Mulher que sequestrou bebê na Santa Casa diz que não agiu sozinha
DOL com informações de Cácia Medeiros/RBATV
O bebê foi resgatado no final da manhã, em Icoaraci. | Divulgação
E stá sendo ouvida, na tarde-feira (23), na Seccional da Cremação, a principal suspeita de ter sequestrado um recém-nascido cometido no hospital Santa Casa de Misericórdia, na madrugada de hoje. Ela foi presa em flagrante, no final da manhã, no distrito de Icoaraci, e estava com a criança.
A suspeita foi identificada como Jaqueline Jaciara Lima de Souza, de 32 anos. O recém-nascido sequestrado estava na casa dela, mas, segundo informações iniciais prestadas por Jaqueline, ela teria recebido o bebê de outra mulher na porta do hospital.
De acordo com a suspeita, ela revelou que tinha vontade de ser mãe e cuidar de uma criança durante uma conversa com essa suposta segunda envolvida. Essa mulher – ainda não identificada – teria entregado a criança nos braços de Jaqueline na madrugada de hoje.
Os policiais conseguiram chegar à suspeita após ela ter postado, em um grupo de WhatsApp, fotos do recém-nascido que estava com ela.
Cerca de oito pessoas foram ouvidas pelos investigadores da Polícia Civil do Pará. A participação de pelo menos outros dois envolvidos no sequestro não é descartada pelas autoridades.
Justiça determina que Jair Bolsonaro use máscara em espaços públicos no DF
: FOLHAPRESS
Na semana passada, Jair Bolsonaro, durante ligação telefônica com Vladimir Putin, Presidente da Rússia. Na imagem, ele está sem máscara e rodeado de pessoas | Marcos Corrêa/PR/Fotos Pública
Uma decisão da 9ª Vara Federal Cível de Brasília nesta segunda-feira (23) determinou ao presidente Jair Bolsonaro a obrigatoriedade de utilizar máscara facial de proteção em espaços públicos e estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços no Distrito Federal.
Foi fixada pena diária de R$ 2 mil caso o chefe do Executivo descumpra a decisão, assinada pelo juiz Renato Coelho Borelli.
O uso da máscara é obrigatório no DF, segundo um decreto do governador Ibaneis Rocha (MDB).
A Justiça obrigou ainda a União a exijir de seus servidores e colaboradores o uso de máscaras de proteção individual enquanto estiverem prestando serviços, sob pena de aplicação de multa diária, no valor de R$ 20 mil.
O diretor do Instituto Jenner, da Universidade de Oxford, Adrian Hill, disse nesta segunda-feira (22/06) que, no “melhor cenário”, a vacina contra o coronavírus estará pronta para distribuição em outubro. O centro de pesquisa é responsável pela vacina de Oxford, a que é considerada, até aqui, a mais avançada em processo de produção.
O declínio do número de casos de Covid-19 no Reino Unido fez com que a última etapa de testes clínicos, com cerca de 10 mil voluntários saudáveis, fosse direcionada para o Brasil, onde a curva epidemiológica ainda é ascendente e os resultados poderão ser mais assertivos. A situação pode atrasar os resultados em um mês.
Em webinar da Sociedade Espanhola de Reumatologia, Hill disse que o “melhor cenário” seria ter os resultados em agosto e setembro para que as entregas comecem a partir de outubro. Os cientistas querem garantir a imunização antes do inverno na Grã-Bretanha para evitar um segundo pico de casos de coronavírus simultâneo à temporada de gripe no país. (Com informações do The Sun)
Homem é preso por colocar veneno em máscara da ex-mulher
: Com informações do UOL
Renata Sabbat/Divulgação
Um homem foi preso na madrugada desta segunda-feira (22), após ser acusado de colocar veneno para matar baratas na máscara de sua ex-mulher, em Presidente Prudente, interior de São Paulo.
A vítima acionou a Polícia Militar após ter a casa invadida pelo suspeito. O criminoso a ameaçou e agrediu, além de ter danificado o imóvel. Ela tinha medida protetiva judicial contra o homem em razão de agressões e ameaças anteriores.
A mulher mostrou aos agentes as máscaras embebidas com inseticida. Pela manhã ela usaria a máscara, mas a vítima percebeu antes, segundo o relato.
O homem foi encontrado e detido. Ao ser abordado pelos policiais, ele negou a acusação e disse estar com coronavírus. Ele foi levado a um hospital e fez exames, que não apontaram a presença do vírus. Logo depois ele foi levado a delegacia e á prisão.
Potencial vacina contra o novo coronavírus será testada em voluntários brasileiros
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
No último final de semana (20 e 21 de junho), foi celebrado o início dos testes em São Paulo da potencial vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade Oxford, segundo informou a Fundação Lemann, financiadora do projeto, em comunicado divulgado nesta segunda-feira.
“Há um caminho importante a ser percorrido agora pelos especialistas antes de podermos celebrar bons resultados. O que virá depois, ainda não sabemos. Enquanto isso, o foco está em acompanhar a iniciativa”, afirmou Denis Mizne, CEO da Fundação Lemann, ao anunciar o começo das testagens.
