São Paulo11/05/2022 às 03:30 | Atualizado 11/05/2022 às 04:22.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) alterou o comando do Ministério de Minas e Energia nesta quarta-feira (11).
Em decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU), Bento Albuquerque foi exonerado, a pedido, e Adolfo Sachsida foi nomeado para o cargo.
Sashcida era chefe da Assessoria Especial de Estudos Econômicos do Ministério da Economia. Doutor em Economia e advogado, o novo ministro é autor de vários livros e artigos técnicos sobre política econômica, política monetária, política fiscal, avaliação de políticas públicas, e tributação.
Também foi professor em universidades brasileiras, como a Universidade Católica de Brasília, e do exterior, como a Universidade do Texas nos Estados Unidos.
Bento Albuquerque foi nomeado para o Ministério de Minas e Energia em novembro de 2018 e era um dos poucos ministros restantes do quadro inicial do governo federal.
Petrobras
Em live nas redes sociais na última quinta-feira (5), Bolsonaro citou Albuquerque ao reclamar do lucro registrado pela Petrobras no primeiro trimestre deste ano.
“Vocês não podem, ministro Bento Albuquerque e senhor José Mauro, da Petrobras, não podem aumentar o preço do diesel. Não estou apelando, estou fazendo uma constatação levando-se em conta o lucro abusivo que vocês têm. Vocês não podem quebrar o Brasil”, declarou o presidente.
A estatal brasileira registrou um lucro líquido de R$ 44,5 bilhões nos primeiros três meses de 2022. O resultado representa um salto de rentabilidade superior a 3.000% em comparação com o mesmo trimestre de 2021.
Na mesma transmissão, Bolsonaro classificou os lucros da Petrobras como um “estupro”. ” Petrobras, estamos em guerra. Petrobras, não aumente mais o preço dos combustíveis. O lucro de vocês é um estupro, é um absurdo”, disse o presidente.
Alerta é da Organização Meteorológica Mundial, da ONU
terça-feira, 10/05/2022, 12:57 – Atualizado em 10/05/2022, 12:56 – Autor: Agencia Brasil
| Reprodução/Freepik .
Omundo enfrenta 50% de chance de registrar aquecimento de 1,5 grau Celsius acima dos níveis pré-industriais até 2026, alertou nessa segunda-feira (9) a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Isso não significa que o mundo estaria cruzando o limite de aquecimento de longo prazo de 1,5°C, que os cientistas estabeleceram como teto para evitar mudanças climáticas catastróficas.
Mas um ano de aquecimento em 1,5°C pode oferecer amostra de como seria cruzar esse limite de longo prazo, afirmou a agência da ONU.
“Estamos chegando mais perto de atingir temporariamente a meta mais baixa do Acordo de Paris”, disse o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, referindo-se aos acordos climáticos adotados em 2015.
A probabilidade de exceder 1,5°C por curto período vem aumentando desde 2015, com cientistas em 2020 estimando chance de 20% e revisando, no ano passado, para até 40%. Mesmo um ano com 1,5°C de aquecimento pode ter impactos terríveis, como matar muitos dos recifes de coral do mundo e diminuir a cobertura de gelo do Mar Ártico.
Em termos de média de longo prazo, a temperatura média global é agora cerca de 1,1°C mais quente do que a média pré-industrial.
“Perdas e danos associados ou exacerbados pelas mudanças climáticas já estão ocorrendo, alguns deles provavelmente irreversíveis no futuro próximo”, disse Maxx Dilley, vice-diretor de clima da OMM.
Lula para Bolsonaro: “você tem é medo de perder e ser preso”
Pré-candidato do PT, Lula discursou em Belo Horizonte, Minas Gerais, e criticou os ataques do presidente Jair Bolsonaro ao sistema eleitoral brasileiro.
terça-feira, 10/05/2022, 08:47 – Atualizado em 10/05/2022, 08:46 – Autor: Com informações do Correio Braziliense
Pré-cadidato do PT, Lula discursou a eleitores de Minas Gerais | Ricardo Stuckert – Instituto Lula .
Acampanha eleitoral para a presidência do Brasil em 2022 já iniciou e o embate principal foca nos candidatos do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, e do PL, Jair Bolsonaro, favoritos na disputa pelo segundo turno das eleições.
