JULIANA LOHMANN

14 de julho de 2020 at 09:15

Atriz ex-Globo e Record diz ter sido estuprada por diretor famoso 

 Com informações de UOL

Atriz Juliana Lohmann revela ter sido estuprada por diretor aos 18 anos.

 Atriz Juliana Lohmann revela ter sido estuprada por diretor aos 18 anos. | Reprodução

A atriz Juliana Lohmann fez sua primeira aparição na TV aos 11 anos e passou a adolescência nos bastidores das novelas. Aos 18, foi vítima de um estupro e só hoje, aos 30, entende que não foi culpada pelo crime.

Em depoimento à revista Claudia, ela conta que o agressor foi “um famoso” do cinema, que a convidou para fazer teste para um novo filme.

A atriz, hoje com 30 anos, afirma que precisou "insistir" para que o homem ao menos usasse camisinha antes da agressão - Reprodução/Instagram

A atriz, hoje com 30 anos, afirma que precisou “insistir” para que o homem ao menos usasse camisinha antes da agressão. Imagem: Reprodução/Instagram

“Ele me ligou e me chamou diretamente. Era em São Paulo e eu sou do Rio de Janeiro. Perguntei se podia levar minha mãe. Não, ele não poderia pagar mais uma passagem. Pediu desculpas. Fui mesmo assim. Era a primeira vez que viajava sozinha, me senti uma desbravadora de novos horizontes”, lembra. Juliana e o agressor se encontraram, por sugestão dele, em um quarto de hotel.

Os dois passaram o texto algumas vezes, até que o homem sugeriu que ela fumasse maconha. “Ele concluiu que a personagem exigia ‘mais loucura’. Fiquei reticente, mas acabei aceitando. Dizer não para um diretor não é algo que uma atriz de dezoito anos sabe exatamente fazer. 

“Ele concluiu que a personagem exigia ‘mais loucura’. Fiquei reticente, mas acabei aceitando. Dizer não para um diretor não é algo que uma atriz de dezoito anos sabe exatamente fazer. Um trago foi o suficiente pra que eu ficasse completamente chapada. Em determinado momento, percebi que o contato que ele fazia comigo excedia o profissional.”

A atriz lembra de ter sido beijada e, na sequência, ter dito que não queria aquilo. Ela conta que foi “uma completa surpresa” e que, aos 18 anos, “não fazia a menor ideia de que seria atraente para um homem como ele”.

O diretor alegou que nada havia sido premeditado, que estava ali de forma “estritamente profissional”, mas que Juliana “o havia encantado”. Na sequência, a imobilizou e disse que, se a jovem gritasse, ninguém ouviria. “Pensei em gritar mesmo assim, mas, se alguém escutasse e fosse me socorrer, seria um escândalo. Todos iriam saber que eu estava ali, com aquele homem casado e famoso em seu apart hotel. O que eu tinha ido fazer lá? Eu tinha me colocado naquela situação. Tinha aceitado viajar sem minha mãe, tinha fumado maconha com essa pessoa. Eu tinha provocado”, conta.

Juliana afirma que precisou “insistir” para que o homem ao menos usasse camisinha. “De trás do quadro ele retirou um saco plástico com alguns preservativos. Aquilo me deu a sensação de que eu não era a única pela qual ele ‘tinha se encantado’. Colocou a proteção, mas retirou logo em seguida, ejaculando dentro de mim”, lembra. Em seguida, o diretor pediu que ela dormisse com ele. Na manhã seguinte, a atriz foi estuprada mais uma vez e ouviu, do agressor, que ela o havia lançado um “olhar de desejo”, que ela era “uma delícia” e que ele iria “querer mais”. “No dia seguinte, de manhã, fui acordada por seu membro invadindo minha vagina. Lembro de ficar na mesma posição, deitada de lado, e apenas enfiar meu rosto no travesseiro pra que ele não percebesse as lágrimas que caíam sem controle. Ele ejaculou dentro, de novo”, relatou.

