Presidente da Embratur fala inglês e é comparado a Joel Santana e Eduardo Bolsonaro

1 de julho de 2020 at 06:36

Machado Neto diz ter ‘sotaque nordestino’

Afirma que já morou nos Estados Unidos

Assista ao vídeo que viralizou na internet

Pronúncia em inglês de Gilson Machado Neto vira memeIsac Nóbrega /PR – 29.mai.2019

WEUDSON RIBEIRO

Um vídeo em que o presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Gilson Machado Neto, fala inglês viralizou nesta 2ª feira (29.jun.2020).

Na gravação, publicada no canal oficial da agência no YouTube, Machado Neto convida australianos para conhecerem o Brasil. O novo chefe do Instituto Brasileiro de Turismo, no entanto, demonstra dificuldade para falar a língua inglesa.

Assista ao vídeo (1min23s):

“Quem fala inglês melhor: Dudu da Bananinha, Gilson Machado da Embratur ou Joel Santana do futebol?”comentou a usuária Martha Ferreira, em referência ao deputado Eduardo Bolsonaro e o técnico de futebol Joel Santana. Ambos já demonstraram pouco domínio do idioma em entrevistas concedidas a veículos estrangeiros.

ADNET FAZ PIADA E MACHADO NETO REBATE

O humorista Marcelo Adnet compartilhou o vídeo com o seguinte comentário: “Se não me engano é o Gilson da Sanfona! Agora demonstra outros talentos”escreveu o apresentador da TV Globo.

“Eu morei nos EUA, sou sanfoneiro. Falo inglês com sotaque nordestino com muito orgulho. Formado em veterinária, já toquei até em circo. Sou 1 vencedor. Você tem alguma coisa contra o nordestino?”, retrucou Machado. “Como pode os seus patrocinadores acompanharem essa sua atitude e ficarem calados?

Em resposta aos insultos de 1 seguidor, Gilson escreveu: “Pode exercer seu direito sagrado de latir. Keep barking, it’s your sacred mantra fully expressed“.

“O ex-presidente Vinicius Lummertz desagradava, mas ao menos vergonha no exterior a gente não passava na gestão dele”, comentou uma funcionária da Embratur ouvida pelo Poder360. Ex-ministro do Turismo, Lummertz conduziu o órgão de junho de 2015 a abril de 2018. Hoje, é Secretário Estadual de Turismo, em São Paulo.

Reportagem produzida pelo estagiário de jornalismo Weudson Ribeiro sob a supervisão do editor Douglas Pereira.

Airbus anuncia demissão de 15 mil funcionários, maior corte de sua história

30 de junho de 2020 at 23:51

Citou queda de 40% nas operações

Corte em unidades em todo o mundo

Airbus registra queda de 40% nas operações em razão da pandemia da covid-19Reprodução/Airbus

PODER360
30.jun.2020 (terça-feira) – 20h40
atualizado: 30.jun.2020 (terça-feira) – 20h58

Airbus anunciou nesta 3ª feira (30.jun.2020) que 15.000 empregados serão demitidos. Trata-se do maior corte já anunciado pela fabricante desde sua fundação. Leia o comunicado (em inglês).

A empresa afirmou que a medida foi motivada pelo baixo ritmo das atividades econômicas em razão da pandemia da covid-19, que levou à queda de 40% no movimento do setor aéreo. Segundo a Airbus, esse cenário traz necessidade de adaptação à nova realidade.

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As estimativas apontam que a normalização do tráfego aéreo só ocorrerá em 2023 e, numa previsão mais pessimista, somente em 2025. Eis os países mais afetados pelas demissões da empresa:

  • França: 5.000 funcionários;
  • Alemanha: 5.100 funcionários;
  • Reino Unido: 1.700 funcionários;
  • Espanha: 900 funcionários;
  • Outras unidades: 1.300 funcionários.
  • Outras unidades: 1.300 funcionários.

Por 4 votos a 3, TSE decide manter ações contra a chapa Bolsonaro-Mourão

30 de junho de 2020 at 22:02

Autores: Marina Silva e Boulos

Relator é contra cassação da chapa

Diz que não há provas suficientes

Há outras 6 ações contra a chapa presidencial eleita em 2018 em andamento no TSESérgio Lima/ Poder360 – 13.jun.2019

PODER360

Por 4 votos a 3, o plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu autorizar a aquisição de novas provas nas investigações contra a chapa Bolsonaro-Mourão, eleita em 2018.

