Eleito novo presidente do Supremo Tribunal (STF) em junho, o ministro Luiz Fux tomará posse no cargo na próxima quinta-feira (10) em substituição ao ministro Dias Toffoli, que deixa o comando da Corte após um período de dois anos. A ministra Rosa Weber será a vice-presidente do STF, cargo hoje ocupado por Fux. É uma tradição que o ministro com mais tempo de tribunal e que ainda não tenha ocupado o cargo seja eleito entre os pares para presidir no biênio seguinte.
Em razão da pandemia de covid-19, a cerimônia de posse deverá contar com a presença física de poucas autoridades. Além dos 11 ministros da Corte, foram convidados o presidente da República, Jair Bolsonaro, os chefes do Senado, Davi Alcolumbre(DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), além do procurador-geral da República, Augusto Aras, e do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz.
Um número reduzido de familiares de Fux e Weber e funcionários da Corte também poderão acompanhar a solenidade in loco, com aferição de temperatura na entrada. Não haverá cumprimentos nem recepção após a cerimônia.
A TV e Rádio Justiça farão a transmissão ao vivo da solenidade, que será a primeira majoritariamente virtual.
Currículo
Aos 67 anos, Luiz Fux é doutor pela Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde é professor titular de direito processual civil desde 1995. Com curta carreira na iniciativa privada, foi advogado da multinacional petrolífera Shell entre 1976 e 1978. Foi promotor de justiça do Rio de Janeiro de 1979 a 1982, ingressando, no ano seguinte, na carreira da magistratura fluminense por meio de concurso público, tendo sido juiz de 1983 até 1997, quando foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em 2001, foi indicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ao cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), cargo em que permaneceu até indicação ao Supremo pela ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT). O ministro foi responsável pela elaboração do Código de Processo Civil (CPC), aprovado pelo Congresso em 2015.
“In Fux we trust”
Apesar de ter sido indicado durante um governo petista, o ministro é visto com bons olhos pelos procuradores da Lava Jato. Conforme a Vaza Jato mostrou, em abril de 2016 o procurador federal Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato no Paraná, contou ao então juiz federal Sérgio Moro ter encontrado Fux e que o magistrado disse para “contarmos [a força-tarefa da Lava Jato] com ele para o que precisarmos, mais uma vez”. Moro, então, respondeu: “In Fux we trust” (confiamos em Fux, em inglês).
Imagens fortes! Duas pessoas morrem e três ficam feridas em acidente na BR-316
Com informações de Tiago Silva/Castanhal
Duas pessoas morreram no local e outras três foram socorridas. | Via Whatsapp
Duas pessoas morreram e três ficaram feridas em um grave acidente na noite do último sábado (6), na rodovia BR-316, na altura do bairro Jaderlândia, em Castanhal, no nordeste paraense.
Segundo uma testemunha que prestou depoimento na polícia, o condutor de um veículo vermelho trafegava no sentido Santa Maria-Castanhal, quando o motorista de um outro veículo avançou a preferencial. Para não colidir, ele desviou, mas acabou perdendo o controle e colidiu contra um poste de energia elétrica.
Motorista colidiu contra um poste de energia. Via Whatsapp
Haviam cinco pessoas dentro do veículo. Duas morreram no local e outras três foram socorridas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Castanhal por uma equipe do Corpo de Bombeiros.
As vítimas fatais foram identificadas como Jailton Rodrigo Souza (condutor do veículo vermelho) e Welinton Carlos Matos de Carvalho.
As outras vítimas foram identificadas como Anderson Frota, de 25 anos, que sofreu fratura; Rodrigo Pantoja, de 29 anos e Jeovane do Rosário, de 22 anos, que sofreram escoriações. Apesar da gravidade do acidente, eles não correm risco de morte.
Adolescente de 13 anos e amiga de 21 continuam desaparecidas em Outeiro
Mistério continua. Boatos que circularam neste domingo (6) diziam que Marcela teria aparecido
: Diário Online
Vitória e Marcela continuam desaparecidas. | Reprodução Facebook
A adolescente Vitória Cristina, de 13 anos, e Marcela Tayane, de 21 anos, continuam desaparecidas desde quinta-feira (3), quando saíram para ir à praia no distrito de Outeiro, em Belém. A informação foi atualizada pela polícia após boatos na internet darem conta de que Marcela teria aparecido em casa este domingo (6). Familiares de Vitória também afirmaram que Marcela não havia aparecido.
