NOVA NORMA

5 de abril de 2022 at 09:02

Imposto de Renda: venda de imóvel para quitação está isenta

As condições são que os recursos sejam usados em seis meses após a venda, que os dois ativos sejam residenciais e localizados no Brasil e que o novo imóvel já seja possuído pelo vendedor do primeiro

 terça-feira, 05/04/2022, 08:29 – Atualizado em 05/04/2022, 08:35 –  Autor: Folha Press/DOL


A medida era um pedido do setor imobiliário, que acaba sendo beneficiado por menores custos das transações no mercado A medida era um pedido do setor imobiliário, que acaba sendo beneficiado por menores custos das transações no mercado | (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil .

AReceita Federal publicou uma norma que amplia as possibilidades para a pessoa física vender imóveis com direito a isenção de Imposto de Renda. Com a mudança, fica previsto expressamente que é isenta a venda que tenha o objetivo de quitar a prestação de outro imóvel que esteja sendo comprado por meio de financiamento.

As condições são que os recursos sejam usados em seis meses após a venda, que os dois ativos sejam residenciais e localizados no Brasil e que o novo imóvel já seja possuído pelo vendedor do primeiro.

De acordo com a Receita, o normativo (publicado em 16 de março) retira a vedação prevista anteriormente a essa hipótese. A jurisprudência do STJ (Superior Tribunal de Justiça) já considerava ilegal o impedimento. “O entendimento anterior era de que não haveria isenção nos casos em que o valor resultante da venda de imóvel(is) residencial(is) era usado para quitar financiamento, mas somente quando usado para a compra de outro(s) imóvel(is) residencial(is), localizado(s) no Brasil, no prazo de 180 dias da celebração do contrato”, afirma a Receita.

“A nova instrução revogou a vedação à isenção e incluiu a previsão expressa da isenção sobre o ganho na venda de imóvel(is) residencial(is) para quitar financiamento(s)”, complementa nota enviada pelo Fisco. As informações sobre o normativo foram publicadas ontem (4) pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Bianca Xavier, professora de direito tributário da FGV (Fundação Getúlio Vargas), afirma que desde 2005 a legislação brasileira vem sendo flexibilizada para dar isenção de Imposto de Renda às operações de venda de imóveis em certas circunstâncias. O objetivo é reduzir o custo das transações e, assim, movimentar o mercado imobiliário.

Ela diz que o entendimento sendo modificado pela Receita já era previsto pela Justiça, mas que, mesmo assim, a norma do Fisco vai contribuir para trazer mais segurança jurídica e menos litígios entre União e contribuintes. “Nada melhor do que a Receita reconhecer isso e impedir a judicialização”, afirma.https://48d16ae712263a194afd08612136123c.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

SEGURANÇA

Daniel de Paula, especialista da consultoria contábil IOB, afirma que a lei sobre o tema não vedava o benefício no caso da isenção para financiamentos e que, por isso, o Judiciário entendia que a norma infralegal da Receita não tinha poder para essa proibição.

Apesar disso, diz ele, o entendimento acaba beneficiando só quem entrava na Justiça. “A Receita publicou essa instrução normativa mais para dar segurança aos contribuintes”, afirma.

O Imposto de Renda sobre ganho de capital tem alíquotas entre 15% e 22,5% aplicadas sobre o “lucro” da operação (ou seja, a diferença entre o preço de venda e o da compra feita anteriormente). Os percentuais variam conforme o valor (quanto maior o ganho, maior a alíquota).

A medida era um pedido do setor imobiliário, que acaba sendo beneficiado por menores custos das transações no mercado. “Sempre ajuda”, diz José Carlos Martins, presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).

Moraes dá 10 dias para PF se manifestar sobre troca de diretores.

5 de abril de 2022 at 00:22

Senador Randolfe Rodrigues pediu que o STF impeça mudanças em duas diretorias da corporação até fim de inquérito.

Nova sede da PF, no Setor Comercial Norte, em Brasília

Sede da Polícia Federal, em Brasília. Governo trocou comando de diretoria de combate ao crime organizado.

LUCAS MENDES.

PODER360

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), deu 10 dias para que o diretor-geral da PF (Polícia Federal), Márcio Nunes, se manifeste sobre pedido para vetar trocas em diretorias da corporação.

O despacho foi assinado em 30 de março de 2022 e divulgado nesta 2ª feira (4.abr.2022). Leia a íntegra do documento (93 KB).

A demanda partiu do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), em inquérito que apura suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na PF.

O congressista havia pedido à Corte, no início de março, que impedisse mudanças em funções da corporação, para evitar “interferências indevidas da cúpula do Poder Executivo nas atividades-fim da Polícia Federal”, até a conclusão de inquéritos contra investigados com foro privilegiado.

