Policial briga após se recusar a ter a temperatura aferida
Com informações do Correio Braziliense
Reprodução
Uma discussão resultou em agressões envolvendo um policial militar e um segurança do shopping Riacho Mall (DF).
O caso ocorreu na manhã de quarta-feira (15/7), no próprio estabelecimento.
Imagens obtidas pelo Correio Braziliense mostram o momento em que o PM, que estava fora de serviço, dá um soco no rosto do funcionário.
Segundo a ocorrência registrada na 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas), unidade que investiga o caso, o segurança estava na porta do estabelecimento aferindo a temperatura corporal com o termômetro, como estabelecido em decreto governamental.
O policial militar teria se recusado a deixá-lo aferir a temperatura.
Novo atacante chegou a Belém nesta quarta-feira (15) | Arte: Renan Ribeiro/Divulgação
A Diretoria de Futebol do Paysandu Sport Club oficializou, nesta quarta-feira (15), a contratação do atacante Mateus Anderson. O jogador tem 26 anos e é o mais novo bicolor.
Ele desembarcou em Belém na tarde de hoje e fará exames médicos, de Covid-19 e cardiológico, além de passar por avaliações fisioterápicas. Mateus é o segundo jogador integrado ao restante do elenco do papão desde a volta aos treinos.
O Paysandu é o oitavo clube da carreira do piauiense, que nasceu na cidade de Simões. Entre 2018 e o primeiro semestre deste ano, o atacante jogou 133 partidas – foi titular em 106 -, com um acúmulo de 11 assistências, oito gols e 8.603 minutos de atuação. Mateus possui ampla experiência em competições nacionais e promete estrelar na retomada do Parazão e início do Campeonato Brasileiro da Série C.
“O Mateus é um atacante canhoto que atua nas duas extremidades do campo. É um jogador voluntarioso, que normalmente dá o último passe para finalização. Tem bom posicionamento, é bem aplicado taticamente e versátil”, detalhou o gerente de Futebol do clube, Eder Delarice. O contrato do novo jogador é válido até o dia 31 de janeiro de 2021.
FICHA TÉCNICA
Nome: Mateus Anderson Veloso Sousa
Nascimento: 06/03/1994 (26 anos)
Naturalidade: Simões (PI)
Altura: 1,71 m
Peso: 72 kg
Posição: atacante
Clubes: Baku FK-AZE, Campinas-GO, Aparecidense-GO, Feirense-POR, Vila Nova-GO, Cuiabá-MT e Ponte Preta-SP
O ministro Paulo Guedes (Economia) disse nesta 4ª feira (15.jul.2020) que a 1ª parte da proposta de reforma tributária do governo está pronta e será enviada ao Congresso em breve. Falou que está “esperando o processamento político”. “O importante é que estamos de volta aos trilhos e vamos retomar toda a agenda.”
De acordo com o ministro, o texto propõe a criação de uma contribuição de 0,2% sobre pagamentos. A taxa seria aplicada, sobretudo, às compras no comércio eletrônico. A medida aproveitaria o avanço das vendas digitais. Mesmo com a crise, a Receita Federal registrou alta de 10,3% nas vendas por meio de notas fiscais, na comparação com o ano anterior, com média diária de R$ 23,9 bilhões.
Ao aumentar a base de tributação com o novo imposto, o governo conseguiria desonerar a folha de pagamento. Para Guedes, isso irá incentivar a criação de empregos e melhorar o ambiente de negócios.
“Isso aqui é 1 manicômio tributário. Tem imposto demais. Criou-se 1 inferno. Quem tem poder político consegue desoneração. Quem tem poder econômico prefere ir para a Justiça e pagar R$ 100 para 1 escritório de advocacia do que para a Receita Federal. E tem, o que eu brinco, os trouxas, que somos nós todos que pagamos impostos”, disso o Guedes ao programa Os Pingos Nos Is, da rádio Jovem Pan.
