O maior bloco de partidos da Câmara perderá duas legendas. O MDB e o DEM resolveram deixar o grupo de siglas que se aglutinou sob a liderança de Arthur Lira (PP-AL).
Com a saída dos 2 partidos, o bloco passará de 221 deputados para 158. Continuará sendo uma força decisiva na Casa, devido à pulverização partidária. A maior bancada da Câmara, do PT, tem 53 deputados.
Lira é o principal articulador do chamado Centrão na Câmara. Trata-se de conjunto de partidos sem coloração ideológica clara que adere aos mais diversos governos. No momento, há uma aproximação em curso com Jair Bolsonaro.
O deputado alagoano também é tido como 1 dos possíveis sucessores de Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara. A eleição será em fevereiro.
Os partidos que deixam o bloco são o do atual presidente da Casa e de outro nome citado nos corredores da Câmara como possível concorrente de Lira em fevereiro: o líder da bancada do MDB, e presidente nacional do partido, Baleia Rossi (MDB-SP).
O líder do DEM, Efraim Filho (PB), disse ao Poder360 que o movimento não via à sucessão de Maia. “Foi questão regimental mesmo, posicionamento de bancada quanto a requerimentos, destaques, reposicionar a autonomia da bancada”, declarou o deputado.
“Sucessão de Maia, só vamos tratar após eleições municipais, a partir de dezembro”, afirma Efraim. “Foi ato conjunto [com o MDB], mas não vamos formar novo bloco. Cada 1 segue seu rumo”, disse o demista.
O MDB tinha divergências com Lira. A mais recente foi em torno da votação do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica). O líder do bloco agia em favor do governo, que tentava ganhar tempo para desidratar a proposta.
O bloco liderado por Lira foi criado visando a conquistar maior influência sobre a Comissão de Orçamento, que junta deputados e senadores para discutir o uso dos recursos da União. Com a pandemia, porém, as comissões não estão funcionando.
A maior embarcação de turismo de Fernando de Noronha, Toda Nua, naufragou, na madrugada desta segunda-feira (27/7), a cerca de 20 quilômetros do Porto do Recife (PE). Segundo informações do G1, a embarcação não transportava passageiros e os cinco tripulantes foram resgatados com vida.
No sábado (25/7), a escuna partiu do arquipélago para manutenção no continente. A tripulação relatou que a viagem teve muito vento e mar agitado.
“Estamos apurando o que aconteceu. O mais importante é que conseguimos resgatar os tripulantes com vida, estão todos bem, em terra”, afirmou o dono da embarcação, Milton Luna, presidente da Associação de Barcos de Turismo de Noronha.
A escuna Toda Nua comporta até 90 passageiros e tem 26 metros de comprimento. A embarcação também tinha dois motores e dois mastros e era utilizada na ilha para festas flutuantes.
Visitantes de um safari no Reuno Unido estariam redobrando a atenção por causa do ataque de animais. Mas engana-se quem pensa que a preocupação seria por causa de tigres ou leões: macacos armados com facas – e até furadeiras – estão atacando as pessoas no Knowsley Safari Park, localizado em Merseyside.
De acordo com o relato de diversos funcionários, os animais armados têm causado danos aos veículos dos visitantes. Os macacos estariam até mesmo levando as placas de carros e quebrando vidros e espelhos.
Em entrevista ao portal The Mirror, um dos funcionários do Knowsley Safari Park disse que não se sabe se os animais estão recebendo essas armas dos visitantes que querem que eles ataquem os carros. Leia mais no portal Mais Goiás, parceiro do Metrópoles.
MC Mirella toma ‘leitinho’ e lambuza os seios para provocar fãs
Com informações do UOL
| Reprodução
A funkeira MC Mirella usou as redes sociais na noite de quinta-feira (23), e deixou os fãs ‘babando’ ao publicar uma foto bebendo algo que parece se leite condensado ou mesmo um drink cremoso e lambuzando seus seios. Ela exibiu beleza, sensualidade e muita ousadia.
A artista que está solteira, tem postado fotos polêmicas, em uma delas apareceu em cima de uma cama nua, e revelou que estava com fome. Em seguida, diversos fãs se manifestaram.
“Leitinho salgado, não é?”, perguntou um. “Nossa, queria levar café na cama pra Mirella”, disse um homem. “Queria matar essa fome”, afirmou um outro. “Coisa mais cheia de graça”, comentou mais um fã da MC Mirella.
