O MDB do Senado antecipou de quarta-feira (13) para esta terça (12) a escolha do nome que enfrentará Rodrigo Pacheco, do DEM, na eleição para a presidência do Senado.
As articulações desta segunda-feira colocam a senadora Simone Tebet como favorita para ser indicada dentre seus correligionários. O MDB tem a maior bancada, com 13 senadores, e filiará mais dois também nesta terça-feira.
Hoje, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra, do MDB, fez um mapeamento da viabilidade de cada nome do partido e constatou que Simone angaria mais apoios fora da bancada. Seria, portanto, mais competitiva.
Para confirmar o nome de Tebet, Bezerra ainda teria avaliações de cenário com o líder da bancada, Eduardo Braga, que também reivindica a candidatura. Bezerra, que conforme o analista Igor Gadelha antecipou, também pretendia disputar, mas desistiu da candidatura.
O líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes, também se coloca como postulantes, mas o fato de o presidente Jair Bolsonaro ter sinalizado na última sexta-feira que Pacheco é o seu nome na disputa fez a bancada buscar um nome mais independente. Caso de Simone e Braga.
O partido Rede Sustentabilidade apresentou nesta segunda-feira (11) uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) entregue em 72 horas o registro da Coronavac. A substância é produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, em parceria com o laboratório chinês Sinovac Life Science. A Anvisa trabalha com um prazo de dez dias para dar o parecer sobre o uso da vacina a partir da data de recebimento da solicitação, que aconteceu na sexta-feira (8).
A Coronavac é objeto de disputa política entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). O presidente já afirmou mais de uma vez que o governo federal não iria adquirir doses dessa vacina e fez críticas ao tucano, o acusando de aproveitar o imunizante politicamente para ser candidato a presidente em 2022.
Na apresentação sobre os resultados dos testes, o Instituto Butantan informou que a vacina teve uma eficácia de 78% no Brasil. Para casos graves e moderados, a eficácia foi de 100%. Ou seja, nenhum dos vacinados na fase de testes desenvolveu casos graves da doença.
Certificado de Registro de Veículo terá versão digital no Pará a partir de amanhã
Departamento de Trânsito passa por adequação ao formato digital e processo é uma forma de adaptação
Agência Pará
O Detran quer facilitar, com investimentos em tecnologias, o acesso do usuário aos serviços | Alex Ribeiro/Agência Pará
O Departamento de Trânsito do Estado (Detran) oferece, a partir desta segunda-feira (11), a versão digital do Certificado de Registro de Veículo (CRV). A medida obedece à Resolução n° 809, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), válida desde 15 de dezembro de 2020. A documentação tem o mesmo valor legal do impresso em papel moeda, que ainda continuará valendo para quem já o possui, e será expedido exclusivamente no formato eletrônico para os veículos adquiridos a partir do dia 4 de janeiro de 2021.
A adequação do sistema para o novo formato faz parte do processo de digitalização do Detran, informa o diretor de Tecnologia e Informática, Haroldo Alencar. “O Detran, por orientação do governo do Estado, vem trabalhando essa transformação digital dos seus serviços. Trabalhamos para transformar processos que estão de forma manual em informatizados. Caso já esteja informatizado, buscamos trazer para uma plataforma mais acessível”, acrescenta.
No ano passado, além do formato digital da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o Departamento de Trânsito adotou exclusivamente a versão eletrônica do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). Marcelo Guedes, diretor-geral do órgão, explica que o formato digital do CRV é mais uma forma de adequar os serviços prestados a novas tecnologias. “As versões digitais desses documentos buscam a informatização dos processos do órgão, que sempre foram muito voltados para papel e trabalho manual. Essas mudanças visam trazer mais agilidade à prestação dos serviços do Detran. Agora, todos os documentos de veículos são exclusivamente em formato digital”, garante o gestor.
Procedimentos – A principal mudança para a versão eletrônica do Certificado está na desvinculação do Documento Único de Transferência (DUT). Agora, quando o proprietário vender o veículo, terá de solicitar ao Detran a Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e). Após o preenchimento dos dados necessários ao processo, os procedimentos para a finalização continuam sendo o reconhecimento em cartório e a comunicação da venda do veículo – que pode ser realizada de forma presencial ou nos próprios cartórios listados no site do órgão.
Os portadores do CRV físico, emitido até 31 de dezembro de 2020, poderão utilizá-lo apenas mais uma vez, em caso de venda do veículo. Caso ocorra a necessidade da retirada da segunda via do documento físico, será necessário solicitar o atendimento ao Detran para obter o documento, já no formato digital, e também a ATPV-e, caso o proprietário queira transferir o veículo.
O CRV-e estará disponível no aplicativo da Carteira Digital de Trânsito (CDT), além de poder ser acessado pelo site do Detran ou no portal de serviços do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). (Colaboração de Esther Pinheiro).