“Nós condenamos 38 milhões de brasileiros à produtividade baixa, salários baixos. Eles foram expulsos do mercado de trabalho formal. Por isso eu digo sempre que temos que desonerar a folha de pagamento. Esse imposto sobre comércio eletrônico e negócios digitais é exatamente para permitir a desoneração da folha de pagamento ou trabalhar com 1 imposto de renda mais baixo.”
Obras promovem pelo menos 140 mil postos de trabalho no Pará
Ag. Pará
Obras como a nova BR-316 geram empregos diretos | Marco Santos/Ag. Pará
Estradas, pontes, saneamento e emprego são os benefícios que as obras Governo do Pará devem gerar à população, por meio das Secretarias de Estado de Transportes (Setran) e Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop).
O Governo do Estado segue com trabalhos de infraestrutura nas 12 regiões de integração, gerando cerca de 140 mil empregos diretos e indiretos.
De acordo com Pádua Andrade, titular da Setran, obras de três fontes de recurso estão sendo priorizadas. “É um pacote de obras determinado e escolhido pessoalmente pelo governador Helder Barbalho, nunca visto no Estado do Pará pelas fontes Prodeir (Programa de Desenvolvimento e Integração Regional do Estado do Pará), Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa) e Tesouro do Estado. São aproximadamente 1.500 quilômetros de asfalto com a geração de quase 50 mil empregos diretos e 90 mil indiretos, totalizando cerca de 140 mil postos de trabalho”, afirmou o secretário.
Obras como a Trans-Uruará, a Transcarajás, a PA-448 e a PA-256 são alguns dos exemplos, além de aproximadamente 70 pontes que serão construídas ou revitalizadas, com substituição de estruturas de madeira por concreto. “É um desafio muito grande e o governo está de parabéns por esta visão estratégica, onde será beneficiado todo o corredor de soja, facilitando o escoamento da produção agropecuária e de mineração. Isso vai diminuir custo de transporte e facilitar o desenvolvimento do Pará”, complementou Pádua Andrade.
Levar pavimentação asfáltica para as 12 regiões de integração é um dos objetivos do Programa Asfalto por Todo o Pará. “O programa vem gerando emprego em todos os municípios em que está sendo executado. A previsão é que mais de 90 municípios sejam beneficiados. É um projeto que dá qualidade de vida, saneamento básico para todas essas comunidades, gera emprego e faz o giro da economia nos municípios”, afirmou Valdir Acatauassu, secretário adjunto de Gestão e Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas do Estado (Sedop).
O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM-AP), demonstrou nesta 4ª feira (15.jul.2020) descontentamento com ao menos 1 dos vetos do presidente Jair Bolsonaro ao novo marco do saneamento e sinalizou que o Legislativo poderá derrubar a ação do Planalto. A lei procura incentivar o investimento privado no setor.
O Poder Executivo tem a prerrogativa de vetar matérias aprovadas pelo Congresso. O Legislativo, porém, pode não aceitar. Para derrubar 1 veto, é necessária maioria absoluta dos votos tanto de senadores quanto de deputados, em sessão presidida por Alcolumbre
O presidente do Congresso falou depois de o senador Otto Alencar (PSD-BA) reclamar de 1 veto específico, de artigo que daria às estatais a possibilidade de estender contratos vigentes com municípios. As manifestações foram durante sessão do Senado.
“A lembrança de Vossa Excelência é oportuna, é didática. Compromissos são feitos para serem cumpridos”, disse Alcolumbre. Ele disse entender que o governo quebrou acordo ao vetar o trecho.
Parte dos senadores votou a favor do projeto sob o compromisso de o governo não vetar o dispositivo.
“Tem 1 ditado que diz o seguinte: o que é combinado não é caro nem barato. Então tenha na manifestação de Vossa Excelência [Otto Alencar] o meu apoio. Porque eu sei que muitos senadores, e aqui eu vejo na Secretaria Geral do Senado e aqui no chat que o próprio senador Jorge Kajuru se manifestou no dia da votação a favor por conta do compromisso. Então a gente precisa respeitar os entendimentos e construir o que é o acordado”, declarou Alcolumbre.
Ele afirmou que o Legislativo pode “corrigir” o “lapso” do governo.