O estado de saúde do apresentador inspira cuidados. O sobrepeso de Rodrigo já era motivo de preocupação para alguns colegas, já que vinha lhe causando dificuldades de respiração. O narrador do Esporte Interativo André Henning, amigo de Rodrigo, se mostrava aflito com a situação e confirmou ao “UOL” que não consegue contato com Rodrigo há dias.
Na manhã desta segunda-feira (27), o hospital emitiu o seguinte boletim:
O Hospital Unimed-Rio informa que o paciente Rodrigo de Oliveira Rodrigues deu entrada em nossa emergência na noite do último sábado, 25/07/2020, apresentando como sintomas cefaleia, vômitos e desorientação, além de possuir diagnóstico prévio de Covid-19. Após a confirmação de trombose venosa cerebral, foi realizado, neste domingo, 26/07/2020, um procedimento para diminuição da pressão intracraniana. Neste momento, encontra-se sedado e internado na unidade de terapia intensiva.
A Globo divulgou a seguinte nota sobre a internação do apresentador:
“O apresentador Rodrigo Rodrigues está internado no hospital Unimed Barra, no Rio de Janeiro, com todo o apoio e acompanhamento da Globo. Rodrigo teve diagnóstico confirmado de COVID-19 há cerca de 15 dias e estava em casa – afastado do trabalho – desde então. As informações médicas sobre o caso serão fornecidas pelo hospital”.
Documento ainda seria analisado por conselho da Confederação Nacional, mas acabou vazado neste domingo (26). Palácio do Planalto disse que não vai comentar caso.
Por Brenda Ortiz, G1 DF
CNBB na última assembleia em Aparecida-SP, no ano de 2019 — Foto: Divulgação
Um grupo de 152 arcebispos e bispos da Igreja Católica assinaram uma carta com duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). No documento, os religiosos citam que o governo federal demonstra “omissão, apatia e rechaço pelos mais pobres”, além de “incapacidade para enfrentar crises”.
“O desprezo pela educação, cultura, saúde e pela diplomacia também nos estarrece.”
Ao longo do texto, os bispos afirmam que a situação “é visível nas demonstrações de raiva pela educação pública; no apelo a ideias obscurantistas; na escolha da educação como inimiga e nos sucessivos e grosseiros erros na escolha dos ministros”.
A carta, que seria publicada na última quarta-feira (22), chegou a ser suspensa para análise do Conselho permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no entanto, acabou vazando neste domingo (26).
Em nota, a CNBB informou que o documento “nada tem a ver” com a confederação.” É de responsabilidade dos signatários”. Ao G1, o Palácio do Planalto disse que não vai comentar o caso.
Ainda de acordo com o texto, chamado de “Carta ao Povo de Deus”, os bispos e arcebispos afirmam que o presidente da República usa o nome de Deus para “difundir mensagens de ódio e preconceito”.
“Como não ficarmos indignados diante do uso do nome de Deus e de sua Santa Palavra, misturados a falas e posturas preconceituosas, que incitam ao ódio, ao invés de pregar o amor, para legitimar práticas que não condizem com o Reino de Deus e sua justiça?”
O documento também pede “união” por um diálogo contrário às ações do governo. Neste ponto, os religiosos convocam os leitores para “um amplo diálogo nacional que envolva humanistas, os comprometidos com a democracia, movimentos sociais, homens e mulheres de boa vontade, para que seja restabelecido o respeito à Constituição Federal e ao Estado Democrático de Direito”.
“[…] com ética na política, com transparência das informações e dos gastos públicos, com uma economia que vise ao bem comum, com justiça socioambiental, com ‘terra, teto e trabalho’, com alegria e proteção da família, com educação e saúde integrais e de qualidade para todos.”
Covid-19
Na carta, os religiosos afirmam que o Brasil atravessa “um dos momentos mais difíceis de sua história”, vivendo uma “tempestade perfeita”. Essa tempestade, nas palavras dos bispos, culminaria em uma “crise sem precedentes na saúde” e em um “avassalador colapso na economia”, com a tensão “provocada em grande medida pelo Presidente da República [Jair Bolsonaro] e outros setores da sociedade”.
” Analisando o cenário político, sem paixões, percebemos claramente a incapacidade e inabilidade do governo federal em enfrentar essas crises”, diz trecho da carta.