No primeiro discurso após o lançamento da pré-candidatura, o ex-presidente Lula criticou o presidente Jair Bolsonaro pelos ataques ao sistema eleitoral.
“Não adianta desconfiar de urna. O que você tem é medo de perder e ser preso após as eleições”, disse Lula, em Belo Horizonte. O petista começou a sua incursão pelo país por Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do Brasil.
O fato do primeiro discurso a pré-campanha acontecer em Minas Gerais não é um coincidência. Lula obteve a maioria dos votos nas eleições presidenciais em Minas Gerais em 2002 e 2006, assim como Dilma Rousseff em 2010 e 2014.
DISCURSO
Suscitando o chamado “Brasil real” — fora das questões ligadas ao poder e dentro das necessidades enfrentadas pela população no dia a dia —, Lula disse que quer ser o candidato de um movimento.
“Das pessoas que choraram com seus parentes que morreram com a pandemia, das pessoas que ficaram desempregadas, dos 19 milhões que passam fome, dos 16 milhões que têm algum problema de segurança alimentar, dos milhões e milhões de brasileiros que saem para procurar emprego todos os dias e voltam para casa sem ter um emprego. Dos brasileiros que estão trabalhando nos aplicativos sem ter férias, sem seguridade social”, enfatizou.
Lula ainda se referiu à imagem que o Brasil passou a ter no exterior. “Este país era respeitado pelo mundo inteiro e, hoje, virou pária, pois ninguém quer ter contato com esse presidente que não representa o povo brasileiro”, frisou. “Este país nasceu para ser gostado.”
O ex-presidente também fez um chamamento à mobilização do eleitorado mineiro diante da recuperação do atual chefe do Executivo nas pesquisas de intenção de voto.
“Para ganhar essas eleições, precisamos trabalhar. Nós temos que visitar cada rua, loja, agência bancária, porta de fábrica. Precisamos ficar na estação do metrô, do trem, do ponto de ônibus, na rua, onde as pessoas estão passando para conversar com elas, porque nosso adversário mente sete vezes por dia, ele é o rei da fake news, o rei da mentira. Ele conta todo dia mentiras contra o povo brasileiro”, acusou.
Jornalista e comentarista da GloboNews. Acompanha as notícias de Brasília, da política econômica aos bastidores do poder
Paulo Sérgio Nogueira, ministro da Defesa — Foto: REUTERS/Adriano Machado
O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, enviou um ofício ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Edson Fachin, no qual pediu a retirada do general Heber Garcia Portella da Comissão de Transparência das Eleições. Nogueira ainda avisou que, a partir de agora, quer centralizar as demandas da comissão.
O movimento do ministro da Defesa foi visto por integrantes do TSE como uma “demissão” do general Portela, algo que pode ser considerado irregular porque os integrantes da comissão foram nomeados em portaria do TSE. Sem mudança da portaria, entendem integrantes do Judiciário, o ministro da Defesa não poderia se autonomear.
O ofício, ao qual o blog teve acesso, é de 28 de abril. No documento, o ministro da Defesa chega a fazer menção ao fato de não ter sido recebido pessoalmente por Fachin.
“Diante da impossibilidade de tê-lo feito pessoalmente, solicito a vossa excelência que, a partir desta data, as eventuais demandas da CTE direcionadas às Forças Armadas, tais como solicitações diversas, participações em reuniões, etc, sejam encaminhadas a este ministro, como autoridade representada naquela comissão”, diz o documento.
O ofício também justifica a saída de Portella pelo fato de já ter sido finalizado o Plano de Ação para Ampliação da Transparência do Processo Eleitoral, em 25 de abril.
“Com a apresentação do plano, entende-se que foi concluída a etapa de planejamento de ações de ampliação da transparência do processo eleitoral, prevista no inciso I do artigo 2º da Portaria TSE no 578, de 8 de setembro de 2021”, afirma o ofício.
Heber Garcia Portella, comandante de Defesa Cibernética , fez uma série de sugestões ao TSE para o processo eleitoral, parte delas não aceita pela comissão.