O diretor ressarciu Juliana do valor da passagem e disse que o teste não aconteceria mais por falta de disponibilidade dos produtores. Anos depois, quando contou sobre o episódio para um namorado, a atriz ouviu que, se realmente não quisesse ter uma relação sexual, “teria jogado um abajur na cara do sujeito”.

“Faz muito pouco tempo que tive a certeza de que de fato nunca houve teste nenhum a ser feito em São Paulo. Eu passei doze anos, quase metade da minha vida até aqui, na dúvida. Eu me questionei se realmente eu não quis, me questionei se de fato não foi premeditado o interesse dele por mim, se realmente não havia o teste que, por um ‘infortúnio’, foi cancelado”, conta.

Ela continua: “Eu não consegui prestar queixa na época. Quando finalmente elaborei os acontecimentos vividos, soube que os crimes, para a justiça, já haviam prescrito. Perdi meu direito de ter direitos sobre minhas dores. Talvez, se eu tivesse lido um relato como esse, pudesse ter compreendido melhor a situação e eles não estariam impunes”.

DENÚNCIA

14 de julho de 2020 at 08:17

Vereadora pede investigação de Zenaldo por superfaturar EPIs

Carol Menezes

Zenaldo Coutinho já gastou R$ 12 milhões em EPIs sem licitação em equipamentos

 Zenaldo Coutinho já gastou R$ 12 milhões em EPIs sem licitação em equipamentos | Irene Almeida

A vereadora Nazaré Lima (PSOL) protocolou representação contra o prefeito Zenaldo Coutinho, na última sexta-feira, 10 de julho, pedindo a apuração do Ministério Público do Estado do Pará (MP-PA) sobre as denúncias publicadas no DIÁRIO sobre o superfaturamento nos contratos 269 e 270/2020, de valores de R$ 1,748 milhão e R$ 214 mil, para a compra de 4,6 milhões de unidades de luvas de látex não cirúrgicas e de 980 mil toucas, respectivamente. Até o momento, o órgão não deu retorno sobre o pedido da parlamentar.

Nazaré, que é enfermeira e professora universitária, acompanhou de perto o drama de servidores municipais da saúde que atravessaram o pico da pandemia pela Covid-19 em Belém com dificuldade de acesso a Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), usando produtos de materiais inadequados ou por prazo além do recomendado, chegando, inclusive, a protestar em frente ao PSM da Travessa 14 de Março. “É muito estranho que, no momento em que os casos estão desacelerando na capital paraense, o prefeito compre essa quantidade exagerada de EPIs. Isso precisa ser investigado”, observa.

“Dadas as denúncias na mídia, me vi com a responsabilidade em pedir apuração visto que, como vereadora, temos a função de fiscalizar. E como enfermeira que vivenciou a situação da falta de EPIs nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e prontos-socorros, entendo que não posso me calar”, explica Nazaré.

Nazaré Lima protocolou representação contra o prefeito no Ministério Público por gastar recursos para comprar milhões de luvas e toucas

Nazaré Lima protocolou representação contra o prefeito no Ministério Público por gastar recursos para comprar milhões de luvas e toucas Divulgação/CMB 

IRREGULARIDADES

Nos últimos meses, em decorrência da pandemia de Covid-19, Coutinho já comprou sem licitação quase R$ 12,5 milhões em EPIs, os Equipamentos de Proteção Individual, para os servidores da rede municipal de Saúde. E para qualquer lado que se olhe, há indícios de irregularidades: superfaturamento, pagamento antecipado e até o superfaturamento por quantidade, que é quando se compra enorme volume de um produto, mas a empresa entrega apenas uma parte daquilo que se pagou.

