Mulher é torturada de várias formas na frente dos ex-sogros por quase 24 horas
Com informações do portal O Livre
Agressões e tortura foram assistidas pelos ex-sogros da vítima. | Tangará em Foco/Divulgação
Uma mulher viveu momentos de terror nas mãos do ex-marido. A vítima foi espancada e torturada por quase 24 horas, na frente dos ex-sogros.
As agressões tiveram início no sábado (01) por volta das 9h da manhã e duraram o dia todo e parte da noite. A vítima, 38 anos, só conseguiu fugir e pedir socorro quando o ex-marido dormiu.
As sessões de tortura e espancamento ocorreram na casa dos ex-sogros da vítima, no Bairro Jardim Olímpico, em Tangará da Serra (250 km de Cuiabá). Segundo a vítima, eles assistiram tudo e não fizeram nada para cessar a violência.
A mulher foi levada pelo Corpo de Bombeiros para uma unidade de saúde, com o rosto deformado e várias lesões.
Segundo a Polícia Militar, a vítima relatou que foi agredida com chutes, socos e torturas feitas com fios de energia. No Boletim de Ocorrência, policias relataram que encontraram a mulher com um corte profundo na testa, causado pelas diversas vezes em que ela foi lançada contra a parede e o corpo cheio de escoriações.
Ainda de acordo com a PM, a vítima contou que foi afogada em um tanque, que teve a cabeça dada contra a parede e os documentos todos queimados pelo agressor e, que implorou por socorro a mãe e ao padrasto do ex-marido, mas eles negaram qualquer tipo de ajuda.
Os policiais foram até a casa do suspeito e encontraram os ex-sogros da vítima, de 39 e 55 anos, que foram presos por omissão de socorro, apropriação indébita, omitir-se em face de condutas de tortura, e ainda como cúmplices de sequestro e cárcere privado e “tortura, submetendo alguém sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo”.
O agressor está foragido. Quando encontrado, segundo a PM, ele deve ser indiciado por tentativa de homicídio doloso.
Cacau paraense de Tomé-Açu chega ao Japão; leia na coluna Mauro Bonna!
Mauro Bonna
Reprodução
Seguiu na semana passada, para o Japão, a primeira remessa de cacau com o selo IG (Identificação Geográfica) produzido em Tomé-Açu. O IG foi concedido em fevereiro, pelo Inpi. São 25 toneladas importadas pela empresa Meiji, para a fabricação de chocolate. Para registrar o embarque pioneiro, a carga saiu da frente da Associação Cultural e Fomento de Tomé-Açu, detentora do IG. A logística é da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (Camta)
O outdoor foi postado esta manhã de terça-feira na BR 316, em Benevides, cobrando da policia a solução do caso
Ainda não foi resolvido o misterioso desaparecimento de Rosely Baldes da Silva, que vivia em Benevides com José Antônio Marques da Silva e com quem tem dois filhos menores. A polícia investiga o caso, mas ainda não sabe o que aconteceu para Rosely ter sumido desde o dia 16 de julho passado. Hoje, 4, a família postou um outdoor na BR-316, cobrando da polícia o esclarecimento do caso e perguntando se Rosely desapareceu ou foi vítima de feminicídio (veja, acima)
Em vídeo desesperado, gravado para o Ver-o-Fato, Ana Patrícia Baldes da Silva, irmã da desaparecida, narra que a família não sabe mais o que fazer para encontrá-la. “A única coisa que sabemos é que ela jamais ficaria esse tempo todo sem dar notícias. Sempre fui a primeira pessoa que ela procurou quando brigava com o marido, mas até agora nada”, diz Ana Patrícia.
“Eu só queria que alguém nos ajudasse a encontrá-la, porque é insuportável ficar sem saber dela. Nós estamos em casa com as duas crianças dela e não sabemos o que dizer para elas quando perguntam pela mãe”, relatou. Foi Ana Patrícia quem registrou o desaparecimento da irmã na delegacia de Benevides, quando narrou ao delegado Ruy Porto sobre o comportamento violento de José Antônio Marques da Silva, com quem Rosely vivia em um sítio com as crianças, onde a família era caseira. Ou seja, tomava conta do local.
Em conversa com o Ver-o-Fato, ela conta que José Antônio batia na esposa e a colocava para fora de casa. “Quando isso acontecia, ela me procurava e dizia que iria voltar por causa dos filhos”. Sobre a última briga do casal, ela não tem notícias, porque a irmã simplesmente sumiu.
“Nós acreditamos que ele fez, sim, alguma coisa com ela. Ele dizia que iria matar ela e queimar no forno. Ele é um homem muito frio”, resumiu Ana Patrícia, acrescentando que a família, apesar da angústia, ainda tem fê de encontrar Rosely. Ela também diz que seria importante a família entrar no sítio para fazer uma busca completa no local.