Segundo os autores das representações, durante a campanha, o grupo virtual Mulheres Unidas contra Bolsonaro, que reunia mais de 2,7 milhões de pessoas, sofreu ataque de hackers que alteraram o conteúdo da página.

O julgamento dos casos teve início em novembro de 2019. O relator, ministro Og Fernandes, votou pela rejeição das ações. O ministro Edson Fachin havia pedido vista, por isso, o julgamento foi interrompido.

Os processos são de autoria dos candidatos derrotados no pleito de 2018 Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (Psol). Alegam abuso eleitoral e pedem a cassação dos registros de candidatura, dos diplomas ou dos mandatos dos atuais chefes da República, além da declaração de inelegibilidade.

Em votação apertada, Senado aprova texto-base do PL das fake news

30 de junho de 2020 at 21:47

Por Flávia Said

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (30), por 44 votos a favor, 32 contrários e duas abstenções, o texto-base do projeto que visa combater a disseminação de fake news nas redes sociais (PL 2630/2020). Sob a relatoria do senador Angelo Coronel (PSD-BA), o texto foi modificado diversas vezes e as últimas mudanças foram apresentadas hoje por meio de complementação de voto, após intensa negociação com senadores.

O Plenário analisa agora os destaques, isto é, propostas de alteração do texto principal. Apenas depois da conclusão dessa etapa é que a matéria seguirá para análise da Câmara.

Na leitura do relatório feita hoje, o senador Angelo Coronel (PSD-BA) cedeu em alguns pontos em relação à versão apresentada ontem à noite. Coronel também preside a CPMI das fake news, cujos trabalhos estão suspensos em meio à pandemia.

O governo orientou contrariamente ao projeto. O líder no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), entendeu que a versão final ainda não está adequado aos direitos do cidadão e ao que estabelece a Constituição. “A liberdade de expressão está sendo tolhida, limitada”, disse Bezerra.

Senadores aliados ao governo seguiram a orientação contrária. Entre eles, os senadores Marcio Bittar (MDB-AC) e Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

ATUALIZAÇÃO

30 de junho de 2020 at 21:41

Spotify anuncia nova função para usuários; confira!

Com informações da Rolling Stones

Antes da atualização, o recurso estava disponível apenas para quatro países.

 Antes da atualização, o recurso estava disponível apenas para quatro países. | Morning Brew @morningbrew/Unsplash

O Spotify anunciou novidades para seus usuários amantes da música. A partir desta terça-feira (30), 26 países – entre eles o Brasil – passam a desfrutar da nova ferramenta que vai mostrar as letras das músicas enquanto são tocadas, sendo apresentadas em seu idioma original da faixa.

original da faixa.

A atualização é fruto de uma parceria do Spotify com a Musixmatch. Além do Brasil, estão inclusos Argentina, Colômbia, Chile, México, Peru, Bolívia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Honduras, Índia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, El Salvador, Uruguai, Vietnã, Filipinas, Indonésia, Malásia, Tailândia, Taiwan, Cingapura e Hong Kong.

O novo recurso, até então, só estava disponível para quatro países: Tailândia, Vietnã, Indonésia e México, mas outra empresa era a responsável.

Maia desiste de ação contra Davi no STF após acordo para votação de MPs

30 de junho de 2020 at 17:30

Por Edson Sardinha

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ),

A Câmara desistiu de um mandado de segurança apresentado contra o Senado no Supremo Tribunal Federal para votar novamente duas medidas provisórias: a MP 936, que permitiu a suspensão de contrato de trabalho e a redução de salário e jornada durante a pandemia, e a MP 932/2020, que reduziu a contribuição empresarial para o Sistema S.

Em ação protocolada ontem pela Advocacia-Geral da União contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a Mesa Diretora da Câmara pediu que os deputados votassem novamente as duas medidas provisórias por causa de alterações feitas pelos senadores, conforme mostrou o Congresso em Foco Premium.

Pela Constituição, toda vez que o Senado modifica uma MP o texto precisa voltar para análise dos deputados. Nos dois casos, no entanto, seguiram para sanção presidencial.