Os pontos levantados pelo general vão na linha das contestações frequentemente feitas pelo presidente Jair Bolsonaro ao processo eleitoral. Ele foi escolhido para integrar a comissão em 2021 pelo então ministro da Defesa, Walter Braga Netto.
Covid: veja quem já pode tomar 4ª dose da vacina em Belém
Agora, trabalhadores da educação e integrantes das Forças Armadas e de segurança poderão tomar o reforço contra a doença, junto a outros grupos prioritários já definidos. Saiba quais são e onde se vacinar!
segunda-feira, 09/05/2022, 07:36 – Atualizado em 09/05/2022, 08:08 – Autor: Diário do Pará
Novos grupos podem se vacinar com 4ª dose a partir de hoje | Mauro Ângelo / Diário do Pará .
Apartir desta segunda-feira (9), a Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), amplia para novos grupos a aplicação da quarta dose da vacina contra a covid-19.
Trabalhadores da educação do ensino básico e superior e integrantes das Forças Armadas e das forças de segurança e salvamento, com 18 anos ou mais, poderão tomar o reforço, em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) ou nas faculdades e shoppings centers com salas de imunização.
Além destes grupos, estão aptos à quarta dose trabalhadores da saúde com 18 anos ou mais, pessoas com idade a partir de 60 anos, gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filho recentemente) e imunocomprometidos com 12 anos ou mais. A quarta dose – ou segundo reforço – deve ser administrada quatro meses após a aplicação da terceira dose.
O órgão municipal de Saúde informa, ainda, que a partir de hoje a vacina pediátrica da Pfizer estará disponível nos postos de vacinação da rede municipal. A primeira e segunda doses estão liberadas para crianças (de 5 anos a 11 anos), adultos e idosos que ainda não foram vacinados.
É necessário haver intervalo de quatro semanas entre as doses, com exceção da Pfizer pediátrica, cujo intervalo é de oito semanas.
A terceira dose está disponível para todas as pessoas com 18 anos ou mais, que foram vacinados com a segunda dose até janeiro de 2022. Pessoas imunocomprometidas, a partir de 12 anos, com intervalo de oito semanas após a segunda dose, também podem tomar a terceira dose.
Para receber o imunizante, basta apresentar uma cópia do laudo ou atestado ou receita médica que comprove alto grau de imunossupressão.
CRITÉRIOS
Pessoas com alto grau de imunossupressão (imunocomprometidas) são aquelas com imunodeficiência primária grave; que fazem quimioterapia para câncer; transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas; aquelas vivendo com HIV/ aids; que fazem uso de corticoides em doses 20mg/ dia de prednisona, ou equivalente, por 14 dias; que fazem uso de drogas modificadoras da resposta imune; portadoras de doenças autoinflamatórias ou doenças intestinais inflamatórias; pacientes em hemodiálise e pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas.
Trabalhadores da saúde são todos aqueles que fazem parte da categoria profissionais de saúde (atuantes ou não), bem como os que atuam na vigilância à saúde ou em espaços e estabelecimentos de assistência, sejam eles hospitais, clínicas, ambulatórios, laboratórios, consultórios e outros.
Enquadram-se nessa categoria, por exemplo, recepcionistas, seguranças, pessoal da limpeza, cozinheiros, entre outros. Incluem-se, ainda, aqueles profissionais que atuam em cuidados domiciliares, como os cuidadores de idosos e doulas/ parteiras.
A vacina também pode ser ofertada aos estudantes da área da saúde que estiverem prestando atendimento na assistência dos serviços de saúde, desde que apresentem declaração emitida pela instituição onde estiver sendo feito o estágio.
Para se vacinar, basta apresentar RG, CPF ou cartão SUS, comprovante de residência de Belém e documento comprobatório da profissão que exerce.
ONDE SE VACINAR
– Postos de vacinação da rede municipal (UBS e Estratégias de Saúde da Família), das 8h às 17h;
– Universidades (Unifamaz, Fibra, Unama), das 9h às 17h;
– Shoppings centers (Pátio Belém, Boulevard, Bosque Grão-Pará, Parque Shopping e IT Center), das 10h às 17h.