A polícia já fez isso e nada encontrou. No sítio existem duas carvoarias onde José Antônio trabalha. O delegado Ruy Porto diz que a polícia intensifica as investigações. José Antônio possui antecedentes criminais, andava com tornozeleira. A última informação é de que ele teria rompido o equipamento preso à perna.
José Antonio foi demitido como empregado do sítio, mas ainda não apareceu para receber a indenização. A informação é de que estaria foragido.
Veja o vídeo com o apelo de Ana Patrícia
Ana Patrícia faz um apelo dramático ao Ver-o-Fato: “não sabemos o que dizer quando as crianças perguntam pela mãe”.
Prefeito quer tratar covid-19 com aplicação de ozônio no ânus
Com informações de UOL
O prefeito de Itajaí (SC), Volnei Morastoni (MDB), avalia a aplicação de ozônio como tratamento para o novo coronavírus. | Reprodução/Facebook/Prefeitura Itajaí
O prefeito de Itajaí (SC), Volnei Morastoni (MDB), anunciou na noite de hoje que pretende adicionar mais uma opção de tratamento à covid-19 no município: administração de ozônio, pelo ânus, apenas em casos que tiveram resultado positivo nos testes de coronavírus.
O prefeito, que também é médico, declarou, em live no Facebook, ter inscrito a cidade na Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), ligada ao Ministério da Saúde, para integrar um protocolo de pesquisa sobre o uso do ozônio. O Ministério da Saúde e a OMS (Organização Mundial de Saúde) já divulgaram, mais de uma vez, que ainda não há cura para a covid-19 ou mesmo tratamento de eficácia científica comprovada — ou seja, quando cumpre diversas etapas de testagem e registro específico como medicação a ser usada em determinada doença.
“Provavelmente vai ser uma aplicação via retal, uma aplicação tranquilíssima, rapidíssima, de dois minutos, num cateter fininho e isso dá um resultado excelente”, afirmou Morastoni na live.
O prefeito acrescentou que o tratamento seria voltado apenas “a quem desejar” e que só seria aplicado em casos confirmados da doença provocada pelo novo coronavírus. Ainda, acrescentou que provavelmente seriam dez sessões de aplicação de ozônio, “simples, rápidas, de dois a três minutinhos por dia”.
Outros tratamentos
Na transmissão, Morastoni mencionou que o tratamento complementaria outras opções oferecidas pela Administração: “Além da ivermectina, da azitromicina, além da cânfora, nós vamos fornecer o ozônio”.
No início de julho, a Prefeitura de Itajaí distribuiu ivermectina aos moradores da cidade, mesmo sem comprovação de sua eficácia no tratamento da covid-19. A medicação é usada no tratamento de vermes e parasitas. Duas semanas depois, o número de óbitos em decorrência do novo coronavírus aumentou cerca de 58%, saltando de 45 para 71 mortes entre 7 e 21 de julho. Na noite desta segunda-feira, o município somava 105 óbitos e 3.648 diagnósticos da doença.
Durante a live, Morastoni citou a médica Lucy Kerr, defensora do uso da ivermectina em tratamentos de covid-19. A médica já teve um vídeo no YouTube retirado do ar após a plataforma entender que o conteúdo contribuía com a desinformação a respeito da pandemia. No vídeo, ela apontava a ivermectina como “cura” para o coronavírus, na contramão do Ministério da Saúde, da OMS e da autoridade sanitária dos Estados Unidos (FDA). O conteúdo do vídeo foi considerado enganoso pelo Comprova, projeto de verificação de notícias do qual o UOL faz parte.
Família enterra idosa e hospital diz que ela está viva um dia depois
Com informações de Metrópoles
O neto de Raimunda Rodrigues Sertão, Luann Sousa, ressaltou que a família não recebeu nenhuma prova da morte da avó | Arquivo pessoal
Um dia após o suposto velório de Raimunda Rodrigues Sertão, 84 anos, o hospital onde ela havia sido internada com diagnóstico de Covid-19 ligou para os parentes para informar que ela estaria viva, mas em estado grave. Como a cerimônia foi feita seguindo os ritos estabelecidos para doentes do coronavírus, o corpo não foi reconhecido.
Segundo o neto de Raimunda, Luann Sousa, 29 anos, os médicos ligavam todos os dias para atualizar o estado de saúde da avó.