O senador requisitou que não fossem feitas mudanças em funções comissionadas da Dicor (Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado) e da DIP (Diretoria de Inteligência Policial), além dos seus órgãos subordinados. Randolfe pediu, também, que qualquer alteração futura nos cargos seja solicitada ao STF, para autorização.

Em 17 de março, o governo trocou o comando da Dicor. O ex-superintendente do Ceará, Caio Rodrigo Pellim entrou no lugar do delegado Luis Flavo Zampronha. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União (íntegra – 59 KB), em portaria assinada pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.

INQUÉRITO.

No inquérito que apura suposta interferência na PF, a corporação afirmou não ter encontrado indícios de que o presidente Bolsonaro tenha cometido crimes no caso em que foi acusado de interferir na instituição. O relatório foi entregue ao STF no final de março.

“Concluímos que, dentro dos limites da investigação, no âmbito da esfera penal, não há nos autos elementos indiciários mínimos de existência de materialidade delitiva imputada ao senhor presidente da República Jair Bolsonaro”, disse a PF. Eis a íntegra do relatório final (2,7 MB). O documento é assinado pelo delegado Leopoldo Soares Lacerda.

A investigação foi aberta a pedido da PGR (Procuradoria Geral da República) em 2020, depois que o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (União Brasil) acusou Bolsonaro de interferir em investigações da PF.

Moro acusou o presidente de atuar para substituir o comando da corporação para fins pessoais. A saída de Moro se deu no mesmo dia em que Bolsonaro demitiu o diretor-geral Maurício Valeixo, escolhido a dedo pelo ex-juiz para a direção da PF.

Em manifestação ao Supremo, a PGR (Procuradoria Geral da República) disse não ver desvio de finalidade de Bolsonaro nas trocas no comando da PF.

No parecer, o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, escreveu que as nomeações feitas na PF, inclusive a última troca na direção-geral, em 25 de fevereiro, não possuem, até o momento, “qualquer indício de desvio de finalidade, de forma que não estão sob apuração e não podem se fundamentar a decretação de medida cautelar sem a efetiva demonstração de tal ilegalidade”. Leia a íntegra da manifestação (1,2 MB).

No final de fevereiro, o governo trocou o diretor-geral da PF. Portaria assinada pelo ministro Ciro Nogueira (Casa Civil) dispensou Paulo Gustavo Maiurino e nomeou o secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Márcio Nunes de Oliveira, para o cargo.

Foi a 4ª troca no comando da PF desde o início do governo Bolsonaro.

“Estou sem a luz”, diz Paulo Guedes sobre o futuro do Petrobras

4 de abril de 2022 at 17:55

Ministro foi questionado por jornalistas sobre a situação da estatal depois da suposta desistência de Adriano Pires, indicação para presidir a companhia; Rodolfo Landim, indicado para assumir a presidência do Conselho de Administração da estatal, comunicou sua desistência neste domingo

Pedro Duran da CNN

no Rio de Janeiro04/04/2022 às 16:29 | Atualizado .

O Ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que está “sem a luz” sobre a situação da Petrobras. A reposta vem depois de o jornal O Globo ter noticiado que o escolhido do presidente Jair Bolsonaro para presidir a companhia, o economista Adriano Pires, teria desistido da indicação ao conselho da estatal.

À CNN Guedes disse que não estava sabendo. “Não sei disso, eu estou desinformado”, afirmou quando deixava um hotel na zona Sul do Rio de Janeiro após um almoço com Bolsonaro, autoridades e empresários.

Questionado sobre o presidente ter recebido a informação da desistência de Adriano Pires, o ministro afirmou: “Não sei, não conversei isso com ele”. Guedes ainda disse que a troca na estatal não era assunto dele.

Antes de deixar o local, os jornalistas pediram ao ministro da Economia que desse “uma luz” sobre o futuro da Petrobras. “Estou sem a luz”, afirmou.

No domingo (3), o governo federal foi pego de surpresa com a desistência de Rodolfo Landim, que tinha sido indicado para assumir a presidência do Conselho de Administração da Petrobras.

Landim afirmou que precisaria concentrar esforços no Flamengo, já que é presidente do clube, e que reconhece que teria muito trabalho caso assumisse o cargo no conselho da estatal nesse momento.

atual presidente da companhia, Joaquim Silva e Luna foi demitido por Bolsonaro. O nome do indicado, o economista Adriano Pires, no entanto, passa por um pente-fino dentro e fora da estatal.

O economista é um dos sócios do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), empresa que faz consultoria na área de óleo e gás. O filho dele, Pedro Rodrigo Pires, administra o CBIE.

De acordo com a  lei 13.303/2016 (Lei das Estatais), fica vedada que executivos de companhias como a Petrobras, tenham parentes em empreendimentos concorrentes.