Homem mata dois na RMB por causa de música sobre “corno”
O duplo homicídio foi registrado na seccional de Benevides. O atirador já teria sido visto na área outras vezes. A Polícia Militar realiza buscas, para que os envolvidos no assassinato sejam presos.
domingo, 08/05/2022, 14:08 – Atualizado em 08/05/2022, 14:07 – Autor: Com informações de Sancha Luna/RBATV
| Sancha Luna .
Os números do Monitor da Violência, apontam que o Pará, pelo terceiro ano consecutivo, entre os estados com redução nos índices de Crimes Violentos, Letais e Intencionais (CVLI), que englobam homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. Apesar dos números, infelizmente alguns episódios de violência ainda podem ser registrados.
Um homem identificado como Flávio Laurentino Miranda do Patrocínio, de 37 anos e Maurício Assunção Monteiro de 37 anos, foram mortos a tiros de pistola, em um bar às margens da estrada do Maratá, em Benevides. O crime ocorreu na manhã deste domingo (08), por volta das 11h 30.
Segundo testemunhas que estavam no bar, informaram à policia militar que tudo começou quando a vítima colocou uma música que não agradou o atirador. A canção fazia referências e piada sobre um homem vítima de traição. Após o crime, o atirador fugiu de carro junto com um comparsa.
A família das vítimas estiveram no local do crime. O duplo homicídio foi registrado na seccional de Benevides. O atirador já teria sido visto na área outras vezes. A Polícia Militar realiza buscas, para que os envolvidos no assassinato sejam presos.
Ex-presidente fez discurso se colocando como opção ao autoritarismo, que associou a Jair Bolsonaro. Destacou a lealdade do companheiro de chapa, o ex-governador Geraldo Alckmin
Chapa Lula-Alckmin foi lançada em evento neste sábado em SP
CAIO SPECHOTO, MARIANA HAUBERT e VINICIUS NUNES
PODER360
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou neste sábado (7.mai.2022) sua pré-candidatura à Presidência da República em um ato político realizado em São Paulo com a presença dos demais partidos que compõem a coligação, movimentos sindicais, artistas, intelectuais e militantes.
Em um discurso de 47 minutos, em que elencou as principais ações de sua gestão, afirmou que o país “decidirá livremente no momento em que a lei determina, quem deve governar“.
“É imperioso que cada um volte a tratar dos assuntos da sua competência, sem exorbitar, extrapolar, nem interferir nas atribuições alheias. Chega de ameaças! Chega de suspeições absurdas! Chega de chantagens verbais! Chegas de tensões artificiais. O país precisa de calma e tranquilidade para trabalhar e vencer as dificuldades atuais“, afirmou no discurso (leia aqui a íntegra do discurso).
O ex-presidente fez um discurso se colocando como alternativa ao autoritarismo, que associou a Jair Bolsonaro (PL) o atual chefe do Executivo. “Queremos voltar para que ninguém nunca mais ouse desafiar a democracia. E para que o fascismo seja devolvido ao esgoto da história, de onde jamais deveria ter saído“, disse.
A oposição entre democracia e autoritarismo apareceu durante diversos momentos do discurso. Em um deles, lançou mão de comparações com o governo atual.
“O Brasil da democracia ou do autoritarismo? Da verdade ou das 7 mentiras contadas por dia? Do conhecimento e da tolerância ou do obscurantismo e da violência? Da educação e da cultura ou dos revólveres e dos fuzis? Um país que fortaleça e incentive a sua indústria ou assista parado à sua destruição? O exportador de bens de valor agregado ou o eterno exportador de matéria-prima? O país do Estado de Bem Estar Social ou do Estado Mínimo, que nega o mínimo à maioria da população? O país que defende o seu meio ambiente, ou o que abre a porteira e deixa passar a boiada? “, afirmou.
No fim, concluiu dizendo que “nunca foi tão fácil escolher. Nunca foi tão necessário fazer a escolha certa“. A frase é uma referência a editorial intitulado “Uma escolha muito difícil“, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo em 8 de outubro de 2018. O texto opinativo do jornal se referia à disputa em 2º turno pela Presidência a ser travada naquele momento por Jair Bolsonaro e pelo ex-ministro da educação Fernando Haddad (PT-SP).