Com base em versículos bíblicos, o texto cita o atual momento da pandemia enfrentada pelo país e o aumento de casos e óbitos pelo novo coronavírus. “Assistimos discursos anticientíficos, que tentam naturalizar ou normalizar o flagelo dos milhares de mortes pela Covid-19”.
“Esse discurso não se baseia nos princípios éticos e morais, tampouco suporta ser confrontado com a Tradição e a Doutrina Social da Igreja.”
O documento termina com um pedido da igreja ao povo brasileiro por união aos movimentos que “buscam novas e urgentes” alternativas para o país.
“Despertemo-nos, portanto, do sono que nos imobiliza e nos faz meros espectadores da realidade de milhares de mortes e da violência que nos assolam”, conclui.
Leia abaixo a íntegra da carta assinada por 152 bispos da CNBB:
“Somos bispos da Igreja Católica, de várias regiões do Brasil, em profunda comunhão com o Papa Francisco e seu magistério e em comunhão plena com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que no exercício de sua missão evangelizadora, sempre se coloca na defesa dos pequeninos, da justiça e da paz. Escrevemos esta Carta ao Povo de Deus, interpelados pela gravidade do momento em que vivemos, sensíveis ao Evangelho e à Doutrina Social da Igreja, como um serviço a todos os que desejam ver superada esta fase de tantas incertezas e tanto sofrimento do povo.
Evangelizar é a missão própria da Igreja, herdada de Jesus. Ela tem consciência de que “evangelizar é tornar o Reino de Deus presente no mundo” (Alegria do Evangelho, 176). Temos clareza de que “a proposta do Evangelho não consiste só numa relação pessoal com Deus. A nossa reposta de amor não deveria ser entendida como uma mera soma de pequenos gestos pessoais a favor de alguns indivíduos necessitados […], uma série de ações destinadas apenas a tranquilizar a própria consciência. A proposta é o Reino de Deus […] (Lc 4,43 e Mt 6,33)” (Alegria do Evangelho, 180). Nasce daí a compreensão de que o Reino de Deus é dom, compromisso e meta.
É neste horizonte que nos posicionamos frente à realidade atual do Brasil. Não temos interesses político-partidários, econômicos, ideológicos ou de qualquer outra natureza. Nosso único interesse é o Reino de Deus, presente em nossa história, na medida em que avançamos na construção de uma sociedade estruturalmente justa, fraterna e solidária, como uma civilização do amor.
O Brasil atravessa um dos períodos mais difíceis de sua história, comparado a uma “tempestade perfeita” que, dolorosamente, precisa ser atravessada. A causa dessa tempestade é a combinação de uma crise de saúde sem precedentes, com um avassalador colapso da economia e com a tensão que se abate sobre os fundamentos da República, provocada em grande medida pelo Presidente da República e outros setores da sociedade, resultando numa profunda crise política e de governança.
Este cenário de perigosos impasses, que colocam nosso País à prova, exige de suas instituições, líderes e organizações civis muito mais diálogo do que discursos ideológicos fechados. Somos convocados a apresentar propostas e pactos objetivos, com vistas à superação dos grandes desafios, em favor da vida, principalmente dos segmentos mais vulneráveis e excluídos, nesta sociedade estruturalmente desigual, injusta e violenta. Essa realidade não comporta indiferença.
É dever de quem se coloca na defesa da vida posicionar-se, claramente, em relação a esse cenário. As escolhas políticas que nos trouxeram até aqui e a narrativa que propõe a complacência frente aos desmandos do Governo Federal, não justificam a inércia e a omissão no combate às mazelas que se abateram sobre o povo brasileiro. Mazelas que se abatem também sobre a Casa Comum, ameaçada constantemente pela ação inescrupulosa de madeireiros, garimpeiros, mineradores, latifundiários e outros defensores de um desenvolvimento que despreza os direitos humanos e os da mãe terra. “Não podemos pretender ser saudáveis num mundo que está doente. As feridas causadas à nossa mãe terra sangram também a nós” (Papa Francisco, Carta ao Presidente da Colômbia por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente, 05/06/2020).
Todos, pessoas e instituições, seremos julgados pelas ações ou omissões neste momento tão grave e desafiador. Assistimos, sistematicamente, a discursos anticientíficos, que tentam naturalizar ou normalizar o flagelo dos milhares de mortes pela COVID-19, tratando-o como fruto do acaso ou do castigo divino, o caos socioeconômico que se avizinha, com o desemprego e a carestia que são projetados para os próximos meses, e os conchavos políticos que visam à manutenção do poder a qualquer preço. Esse discurso não se baseia nos princípios éticos e morais, tampouco suporta ser confrontado com a Tradição e a Doutrina Social da Igreja, no seguimento Àquele que veio “para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10).