União Brasil e MDB anunciarão “coligação-trator” de 1,5 bilhão de reais

4 de abril de 2022 at 16:42
Bivar: número de representantes da nova aliança no país "supera o de agências do Bradesco" - Clara Gouvêa/UOL - 3.dez.2018

Bivar: número de representantes da nova aliança no país “supera o de agências do Bradesco”Imagem: Clara Gouvêa/UOL – 3.dez.2018

Thaís Oyama

UOL.

Na próxima quarta-feira, os presidentes Luciano Bivar, do União Brasil, e Baleia Rossi, do MDB, se reunirão para definir a data em que anunciarão o maior acordo eleitoral entre partidos já selado nesta campanha.

União Brasil e MDB irão se coligar para formar uma aliança de R$ 1,5 bilhão (juntando os fundos eleitoral e partidário das duas siglas), 86 deputados federais e um tempo recorde de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV.

“Com esses recursos — e junto com o PSDB, o Cidadania e quem mais quiser se juntar a nós— indicaremos até junho um candidato único para representar o centro democrático”, afirma Bivar.

Para o deputado, a aliança produzirá um “trator eleitoral” ao juntar os recursos do União Brasil (dono do maior volume de fundos públicos) com a capilaridade do MDB nos estados.

“Há mais representantes dos dois partidos espalhados pelo país do que agências do Bradesco”, afirma Bivar. “E todos esses representantes terão fotografias com o candidato ou candidata à Presidência que nós escolheremos por meio de um conjunto de critérios”.

Entre os critérios que balizarão a escolha do candidato único da frente que hoje reúne quatro partidos —e pode vir a aglutinar também o Novo— estão os resultados das pesquisas qualitativas que vêm sendo realizadas com nomes como os de Simone Tebet (MDB) e dos tucanos Eduardo Leite e João Doria.

“O primeiro passo é saber para onde aponta, e o que deseja, o inconsciente coletivo”, afirma Bivar.

O presidente do União Brasil não disse se o nome do ex-ministro Sergio Moro, que abandonou o Podemos para ingressar no União Brasil minutos antes do fechamento da janela partidária, também está sendo submetido às pesquisas para aferir a quantas anda o “inconsciente coletivo” do eleitorado.

Mas na frente que agora se autointitula “centro democrático”, a convicção geral é de que o ex-juiz deverá mesmo concorrer ao Senado por São Paulo e, nessa condição, “contribuir” para a campanha do escolhido (a) para envergar o figurino da terceira via.

VEJA O VÍDEO

4 de abril de 2022 at 16:09

Influencer é flagrada aos beijos com “mendigo do DF”

O sem-teto Givaldo Alves ficou famoso após ser flagrado tendo relações sexuais com esposa de personal.

 segunda-feira, 04/04/2022, 15:44 – Atualizado em 04/04/2022, 15:44 –  Autor: Com Informações Bahia.com/DOL


O morador em situação de rua Givaldo Alves e  a Influenciadora Digital, que não teve o nome divulgado. O morador em situação de rua Givaldo Alves e a Influenciadora Digital, que não teve o nome divulgado. | Reprodução/Redes Sociais .

Ele é assunto nas redes sociais. O morador em situação de rua Givaldo Alves está ganhando cada dia mais fama no Brasil, após ser flagrado fazendo sexo em um carro com a esposa de um personal trainer e posteriormente ser espancado pelo mesmo. O caso aconteceu em Planaltina, no Distrito Federal..

Mas parece que toda essa polêmica ficou no passado e o “mendigo do DF” está em outra. Ele foi flagrado com uma bela loira em uma boate de São Paulo.

Um vídeo que viralizou nas redes sociais, nesta segunda-feira (04), mostra uma Influenciadora Digital, que não teve o nome divulgado, trocando carinhos e beijos com o sem-teto em uma balada. Nos comentários da publicação, os internautas criticaram a atitude da jovem. 

“Não estou acreditando no que tô vendo, que coisa feia, essa mulher é mais uma sem noção? Ou tá fazendo isso para ganhar likes e seguidores?”, disse uma. “Isso aí já foi muito longe. Gente, alguém me diz que isso não é real? Me expliquem como esse cara tá tendo esse palco todo e agora as pessoas estão beijando ele para ganhar mídia. Lamentável!”,

CONSELHO DE ÉTICA

4 de abril de 2022 at 15:21

Eduardo Bolsonaro é acionado por ataques a Míriam Leitão

Segundo o partido que entrou com a ação, o filho do presidente agiu de forma machista e misógena contra a jornalista

 segunda-feira, 04/04/2022, 14:43 – Atualizado em 04/04/2022, 14:45 –  Autor: FOLHAPRESS/DOL


Parlamentar ironizou as torturas sofridas pela jornalista Parlamentar ironizou as torturas sofridas pela jornalista | (crédito: Divulgação) .

OPSOL protocolou uma representação no Conselho de Ética da Câmara em que pede a cassação do mandato do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) devido a uma publicação no Twitter em que o parlamentar ironiza a tortura sofrida pela jornalista Míriam Leitão, do jornal O Globo, durante a ditadura militar.