Assista abaixo à íntegra do discurso do ex-presidente Lula (47min02seg):
Lula falou no lançamento da chapa presidencial que encabeçará nas eleições deste ano. O vice será Geraldo Alckmin (PSB).
O ex-presidente destacou a lealdade de Alckmin.”Tive em Alckmin um adversário leal. E estou feliz por tê-lo na condição de aliado, um companheiro cuja lealdade sei que jamais faltará – nem a mim, e muito menos a vocês e ao Brasil“.
Alckmin não compareceu ao evento por ter sido diagnosticado com covid-19. Em discurso transmitido antes da fala de Lula, o ex-governador deu ênfase à lealdade. “Até o final dessa missão vamos estar juntos. Apoiando e defendendo o seu governo. Até que o seu trabalho esteja completamente realizado. Serei um parceiro leal“, afirmou.
Há na militância petista o temor de que se repita o que aconteceu com Michel Temer. Temer foi vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff , travou disputas com a petista e de distanciou durante o processo de impeachment, assumindo a Presidência.
O ex-presidente improvisou muito pouco e leu praticamente na íntegra o discurso preparado antes do evento. O que foi comemorado por petistas. O time que cuida da estratégia da campanha tem insistido para que Lula evite improvisar muito. A ideia é evitar deslizes que estão viralizando nas redes sociais, como o da fala em que disse que Bolsonaro “não gosta de gente, gosta de policial“.
Lula também trouxe para o discurso temas poucos comuns às campanhas petistas, como o empreendedorismo, pauta cara a Alckmin. “Precisamos criar um ambiente fértil ao empreendedorismo, para que possam florescer o talento e a criatividade do povo brasileiro. Este país precisa voltar a criar oportunidades, para que as pessoas possam viver bem, melhorar de vida e tornar seus sonhos realidade“, disse.
A ampliação das pautas tem o objetivo de marcar o fato de que a partir de agora o ex-presidente fala em nome de todos os partidos, e não apenas do PT. A equipe de estratégia de campanha tenta fazer com que Lula continue sem se desviar muito dos discursos já preparados para os eventos.
O PT e os aliados de Lula evitaram chamar o ato de lançamento de chapa, apesar de o efeito político ser esse. Temem que a Justiça Eleitoral entenda o movimento como propaganda política antecipada e imponha penalidades a Lula.
O nome oficial do evento foi “Movimento Vamos Juntos pelo Brasil”, realizado no Expo Center Norte, em São Paulo.
A chapa Lula/Alckmin já tem o apoio de 5 partidos, além do PT e do PSB. Solidariedade, Psol, PC do B, PV e Rede Sustentabilidade também estão na aliança.
Petistas tentam aglutinar também PSD, que rejeita apoiar Lula no 1º turno, e MDB, que tem Simone Tebet (MS) como pré-candidata a presidente.
Há alas pró-Lula e pró-Jair Bolsonaro nos 2 partidos. Os dirigentes das legendas não querem apoiar nenhum deles porque isso poderia rachar as siglas.
Lula tem dito que não quer ser candidato de si mesmo ou só do PT. Quer criar um movimento em torno de si.
Lula lidera as pesquisas de intenção de voto para o Planalto. O presidente Jair Bolsonaro (PL), porém, vem reduzindo a diferença.
HISTÓRICO LULA-ALCKMIN.
Lula e Geraldo Alckmin foram adversários políticos por anos. O ex-governador de São Paulo era um dos principais quadros do PSDB, partido que polarizou a política brasileira com o PT de 1994 a 2018.
Em 2006, os 2 políticos disputaram a Presidência da República. Lula, que tentava a reeleição, foi alvo de ataques do então tucano –e bateu de volta em diversos momentos.
Em 2018, Alckmin foi candidato a presidente novamente. Mesmo preso, Lula aparecia de forma negativa na propaganda de TV do ex-governador.
O então tucano teve a pior votação da história do PSDB em eleições presidenciais. Perdeu espaço para João Doria, que se elegeu governador de São Paulo e se tornou o principal nome tucano.