Analisando o cenário político, sem paixões, percebemos claramente a incapacidade e inabilidade do Governo Federal em enfrentar essas crises. As reformas trabalhista e previdenciária, tidas como para melhorarem a vida dos mais pobres, mostraram-se como armadilhas que precarizaram ainda mais a vida do povo. É verdade que o Brasil necessita de medidas e reformas sérias, mas não como as que foram feitas, cujos resultados pioraram a vida dos pobres, desprotegeram vulneráveis, liberaram o uso de agrotóxicos antes proibidos, afrouxaram o controle de desmatamentos e, por isso, não favoreceram o bem comum e a paz social. É insustentável uma economia que insiste no neoliberalismo, que privilegia o monopólio de pequenos grupos poderosos em detrimento da grande maioria da população.
O sistema do atual governo não coloca no centro a pessoa humana e o bem de todos, mas a defesa intransigente dos interesses de uma “economia que mata” (Alegria do Evangelho, 53), centrada no mercado e no lucro a qualquer preço. Convivemos, assim, com a incapacidade e a incompetência do Governo Federal, para coordenar suas ações, agravadas pelo fato de ele se colocar contra a ciência, contra estados e municípios, contra poderes da República; por se aproximar do totalitarismo e utilizar de expedientes condenáveis, como o apoio e o estímulo a atos contra a democracia, a flexibilização das leis de trânsito e do uso de armas de fogo pela população, e das leis do trânsito e o recurso à prática de suspeitas ações de comunicação, como as notícias falsas, que mobilizam uma massa de seguidores radicais.
O desprezo pela educação, cultura, saúde e pela diplomacia também nos estarrece. Esse desprezo é visível nas demonstrações de raiva pela educação pública; no apelo a ideias obscurantistas; na escolha da educação como inimiga; nos sucessivos e grosseiros erros na escolha dos ministros da educação e do meio ambiente e do secretário da cultura; no desconhecimento e depreciação de processos pedagógicos e de importantes pensadores do Brasil; na repugnância pela consciência crítica e pela liberdade de pensamento e de imprensa; na desqualificação das relações diplomáticas com vários países; na indiferença pelo fato de o Brasil ocupar um dos primeiros lugares em número de infectados e mortos pela pandemia sem, sequer, ter um ministro titular no Ministério da Saúde; na desnecessária tensão com os outros entes da República na coordenação do enfrentamento da pandemia; na falta de sensibilidade para com os familiares dos mortos pelo novo coronavírus e pelos profissionais da saúde, que estão adoecendo nos esforços para salvar vidas.
No plano econômico, o ministro da economia desdenha dos pequenos empresários, responsáveis pela maioria dos empregos no País, privilegiando apenas grandes grupos econômicos, concentradores de renda e os grupos financeiros que nada produzem. A recessão que nos assombra pode fazer o número de desempregados ultrapassar 20 milhões de brasileiros. Há uma brutal descontinuidade da destinação de recursos para as políticas públicas no campo da alimentação, educação, moradia e geração de renda.
Fechando os olhos aos apelos de entidades nacionais e internacionais, o Governo Federal demonstra omissão, apatia e rechaço pelos mais pobres e vulneráveis da sociedade, quais sejam: as comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, as populações das periferias urbanas, dos cortiços e o povo que vive nas ruas, aos milhares, em todo o Brasil. Estes são os mais atingidos pela pandemia do novo coronavírus e, lamentavelmente, não vislumbram medida efetiva que os levem a ter esperança de superar as crises sanitária e econômica que lhes são impostas de forma cruel. O Presidente da República, há poucos dias, no Plano Emergencial para Enfrentamento à COVID-19, aprovado no legislativo federal, sob o argumento de não haver previsão orçamentária, dentre outros pontos, vetou o acesso a água potável, material de higiene, oferta de leitos hospitalares e de terapia intensiva, ventiladores e máquinas de oxigenação sanguínea, nos territórios indígenas, quilombolas e de comunidades tradicionais (Cf. Presidência da CNBB, Carta Aberta ao Congresso Nacional, 13/07/2020).