OUTRA REPRESENTAÇÃO- RESPIRADORES

No último dia 30 de junho, vereador Francisco Almeida (PSOL), também deu entrada, em representação junto ao Ministério Público de Contas do Estado (MPC-PA), ao Ministério Público do Estado do Pará (MP-PA) e ao Ministério Público Federal (MPF) solicitando que sejam investigadas as denúncias de que o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho (PSDB), teria causado prejuízos ao patrimônio público na compra de respiradores para tratamento de casos graves de Covid-19 a preços bem superiores aos praticados no mercado, com dispensa de licitação e sem contrato – algo em torno de R$ 260 mil por aparelho, conforme denúncia publicada pelo DIÁRIO.

De acordo com o que foi denunciado, os equipamentos chegaram a custar mais que o dobro de equipamentos semelhantes, comprados na mesma época, por outras prefeituras e governos. E com o agravante de terem sido adquiridos de uma empresa que nasceu como uma cafeteria e doceria, mas que hoje faz de tudo um pouco, incluindo a confecção de roupas, limpeza de casas, serviços de engenharia e até “atividades de psicanálise”.

INVESTIGAÇÃO

13 de julho de 2020 at 19:52

Médico acusado de abusar sexualmente de pacientes é preso no Pará

Agência Pará

 Freepik

Na manhã desta segunda-feira (13), a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Tucuruí, prendeu, no município, o médico ginecologista Orlando Veiga Filho. O profissional que atua nos municípios de Breu Branco, Tucuruí e Parauapebas, é acusado de Violência Sexual Mediante Fraude. As vítimas seriam pacientes que frequentavam a clínica particular que ele presta atendimento.

O trabalho de investigação da Polícia Civil foi realizado durante a Operação Obsidere. A ação foi desencadeada a partir do registro de Boletim de Ocorrência Policial, no dia 02 de julho, na Delegacia de Breu Branco, registrado por uma mulher de 29 anos, que informou o crime durante o retorno de sua consulta ginecológica, feita, no mesmo dia, no Laboratório Biolab, pelo médico Orlando Veiga Filho.

“Importante destacar que a vítima, que não tinha experiência anterior em consulta ginecológica, já havia se sentido abusada no dia 28 de maio de 2020, em sua primeira consulta com o médico. Constatando, no segundo encontro com o médico, que havia ocorrido a conjunção carnal sem seu consentimento, ela então procurou a Unidade Policial”, informou a delegada Luiza Moema, titular da delegacia de Breu Branco.

Considerando a complexidade dos elementos que envolvem esse tipo de crime, foram rapidamente providenciados o exame pericial-sexológico da vítima, que atestou a prática de conjunção carnal recente, bem como o acompanhamento assistencial-psicológico, que constatou o seu abalo emocional. As oitivas testemunhais confirmaram, de maneira firme e coerente, a materialidade e autoria delitivas.

Durante a investigação, policiais civis receberam denúncia anônima de que o médico já havia abusado sexualmente de outras pacientes. “A autoridade policial aprofundou as investigações, e apurou que o médico já exerceu atividade em diversos estados, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima e São Paulo, nos quais não há registro de sua especialidade como ginecologista nos Conselhos Regionais de Medicina. A investigação também apurou que, em 2011, no município de Itupiranga, ele havia abusado sexualmente de outra mulher, com o mesmo “modus operandi””, afirmou a delegada.

Com objetivo de colher depoimento testemunhal da segunda vítima, policiais de Breu Branco localizaram o paradeiro da mulher em Marabá e, prontamente, se deslocaram ao município. Lá, uma oitiva testemunhal foi realizada, como também o anexo de laudo pericial constatando a conjunção carnal em 03 de janeiro de 2011.

Diante do vasto conjunto probatório, foi feita a representação pela Prisão Preventiva de Orlando Veiga Filho perante o Poder Judiciário de Breu Branco, com parecer favorável do Ministério Público.

Operação Obsidere – A palavra assédio vem do latim Obsidere, que tem, dentre seus significados, a palavra atacar. Na língua portuguesa significa insistência inoportuna, junto de alguém, com pretensões ou outra forma de abordagem forçada e humilhante.