Alckmin pretendia ser candidato a governador em 2022. Doria, porém, filiou seu vice, Rodrigo Garcia, para lançá-lo ao cargo. O movimento liquidou as chances de Alckmin se candidatar ao Palácio dos Bandeirantes pelo partido.
Ao mesmo tempo, começavam as conversas para o ex-governador ser vice na chapa em que Lula disputará o Palácio do Planalto.
Os principais articuladores do movimento foram o ex-governador Márcio França (PSB), amigo de Alckmin, e o ex-ministro Fernando Haddad (PT), próximo de Lula.
O ex-governador anunciou sua saída do PSDB em 15 de dezembro de 2021, confirmando as especulações de que deixaria o partido ao qual fora filiado por 33 anos.
Ele se filiou ao PSB em 23 de março deste ano, abrindo caminho para a aliança com Lula. Em 8 de abril, seu novo partido o indicou formalmente para ser vice na chapa.
O VICE DE LULA.
Mesmo com o empresário José Alencar (1931-2011), o cargo de vice sempre se encaixava no perfil do PT. Alencar, vice de Lula de 2003 a 2010, era um empresário bem sucedido, mas não era alguém de expressão nacional.
Alckmin é um cristão fervoroso, defensor de Estado reduzido e já foi candidato a presidente duas vezes, representante legítimo do eleitorado paulista mais de direita.
A chapa Lula-Alckmin é, de maneira indireta, o mais próximo da realização de um sonho dos intelectuais paulistas que criaram o PSDB em 1988, mas que no início dos anos 1980 tentaram uma aliança com os sindicalistas representados por Lula.
Queriam construir um partido social-democrata nos moldes dos que governaram vários países europeus e criaram o Estado de bem-estar social naquele continente.
Houve uma associação entre intelectuais e sindicatos, que serviu de base para mandatários como Felipe González, 1º ministro da Espanha de 1986 a 1992, e François Mitterrand, presidente francês de 1981 a 1995.
Uma grande reunião foi realizada no colégio Sion, em São Paulo, em 10 de fevereiro de 1980, que marcou a fundação do PT. Os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso estiveram juntos em diversos encontros para formar um novo partido.
Apesar da boa vontade de ambos, não houve acordo. Os intelectuais paulistas ficaram no MDB até 1988, quando fundaram o PSDB. E os sindicalistas permaneceram no PT.
Houve nova tentativa de aproximação, dessa vez coordenada pelo ex-governador paulista Mario Covas, em 1994. A ideia era ter uma chapa PSDB-PT para as eleições daquele ano.
Novamente, não houve acordo. Fernando Henrique, com a popularidade ampliada pelo sucesso do Plano Real (ele foi o ministro da Fazenda que implantou a nova moeda), ganhou no 1º turno.
Alckmin, naquele ano, foi candidato a vice de Mario Covas ao governo de São Paulo. Com perfil discreto e à direita da ala majoritária do PSDB, ele acalmou as elites conservadoras, sobretudo do interior paulista. É nessa região que ele ainda mantém a sua maior aderência.
Eleito vice em 94, foi reeleito em 98. Em 2001, assumiu o governo depois da morte de Covas em decorrência de um câncer.
Agora, em parceria com Lula, tem a função de afastar a imagem de extremistas que adversários tentam colar no petista. Sua escolha para vice foi o movimento mais à direita do PT em toda sua história.
Há setores petistas descontentes com a presença de Alckmin na chapa. O ex-presidente, porém, é de longe a pessoa mais influente do partido. A probabilidade de a sigla barrar a aliança na convenção, em junho, é pequena.
Babá é presa após colocar droga em mochila de criança
A droga foi ecnontrada pelo pai da criança, que acionou a polícia que prendeu a babá em flagrante. A garnição encontrou ainda, entre os pertences da suspeita, utra quantidade de Oxi, totalizando 48 petecas da substância.
sábado, 07/05/2022, 12:09 – Atualizado em 07/05/2022, 12:08 – Autor: Com informações de Wellington Jr/RBATV
A babá foi atuada em flagrante por tráfico de drogas. | Foto: Divulgação .
Após chegar da escola, o pai de uma menina pegou um susto ao verificar a mochila da criança. Ele encontrou um pequeno saco com alguns embrulhos, juntos ao material escolar de sua filha. Percebendo que algo estava estranho, ele continuou a verificar pois imaginou que poderia se tratar de droga.