A Câmara alegou que o Senado havia feito mudanças nas duas MPs e, em vez de mandá-las para nova votação na Casa, havia encaminhado as proposições para o presidente Jair Bolsonaro assinar. A desistência ocorreu após acordo entre Davi e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Maia, que preside a Mesa Diretora, desistiu do mandado de segurança com o compromisso de Davi de que toda vez que houver algum ajuste do Senado no mérito de uma MP o texto será imediatamente devolvido à Câmara.

O Senado reclama que os deputados gastam quase todo o tempo de tramitação das MPs, deixando poucas sessões para os senadores votarem. Maia, por seu lado, comprometeu-se a garantir ao Senado prazo semelhante ao dado à Câmara.

No mandado, a Câmara acusava o Senado de violar a Constituição reiteradas vezes com esse tipo de prática, apontada pelos advogados em outras nove votações entre 2016 e 2019. “Há a necessidade de intervenção do Supremo Tribunal Federal para assegurar as competências atribuídas à Câmara dos Deputados pela Carta da República.”

“Arrisca-se, de outra maneira, à instauração de contexto de grave insegurança jurídica a decorrer da presença de vício insanável no processo legislativo constitucional, afetando potencialmente a validade de normas que já foram aprovadas, bem como proposições que estão sendo ou que virão a ser apreciadas pelo Congresso Nacional”, dizia o texto.

No caso da MP 936, o Senado retirou o trecho que aumentava de 35% para 40% a margem para empréstimo consignado para servidor público e aposentado. Outra mudança aprovada foi para garantir acordos coletivos de sindicatos de bancários e outra para dar maior segurança jurídica para a aplicação dos juros em caso de condenação judicial trabalhista.

Em relação à MP 932, por sugestão do relator, Paulo Paim (PT-RS), o Senado derrubou dois artigos do texto por considerar que eles tratavam de matérias estranhas e alheias ao contexto da pandemia. Os deputados haviam incluído alterações nas contribuições das empresas do setor marítimo para o Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo, alterando sua destinação em favor do Serviço Social do Transporte (Sest) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat).

FORA DO GOVERNO

30 de junho de 2020 at 16:53

Há cinco dias no cargo, Decotelli deixa MEC após revelações de falsidades em currículo

Gustavo Dutra DOL

O último ministro nomeado por Bolsonaro, Decotelli teve reveladas menitras sobre cursos como pós-doutorado e doutorado, além de plágios em seu trabalho de mestrado.

O último ministro nomeado por Bolsonaro, Decotelli teve reveladas menitras sobre cursos como pós-doutorado e doutorado, além de plágios em seu trabalho de mestrado. | Agência Senado

O ministro da Educação, Carlos Decotelli, anunciou pedido de demissão nesta terça-feira (30), cinco dias após ser nomeado para cargo pelo presidente Jair Bolsonaro. O agora ex-ministro confirmou a saída à reportagem. A demissão foi a maneira encontrada pelo governo federal para encerrar a crise criada com as incorreções no currículo divulgado por Decotelli.

Para o cargo no MEC, voltaram a ser cogitados o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, o ex-assessor do Ministério da Educação Sérgio Sant’Ana e o conselheiro do CNE (Conselho Nacional de Educação) Antonio Freitas, que é pró-reitor na FGV e cujo nome aparecia como orientador do doutorado não realizado por Decotelli.

Constava no currículo de Decotelli um doutorado pela Universidade Nacional de Rosario, da Argentina. O reitor da instituição, Franco Bartolacci, negou que ele tenha obtido o título, informação antecipada pela coluna Mônica Bergamo. Há ainda sinais de plágio na sua dissertação de mestrado.

Em declaração na noite de segunda-feira (29), após encontro com Bolsonaro, ele negou o plágio e disse que continuava ministro.

Em seu currículo, Decotelli escreveu ter feito uma pesquisa de pós-doutorado na Universidade de Wuppertal, na Alemanha, que informou que o novo ministro não possui título da instituição.

Em nota divulgada na noite de segunda-feira (29), a FGV (Fundação Getúlio Vargas) negou que o economista tenha sido professor ou pesquisador da instituição. A informação também constava em seu currículo, inclusive no texto divulgado pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) quando assumiu a presidência do fundo em fevereiro do ano passado.

A nova controvérsia irritou Bolsonaro, segundo assessores, que consideraram sua permanência insustentável.

No Palácio do Planalto, porém, havia um receio sobre a repercussão de uma exoneração. A preocupação era de que uma decisão do presidente pudesse fomentar uma crítica pelo fato de Decotelli ser o primeiro ministro negro da atual gestão. Por isso, a saída considerada ideal seria um pedido de demissão, conforme acabou ocorrendo.