Segundo familiares de Vitória, a adolescente saiu de casa para encontrar com uma amiga e que depois iriam a praia juntas. Quando a noite caiu e a família tentou ligar para Vitória, a adolescente atendeu aos gritos, pedindo socorro e dizendo que não queria morrer.
A família de Vitória Cristina registrou um Boletim de Ocorrência na sexta-feira (4), na Seccional do Outeiro. A polícia rastreou a localização do aparelho, que apontava para uma chácara conhecida popularmente como “vulcão”, no bairro Itaiteua, ainda no distrito de Outeiro.
Segundo a família de Vitória, ao chegarem no local na sexta-feira os policiais foram impedidos de entrar por não possuírem mandado. No sábado (5) pela manhã os agentes retornaram com o documento, entraram no local, mas nada foi encontrado, segundo a família.
Revoltados com a alegada displicência policial diante dos desaparecimentos, familiares e amigos de Vitória protestaram na noite deste sábado, na ponte do Outeiro. Os manifestantes bloquearam parte do acesso queimando paus e pneus e cobraram mais ação dos agentes envolvidos na investigação dos desaparecimentos.
“Agora eles estão com tudo [a polícia]. Hoje vieram mais de 15 delegados no Outeiro, e eles estão em cima, interrogando pessoas e buscando a verdade. Espero que encontrem nossa Vitória”, diz o tio de Vitória, que preferiu não se identificar.
A Polícia Civil informou que as jovens continuam desaparecidas. A Polícia Militar informou que as buscas para localizar a adolescente e a jovem estão sendo feitas por equipes do Comando de Policiamento da Capital II e que trabalha de forma integrada com a Polícia Civil, responsável pela investigação, para solucionar o caso que é apurado sob sigilo.
A PM reforça que qualquer informação que ajude na localização das desaparecidas pode ser feita via Ciop, pelo número 190. A Polícia Civil informa que até o momento, não há registro oficializado do aparecimento da mulher.
Paysandu é o Campeão Paraense de Futebol 2020 após vencer o Remo
No último minuto, o Papão venceu o clássico e faturou o 48º título
Diego Beckman DOL
| DOL
Com drama e emoção até o fim, o Re-Pa 755 coroou o Paysandu como campeão paraense de 2020 após o time vencer o Remo por 1 a 0, neste domingo (6) e conquistar o seu 48º título estadual, em jogo eletrizante do início ao fim.
O PAYSANDU É CAMPEÃO PARAENSE PELA 48ª VEZ! NA AMAZÔNIA, O REI DA SELVA É UM LOBO! 🐺🏆
O jogo começou com o Remo tomando espaços e o cartão de visita azulino foi o cruzamento de Tcharles, que parou na cabeça de Zé Carlos, se não fosse Micael, o goleiro Gabriel Leite teria mais problemas.
O Paysandu tentava utilizar os chutes de longa distância, mas o clássico começou a ganhar emoção a partir dos 28 minutos: primeiro com Fredson que cabeceia com perigo e depois foi a vez de Nicolas errar a cabeçada, em cobrança de escanteio.
Foi pelo alto que o Remo chegou aos 37 minutos: Tcharles cabeceia e a bola para na trave bicolor, na melhor chance do Leão na primeira etapa.
Aos 39 minutos, Fredson comete faltas seguidas em Nicolas e recebe cartão vermelho deixando o Remo com um a menos, mas mesmo assim, o Leão foi para o ataque e na última chance do primeiro tempo, Gelson chega atrasado em cobrança de escanteio.
SEGUNDO TEMPO
No segundo tempo, o Paysandu começou assustando o rival em finalizações de fora da área, com Vinicius Leite, mas foi Tony que teve a melhor chance: o lateral ficou de frente para o gol azulino e chutou em cima de Vinicius.
O Remo tentava a bola pelo alto, mas não conseguia finalizar as jogadas ofensivas. Somente as bolas paradas de Charles levaram perigo ao gol bicolor.