O PC do B também entrará com uma representação contra o filho do presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo mesmo episódio.

No domingo (3), Eduardo publicou nas redes sociais a imagem da última coluna da jornalista e escreveu: “Ainda com pena da [emoji de cobra]”.

Diversos políticos de diferentes espectros políticos divulgaram mensagens de solidariedade à Míriam Leitão e, agora, os partidos decidiram pedir a cassação do mandato do deputado.

O deputado Orlando Silva (PC do B-SP) afirma que é necessário a Câmara punir o parlamentar “por respeito à democracia, à sociedade e às mulheres”.

“A publicação é repugnante. Se isso não é quebra de decoro, o que será?”, argumenta. E completa: “A leniência da Câmara em outros tempos normalizou barbaridades como o elogio a tortura”, diz.

A líder do PSOL na Casa, deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), classifica o conteúdo postado por Eduardo como “desumano” e afirma que ele precisa ser penalizado.

“A jornalista estava grávida quando militares a colocaram numa sala escura junto com uma cobra jiboia para amedrontá-la. Quando ele faz piada com essa situação, reafirma, mais uma vez, que é um criminoso inimigo da democracia”, afirma.

Na representação, o PSOL diz que Eduardo “abusou, de forma machista e misógina, de suas prerrogativas parlamentares”. “O representado atentou contra a Constituição ao fazer uma apologia direta da tortura”, afirma a peça.

O deboche do deputado se originou após a jornalista compartilhar seu texto na rede social. Junto com o artigo, Míriam escreveu: “Qual é o erro da terceira via? É tratar Lula e Bolsonaro como iguais. Bolsonaro é inimigo confesso da democracia. Coluna de domingo”.

A defesa de situações como a que passou Míriam Leitão, porém, não é novidade na família Bolsonaro. Desde a época em que era deputado, seu pai e atual presidente da República costuma defender a ditadura militar.

Inclusive, o chefe do Executivo já prestou homenagens a Carlos Brilhante Ustra, que chegou a ser condenado na Justiça brasileira em uma ação sobre sequestro e tortura durante o regime militar.

A jornalista é alvo recorrente de bolsonaristas. No começo deste ano, em entrevista à rádio Jovem Pan, o presidente afirmou que a jornalista deveria trabalhar melhor. Ele ainda disse que se ela fosse boa teria sido lembrada para trabalhar no governo.

DINHEIRO

4 de abril de 2022 at 13:07

Quem ganha R$ 1 milhão mais rápido: Neymar, Anitta ou você?

Ganhar R$1 milhão é uma tarefa quase impossível para a maioria das pessoas, mas para famosos como Anitta, Neymar, Elon Musk e Bolsonaro, não. Quanto tempo eles levam para conseguir esse dinheiro? E pessoas comuns?

 segunda-feira, 04/04/2022, 10:58 – Atualizado em 04/04/2022, 10:58 –  Autor: Com informações Money Times


Conhece o Aristeu? Até mesmo o humorista, que possui cerca de 180 mil seguidores no Instagram, teria dificuldades para  alcançar R$ 1 milhão se comparado a Anitta e Neymar. Conhece o Aristeu? Até mesmo o humorista, que possui cerca de 180 mil seguidores no Instagram, teria dificuldades para alcançar R$ 1 milhão se comparado a Anitta e Neymar. | Reprodução .

Você acha que consegue juntar R$1 milhão? Para muita gente, conseguir esta quantia é um sonho a ser conquistado, afinal, dá para fazer muita coisa com esse dinheiro.

Comprar um iate, fazer viagens luxuosas, adquirir um belo carro importado… Porém, em quanto tempo será possível acumular este valor?

O portal Money Times fez um comparativo entre alguns famosos e mostra quanto tempo cada um deles leva para juntar o tão sonhado R$1 milhão. Veja:

ELON MUSK

Elon Musk é um empreendedor norte-americano que nasceu na África do Sul. Ele é cofundador e CEO da Tesla Motors, empresa pioneira na fabricação de carros elétricos. Também é fundador e CEO da SpaceX, a primeira empresa a vender um voo comercial para a Lua. Musk sempre fica na lista das pessoas mais ricas do mundo.

É difícil calcular exatamente qual é o ‘salário’ de Elon Musk, de acordo com o portal Uol, em 2021 sua fortuna chegou a US$ 236,8 bilhões. Fazendo uma rápida conversão para real, usando o câmbio da época, ele teria R$ 266 bilhões, ganhos em 12 meses, o que dá cerca de R$ 517 mil por minuto.

Ou seja, em menos de dois minutos Elon Musk teria R$ 1 milhão.

Tempo até R$1 milhão: 2 minutos.