Também nesta segunda, o Grupo Fleury divulgou sua participação na seleção de dois mil voluntários brasileiros que receberão doses da vacina. O composto desenvolvido pela Universidade de Oxford é considerado um dos mais avançados entre todas as vacinas em teste para combater o novo coronavírus. O imunizante já demonstrou segurança em etapas anteriores e agora se encontra na fase três de testes, na qual uma grande quantidade de pessoas receberá doses para verificar sua eficácia em impedir o contágio.
De acordo com o Grupo Fleury, a maioria dos selecionados para testes no Brasil será de profissionais da área de saúde, homens e mulheres entre 18 e 55 anos. Eles serão divididos em dois grupos: um tomará a vacina e o outro será testado com a vacina-controle MenACWY, também conhecida como vacina meningocócica conjugada.
Para saber a eficácia do composto contra a Covid-19, os pesquisadores vão comparar os dois grupos: o percentual de pessoas vacinadas que não desenvolveu a doença e a proporção de indivíduos testados com a vacina-controle que acabou infectada pelo coronavírus.
Anunciado no começo deste mês, o estudo é conduzido no Brasil pela Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O Grupo Fleury vai fornecer cerca de dois mil exames de diagnóstico da Covid-19 do tipo sorológico, utilizado para detectar o desenvolvimento de anticorpos contra o coronavírus, durante a seleção de candidatos. Quem já foi infectado não poderá integrar o experimento, porque acredita-se que essas pessoas já produziram imunidade contra a doença.
“Se o primeiro time, o das pessoas testadas com a vacina, tiver um percentual superior de imunidade em comparação àqueles que tomaram a vacina-controle, a conclusão é a eficácia da vacina”, explica o Dr. Celso Granato, infectologista e diretor clínico do Grupo Fleury. “Tudo indica, infelizmente, que o Brasil ainda está em uma curva ascendente de contágio. Nesse contexto, a realização de estudos de testes de vacina se torna vantajosa, uma vez que grande parte da população ainda não desenvolveu imunidade contra o novo coronavírus”, acrescentou.
A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford é produzida a partir de uma versão enfraquecida do vírus do resfriado comum, o adenovírus, que contém material genético da proteína Spike do SARS-CoV-2. Após a vacinação, a proteína é produzida, o que estimula uma resposta do sistema imunológico contra a infecção pela Covid-19.
Em abril, a vacina passou pela primeira fase de testes, o que incluiu um grupo de mais de mil pessoas entre 18 e 55 anos no Reino Unido. Desde então, foram iniciadas as fases dois e três dos testes, e agora conta com cerca de 50 mil voluntários, incluindo neste total os dois mil voluntários do projeto liderado pela Unifesp, em São Paulo.
No Brasil os estudos serão conduzidos sob a liderança da Dra. Lily Yin Weckx e com o apoio da Dra. Sue Ann Costa Clemens, responsável pela articulação que colocou o Brasil como o primeiro a integrar a fase de testes para além do Reino Unido.
A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia vai relatar o primeiro pedido de suspensão do inquérito dos atos antidemocráticos, que é conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes. Por meio de sorteio, ela foi escolhida nesta segunda-feira (22) para decidir sobre o habeas corpus 187.494, apresentado pela defesa de Sergio Lima, publicitário do partido em formação Aliança pelo Brasil. Ele foi alvo de busca e apreensão na operação, além de ter tido quebra de sigilo de dados postais, telemáticos e bancário.
Na petição, assinada pelo advogado Huendel Rolim, são apontados pontos considerados por Lima como irregulares na condução do inquérito. Um deles foi o fato de a Procuradoria-Geral da República ter instaurado um inquérito sem encaminhá-lo para Polícia Federal.
Ou ainda o fato de a própria delegada da Polícia Federal que conduz o inquérito ter contestado algumas das medidas. Ele se referia a delegada da PF Denisse Dias Ribeiro, que em ofício ao STF apontou haver “risco desnecessário” à “estabilidade das instituições”.
Também menciona que houve medidas “drásticas”e “invasivas”. “O primeiro ato da investigação foi a determinação de medidas drásticas, invasivas, que violam o domicílio, a intimidade, privacidade, de forma totalmente desproporcional, e pior, sem qualquer justificativa concreta dos motivos pelos quais a investigação precisava ter sua ‘largada’ desta forma.” De uma forma geral, o advogado considera que as medidas tomadas deveriam ter sido tomadas como investigações preliminares, e não como os primeiros atos de uma investigação.
A participação do presidente do Paysandu Ricardo Gluck Paul durante o programa Futebol Debate, na Rádio Clube do Pará, no último domingo (21), vem repercutindo. O clube ameaça não jogar o restante do Campeonato Paraense.
O dirigente bicolor alega que a não obrigatoriedade dos critérios de segurança pode ocasionar problemas futuros, principalmente aos atletas do Paysandu.
“O clube é totalmente contra dos protocolos de saúde feitos pela FPF de serem colocados como opção. Tem que ser obrigação”, afirma Ricardo.