O Paysandu tentava o gol, mas também teve prejuízo em campo: Luiz Felipe cometeu falta dura e acabou recebendo cartão vermelho, aos 35 minutos de jogo e permitiu o Remo pressionar no último minuto.
Mas assim como na última partida, o Papão matou no final: Vinicius Leite recebe e toca para Anderson Uchoa que chutou, a bola desvia no goleiro e entra dando o 48º título paraense do Papão da Curuzu.
TÍTULO
Além do título, o Paysandu aumenta para 10 o número de jogos de invencibilidade em cima do Remo, com seis vitórias e quatro empates.
Os rivais concentram-se agora totalmente para o Campeonato Brasileiro na Série C. O Paysandu joga na quarta-feira (9), contra a Jacuipense-BA, na Curuzu e o Remo vai até Campina Grande (PB), enfrentar o Treze-PB, na quinta-feira (10).
VEJA OS LANCES
FICHA TÉCNICA
REMO: Vinicius; Everton Castro (Hélio), Rafael Jansen, Fredson e Marlon; Lucas Siqueira, Djalma (Gelson) e Charles; Gustavo Ermel (Carlos Alberto), Tcharles e Zé Carlos (Mimica).
Técnico: Mazola Junior
PAYSANDU: Gabriel Leite; Tony, Perema, Micael (Wesley Matos) e Bruno Collaço (Diego Matos); Anderson Uchoa, PH (Serginho) e Alan Calbergue (Luiz Felipe); Mateus Anderson (Uillian), Nicolas e Vinicius Leite.
Técnico: Hélio dos Anjos
ÁRBITRO: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)
ASSISTENTES: Guilherme Dias (FIFA-MG) e Bruno Raphael Pires (FIFA-GO)
CARTÕES AMARELOS: Zé Carlos, Fredson e Marlon (REM); Micael, Elielton, Uillian e Anderson Uchoa (PSC)
CARTÃO VERMELHO: Fredson (REM)
LOCAL: estádio Olímpico do Pará (Mangueirão) / Belém (PA)
Virou réu no caso “Rodoplan”. Ação Civil promovida pelo Ministério PúblicoPrograma Asfalto na Cidade no governo Simão Jatene
Oprefeito de Bragança, Raimundo Oliveira (PSDB) agora é réu perante a Justiça. Fruto de um processo movido pelo Ministério Público, através de Ação Civil por fraudes em licitações e recebimentos ilícitos em programa “Asfalto na Cidade” do governo do também tucano Simão Jatene, no governo passado, através da empresa Rodoplan. Não só ele o prefeito como parentes seus e outros sócios e secretários estaduais estão envolvidos no processo judicial.
Inicialmente empresa Rodoplan teria como obrigação asfaltar ruas de vários municípios na região denominada Guamá. Segundo a denúncia acatada pela Justiça, vários serviços não foram feitos e os poucos realizados de péssima qualidade, além de recebimentos praticamente antecipados e outros que não precisavam ser feitos, uma vez que a época estavam em condições perfeitas. Próprios funcionários da Secretaria do Estado, a Sedop, em juízo confirmaram para a Justiça, a maracutaia. Esta fraude foi constatada em valor superior a 19 milhões milhões de reais, provocando um rombo no erário estadual.
Diante disto o Juiz João Batista Lopes do Nascimento da 2ª Vara Fazendária Estadual decidiu por mandar bloquear todos os bens do prefeito e de alguns seus familiares como dos sócios da Rodoplan. Tudo isto provocou o processo 0829208-04.2020.8.14.0301 (PJe)por Ação Civil de Improbidade Administrativa, Dano ao Erário e Violação aos Princípios Administrativos.
Trata-se portanto de uma Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa
com pedido de tutela de urgência ajuizada por Ministério Público do Estado do Pará
em face de Rodoplan Serviços de Terraplenagem Ltda. EPP, Patricia da Silva
Oliveira, Arcangela da Silva Oliveira do Rosario, Raimundo Nonato de Oliveira,
Eliena Caroline Ramalho Dias, Lucas de Oliveira Lima, Moisés Batista de Oliveira
Júnior, Adriana Katie Lobato de Oliveira e Carlos Augusto Dias Lobo, visando à
condenação destes às penalidades cominadas no art. 12, II, da Lei n° 8.429/92,
imputando-lhes a prática de atos de improbidade previstos no art. 10, do mesmo
diploma, bem como indenização por dano moral coletivo.