“De domingo até quinta-feira eles ligaram, informaram que o estado de saúde dela era grave, mas estava estável. Todos os dias eles ligavam com essa notícia. Na quinta-feira, por volta das 19h, o médico ligou informando que ela veio a óbito. A gente não podia reconhecer porque não podia entrar. Não teve como reconhecer o corpo nem no hospital e nem na funerária“, contou.
Luann ressaltou que a família não recebeu nenhuma prova da morte de Raimunda e não assinou o boletim de óbito. O neto informou que foram apenas até a funerária para pagar cerca de R$ 5 mil pelo enterro.
Após o sepultamento, o hospital ligou informando que “dona Raimunda estava bem, está grave, mas no quadro estável”. “Como afirmaram que veio a óbito e depois ligam dizendo que o quadro está estável? Então tá bem, tá viva?”, questionou Luann.
A família foi até o hospital e uma assistente social mostrou uma foto que seria de dona Raimunda após o óbito. Porém a família segue com dúvida sobre a morte da idosa.
“Como é que a gente faz o enterro, tem a dor da perda de um ente querido, e 24 horas depois, o pessoal liga dizendo que ela está viva? Como que pode acontecer um erro desse?”, lamentou o neto.
Presidente da Câmara comentou reportagem segundo a qual Ministério da Justiça produziu relatório sobre opositores do governo. André Mendonça diz estar ‘à disposição’ do Congresso.
Por Filipe Matoso e Gustavo Garcia, G1 — Brasília
03/08/2020 23h30 Atualizado há 7 horas
Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), durante entrevista ao Roda Viva — Foto: Reprodução/TV Cultura
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira (3) em entrevista ao programa Roda Viva (TV Cultura) que a situação do ministro da Justiça, André Mendonça, fica “pior” a cada dia.
Mais cedo, nesta segunda-feira, o ministério informou que André Mendonça decidiu trocar a chefia da Diretoria de Inteligência da Secretaria de Operações Integradas. O atual diretor do órgão é Gilson Libório, nomeado para o cargo em 25 de maio, pelo próprio ministro.
“O governo pode fazer esse tipo de pesquisa? Estamos diante de uma violação de direitos fundamentais?”, indagou uma jornalista a Maia.
“Se ele [ministro da Justiça] demitiu um assessor hoje, é porque não pode. E, se não pode, cabe ao ministro uma explicação à sociedade. Se eu fosse o ministro, eu iria ao Congresso, em uma sessão das duas Casas. Me parece muito grave esse tipo de atitude. Ele precisa de uma posição clara, de uma reunião, ser ouvido, ser cobrado pela sociedade através do Parlamento, para que se possa encerrar o assunto”, respondeu o presidente da Câmara.
“A cada dia que passa, eu acho que a situação do Ministério da Justiça e do seu ministro, claro, vêm ficando pior. Eu acho que seria bom se ele pudesse encerrar esse assunto de forma mais contundente do que a forma como ele reagiu até agora. […] Do jeito que as coisas estão caminhando, eu acho que a situação do ministro vem piorando ao longo dos últimos dias”, completou Maia.
Mais cedo, antes da declaração de Maia, o Ministério da Justiça divulgou uma nota na qual afirmou que André Mendonça “está à disposição para prestar esclarecimentos à Comissão Mista de Investigação da Atividade de Inteligência” do Congresso, “aguardando apenas a definição da data”.
Ministério da Justiça muda direção de secretaria responsável por relatório sigiloso
Sindicância
Segundo o Ministério da Justiça, uma sindicância foi aberta para apurar o caso (veja os detalhes no vídeo acima).
A pasta informou ainda que a troca na Diretoria de Inteligência foi feita “como medida considerada adequada à realização dos trabalhos” da comissão responsável pela apuração.
Conforme o Uol, o governo “produziu um dossiê com nomes e, em alguns casos, fotografias e endereços de redes sociais das pessoas monitoradas.”
Na ocasião em que a reportagem foi publicada, o Ministério da Justiça argumentou que a atividade não configura investigação e se concentra exclusivamente na “prevenção da prática de ilícitos e à preservação da segurança das pessoas e do patrimônio público”.
Outros temas
Saiba outros temas abordados por Rodrigo Maia na entrevista:
Posição de Bolsonaro sobre pandemia: “Em relação à pandemia, eu acho que o presidente, do meu ponto de vista, errou. Errou na questão de minimizar o impacto da pandemia. A questão da perda de vidas, vamos chegar a 100 mil brasileiros, a 100 mil vidas que nós vamos ter perdido. Então, acho que ele minimizou isso. Eu acho que ele criou um falso conflito, porque o problema da queda da economia não está atrelada ao isolamento ou ao não isolamento, está atrelada ao vírus.”