De acordo com a Gol, cliente foi atendido na área médica após o pouso e, sem sintomas, foi liberado. Companhia disse que reforçou a dedetização da aeronave.
Por G1 Campinas e região
Um passageiro de um voo entre Campinas (SP) e Fortaleza (CE) foi picado por um escorpião dentro do avião na noite desta sexta-feira (8). O caso foi confirmado pela companhia aérea neste sábado (9). De acordo com a Gol, o cliente foi atendido por equipe médica após o pouso no aeroporto da capital cearense e, sem apresentar sintomas, foi liberado.
O fato ocorreu durante o voo G3 9185, que decolou do Aeroporto de Viracopos. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o escorpião que teria picado o passageiro.
Em nota, a companhia aérea informou que realizou um reforço da dedetização da aeronave após o episódio e que está em contato com o cliente para oferecer o suporte necessário.
Veja nota na íntegra:
“A GOL informa que, durante o voo G3 9185 (Campinas – Fortaleza), realizado ontem (8), um passageiro relatou ter sido picado por um escorpião encontrado a bordo.
A Companhia, prontamente, ofereceu assistência médica ao Cliente, que não apresentou sintomas e foi liberado do posto médico.
A empresa ressalta ainda que já realizou um reforço da dedetização da aeronave e que conta com procedimentos rígidos de limpeza e higienização de seus aviões.
A GOL lamenta o ocorrido e informa que está em contato com o Cliente para oferecer todo o suporte necessário.”
Imagem de avião da Gol de 2017 — Foto: Celso Tavares/G1
Segundo Dimas Covas, a expectativa do instituto e do ministério é que a distribuição da Coronavac para todos os estados comece em um prazo entre 24 e 48 horas depois que a Anvisa liberar uso emergencial. Distribuição no país deverá ser feita de forma proporcional, segundo critérios demográficos e número de pessoas nas faixas de risco.
Por G1 SP — São Paulo
09/01/2021 17h01 Atualizado há 33 minutos
Dimas Covas: “Vacinas produzidas pelo Instituto Butantan serão adquiridas pelo Governo Federal e serão distribuídas de forma proporcional”
“Ontem de noite tive reunião com os técnicos do Ministério da Saúde. No momento, o Butantan tem 6 milhões de doses e serão incorporadas pelo ministério, a medida que houver liberação do uso emergencial. Essas vacinas serão distribuídas por todos os estados de forma proporcional, obedecendo critérios demográficos e número de pessoas nas faixas de risco. Todos os estados serão atendidos. Com essas e mais 2 milhões vindo pela FioCruz. Teremos em janeiro 8 milhões de doses para iniciar a campanha [nacional] de vacinação”, afirmou ele.
“Espera-se que isso comece tão logo a Anvisa libere. Em 24 a 48h depois que a Anvisa liberar, eles já teriam condição de começar a vacinação”, declarou Dimas Covas em evento do Centro Universitário Claretiano em Batatais, interior de São Paulo.
O próprio Instituto Butantan informou, em nota, que “os contratos firmados com o Ministério da Saúde possuem cláusula de exclusividade” e “a partir do momento em que o Butantan fornece as doses ao órgão federal, cabe ao Programa Nacional de Imunizações distribuí-las aos estados, conforme os quantitativos solicitados pelas Secretarias de Saúde, inclusive a de São Paulo”.
“O contrato de exclusividade vale para o Brasil, não impactando na negociação para o fornecimento da vacina do Butantan a outros países. As 46 milhões de doses que serão fornecidas ao Ministério da Saúde incluem as 10,8 milhões que foram adquiridas da biofarmacêutica Sinovac e já estão em solo brasileiro”, disse a instituição neste sábado (9).
Butantan vai fornecer 46 milhões de doses de vacina até abril
Na quinta-feira (7), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou que a pasta compraria 100 milhões de doses da vacina CoronaVac,. O contrato prevê a entrega de 46 milhões de doses até abril e a opção de compra de mais 54 milhões de doses.
Segundo o ministério, em reunião nesta sexta-feira (8), “representantes do Ministério da Saúde e do Instituto Butantan acertaram que a totalidade das vacinas produzidas pelo laboratório paulista serão adquiridas pelo Governo Federal”.
A pasta afirmou também que os “brasileiros de todo o país receberão a vacina simultaneamente, dentro da logística integrada e tripartite, feita pelo Ministério da Saúde e as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde”.
Nos próximos dias, de acordo com o ministério, haverá uma reunião entre o ministro Pazuello e representantes dos secretários estaduais e municipais de saúde para detalhamento da logística de distribuição e do calendário da campanha de vacinação.