Esclarece a Ação Civil que a Secretaria Estadua expediu Ordens de Serviço para o início das execuções das obras, contratadas por “empreitada global”, mas que não há identificação do nome das vias urbanas nos boletins de medição, tampouco nas Notas Fiscais, o que impede a fiscalização e comprovação da execução dos serviços, bem como não constam registros fotográficos dos logradouros ou vias públicas para demonstração da execução dos trabalhos, o que permite a ocorrência de superfaturamento ou então obra não feita, mas que foi paga pelo Governo Estadual.
Por isto aconteceram diversas reclamações da população acerca da precariedade das obras de pavimentação e recuperação das vias públicas, ou até mesmo de sua ausência.
Irregularidades que apresentaram vícios desde o procedimento da licitação. Tal imprecisão se refletiu no edital da Concorrência Pública nº. 36/2015-SEDOP, que fez referência aos 18 (dezoito) municípios da Região do Guamá, aqui já mencionados, dispondo que a definiçãodas vias urbanas e municípios onde se daria a execução do contrato ocorreriaposteriormente mediante emissão de ordem de serviço. Ou seja, não houvea indicação precisa dos locais das obras.
Ou seja, este absurdo permitia a ausência do referido detalhamento técnico prévio, as empresas tiveram que elaborar suas propostas para asfaltar e revitalizar vias em abstrato, sem saber qual era o serviço, pois não tinham a informação prévia que lhes permitiria conhecer as condições reais das vias, o que, obviamente, influencia diretamente no tipo e na quantidade de materiais a serem utilizados e, obviamente, no valor final da proposta.
No que diz respeito aos pagamentos realizados pela secretaria estadual à empresa Rodoplan Serviços de Terraplenagem LTDA no âmbito do contrato nº. 056/2016-SEDOP, a liberação da maior parte deles foi sem a observância de formalidade essenciais para a comprovação da regular execução dos serviços de recuperação e pavimentação, isto é, sem comprovação real queos serviços foram realizados dentro dos termos acordados nos contrato e dentro das normas técnicas vigentes. A liberação dos pagamentos era realizado tão somente mediante a apresentação dos “boletins de medição” pela empresa contratada sem verificação no local da efetiva prestação do serviço
Diante destas razões e outra o juiz deferiu a tutela de urgência, determinando:
a) A quebra do sigilo fiscal do(s) Réu(s), requisitando-se à Receita
Federal as cópias das Declarações Anuais de Imposto de Renda dos exercícios de
2015 a 2019, e Dossiê Integrado relativo ao mesmo período;
b) A quebra do sigilo bancário do(s) Réu(s) requisitando-se às
instituições em que tiveram contas bancárias, os respectivos extratos no período de
janeiro/2015 a fevereiro/2019, autuando-se os documentos recebidos em autos
apartados;
c) o impedimento, do(s) Réu(s), para licitar, contratar, participar de
chamamento público, formalizar convênios e/ou firmar parcerias com o Poder
Público, em qualquer esfera;
d) a decretação de indisponibilidade de bens do(s) Réu(s), até o
limite de R$19.137.593,64 (dezenove milhões, cento e trinta e sete mil, quinhentos
e noventa e três reais e sessenta e quatro centavos).
Para o cumprimento da ordem de indisponibilidade de bens, determino a
adoção das seguintes providências e critérios:
a) inserção no Cadastro Nacional de Indisponibilidade de Bens;
b) expedição de ofício aos Cartórios de Registros Civis de Pessoas
Jurídicas de Belém/PA, para indisponibilidade de todas as cotas sociais das
empresas lá registradas das quais seja, o indigitado Réu, sócio ou usufrutuário;
c) expedição de ofício à Corregedoria do Tribunal de Justiça do Estado
do Pará, tão somente para ciência e monitoramento;
d) expedição de ofício à Junta Comercial do Estado do Pará – JUCEPA,
para indisponibilidade de todas as ações e/ou cotas sociais das empresas lá
registradas, das quais seja(m), o(s) Réu(s), sócio(s), administrador(es) ou
usufrutuário(s), com remessa a este Juízo dos contratos sociais, no prazo de 5
(cinco) dias;
e) inclusão de restrição de transferência sobre veículos no sistema
RENAJUD, em nome do(s) Réu(s);
f) bloqueio, via sistema BACENJUD, de contas e aplicações financeiras
O governo do Japão anunciou nesta 6ª feira (4.set.2020) que vai arcar com as despesas de vacinação da população contra a covid-19. O plano foi detalhado pelo ministro da Economia, Yasutoshi Nishimura, de acordo com a agência Reuters.