Até a religião é utilizada para manipular sentimentos e crenças, provocar divisões, difundir o ódio, criar tensões entre igrejas e seus líderes. Ressalte-se o quanto é perniciosa toda associação entre religião e poder no Estado laico, especialmente a associação entre grupos religiosos fundamentalistas e a manutenção do poder autoritário. Como não ficarmos indignados diante do uso do nome de Deus e de sua Santa Palavra, misturados a falas e posturas preconceituosas, que incitam ao ódio, ao invés de pregar o amor, para legitimar práticas que não condizem com o Reino de Deus e sua justiça?
O momento é de unidade no respeito à pluralidade! Por isso, propomos um amplo diálogo nacional que envolva humanistas, os comprometidos com a democracia, movimentos sociais, homens e mulheres de boa vontade, para que seja restabelecido o respeito à Constituição Federal e ao Estado Democrático de Direito, com ética na política, com transparência das informações e dos gastos públicos, com uma economia que vise ao bem comum, com justiça socioambiental, com “terra, teto e trabalho”, com alegria e proteção da família, com educação e saúde integrais e de qualidade para todos. Estamos comprometidos com o recente “Pacto pela vida e pelo Brasil”, da CNBB e entidades da sociedade civil brasileira, e em sintonia com o Papa Francisco, que convoca a humanidade para pensar um novo “Pacto Educativo Global” e a nova “Economia de Francisco e Clara”, bem como, unimo-nos aos movimentos eclesiais e populares que buscam novas e urgentes alternativas para o Brasil.
Neste tempo da pandemia que nos obriga ao distanciamento social e nos ensina um “novo normal”, estamos redescobrindo nossas casas e famílias como nossa Igreja doméstica, um espaço do encontro com Deus e com os irmãos e irmãs. É sobretudo nesse ambiente que deve brilhar a luz do Evangelho que nos faz compreender que este tempo não é para a indiferença, para egoísmos, para divisões nem para o esquecimento (cf. Papa Francisco, Mensagem Urbi et Orbi, 12/4/20).
Despertemo-nos, portanto, do sono que nos imobiliza e nos faz meros espectadores da realidade de milhares de mortes e da violência que nos assolam. Com o apóstolo São Paulo, alertamos que “a noite vai avançada e o dia se aproxima; rejeitemos as obras das trevas e vistamos a armadura da luz” (Rm 13,12).
O Senhor vos abençoe e vos guarde. Ele vos mostre a sua face e se compadeça de vós.
O Senhor volte para vós o seu olhar e vos dê a sua paz! (Nm 6,24-26).”
A empresa Moderna, de biotecnologia, informou no domingo (26.jul.2020) que a Autoridade Biomédica de Pesquisa e Desenvolvimento (Barda, em inglês) do governo dos Estados Unidos vai investir mais US$ 472 milhões no desenvolvimento clínico da vacina contra covid-19.
Nesta 2ª feira (27.jul.2020), a Moderna começa a 3ª fase de testes da vacina, com participação de cerca de 30.000 pessoas.
Em abril, a empresa recebeu US$ 483 milhões para apoiar as pesquisas. Com o novo investimento, os recursos destinados ao projeto chegam a US$ 955 milhões.
“Encorajados pelos dados da Fase 1, acreditamos que nossa vacina mRNA pode ajudar a lidar com a pandemia de covid-19 e a prevenir futuros surtos.”, disse o CEO Stéphane Bancel, em comunicado.
A vacina da empresa está entre as mais avançadas do mundo e usa tecnologia de mRNA (RNA mensageiro) para criar imunidade. Caso tenha eficácia comprovada, a Moderna estima que será capaz de produzir 500 milhões de doses por ano, podendo ampliar a capacidade de produção para até 1 bilhão de doses a partir de 2021.
Pfizer, Novavax, AstraZeneca são outros fabricantes de medicamentos que receberam financiamento da Barda para o desenvolvimento de vacinas contra o coronavírus.
Reportagem redigida pela estagiária Joana Diniz com supervisão do editor Carlos Lins.
Segundo estudo da ONG Oxfam, entre 18 de março e 12 de julho, o patrimônio dos 42 bilionários do Brasil passou de US$ 123,1 bilhões para US$ 157,1 bilhões.
Por G1
O patrimônio dos bilionários brasileiros aumentou US$ 34 bilhões (cerca de R$ 176 bilhões) durante a pandemia de coronavírus, segundo um levantamento da ONG Oxfam divulgado nesta segunda-feira (27).