NEYMAR

O craque é um dos jogadores de futebol mais bem pagos do mundo. Ele tem o maior salário do futebol francês, € 4,08 milhões mensais, equivalente a R$ 21,5 milhões. Neymar ganharia cerca de R$ 715 mil por dia. Ou seja, em menos de dois dias ele receberia R$ 1 milhão do seu time, o Paris Saint-Germain.

Não foi considerado no cálculo as bonificações, patrocínios ou investimentos.

Tempo até R$1 milhão: 1,5 dia.

ANITTA

A cantora brasileira ficou mundialmente famosa. Recentemente seu hit “Envolver” alcançou o topo do ranking global do Spotify, sendo a música mais escutada no mundo na plataforma. Segundo estimativas, só com isso, ela receberia pelo menos R$ 800 mil do Spotify.

Ainda assim, é difícil fazer uma estimativa de quanto Anitta ganha, já que ela tem muitas receitas, como direitos autorais, propagandas e shows.

Para o cálculo do milhão, usaremos a estimativa da revista Forbes de que o patrimônio de Anitta seja de R$ 553 milhões. Se a cantora aplicasse todo esse dinheiro em um investimento que pagasse 1% ao mês, ela ganharia todo mês R$ 5,5 milhões.

Anitta então ganharia R$ 1 milhão em juros em apenas 5,5 dias.

Tempo até R$1 milhão: 5,5 dia.

JAIR BOLSONARO

O salário de um presidente da república é de R$ 30.934,70 mensais. Portanto Bolsonaro precisa de 2 anos e 8 meses no cargo para embolsar R$ 1 milhão.

O cálculo do milhão levou em conta apena os salários oficiais do presidente. As despesas oficiais e os auxílios aumentariam bastante o rendimento do presidente. Também não foram levados em conta outras possíveis fontes de renda de Bolsonaro.https://48135e115514e0e2f1b409ba69993cd8.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

Tempo até R$1 milhão – 2 anos e 8 meses

E VOCÊ?

Agora voltamos para a realidade. Quanto tempo demora, para nós, meros mortais, juntarmos R$1 milhão?

Caso seja feito um depósito de R$ 1 mil mensais na poupança, uma pessoa levará em média 30 anos até atingir o objetivo. 

Considerando apenas o teto do rendimento da poupança de 0,5% a.m., o tempo para juntar R$ 1 milhão seria de 359 meses.

Tempo até R$1 milhão: no mínimo, 30 anos.

Minas Gerais nas eleições: o peso do estado que acerta o presidente desde 1989

3 de abril de 2022 at 10:22

Resultado das urnas no estado e no resto do país se repetiu nas oito eleições diretas após o fim do golpe militar; apenas o Amazonas igualou feitoPara subir a rampa do Palácio do Planalto, em Brasília, costuma ser necessário vencer em Minas GeraisPara subir a rampa do Palácio do Planalto, em Brasília, costuma ser necessário vencer em Minas GeraisPedro França/Agência Senado.

Ígor Passarini

Colaboração para a CNN03/04/2022 às 04:30.

Da política do Café com Leite, na velha República, passando pela construção de Brasília, com Juscelino Kubitschek, até a eleição de Tancredo Neves pós-ditadura, o estado de Minas Gerais sempre teve uma importância histórica no cenário político brasileiro.

A relevância, no entanto, não ficou apenas no passado. Desde 1989, quando ocorreu a primeira eleição direta para presidente desde o fim da ditadura militar, quem venceu em Minas ocupou a Presidência da República. É a única unidade da federação, além do Amazonas, a atingir este feito.

Neste período, o estado também teve políticos que ocuparam o cargo mais alto do Executivo federal, com Itamar Franco (1992 a 1994), vice que assumiu após o impeachment de Fernando Collor, e Dilma Rousseff (2011 a 2016). Além disso, o mineiro José Alencar foi vice-presidente de Luiz Inácio Lula da Silva (2003 a 2010).

Para entender os fatores que tornam Minas Gerais tão importante para a disputa presidencial, a CNN conversou com os cientistas políticos Malco Camargos e Cristiano Rodrigues.

Camargos é doutor em ciência política, professor da PUC Minas e diretor do Instituto Ver; Rodrigues é professor do departamento de ciência política da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Características similares

“Minas é uma síntese do Brasil, nas suas virtudes e nos seus problemas, e por isso os temas da eleição presidencial também são os mesmos: as igualdades, a forma de lidar com a economia, as carências”, analisa Camargos.

Rodrigues reforça a visão do colega. Para ele, Minas Gerais é um estado muito heterogêneo, o que se reflete em um eleitorado diversificado.

“O sul de Minas, que é uma região um pouco mais rica e próxima a São Paulo, tende a votar de maneira semelhante aos paulistas; o norte do estado e o Vale do Jequitinhonha, que é uma região empobrecida do semiárido, muito próxima à Bahia, têm o mesmo comportamento eleitoral de algumas partes do Nordeste; já o Triângulo Mineiro, que é uma região mais rica do agronegócio, tem um eleitorado mais típico de Goiás”, pondera o professor da UFMG.

