Transporte, o que deve ocorrer até hoje (ontem) ao final do dia. E isso é necessário para que eu possa me manifestar”.

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pará), ambas as propostas estão acima da inflação calculada para o período, estimada em torno de 23%, conforme informou o técnico do órgão, Everson Costa. “Entendemos, pelo Dieese, que se aplicássemos somente a correção da inflação, sem desprezar a realidade dos custos, que realmente elevaram bastante, mas olhando e a consonância com relação ao poder aquisitivo da população, a mensuração mais prática é a inflação a ser medida do período do último reajuste, em maio de 2019, até aqui. Nesse momento a gente fala, então, de uma inflação na casa de 23%. Isso traria uma correção bem menor do que a aprovada pelo Conselho, com a passagem na casa de R$ 4,40”, destacou.


NOVA MANIFESTAÇÃO

Durante a reunião, integrantes de movimentos estudantis protestaram contra o aumento da tarifa do transporte urbano na entrada do IT Center, na avenida Senador Lemos, sendo os coletivos Juntos, Correnteza, UJS, Afronte, MPJ, Levante e Vamos à Luta. Houve um tumulto no local quando agentes da Guarda Municipal de Belém lançaram spray de pimenta para conter os manifestantes, que estariam tentando entrar na Semob, que fica no local, para serem recebidos na reunião.

Nesta sexta-feira (25), uma nova manifestação está marcada para acontecer no Mercado de São Braz.

 

 | Reprodução

NOVA CELEBRIDADE

24 de março de 2022 at 22:35

Mendigo conquistador é convidado para entrar na política

O morador de rua, Gilvaldo Alves de Souza, 48 anos, foi espancado pelo personal treiner, Eduardo Alves, no caso que ganhou repercussão nacional

 quinta-feira, 24/03/2022, 17:20 – Atualizado em 24/03/2022, 17:20 –  Autor: ( com informações do Metrópoles )


Morador de rua, Gilvaldo Alves de Souza, 48 anoS Morador de rua, Gilvaldo Alves de Souza, 48 anoS | Reprodução/Youtube .

Na última quarta-feira, o morador de rua, Gilvaldo Alves de Souza, 48 anos, que foi espancado pelo personal treiner, Eduardo Alves, em Planaltina, em entrevista ao portal Metrópoles, contou a sua versão do que teria acontecido do dia 9 de março, no caso que ganhou repercussão nacional.

Por demonstrar ser bastante articulado durante a entrevista, pelo menos 4 partidos políticos tentaram contato com o sem-teto para lançá-lo como candidato a deputado nas próximas eleições.

Segundo informações, os convites ocorrem após a entrevista  ao Metrópoles e viralizar também nas redes sociais.

De acordo com as legendas, a ideia seria lançá-lo na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados ou na Câmara Legislativa (CLDF).

Pesquisa Datafolha: Lula tem 43%; Bolsonaro, 26%; Moro, 8%; e Ciro, 6%

24 de março de 2022 at 20:13

Levantamento sobre a eleição presidencial ouviu 2.556 pessoas e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos

Da CNN

em São Paulo24/03/2022 às 16:40 | Atualizado 24/03/2022 às 18:09

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 43% das intenções de voto na corrida pelo Palácio do Planalto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 26%. As eleições estão marcadas para outubro.

A seguir aparecem o ex-ministro Sergio Moro (Podemos), com 8%; e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 6%.

O deputado federal André Janones (Avante) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), estão empatados com 2%.

A senadora Simone Tebet (MDB) e os pré-candidatos Vera Lúcia (PSTU) e Felipe d’Avila (Novo) empatam com 1%.

A parcela dos que dizem que votarão em branco ou nulo representa 6% dos entrevistados. Os indecisos somam 2%.

A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

Foram ouvidas 2.556 pessoas face a face entre terça-feira (22) e quarta (23). A pesquisa, divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo, foi registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-08967/2022.