“Não pode fazer o entendimento e não cumprir o entendimento. Eu quero dizer para Vossa Excelência e para todos os parlamentares que construíram o acordo que se, infelizmente, por parte do governo, não houve a eficácia do entendimento, houve 1 lapso da parte do Executivo que eu reputo que não é certo, a gente tem como corrigir aqui na sessão do Congresso Nacional isso e dar a resposta do que foi construído no plenário da sessão do Congresso Nacional.”
A doença estáligada ao crescimento no uso de celulares e dispositivos digitais | Reprodução
Apartir deste ano, julho passa a ser reconhecido internacionalmente como o mês de combate e prevenção à “Síndrome do Olho Seco”. A campanha já vinha sido discutida por autoridades da saúde e se tornou ainda mais necessária durante a pandemia da covid-19, quando o isolamento da população resultaram no aumento da incidência da doença.
De acordo com os especialistas, essa síndrome é caracterizada por uma deficiência na produção ou na qualidade das lágrimas provocando, principalmente, o ressecamento do olho. Entre os sintomas estão ressecamento, vermelhidão, ardor e coceira. Os estágios da doença vão de leve a moderado e grave. Os casos de moderado para grave trazem muito desconforto (dor, baixa da acuidade visual, dificuldades no uso de lentes de contato e em atividades de rotina como ler, ver tv, usar o computador). Além disso, o olho sem lágrima é um olho que enxerga mal.
Segundo os médicos, a doença já era considerada um problema global, afetando cerca de 15% da população mundial. Apesar dos dados alarmantes, as autoridades de saúde têm percebido que o isolamento causado pela pandemia do novo coronavírus, e isso fez com que a população ficasse tempo demasiado à frente das telas de dispositivos digitais como celulares, televisões, computadores, entre outros.
Conforme orientado em cartilha da campanha, criada nos Estados Unidos pela Alliance for Eye and Vision Research (AEVR), a exposição prolongada a telas de dispositivos digitais acarreta numa rápida evaporação da lágrima. Isso acontece devido ao menor número de piscadas que a pessoa dá ao utilizar alguns desses objetos, podendo trazer como consequência o aparecimento ou a piora dos sintomas da Síndrome do Olho Seco. Estudos mostram que durante o tempo em que se passa diante das telas, nossas piscadas reduzem 40% em relação a outros momentos do dia.
Bactérias do intestino podem imunizar organismo contra a Chikungunya
Com informações Metrópoles
Cerca de metade dos pacientes com a doença são assintomáticos, e microbiota intestinal parece ser responsável pelo controle do vírus | Reprodução
Uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, o Chikungunya é bastante comum no Brasil. A maioria dos pacientes infectados com a doença ão desenvolvem sintomas, mas de 10 a 30% podem ter artrite debilitante que persiste por meses ou anos.
Segundo uma pesquisa publicada nesta terça (14), no jornal Cell, as bactérias do intestino têm tudo a ver com a diferença entre o quadro assintomático e o grave. Estudos feitos em ratos, descobriu que microbiotas com falhas são menos capazes de controlar a infecção, e alimentar os animais com algumas bactérias específicas é suficiente para aumentar a resposta imunológica e reduzir os níveis do vírus da Chikungunya no sangue.
“Em muitas doenças virais, apenas uma parte das pessoas infectadas apresenta sintomas, e não entendemos direito o porquê. Algumas situações que acontecem durante a vida do paciente podem modelar o seu sistema imunológico e influenciar a capacidade de controlar a infecção no começo e ter sintomas mínimos”, explica Michael S. Diamond, responsável pelo estudo e professor da Washington University School of Medicine, nos Estados Unidos.
Para o especialista, os ratos com um microbioma não-saudável ficaram mais doentes e os mosquitos que os picaram tinham mais chance de serem infectados com o vírus.
Fiocruz faz parceria com GSK para produzir medicamentos contra HIV
Agência Brasil
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai adquirir novas tecnologias e aumentar a produção de medicamentos destinados ao tratamento de quem vivem com HIV. A Fiocruz, a farmacêutica britânica GSK, e a ViiV Healthcare, especializada em tratmento para HIV, fizeram uma parceria chamada Aliança Estratégica de longo prazo, para o desenvolvimento e a produção de antirretrovirais no Brasil.