Para Camargos, o peso de Minas Gerais é dado também pela sua importância proporcional em relação ao eleitorado brasileiro. Com 15,5 milhões de votantes, o estado tem o segundo maior colégio eleitoral do país, atrás apenas de São Paulo.

“Ou seja, 10,5% dos eleitores do país estão no estado. Isto, por si só, já dá uma proeminência em relação ao jogo político brasileiro”, afirma o professor da PUC Minas.Fernando Collor foi eleito presidente com Itamar Franco como vice. Os dois romperam, e Itamar assumiu o mandato depois do impeachment de Collor. Nascido na Bahia, Itamar era de família mineira e fez toda a trajetória política em Minas Gerais / Estadão Conteúdo (15.mar.1990)

Peso histórico e econômico

Segundo Rodrigues, desde que o Brasil se tornou uma República, Minas sempre teve um poderio político muito grande.

“Até um certo momento da história, a economia mineira era a segunda maior do país (hoje é a terceira). Então, tanto do ponto de vista econômico como político, Minas Gerais tem sido muito importante no cenário nacional há mais de um século”, analisa.

O estado também tem o maior número de presidentes entre as unidades da federação, com nove políticos tendo ocupado o cargo. Na sequência, aparecem São Paulo e Rio Grande do Sul, com sete representantes cada um.

Bolsonaro e Lula em Minas

Com um peso tão grande de Minas nas eleições, os principais candidatos devem dar atenção especial ao estado na disputa de 2022.

O Partido dos Trabalhadores (PT) pode ter dificuldades, de acordo com Camargos, por causa do ex-governador mineiro Fernando Pimentel, que deixou o cargo em 2018.

“[Pimentel] Saiu muito mal avaliado e não foi nem para o segundo turno quando disputou a reeleição”, pontua o professor. Segundo ele, uma possibilidade para Lula seria a aliança com Alexandre Kalil (PSD), que renunciou à Prefeitura de Belo Horizonte e confirmou a pré-candidatura ao governo do estado.O empresário mineiro José Alencar foi eleito vice-presidente na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para dois mandatos / Estadão Conteúdo (15.jan.2007)

Do lado bolsonarista está o atual governador, Romeu Zema (Novo), que deve buscar a reeleição. “O presidente vai tentar reeditar a aliança feita em 2018, que foi muito melhor para o mineiro. Hoje, porém, Zema está mais bem avaliado que Bolsonaro e fica a dúvida se chegou a hora dele retribuir o apoio ou se seguirá um caminho solo, desvinculado”, analisa Camargos.

Pesquisa Quaest/Genial divulgada em 18 de março mostra que 40% dos entrevistados preferem um candidato mais ligado a Lula, contra 21% dos que têm preferência por alguém apoiado por Bolsonaro. Ao mesmo tempo, 36% gostariam que o concorrente não fosse ligado a nenhum dos dois.

Segundo o mesmo levantamento, 49% dos eleitores bolsonaristas dizem que votariam em Zema, e 13%, em Kalil. Do lado lulista, 30% preferem o atual governador mineiro, e 27% optaram pelo ex-prefeito de Belo Horizonte.

Aécio Neves e Dilma Rousseff

Minas também tem refletido nas urnas o desgaste de figuras que, em momentos recentes, dominaram o cenário político, como o deputado federal Aécio Neves (PSDB) e a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), ambos ligados a Minas Gerais. Eles foram os principais nomes da eleição presidencial de 2014.

Em 2018, ambos tentaram uma vaga no Congresso. Dilma, que havia sofrido um impeachment dois anos antes, concorreu ao Senado, mas ficou em quarto lugar. Aécio, por sua vez, desistiu de tentar se reeleger como senador e conseguiu uma cadeira na Câmara dos Deputados, mas não ficou nem entre os 15 mais votados no estado.Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) também venceram em Minas Gerais. Dilma é mineira de Belo Horizonte / Estadão Conteúdo (18.mar.2011)

“Menos de oito anos depois, eles não são protagonistas nem na eleição nacional, nem na eleição estadual, nem nas eleições parlamentares. Aécio vai ter dificuldades para se reeleger, e Dilma provavelmente não será nem candidata”, avalia Camargos.

Rodrigues, no entanto, faz uma ressalva sobre o ex-governador de Minas Gerais. “Aécio Neves tem uma importância nos bastidores. Ele é um sujeito com uma presença e uma influência não explícita”, ponderou o professor da UFMG.

Rodrigo Pacheco e André Janones

Camargos reforçou que Minas sempre teve “raposas políticas” importantes, que determinavam e direcionavam o caminho dos acordos nos bastidores.

“Atualmente, o nome mais importante de Minas é o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, que tem reconduzido esse espaço de liderança. Entretanto, ele decidiu ficar mais à margem da eleição, cuidando dos seus afazeres no Senado”, avaliou.