ASSÉDIO SEXUAL

13 de julho de 2020 at 09:52

Homem filma calcinha de mulheres com câmera instalada em sapato

Com informações de Portal de R7

Abusador instalou câmera no tênis para filmar genitálias de mulheres no metrô.

 Abusador instalou câmera no tênis para filmar genitálias de mulheres no metrô. | Foto: Divulgação/ Polícia Civil de São Paulo

Um homem foi preso, neste sábado (11), com uma microcâmera instalada na porta do tênis. Ele filmava as partes íntimas de mulheres dentro do metrô de São Paulo. 

Foto: Divulgação/ Polícia Civil de São Paulo

Foto: Divulgação/ Polícia Civil de São Paulo

De acordo com o R7, a polícia chegou até o suspeito após denúncias anônimas. Atém do dispositivo, que era alimentado por uma bateria na meia, ele carregava uma bonda com um monitor, em que verificava as gravações no momento em que eram feitas. 

Ainda segundo a publicação, o homem deverá ser autuado pelo crime de assédio assexual, que prevê multa de seis meses a um ano. 

FALECIMENTO

12 de julho de 2020 at 18:56

Bolsonaro assina MP de R$ 3 bilhões para cultura e auxílio aos artistas

10 de julho de 2020 at 12:07
Presidente Jair Bolsonaro ao lado de Mário Frias, secretário de Cultura; artistas informais receberão três parcelas de R$ 600  - Reprodução/Instagram
Presidente Jair Bolsonaro ao lado de Mário Frias, secretário de Cultura; artistas informais receberão três parcelas de R$ 600Imagem: Reprodução/Instagram

Do UOL, em São Paulo

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) editou a Medida Provisória 990, que prevê um repasse da União para estados, Distrito Federal e municípios de R$ 3 bilhões para o pagamento de auxílios financeiros para o setor da cultura. A publicação saiu na madrugada de hoje no DOU (Diário Oficial da União). O repasse bilionário será feito em parcela única, segundo o texto.

Auxílios para artistas informais e outros funcionários do setor serão pagos em três parcelas de R$ 600 — como ocorre com o auxílio emergencial para trabalhadores informais e desempregados, em razão da pandemia de coronavírus.

Ela também permite um subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas e organizações comunitárias. A distribuição será de responsabilidades dos estados, municípios e do Distrito Federal.

O crédito aberto de R$ 3 bilhões com a MP atende ao projeto de lei sancionado pelo presidente no final de junho. Ele ficou conhecido com o nome de Lei Aldir Blanc — uma homenagem ao compositor que morreu devido à covid-19

A autoria do projeto é da deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ). Bolsonaro vetou o trecho que permitia o repasse da União em até 15 dias após a publicação da lei.

Empresários financiadores de facções criminosas são alvos de operação

10 de julho de 2020 at 10:32
 | Divulgação/ Polícia Civil

Mais de 100 mandados de busca e apreensão e 73 mandados de prisão preventiva estão sendo cumpridos pela Polícia Civil do Pará desde a madrugada desta sexta-feira (10).

A ação policial cumpre mandados de busca e apreensão em residências de empresários financiadores de facções criminosas, além de membros atuantes diretamente nas atividades das facções.

A operação Vento Norte, está sendo realizada nos municípios de Igarapé-Miri, Abaetetuba, Barcarena, Moju e Belém.

Até o momento, foram apreendidas armas e grande quantia em dinheiro.

Divulgação/ Polícia Civil

Divulgação/ Polícia Civil

Fonte: DOL

Ex-secretário Paulo Chaves é alvo de ação civil do MPPA

10 de julho de 2020 at 10:20

O titular da Cultura em todos os governos do PSDB, nos últimos 20 anos, teria direcionado concorrência para restaurante no Parque da Residência

Paulo Chaves teria ignorado inconsistências apresentadas por comissão de Licitação.