A Aliança Estratégica tem várias fases. Após a assinatura do contrato, o produto será submetido a registro em nome de Farmanguinhos. Nos dois anos iniciais, o Instituto recebe o produto produzido pelo parceiro e entrega para o Ministério da Saúde, enquanto isso, ocorre a transferência da tecnologia com a internacionalização da parte de controle de qualidade do medicamento. A transferência de tecnologia e conhecimento para Farmanguinhos será feita pela ViiV Healthcare, que é a detentora da propriedade intelectual. “Depois vêm as fases pós-piloto produção até conseguir internalizar todo o processo dentro da unidade [Farmaguinhos]. Toda a recepção da tecnologia vai ser recebida aqui e futuramente totalmente produzido aqui. Só no início que não e por isso a gente caracteriza como transferência de tecnologia”, explicou o diretor do Instituto de Tecnologia em Fármacos, Jorge Mendonça, em entrevista à Agência Brasil.
Após as etapas, o resultado vai ser a fabricação local de uma combinação de Dolutegravir 50 mg e Lamivudina 300 mg em dose única diária. O Dolutegravir 50mg é considerado um dos mais modernos antirretrovirais utilizado atualmente no tratamento de HIV no mundo. O medicamento começou a ser usado no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2016 e é distribuído a mais de 300 mil pacientes. Esse número, representa cerca de metade das pessoas em tratamento contra o HIV atendidas pelo SUS.
Para o diretor, ao longo da história, Farmanguinhos vem contribuindo de maneira muito propositiva com o Programa de Aids do Ministério da Saúde. Na visão dele, com a internacionalização da tecnologia do Dolutegravir em combinação com Lamivudina o Instituto passa a oferecer ao ministério os principais e mais modernos medicamentos no tratamento de HIV, além de reforçar a produção.
“Ganha um reforço importante e a população brasileira também, porque a gente vai trazer um medicamento moderno, vai gerar emprego e renda no país e vai disponibilizar para a população um arsenal de medicamentos extremamente modernos e com menos efeitos colaterais para os pacientes”, observou.
Adesão
Outro aspecto importante, segundo Jorge Mendonça, é a adesão ao tratamento. “Uma coisa que a gente sempre se preocupa é trazer medicamentos que o paciente tenha uma maior adesão ao tratamento. Este também é um tipo de medicamento que se toma menos vezes ao dia e, com isso, aumentam as chances de adesão ao tratamento que é de longo prazo”, destacou.
Na medida em que o Programa de HIV/Aids reduza a dependência dos insumos importados, em médio e longo prazos, o Brasil terá redução de custos nos recursos aplicados no atendimento. Segundo o diretor, o Dolutegravir já teve redução nos preços nos últimos anos, mas pode avançar neste aspecto a partir da produção nacional. “O impostante hoje é internacionalizar essa tecnologia que é moderna e trazer os medicamentos mais modernos utilizados pelo Ministério da Saúde atualmente”, contou.
“É uma parceria em várias fases. Na primeira a gente vai absorver um medicamento. Na segunda fase a tendência é que um medicamento se combine com outro e daí para frente a gente passa a ter uma visão melhor da economia que ele possa gerar tanto na parte de logística, porque são menos tipos de medicamentos a distribuir e, ao mesmo tempo, a gente vai ter geração de emprego, de renda e de tecnologia, que de alguma forma impacta a nossa economia”, completou.
De acordo com o presidente da divisão Farmacêutica da GSK no Brasil, José Carlos Felner, as pessoas que vivem com HIV/Aids no Brasil vão ter à disposição medicamentos inovadores. “Há mais de três décadas contribuímos para o avanço da ciência no Brasil, por meio de alianças estratégicas com Instituições de Pesquisa e de Produção para transferência de tecnologia de nossos medicamentos e vacinas. Nos últimos 10 anos, junto com a ViiV Healthcare, disponibilizamos medicamentos inovadores para o tratamento do HIV. Esta nova cooperação é mais um passo rumo à garantia do acesso amplo a terapias modernas à população e ao nosso compromisso de não deixar nenhuma pessoa vivendo com HIV para trás, melhorando cada vez mais a qualidade de vida desta comunidade”, informou.