O dirigente bicolor ainda acusa a Federação Paraense de Futebol (FPF) de não permitir votação dos clubes para mudanças no regulamento da competição. “Vou estar mexendo no regulamento do Paraense e mexer nessa atual conjuntura da FPF é complicado porque não tivemos direito a votar na última reunião”, pondera o dirigente.
Apesar das críticas, Gluck Paul acredita que poderá ter boas notícias nesta terça-feira (22), por meio de uma reunião de dirigentes dos clubes de Belém com autoridades do poder municipal e a possível liberação para os treinos presenciais.
O MDB decidiu liberar nesta 2ª feira (22.jun.2020) suas bancadas na Câmara e no Senado para votar como quiserem sobre o adiamento das eleições municipais.
O Congresso deve votar sobre a medida nas próximas semanas.
A sigla tem 35 deputados e 13 senadores. O partido é o que detém mais prefeituras no Brasil. A legenda também comanda 15 dos 96 maiores colégios eleitorais do país (municípios com mais de 200 mil eleitores, onde há 2º turno).
ADIAMENTO NÃO ENCONTRA CONSENSO NA CÂMARA
O adiamento terá mais dificuldade para avançar entre deputados que entre senadores. Quando ficou claro que prorrogar mandatos era uma hipótese fora de cogitação, prefeitos que tentarão se reeleger passaram a fazer forte pressão sobre a Câmara para derrubar o projeto.
A ideia é que o 1º e o 2º turno saiam de 4 e 25 de outubro, respectivamente, para datas até o meio de dezembro. Assim, seria possível manter a posse dos eleitos em 1º de janeiro. Como os atuais prefeitos têm as máquinas municipais na mão e são, em geral, mais conhecidos que os potenciais adversários, levam vantagem se o pleito for realizado o mais cedo possível.
Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, passou a defender que seja aumentado o tempo de TV das campanhas para compensar a impossibilidade de comícios e outros eventos típicos do processo eleitoral.
O vice-presidente da Casa e chefe nacional do Republicanos, Marcos Pereira, disse em nota acreditar que deve ser estudada a hipótese de organizar as eleições com segurança em 4 de outubro.
O subprocurador-geral do Ministério Público de Contas, Lucas Rocha Furtado, quer que o Tribunal de Contas da União (TCU) suspenda os salários do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que está recebendo enquanto cumpre quarentena.
A Comissão de Ética da Presidência da República decidiu no começo do mês proibir que Moro advogue por seis meses. No período em que durar a proibição, Moro seguirá recebendo o salário de R$ 31 mil, pago aos integrantes do primeiro escalão.
Para Furtado, ao ter aceitado trabalhar como colunista de alguns veículos de imprensa, Moro estaria acumulando funções irregularmente.
Em nota, Moro disse que a Comissão de Ética Pública da Presidência o autorizou a trabalhar como colunista.
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, tornou público nesta segunda-feira (22/06) que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Fabrício Queiroz, preso na última semana, já foi seu motorista.
“O Queiroz foi meu soldado no ano de 1987, no 8º Grupo de Artilharia de Campanha Paraquedista” disse Mourão em entrevista à CNN Brasil. “Excelente soldado. Ele foi meu motorista da minha viatura, no meu jipe.”
Queiroz foi preso na semana passada, após a Justiça do Rio de Janeiro ter expedido, além do mandado de prisão, ordens de busca e apreensão, em um desdobramento da investigação que apura suposto esquema conhecido por “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
No esquema, funcionários do então deputado estadual Flávio devolviam parte do salário para que o dinheiro fosse lavado por meio de uma loja de chocolate e investimento em imóveis, diz o MP.
Durante a entrevista, Mourão ressaltou o que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) já havia afirmado no ano passado sobre o caso que “quem errou, terá de pagar”. “O presidente Bolsonaro se manifestou desde o começo do ano passado e deixou claro que quem errou terá que pagar. Então, essa é uma investigação que está sendo conduzida pelo MP do estado do Rio de Janeiro, o Queiroz tem que responder pelas, vamos dizer assim, pelas acusações que estão sendo feitas a ele, e é um processo que tá correndo, então vamos aguardar que isso chegue ao seu ponto final”, declarou Mourão.
“Em relação ao local onde ele estava: Queiroz não era foragido, não era procurado, ele não era nada. A única coisa que eu sabia dele é que o Queiroz tinha feito um tratamento de saúde lá em São Paulo, então talvez ele estivesse nessa casa do advogado pra facilitar os deslocamentos dele lá pra cidade de São Paulo, onde ele tava se tratando”, acrescentou.
Questionado sobre se uma eventual delação premiada de Queiroz poderia desestabilizar o governo, Mourão disse acreditar que não.
“Eu acho que essa questão tá circunscrita a problemas da Assembleia Legislativa lá do Rio de janeiro, tem bastante gente ali pra ser investigada, esse processo é grande, né? Então, eu acho que pra chegar ao Palácio do Planalto não há condições para isso”, concluiu.
O vice-presidente, general Mourão, conquista mais alta patente da maçonaria Divulgação
Vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB)arte: metrópoles
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.