O Japão quer ter uma inoculação abrangente contra a pandemia. Para conseguir as doses necessárias, o governo japonês firmou acordos bilaterais com farmacêuticas estrangeiras que estão testando potenciais vacinas. O país também integra a iniciativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) que visa a acelerar o desenvolvimento da vacina e distribuir doses de forma igual entre as nações participantes.
Além das vacinas, o governo pretende criar 1 fundo de compensação para possíveis efeitos colaterais da vacina.
O país tem se saído bem no combate ao novo coronavírus. Segundo o monitor Worldometer, o Japão tem 70.268 casos confirmados e 1.330 mortes pela doença.
Integrantes do Ministério da Economia avaliam que a verba destinada para a produção de vacinas contra a covid-19 pode ser usada fora do teto de gastos em 2021. A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo neste sábado (5.set.2020).
Em 6 de agosto, o presidente Jair Bolsonaro abriu crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão, por meio de medida provisória, para viabilizar a produção e aquisição de 100 milhões de dose da vacina contra a covid-19,que está sendo desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxfor
O dinheiro foi destinado à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que usará o montante para incorporar a tecnologia desenvolvida pela empresa britânica para fabricar a vacina. Com isso, caso a eficácia do imunobiológico seja comprovada, o Brasil deverá produzir 100 milhões de doses até o 2º trimestre de 2021.
“Assinamos esse protocolo no passado e passamos a fazer parte desse seleto grupo. A nossa contrapartida é basicamente financeira no momento, quase R$ 2 bilhões. Talvez em dezembro ou janeiro exista a possibilidade da vacina e daí esse problema estará vencido poucas semanas depois”, afirmou Bolsonaro, durante cerimônia de assinatura da MP, no Palácio do Planalto.
A VACINA
A vacina é desenvolvida pela Oxford. Foi elaborada por meio da plataforma tecnológica de vírus não replicante (a partir do adenovírus de chimpanzé, obtém-se 1 adenovírus geneticamente modificado, por meio da inserção do gene que codifica a proteína S do vírus SARS-COV-2).
De acordo com o governo, embora seja baseada em uma nova tecnologia, esta plataforma já foi testada anteriormente para outras doenças, como nos surtos de ebola e MERS (síndrome respiratória do Oriente Médio, causada por outro tipo de coronavírus) e é semelhante a outras plataformas da Bio-Manguinhos/Fiocruz, o que facilita a sua implantação em tempo reduzido. A vacina está na Fase 3 de ensaios clínicos, que é a última etapa de testes em seres humanos para determinar a segurança e eficácia.
Emílio Goeldi desenvolve importantes pesquisas sobre biodiversidade
Pryscila Soares/Diário do Pará
Além do parque zoobotânico, a instituição possui uma série de pesquisas relacionadas à preservação da nossa região, fauna, flora, economia e sociedade, sendo a mais antiga em atividade da nossa região. | Ney Marcondes/Arquivo
Hoje (05) todas as atenções se voltam para Amazônia, quando se comemora o dia do maior bioma do Brasil, que abriga uma abundante e rica fonte de recursos naturais, além dos povos tradicionais que habitam nesse espaço. A data mostra a importância de proteger essa biodiversidade, que é fonte de vida para o planeta.
Nesse contexto, diversas instituições se unem em prol dessa causa. Entre elas está o Museu Paraense Emílio Goeldi, que há 154 anos desenvolve ações em prol da conservação da Amazônia, sendo a instituição de pesquisa mais antiga dessa região do país.
As ações que o Museu desenvolve visando a preservação desse bioma são múltiplas: estão ligadas ao conhecimento da biodiversidade, de fauna, flora, socioeconomia, economia verde, estudos de microrganismos, de fármacos para a produção de remédios, conhecimentos tradicionais de populações ribeirinhas e indígenas que podem ser aplicadas na conservação.