O diretor de Farmanguinhos destacou ainda que no futuro pode ser incluído mais um medicamento para a dose única. “Uma combinação com bons resultados e a de Dolutegravir e Lamivudina. Mas tem uma proposição da gente, no futuro, ter uma combinação de acordo com os estudos que vão sair e serem publicados daqui para a frente de Dolutegravir, Lamivudina e Tenofovir”, adiantou.
Jornalista, comentarista da GloboNews. Acompanha as notícias de Economia e os bastidores do poder em Brasília
Governadores devem articular com suas bancadas no Congresso Nacional a derrubada de vetos do presidente Jair Bolsonaro ao novo marco legal do saneamento básico.
Após mais de dois anos de discussão das mudanças legais, o texto foi sancionado nesta quarta-feira (15). Porém, Bolsonaro vetou onze trechos da versão aprovada pelos congressistas.
Os vetos, porém, não respeitaram negociações feitas no Congresso para acelerar a aprovação do texto no Senado, nem o pedido de 16 governadores em carta enviada nesta terça-feira (14) ao governo.
A negociação mobilizada pelos governadores foca principalmente no veto ao artigo 16. Essa parte do texto permite a renovação por 30 anos dos chamados de programa, celebrados sem concorrência e fechados diretamente entre os titulares dos serviços e as concessionárias.
Essa modalidade de contrato é usada atualmente na prestação de serviços pelas companhias estaduais de saneamento. Com o veto, as estatais terão até 31 de março de 2022 para estabelecer metas de investimento, qualidade e redução de perdas.
Se não demonstrarem capacidade de promover a universalização do saneamento, esses contratos deixam de valer, e o serviço precisará ser licitado. Na avaliação dos governadores, as empresas estaduais foram penalizadas com os vetos
Bolsonaro sanciona novo marco do saneamento básico, com 11 vetos
Após a sanção do novo marco legal, o deputado Geninho Zuliani (DEM-SP), que relatou o projeto na Câmara dos Deputados, afirmou a jornalistas que acredita em uma “mobilização imediata” dos governadores para derrubar o veto do artigo 16.
O deputado disse ser “precoce” falar em possível derrubada do veto e acredita que o governo negociará com os governadores ajustes via regulamentação do novo marco legal.
“É muito precoce dizer que tem chance de derrubar o veto. Alguma mobilização sempre vai ter, acredito que muito provocado pelas companhias estaduais, que estão preocupadíssimas com seu futuro”, acrescentou.
Segundo o deputado, o governo ainda precisará regulamentar uma série de pontos do novo marco legal, por meio de decretos e portarias.
Técnica de masturbação permite orgasmos em poucos minutos
Com informações manualdohomemmoderno.com
“MO” é voltada principalmente para pessoas que buscam, por meio da concentração | Reprodução
A nova técnica de masturbação feminina, bem curiosa, promete oferecer orgasmos através da meditação. Segundo os especialistas, a “Meditação Orgásmica” (MO), é voltada principalmente para pessoas que buscam, por meio da concentração, centrar a energia da mulher em ter alguém acariciando o clítoris por 15 minutos.
Para praticar, basta seguir algumas etapas, sendo elas; deixe a parceira deitada e de pernas abertas, de uma maneira confortável, quem conduz a meditação deve usar um lubrificante para acariciar a região clitoriana da companheira por 15 minutos. No entanto, este contato deve ser feito sem olhares. Ao final, os dois participantes trocam suas experiências juntos.
Para os especialistas, as mulheres têm como único objetivo curtirem o momento, curtindo o toque até atingir o orgasmo. O “MO” faz parte do movimento ‘slow-sex’ (sexo lento), o ato ajuda a sensibilizar os órgãos genitais da mulher, sem pressioná-la para chegar ao clímax (diferenciando orgasmo e clímax).
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.