 Paulo Chaves teria ignorado inconsistências apresentadas por comissão de Licitação. | Ricardo Amanajás/Diário do Pará

O ex-secretário de Estado de Cultura, Paulo Chaves, que esteve no cargo em todas as gestões de governo do PSDB nos últimos 20 anos, é um dos investigados em uma ação civil por ato de Improbidade Administrativa proposta pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), que deve apurar possíveis irregularidades em concorrência pública realizada pela Secult, em 2016, para a locação do “Restô do Parque da Residência”. A Auditoria Geral do Estado (AGE) verificou indícios de ilegalidades realizadas pelas empresas envolvidas, com anuência do titular da pasta à época, e oficiou o MPPA sobre o assunto, o que gerou a abertura de investigação.

Em novembro daquele ano, as três empresas que se apresentaram para a concorrência, Martins Comércio de Produtos Alimentícios Ltda-ME (Amazon Food Service), W.S.R Martins & Martins Serviços de Alimentos Ltda EPP (Pomme D’or) e T.S Oliveira Buffet LTDA-ME (Estação Gourmet) foram consideradas inaptas, e só a última apresentou recurso, devidamente negado. Uma semana depois, o processo foi reaberto e as mesmas três empresas se habilitaram, e então foram aceitas, tendo vencido a Amazon Food Service.

Em março de 2017, a Comissão Permanente de Licitação identificou relação de parentesco entre sócios das duas primeiras empresas, dentre outras inconsistências, inclusive empréstimos milionários feitos entre as duas razões sociais, e publicou em Diário Oficial a inabilitação de ambas. Paulo Chaves ignorou o fato e homologou o certame em nome da vencedora dois meses depois, mas o contrato de locação só foi firmado em fevereiro de 2018 e publicado na imprensa oficial em junho do mesmo ano.

Conluio 

A omissão de Paulo Chaves, para o MP-PA, configura conluio com a possível fraude. “O Secretário de Estado de Cultura, em sede de recurso hierárquico, ignorou todos os indícios de fraude e simplesmente reviu a decisão de inabilitação, sem ao menos consultar o apoio jurídico à sua disposição”, justifica o texto. Por fim, o órgão cita artigos da Constituição Federal que tratam da obrigatoriedade da obediência aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e também reforça que constitui improbidade administrativa qualquer ação que viole os deveres de honestidade, imparcialidade e lealdade às instituições.

Acusação

Se condenados, os envolvidos terão de arcar com as custas processuais no valor de R$ 100 mil. Todos os citados foram ou serão notificados a responder sobre as acusações, por meio depoimentos pessoais, oitiva de testemunhas e perícia documental.

Fonte: DOL

Integrantes do MBL são presos em operação que apura desvio de dinheiro, diz polícia

10 de julho de 2020 at 10:15

Por: Diario de Pernambuco

 (Foto: Divulgação/Policia Civil)
Foto: Divulgação/Policia Civil

A operação “Juno Moneta”, realizada na manhã desta sexta-feira (10) pela Polícia Civil de São Paulo, Ministério Público Estadual e Receita Federal, prendeu dois integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), de acordo com o G1. Eles são investigados pelo desvio de mais de R$ 400 milhões de empresas.

Segundo o MP, Alessander Mônaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso são investigados por lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.


A operação chamada de “Juno Moneta” faz referência ao antigo templo romano onde as moedas romanas eram cunhadas. 
Cerca de 35 policiais civis do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE) e 16 viaturas participam da operação.

Toffoli manda forças-tarefa da Lava Jato entregarem base de dados à PRG

9 de julho de 2020 at 20:32

Decisão vale para forças tarefa no Paraná, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Toffoli atendeu a pedido da PRG, que relatou enfrentar ‘resistência’ ao compartilhamento de informações.

Por Márcio Falcão e Fernanda Vivas, TV Globo Brasília.