Eventual criação da ‘nova CPMF’: “É uma ilusão a gente imaginar que a criação de um novo imposto vai resolver os problemas do Brasil. Nós vinhamos, desde o governo do presidente Michel Temer, fazendo um longo debate e da modernização do Estado brasileiro. […] Acho que a discussão, ela gera uma ilusão de que vamos ter dinheiro para tudo. Não podemos esquecer que o Brasil já gasta muito, que o Brasil já tributa muito, tira quase R$ 40 de cada R$ 100 do que é produzido pelos brasileiros. A nossa discussão está errada. Está dando soluções que não são verdadeiras, do meu ponto de vista.”
Auxílio emergencial: “Nós vamos ter que analisar qual é a proposta que o governo vai encaminhar […] Esse debate deveria estar no Congresso para que todos pudéssemos fazer as contas. Todos sabemos que o auxílio teve um impacto muito importante para a vida dos brasileiros. […] Só que o impacto fiscal é muito grande. O Brasil não suporta continuar com esse mesmo valor [R$ 600]. Precisamos saber qual é a proposta do governo para, baseados nisso, fazermos um debate, saindo da questão emergencial e fazer um debate que seja sustentável dentro do orçamento público brasileiro.”
Meio ambiente: “O governo precisa entender que, se não mudar a política para o meio ambiente, o custo para a sociedade brasileira vai ser muito grande […]. Essa questão do meio ambiente deixou de ser apenas uma questão sobre o ponto de vista de A ou de B. Os investidores decidiram, grande parte deles, que a questão ambiental é uma pré-condição para investimento. [..] É óbvio que essa agenda do meio ambiente [do governo] é uma agenda, do meu ponto de vista, suicida. Se o governo continuar indo para onde vai, é uma agenda suicida, porque o Brasil não vai crescer, nossa economia vai continuar patinando, o desemprego vai crescer mais do que apenas o impacto da pandemia e nós vamos ter muitas dificuldades nos próximos anos. Seria importante que o governo mudasse.
Pará teve a maior redução do número de mortes por Covid-19 no Brasil
DOL
O gráfico apresentados pela TV Globo nesta segunda (3) | Reprodução
O Pará foi o estado que teve o maior número de redução nos casos de morte por Covid-19 no Brasil: 81%.
Os números foram apresentados no Jornal Nacional desta segunda-feira (3).
O dado é fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.
BRASIL
O Brasil registrou 572 mortes em razão da pandemia do novo coronavírus e 18.043 novos casos da doença nesta segunda. O país tem 94.702 óbitos e 2.751.665 infectados com a Covid-19.
O Brasil teve uma média móvel de 995 óbitos diários, menor do que a registrada nas semanas de julho.
Com cinco meses de pandemia, o Brasil tem uma taxa de 44 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos, e o Reino Unido, ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 47 e 69 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.
Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 8 mortes por 100 mil habitantes.
Empresário é morto a tiros na porta de casa no bairro da Sacramenta
Com informações Dinan Laredo/RBA TV
A vítima foi atingida no peito e não resistiu | Via WhatsApp
O empresário Madson José Silva, de 30 anos, foi baleado e veio a óbito, na noite desta segunda-feira (3), por volta das 20h, no bairro da Sacramenta, em Belém.
Madson chegava em casa quando foi atingida pelos disparos. Segundo testemunhas, um carro branco estava o empresário, que era dono de uma loja de materiais de construção e serviços.
A vítima chegou a revidar e também atirou no veículo que o seguia. De acordo com os vizinhos, Madson foi atingido no peito.
O homem chegou a ser socorrido por familiares e vizinhos e levado a um hospital particular na avenida Doca de Souza Franco, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
O cantor era entrevistado pelo repórter paraense Bruno Rodrigues, quando o jornalista começou a tossir. Wanderley, então, levantou e espirrou uma borrifada de álcool entre ele e Bruno.
O apresentador mesmo brincou com os espirros. “Passa, Covid”, disse Bruno.
Wanderley ainda brincou com a cena, fingindo se esconder atrás de uma cadeira.
Atacante é dispensado do Paysandu após um gol com a camisa bicolor
Diario Online
Site Oficial do Paysandu
Mal reiniciou o Campeonato Paraense e o Paysandu anunciou a saída de um atacante do elenco profissional, nesta segunda-feira (3).
O atacante Deivid Souza se reuniu com os dirigentes do clube e acertou a sua rescisão de contrato com o clube bicolor.
Deivid Souza chegou a começar jogando a partida contra o Paragominas no último sábado (1º), porém o rendimento não foi o esperado pelo jogador que está de saída do clube bicolor.
Pelo Papão da Curuzu, Deivid Souza anotou apenas um gol em nove jogos disputados pelo clube.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.