Outro mineiro que vai ficar de fora das eleições é o ex-governador Antonio Anastasia, que perdeu a disputa ao governo do estado em 2018 para Zema e deixou o Senado para assumir uma vaga vitalícia no Tribunal de Contas da União (TCU), em fevereiro de 2022.

O único representante do estado que figura na lista de pré-candidatos à Presidência da República é o deputado federal André Janones (Avante). “É um parlamentar novo e que não tem tido desempenho forte no estado a ponto de justificar uma aliança por votos”, disse o professor da PUC Minas.

Nos EUA, Ohio manteve feito por 52 anos

Nas eleições americanas, um status parecido ao de Minas Gerais era o de Ohio, que atingiu um número ainda mais impressionante que o dos mineiros. De 1964 a 2016, quem venceu no estado se tornou o presidente americano.

A sequência foi interrompida justamente nas últimas eleições, em 2020, quando o republicano Donald Trump obteve 53,27% contra 45,24% do democrata Joe Biden em Ohio, mas foi derrotado na eleição nacional.

Resultado das eleições em Minas

Confira o histórico das eleições presidenciais em Minas Gerais, desde 1989, no turno em que o pleito foi definido:

1989

  • Fernando Collor (PRN) – 55,52%
  • Lula (PT) – 44,48%

1994

  • Fernando Henrique (PSDB) – 64,82%
  • Lula (PT) – 21,9%

1998

  • Fernando Henrique (PSDB) – 55,68%
  • Lula (PT) – 28,06%

2002

  • Lula (PT) – 66,45%
  • José Serra (PSDB) – 33,55%

2006

  • Lula (PT) – 65,19%
  • Geraldo Alckmin (PSDB) – 34,81%

2010

  • Dilma Rousseff (PT) – 58,45%
  • José Serra (PSDB) – 41,55%

2014

  • Dilma Rousseff (PT) – 52,41%
  • Aécio Neves (PSDB) – 47,59%

2018

  • Jair Bolsonaro (PSL) – 58,19%
  • Fernando Haddad (PT) – 41,81%

Veja os prováveis candidatos a presidente em 2022

  • 1 de 9Jair Bolsonaro, atual presidente da República, se filiou em 30 de novembro de 2021 ao Partido Liberal (PL) e deve concorrer à reeleição. Veja outros possíveis candidatos a presidente em 2022Crédito: Alan Santos/PR
  • 2 de 9Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente, governou o país entre 2003 e 2010 e é o pré-candidato do PTCrédito: ESTADÃO CONTEÚDO
  • 3 de 9Ciro Gomes, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda e da Integração Nacional, pré-candidato a presidente pelo PDTCrédito: LUCAS MARTINS/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
  • 4 de 9João Doria ganhou as prévias do PSDB e anunciou a renúncia ao governo de São Paulo para ser o pré-candidato do partidoCrédito: FÁTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
  • 5 de 9Simone Tebet cumpre o primeiro mandato como senadora por Mato Grosso do Sul e foi anunciada como a pré-candidata do MDB ao PlanaltoCrédito: Jefferson Rudy/Agência Senado
  • 6 de 9Luiz Felipe d’Avila, pré-candidato do partido Novo à Presidência da RepúblicaCrédito: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO

Após vice do Flamengo, Rodolfo Landim abre mão de presidir conselho da Petrobras

3 de abril de 2022 at 08:56

Em carta, atual presidente do clube afirmou que não conseguiria conciliar os cargosRodolfo Landim, presidente do Flamengo, havia sido indicado pelo governo federal em 28 de marçoRodolfo Landim, presidente do Flamengo, havia sido indicado pelo governo federal em 28 de marçoAlexandre Vidal/Flamengo

Henrique Andrade João Pedro Malar da CNN

São Paulo03/04/2022 às 07:01 | Atualizado 03/04/2022 às 07:11.

Rodolfo Landim, atual presidente do Flamengo, anunciou neste domingo (3) que abriu mão de assumir a presidência do conselho da Petrobras.

Em nota publicada no site do clube carioca, que perdeu o título estadual para o Fluminense no sábado (2), Landim explicou as razões para abrir mão do cargo.

“Apesar do tamanho e da importância da Petrobras para o nosso país, e da enorme honra para mim em exercer este cargo, gostaria de informá-lo que resolvi abrir mão desta indicação, concentrando todo meu tempo e dedicação para o ainda maior fortalecimento do nosso Flamengo”.

Landim informou que encaminhou para o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, um documento em que informa a decisão e agradece o convite.

Ele também afirmou que “minha preocupação em não conseguir, dada a dedicação que as duas instituições demandariam nesse momento, exercer ambas as funções com a excelência por mim desejada e à altura que a Petrobras e o Flamengo merecem”.