Segundo o estudo da organização, entre 18 de março e 12 de julho, o patrimônio dos 42 bilionários do Brasil passou de US$ 123,1 bilhões para US$ 157,1 bilhões. Os dados compilados pela Oxfam foram extraídos da lista dos mais ricos da Forbes.
O mesmo cenário se observa quando se analisa o desempenho das fortunas dos 73 bilionários da América Latina e do Caribe. Eles aumentaram as suas fortunas em US$ 48,2 bilhões entre março e julho deste ano. Segundo a Oxfam, esse valor equivale a um terço do total de recursos previstos em pacotes de estímulos econômicos adotados por todos os países da região.
“A Covid-19 não é igual para todos. Enquanto a maioria da população se arrisca a ser contaminada para não perder emprego ou para comprar o alimento da sua família no dia seguinte, os bilionários não têm com o que se preocupar”, diz a diretora executiva da Oxfam, Katia Maia.
Segundo a ONG, desde o início das medidas de distanciamento social adotadas para evitar a proliferação coronavírus, oito novos bilionários surgiram na região – um a cada duas semanas.
OIT: “crise sem precedentes” por causa da pandemia de Covid-19
No documento divulgado nesta segunda, batizado de “Quem Paga a Conta? – Taxar a Riqueza para Enfrentar a Crise da Covid na América Latina e Caribe”, a Oxfam propõe que os bilionários paguem impostos extraordinários e que o sistema tributário se torne mais progressivo.
A Polícia Federal está na casa do governador do Piauí, o petista Wellington Dias na manhã desta segunda-feira (27/7).
Os policiais cumprem a Operação Topique, que investiga crimes de organização criminosa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e fraude em licitação na Secretaria de Educação do Estado.
Leia a matéria na íntegra no Bahia Notícias, parceiro do Metrópoles.
No mês de julho, circulou na internet uma polêmica sobre a Blossom Brush – uma “escova vaginal” que foi pensada para fazer a higiene interna da vagina durante a menstruação, tirar possíveis detritos do período e deixar as mulheres mais “limpas”.
Em pouco tempo, ginecologistas passaram a usar as redes sociais para desaconselhar às mulheres o uso da escova. Além dos riscos que o uso trazia, os profissionais criticaram a venda da ideia de que tanto o interior da genitália feminina quanto o sangue da menstruação fossem coisas sujas. A repercussão negativa foi tamanha que o site e o produto saíram do ar.
A ginecologista Monique Novacek garante: não, o sangue da menstruação não tem nada a ver com sujeira.
“É um sangue que está vindo diretamente do útero, uma secreção estéril até o momento em que entra em contato com o meio externo. As pessoas acham que é sujo por conta do cheiro forte, mas ele vem do absorvente externo, não do sangue”, explica a médica.
A escova seria uma solução para que mulheres limpassem o interior da vagina durante a menstruação
Segundo Monique, a higienização interna vaginal não só não é necessária (menstruada ou não), como pode trazer diversos riscos à saúde, como a alteração do pH natural, a retirada de leucócitos de defesa e a proliferação de organismos que não são naturais ao corpo.
Esse risco é ainda maior com o uso de acessórios específicos, como a Blossom Brush. “A mulher pode se machucar tanto no ato da colocação, na questão da profundidade, quanto de ter uma laceração da parede vaginal”, alerta.
Como higienizar?
Existe uma forma certa para higienizar a região íntima, e, de acordo com a ginecologista, a primeira regra é lavar a vulva, não a vagina. “É importante diferenciar vulva de vagina. Vulva é a parte de fora, externa. Vagina é a parte de dentro, que não deve ser lavada”, explica.
Para lavar, o ideal é estar no banho ou ter uma ducha higiênica. A limpeza é feita com água e sabão neutro – não existe necessidade de produtos especiais. “Sabonetes íntimos de farmácia alteram o pH natural”, diz.
Durante o período menstrual, o processo é o mesmo. O que muda é a frequência das lavagens. O ideal, segundo Monique, é que a cada troca de absorvente, se possível, a vulva seja lavada para dar uma sensação maior de limpeza.
Às mulheres que se sentem incomodadas ao entrar em contato com o sangue, a dica da médica é utilizar absorventes internos ou mesmo coletores menstruais. Mas nada de escovas vaginais, hein?
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.