Para isso, a instituição se divide em coordenações de botânica, zoologia, ciências da terra e ecologia, museologia e ciências humanas. Todas elas trabalham integradas, gerando e difundindo mundo afora o conhecimento da biodiversidade de forma a cooperar com o desenvolvimento de políticas públicas de conservação nos âmbitos federal e estaduais.
“Existem dentro do Museu, em atividade, centenas de projetos ligados a essa temática. A nível federal, o Museu participou da criação da lista de espécies ameaçadas em extinção no Pará, de animais e plantas. Participamos também, dentro da temática, desenvolvendo pesquisas científicas em Unidades de Conservação, ajudando na elaboração dos planos de manejo, que são instrumentos necessários para a gestão dessas Unidades”, informou o Dr. Leandro Valle Ferreira, biólogo e pesquisador da Coordenação de Botânica do Goeldi.
PROJETOS
Dentre os feitos, Leandro lembra ainda que o Museu trabalhou em vários estados atuando na elaboração de planos de zoneamento ecológico econômico, sendo uma ferramenta de ordenamento territorial para a execução de políticas públicas voltadas ao uso adequado do território, visando conciliar o desenvolvimento econômico com a conservação do meio ambiente. O mesmo ocorreu no Estado do Pará, onde diversas instituições tiveram sua participação e o Goeldi foi responsável pelo levantamento da biodiversidade.
A instituição de pesquisa possui ainda diversos programas de pós-graduação, formando profissionais nas áreas da biodiversidade e evolução, botânica tropical, zoologia, ciências ambientais e ciências humanas.
“Esses programas geram estudos de mestrado e doutorado, aliados com a questão das espécies nativas da Amazônia, o que aumenta e muito o conhecimento sobre a biodiversidade amazônica. Existe ainda o Programa de Iniciação Científica. É interessante porque gera subsídios para que os estudantes avancem na sua formação”, pontuou o pesquisador.
Ele destaca ainda a pesquisa científica realizada nas Unidades de Conservação Estaduais geridas pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio), que é coordenada pelo próprio pesquisador. Trata-se de uma parceria do Governo do Estado, por meio do Ideflor-Bio, com o Museu.
“Nossos estudos tem demonstrado a grande importância das Unidades de Conservação administradas pelo Ideflor-Bio, o Parque do Utinga, a APA Belém e o Refúgio de Vida Silvestre Metrópole da Amazônia. São os últimos fragmentos de floresta nativa dessa região que mantêm resquícios históricos das espécies nativas da região, de antes do seu crescimento populacional”, garantiu Leandro do Valle.
Para além dos projetos, o Museu abriga coleções de plantas de toda a Amazônia, um grande banco de informações das espécies nativas. Abriga ainda a coleção de aves e mamíferos, de invertebrados, acervos museológicos de populações indígenas que remontam a história da Amazônia. Além de coleções paleontológicas. “Você só consegue entender a Amazônia de hoje se entender o seu passado. E conhecendo o seu passado e o presente é possível traçar estratégias para o futuro”, explicou.
Mulher usa super cola na vagina para incriminar ex-namorado
Vanessa relatou que tinha sido sequestrada e abandonada por Ivan
Com informações do Metropoles
Vanessa relatou que tinha sido sequestrada e abandonada pelo ex | Reprodução
Vanessa Gesto, de 36 anos, foi presa em Leon, na Espanha, após usar uma super cola na própria vagina para incriminar o ex-namorado, Ivan Rico, que ainda chegou a ficar preso por vários dias.
Para polícia, Vanessa relatou que tinha sido sequestrada e abandonada por Ivan, além de ter tido a parte íntima colada por ele. Porém, ao longo da investigação, as imagens de câmera de segurança constataram que a mulher forjou o próprio sequestro. Após a descoberta, a italiana foi condenada a 11 anos e oito meses de prisão. Além de ter que pagar 25 mil euros como indenização ao ex-namorado.
A advogada de Vanessa informou que foi enganada e estava se sentindo humilhada. “Sempre acreditei na Vanessa, foi por isso que a defendi”, disse.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.