O responsável solicitou apoio policial para investigar o conteúdo encontrado. Atendendo ao chamado, uma guarnição foi até o condomínio, localizado na avenida Generalíssimo Deodoro, no bairro da Cremação, em Bel
Ao chegarem no local, os agentes foram autorizados a entrarem na residência do pai da criança para fazer uma vistoria. Durante a ação, os policiais encontraram dentro de um balão, que estava entre os pertences da Babá da criança, identificada como Renata Marinho Pinheiro, outra quantidade de Oxi, totalizando 48 petecas da substância.
| Lana Sozinho
Para a Polícia Militar, Renata informou que iria entregar o material apreendido para uma mulher, em frente ao edifício onde ela trabalhava. A babá foi encaminhada para a Seccional da Cremação e atuada em flagrante por tráfico de drogas.
Maio será de fortes chuvas no Pará, aponta boletim climático
De acordo com o boletim climático, as chuvas intensas não serão apenas na Região Metropolitana, maio apresentará previsão máxima de até 500 milímetros de chuva em pontos do Estado
sábado, 07/05/2022, 09:25 – Atualizado em 07/05/2022, 09:32 – Autor: Diário do Pará
Na Grande Belém a expectativa de chuva é ainda maior do que o habitual para este período do ano | Foto: Mauro Ângelo .
Oboletim climático da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) aponta que o mês de maio seguirá chuvoso na Região Metropolitana de Belém (RMB), assim como foi o mês de abril. Mesmo sendo um mês considerado de transição entre o período chuvoso e o seco, maio apresenta previsão máxima de até 500 milímetros de chuva em pontos do Estado, como na região do Arquipélago do Marajó.
Os números em diversos pontos, a exemplo da RMB e municípios da região Norte e Litoral Nordeste do Pará, como Marajó, Alenquer, Óbidos e Oriximiná, apresentam expectativa de chuva maior do que o habitual para este período do ano, com índices variando entre 300 e 400 milímetros de chuva no mês.
Saulo Carvalho, coordenador do Núcleo de Monitoramento Hidrometeorológico da Semas, explica que condições oceânicas dão continuidade das chuvas nessas regiões. “Os oceanos são as principais fontes de umidade para a formação de nuvens e chuvas na região, como ainda estão muito ativos, especialmente o oceano atlântico equatorial, ainda há muita umidade disponível para a formação de chuvas”.
A situação é oposta para a parte sul do Estado, em municípios como Conceição do Araguaia, Redenção e Cumaru do Norte, com previsão de poucas chuvas durante este mês. Nessas localidades os volumes tendem a ficar, em média, na casa dos 75 milímetros.
Nas demais regiões do Pará o volume de chuvas deve permanecer entre os 100 e 150 milímetros, índice considerado normal pelos especialistas da Semas. “Com o passar dos dias, em geral, devemos ter uma elevação da temperatura de modo geral no Estado, especialmente pela parte da manhã e início da tarde, com formação de chuvas durante o final da tarde e início da noite”, finaliza o coordenador.
Nova regra, que entra em vigor neste sábado (7), vale também para o painel de preços em exibição nos postosEspaço do terceiro dígito pode ser preenchido por um zero desde que permaneça travado durante o abastecimentoReprodução/CNN
Começa a valer neste sábado (7) a medida que determina que os postos de combustíveis exibam os preços com apenas duas casas decimais.
A Resolução nº 858/2021, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), busca tornar os valores mais claros para os consumidores e alinhados com a expressão numérica da moeda brasileira.
Os valores devem ser exibidos dessa forma tanto no painel de preços quanto no visor da bomba de combustíveis. Mas, nas bombas, o espaço do terceiro dígito pode ser preenchido por um zero desde que permaneça travado durante o abastecimento.
A diferenciação foi proposta pela ANP para que os revendedores de combustíveis possam evitar gastos com trocas de bombas.
A agência avaliou que a mudança não deve alterar o valor final dos combustíveis, uma vez que a adoção da medida não trará custos relevantes aos revendedores, nem restrições aos preços praticados.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.