Calos Decotteli foi escolhido para suceder Abraham Weintraub, que deixou o cargo após uma série de polêmicas com o STF (Supremo Tribunal Federal).

A escolha de seu nome ocorreu como forma de dar uma imagem técnica ao MEC. Mas os problemas com o currículo provocaram efeito inverso, ridicularizando o governo, exatamente em um momento de necessidade de um sinal de seriedade com a educação.

Na manhã de segunda-feira (29) a situação de Decotelli ficou fragilizada. A cerimônia de posse, esperada para o dia, foi desmarcada. Com a série de polêmicas, Decotelli perdeu apoio inclusive entre quem o respaldava antes, sobretudo entre os militares.

O professor havia feito parte da transição do governo no grupo, de forte presença militar, que discutia educação. Com a indicação de Ricardo Vélez Rodríguez para o comando da pasta, ele assumiu o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), onde teve uma atuação apagada.

Deixou o cargo em agosto de 2019 depois que o governo negociou a entrega do cargo a nome indicado de partidos como DEM e PP. Rodrigo Sergio Dias seria demitido no fim de 2019 e, após gestão de funcionária de carreira,o órgão voltou para o centrão neste ano.

Entre os nomes mais cotados para o cargo, Sérgio Sant’Ana é quem tem ligação mais estreita com seguidores do escritor de Olavo de Carvalho, influente no governo Bolsonaro. Além disso, também é próximo do setor privado de ensino superior. Antes de ingressar no MEC, foi advogado de grupos educacionais.

Além deles, o professor Gilberto Garcia também surge como opção. Garcia foi presidente do CNE, reitor da Universidade Católica de Brasília e da Universidade São Francisco (SP), onde leciona atualmente. Colabora com a campanha a favor de Garcia o fato de ele ser pardo e frei, além de contar com boa articulação com o setor educacional e com políticos.

O núcleo militar passou a defender também o nome do professor Marcus Vinicius Rodrigues, ex-presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), que ajudou na transição do governo.

Com a possibilidade de uma mudança, deputados e senadores passaram a apoiar que a pasta seja comandada por um parlamentar. O nome favorito no Poder Legislativo é o do senador Rodrigo Pacheco (DEM-RO).

Continua no páreo o presidente da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Superior), Benedito Aguiar, que é evangélico e tem apoio de parlamentares religiosos.

Gilmar Mendes é escolhido relator do pedido no STF contra foro privilegiado para Flávio Bolsonaro

30 de junho de 2020 at 16:09

Pedido do Ministério Público do Rio quer reverter decisão que levou caso das ‘rachadinhas’ para a segunda instância.

Por Rosanne D’Agostino, G1 — Brasília

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi escolhido relator de uma ação em que o Ministério Público do Rio contesta o foro privilegiado do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no caso das “rachadinhas”.

A ação é de autoria do Ministério Público do Rio de Janeiro, que pede a cassação da decisão da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do estado. A decisão retirou o caso do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, na primeira instância, e enviou para a segunda instância.

Os investigadores do MP argumentam que há um histórico de decisões no STF no sentido de que o foro privilegiado se aplica apenas a crimes cometidos no exercício do cargo e em razão das funções a ele relacionadas.

A reclamação é uma ação que serve para contestar decisões que desrespeitem entendimento do Supremo.

A defesa de Flávio Bolsonaro considera que o Órgão Especial do TJ, formado pelos desembargadores mais antigos do tribunal, é o competente para julgar o caso, já que o senador era deputado estadual no período em que teriam ocorrido os fatos.

O pedido foi distribuído ao ministro Gilmar Mendes por prevenção. Esse termo significa que o ministro já havia sido relator de um caso relacionado. Em setembro de 2019, Mendes relatou uma reclamação apresentada por Flávio pedindo a suspensão das investigações sobre o parlamentar no Rio.

Outro pedido contra o foro privilegiado para Flávio Bolsonaro, apresentado pelo partido Rede, teve relator definido na segunda-feira (29). É o ministro Celso de Mello.

‘Rachadinhas’

O inquérito apura um suposto esquema no gabinete de Flávio Bolsonaro quando o hoje senador era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Segundo o MP, uma organização criminosa praticava “rachadinhas”, a devolução de salários por funcionários contratados pelo gabinete ao parlamentar.