Outros três cenários de primeiro turno foram testados — confira abaixo.

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para presidente:

Cenário I

  • Lula – 43%
  • Bolsonaro – 26%
  • Moro – 8%
  • Ciro Gomes – 6%
  • Janones – 2%
  • Doria – 2%
  • Simone Tebet – 1%
  • Vera Lúcia – 1%
  • Felipe d’Avila – 1%
  • Branco/Nulo – 6%
  • Indecisos – 2%

Cenário II

  • Lula – 43%
  • Bolsonaro – 26%
  • Moro – 8%
  • Ciro Gomes – 7%
  • Janones – 3%
  • Simone Tebet – 1%
  • Vera Lúcia – 1%
  • Eduardo Leite – 1%
  • Branco/Nulo – 7%
  • Indecisos – 3%

Cenário III

  • Lula – 44%
  • Bolsonaro – 26%
  • Moro – 8%
  • Ciro Gomes – 7%
  • Janones – 3%
  • Doria – 2%
  • Vera Lúcia – 1%
  • Felipe d’Avila – 1%
  • Branco/Nulo – 6%
  • Indecisos – 2%

Cenário IV

  • Lula – 43%
  • Bolsonaro – 26%
  • Moro – 8%
  • Ciro Gomes – 8%
  • Janones – 3%
  • Simone Tebet – 1%
  • Vera Lúcia – 1%
  • Branco/Nulo – 7%
  • Indecisos – 2%

Segundo turno

Intenção de voto estimulada para presidente:

Cenário I

  • Lula – 55%
  • Bolsonaro – 34%
  • Branco/Nulo – 10%
  • Indecisos – 1%

Cenário II

  • Lula – 54%
  • Moro – 32%
  • Branco/Nulo –13%
  • Indecisos – 1%

Cenário III

  • Lula – 54%
  • Ciro Gomes – 28%
  • Branco/Nulo – 17%
  • Indecisos – 1%

Cenário IV

  • Lula – 57%
  • Doria – 21%
  • Branco/Nulo – 20%
  • Indecisos – 1%

Cenário V

  • Moro – 42%
  • Bolsonaro – 34%
  • Branco/Nulo – 22%
  • Indecisos – 1%

Cenário VI

  • Ciro Gomes – 46%
  • Bolsonaro – 37%
  • Branco/Nulo – 16%
  • Indecisos – 1%

Cenário VII

  • Doria – 40%
  • Bolsonaro – 39%
  • Branco/Nulo – 20%
  • Indecisos – 1%

FISCALIZAÇÃO

24 de março de 2022 at 15:26

PRF apreende 9 kg de oxi em painel de veículo no Pará

Droga estava dividida em tabletes, pesando aproximadamente 1 kg cada.

 quinta-feira, 24/03/2022, 12:48 – Atualizado em 24/03/2022, 12:47 –  Autor: Com informações da PRF/DOL


Droga estava dividida em tabletes. Droga estava dividida em tabletes. | PRF/Divulgação .

A audácia de organizações criminosas para a venda de entorpecentes não é novidade. No entanto, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) está sempre atenta.

Cerca de 9 kg de oxi escondido no painel de um veículo, foi apreendido durante fiscalização no km 153 da BR-316, no município de Capanema, no nordeste paraense, na última quarta-feira (23).    

Tabletes de oxi estavam escondidos dentro de veículo.
 Tabletes de oxi estavam escondidos dentro de veículo. | PRF/Divulgação

Durante a abordagem, o condutor do veículo apresentou nervosismo e relatos incoerentes sobre seu itinerário e das razões da viagem, levantando suspeitas da equipe, que iniciou buscas minuciosas no interior do automóvel.

Os tabletes de oxi estavam escondidos no interior do painel frontal, pesando aproximadamente 1kg cada, segundo a PRF.

O condutor foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Capanema, para a realização dos procedimentos cabíveis, em tese, pelo crime de tráfico de drogas.