“Em relação ao Flamengo, os últimos acontecimentos me demonstraram a necessidade de termos todos nós o compromisso de um grau ainda maior de dedicação e foco ao Clube”, afirmou, citando também que foi reeleito para um mandato de três anos e que “exercer bem o cargo de presidente do Flamengo é minha total prioridade”.

O atual presidente do Flamengo havia sido indicado para o cargo pelo governo federal em 28 de março, junto com a indicação do economista Adriano Pires para a presidência da estatal.

Landim é mais conhecido por comandar o Clube Regatas do Flamengo, porém, tem ampla experiência no setor de óleo e gás. Ocupou cargos de gestão na Petrobras por 26 anos, incluindo a presidência da Gaspetro e da Vibra, antiga BR Distribuidora.

Deixou a estatal para trabalhar com o empresário Eike Batista na mineradora MMX e na petroleira OGX, mas se desentendeu com ele antes de o conglomerado quebrar.

Fundou então sua própria petroleira, a Ouro Preto Óleo e Gás que acabou vendendo para um grupo de investidores em fevereiro de 2020. Chegou a ser cotado para a presidência executiva da Petrobras em diversas ocasiões.

Já Pires é formado em economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com mestrado na mesma instituição na área de Tecnologia em Petróleo e Gás. Fez doutorado em Economia Industrial na Université Paris 13.

O economista já foi superintendente geral e assessor de diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), professor na UFRJ e é fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), em que atua desde 2000 como diretor.

Os nomes seriam avaliados em uma assembleia de acionistas, marcada para o dia 13 de abril, e as trocas ocorreram em meio à pressão política sobre a Petrobras por causa do aumento dos preços dos combustíveis.

O conselho de administração da Petrobras é composto por no mínimo sete e no máximo onze membros, todos eleitos Assembleias Gerais de acionistas com mandato de até dois anos e direito a três reeleições consecutivas.

O órgão é responsável por definir e aprovar o plano estratégico de negócios da estatal.

Cabo Daciolo, Leila Barros e Aldo Rebelo estão entre novos filiados do PDT; veja

2 de abril de 2022 at 13:27

Partido perdeu cinco deputados federais durante a janela partidária, e agora conta com 20 parlamentares na CâmaraFiliado ao PDT, Cabo Daciolo quer concorrer à Câmara ou ao Senado no Rio de JaneiroFiliado ao PDT, Cabo Daciolo quer concorrer à Câmara ou ao Senado no Rio de JaneiroAlex Ferreira/Câmara dos Deputados

João Pedro Malarda CNN

em São Paulo02/04/2022 às 11:22.

Com o fim da janela para transferência partidária na sexta-feira (1º), o Partido Democrático Trabalhista (PDT) divulgou uma lista com seus novos filiados.

Entre eles, estão o ex-deputado federal Cabo Daciolo, candidato à Presidência em 2018 pelo Patriota. Ele retirou sua pré-candidatura à Presidência pelo Brasil 35, antigo Partido da Mulher Brasileira (PMB), em dezembro de 2021, e pretende disputar uma vaga no Senado ou na Câmara pelo Rio de Janeiro.

Ex-ministro da Defesa no governo de Dilma Rousseff, Aldo Rebelo também se filiou ao PDT. Ele estava sem partido desde 2019, quando saiu do Solidariedade, e tinha lançado uma pré-candidatura independente à Presidência. Ele é cotado para disputar uma vaga ao Senado por São Paulo.

A senadora Leila Barros (DF), também conhecida como Leila do Vôlei, deixou o Cidadania em 7 de março, após a formação de federação com o PSDB, e agora se filiou ao PDT. Eleita em 2018, ela pode entrar na disputa pelo governo do Distrito Federal.

Outro parlamentar que mudou de partido foi o deputado federal David Miranda (RJ). Ele era filiado ao PSOL, partido pelo qual era suplente na Câmara e então assumiu o mandato em 2019.

A lista divulgada pelo PDT também inclui a ex-reitora da Universidade de São Paulo (USP) Suely Vilela, que ficou em segundo lugar na eleição para a Prefeitura de Ribeirão Preto em 2020, o ex-prefeito de Santana de Parnaíba (SP) Elvis Cesar, o escritor Daniel Munduruku, o deputado estadual paulista Marmo Cezar, o ex-comandante da Rota de São Paulo coronel Mário Filho, o líder indígena de Rondônia Almir Suruí e Leo Kret, primeira vereadora trans do Brasil, eleita em Salvador.

Durante a janela partidária, o PDT perdeu cinco deputados federais: Alex Santana (BA, foi para o Republicanos), Flávio Nogueira (PI, foi para o PT), Marlon dos Santos (RS, foi para o PL), Silvia Cristina (RO, foi para o PL) e Subtenente Gonzaga (MG, foi para o PSD).

Com isso, o partido tem agora 20 deputados e quatro senadores.