Essa foi a investigação que levou à Operação Anjo, na qual foi preso Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-motorista de Flávio Bolsonaro. A mulher dele, Márcia, também teve a prisão decretada, mas está foragida.

Apesar da mudança de foro, os desembargadores decidiram pela validade das decisões de Itabaiana, e a defesa dos investigados entrou com um recurso para que o Órgão Especial anule toda a investigação – o que, na prática, poderia tirar Queiroz da cadeia.

Nesta segunda-feira, está previsto um depoimento de Queiroz à Polícia Federal. O ex-policial militar, que está preso em Bangu, na Zona Oeste do Rio, será interrogado por videoconferência sobre o suposto vazamento da Operação Furna da Onça.

VEJA ONDE!

30 de junho de 2020 at 15:08

Pais e estudantes usam vale-alimentação escolar em supermercados

DOL

 Reprodução

Começou nesta semana a distribuição do vale-alimentação aos alunos em toda rede estadual pública de ensino do Pará.

Em Belém, na manhã desta terça-feira (30) o supermercado Formosa registrou movimento mais intenso de pais e alunos, que foram até o estabelecimento garantir a refeição dos estudantes durante a suspensão das aulas presenciais devido à pandemia.

O empresário Rogério Formosa informou que “a presença dos beneficiários acontece com mais intensidade no inicio da manhã e que ao longo do dia vai ficando mais tranquilo. E que o estabelecimento está atento para a questão do distanciamento social no local, evitando assim a aglomeração de pessoas”. disse! Para o empresário, o beneficio está sendo um forte aliado na injeção da economia.

Os vales são um auxílio do governo estadual a alunos no período de suspensão das aulas por causa da pandemia da Covid-19 no país.

O cartão equivale a R$ 80 e deve ser utilizado exclusivamente para a compra de alimentos ao aluno. Mais de 570 mil alunos têm direito ao benefício, que representa investimento do governo estadual de cerca de R$130 milhões.

ANÁLISE

30 de junho de 2020 at 12:36

Comissão especial vai emitir parecer técnico sobre o Círio 2020

Ascom Círio

A Comissão Especial de Análise da Pandemia da Covid-19 irá formular parecer técnico-científico para orientar a decisão da Arquidiocese sobre o Círio 2020 em até 30 dias.

 A Comissão Especial de Análise da Pandemia da Covid-19 irá formular parecer técnico-científico para orientar a decisão da Arquidiocese sobre o Círio 2020 em até 30 dias. | Gabriel Bueñano/Guarda de Nazaré

A Comissão Especial de Análise da Pandemia da Covid-19 irá formular parecer técnico-científico para orientar a decisão da Arquidiocese sobre o Círio 2020 em até 30 dias.

Na última sexta, dia 26 de junho, a Diretoria da Festa de Nazaré (DFN) dirigiu primeira reunião da Comissão Especial de Análise da Pandemia da Covid-19, com a atribuição de avaliar a evolução da pandemia em Belém e Região Metropolitana, podendo coletar dados, examinar estudos e artigos técnicos e interpretar projeções estatísticas, com o objetivo de formular um parecer técnico sobre a realização do Círio de Nazaré 2020, levando em consideração a ótica médica, conveniência científica e os possíveis riscos à saúde pública. Esse parecer irá orientar a decisão final da Arquidiocese de Belém, da Paróquia de Nazaré e da DFN.

A comissão especial é formada pelo casal de médicos membros da DFN, Cássio e Milena Caldato, e tem como convidados o biólogo Regis Andriolo e os médicos Haroldo José de Matos, Pedro Vasconcelos, Salomão Kahwage Neto e Vânia Brilhante. O prazo de trabalho da comissão será de 60 dias, podendo ser prorrogado, mas esta deverá emitir um parecer inicial até o próximo dia 25 de julho, que será entregue ao Arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira Corrêa, a Paróquia de Nazaré e ao coordenador da DFN, Albano Martins.
“Com o parecer desta comissão teremos o embasamento técnico e científico necessário à prolação de uma decisão segura e responsável sobre o Círio de Nazaré”, avalia Albano Martins.

O Círio 2020

O Círio de Nazaré é uma realização da Arquidiocese de Belém, Basílica Santuário de Nazaré, Diretoria da Festa de Nazaré, Governo do Estado do Pará e Prefeitura de Belém.