Instituto Butantan pede à Anvisa autorização para uso emergencial da coronavac
De acordo com o Butantan, o pedido de uso emergencial foi para as 6 milhões de doses que chegaram prontas da China e que fará um novo pedido para as doses envasadas no instituto em São Paulo. A solicitação foi feita durante uma reunião virtual, por causa da pandemia, às 9h34, segundo o Instituto Butantan. A Anvisa diz que já iniciou a triagem da documentação entregue.
“As primeiras 24h serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e checar se todos os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode pausar o prazo e solicitar as informações adicionais ao laboratório”, afirmou a Anvisa, em nota.
Anvisa recebe pedido de uso emergencial do Butantan
A agência diz que a análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar, e envolve especialista das áreas de registro, monitoramento e inspeção.
O resultado final do estudo sobre a eficácia é a última etapa necessária para que a Anvisa analise o pedido de autorização de uso da vacina na população brasileira.
Caso a agência de vigilância identifique a pendência de alguma informação na documentação enviada, o prazo de análise pode ser superior aos 10 dias. “A meta da Anvisa é fazer a análise do uso emergencial em até 10 dias, descontando eventual tempo que o processo possa ficar pendente de informações , a serem apresentadas pelo laboratório”, diz em nota.
Caixa da Coronavac, vacina contra a Covid-19, em frente à sede do Instituto Butantan em São Paulo. — Foto: Aloisio Mauricio/Estadão Conteúdo
A Anvisa afirmou ainda que “atua, conforme os procedimentos científicos e regulatórios, os quais devem ser seguidos por aqueles que buscam o a autorização de vacinas para serem utilizadas na população brasileira.”
No entanto, não foi divulgada a taxa de eficácia global, ou seja, não foi informado quantos voluntários que tomaram a vacina foram contaminados pela Covid-19 e nem quantos ficaram doentes após tomarem o placebo.
CoronaVac tem eficácia de 78% em testes feitos no Brasil, diz governo de SP
Segundo Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, o pedido de registro definitivo da vacina será feito posteriormente pelo laboratório chinês Sinovac, mas não informou a data exata.
“O pedido de registro da vacina será feito pela Sinovac. A Sinovac recolhe os dados dos estudos da vacina e é ela que submete o pedido oficialmente lá, na NMPA, que é a Anvisa chinesa, e imediatamente o mesmo pedido se estende ao Brasil e a outros países”, afirmou nesta quinta (7).
Segundo a Anvisa, o prazo para a análise do registro definitivo é feita em até 60 dias.
Os principais pontos do uso emergencial das vacinas são seguintes:
Cada pedido deve ser feito pela empresa desenvolvedora e será analisado de forma independente;
Decisão será tomada pela Diretoria Colegiada da Anvisa;
Serão considerados estudos não-clínicos e clínicos (em humanos);
Serão itens avaliados: qualidade, boas práticas de fabricação, estratégias de monitoramento e controle, e resultados provisórios de ensaios clínicos;
Empresa interessada deverá comprovar que a fabricação e a estabilidade do produto garantem a qualidade da vacina;
Estudo clínico na fase 3 – última etapa de testes – deve estar em andamento e conduzido também no Brasil;
Vacina com uso emergencial liberado não pode ser comercializada, ela só pode ser distribuída no sistema público de saúde;
Liberação de uso emergencial pode ser revogada pela Anvisa a qualquer momento.
A concessão estabelecida pela Anvisa segue o modelo de autorizações emergenciais adotadas em outros países, como Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, e vale apenas para o período de pandemia e até a vacina receber o registro definitivo.
Caso a vacina seja aprovada, profissionais da saúde, indígenas e quilombolas devem receber as primeiras doses, seguidos por idosos com mais de 60 anos.
O documento prevê o fornecimento de 46 milhões de doses, em quatro entregas até o dia 30 de abril. Há ainda a possibilidade de o órgão federal adquirir do instituto outras 54 milhões de doses, totalizando 100 milhões.
Cada dose da vacina custará R$ 58,20 e o valor total do contrato é de R$ 2,6 bilhões.
O pagamento somente será realizado após a obtenção do registro ou autorização para uso emergencial junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O contrato também prevê que o Ministério da Saúde “terá o direito de exclusividade na aquisição de doses da vacina”, podendo autorizar “em caráter excepcional a comercialização” para terceiros. Para isso, deverá ser “notificada formalmente sobre a intenção de venda com antecedência mínima de 20 dias.”
‘Lei Covid’
Como já foi dito, a utilização de uma vacina contra a Covid-19 no Brasil depende da aprovação pela Anvisa. A permissão pode ser conseguida, basicamente, por dois caminhos. O primeiro está diretamente ligado aos dois tipos de registro (tradicional ou emergencial), explicado acima, e a segunda possibilidade é baseada na chamada “Lei Covid” aprovada na Câmara dos Deputados, que libera o uso se o imunizante tiver aval expedido por uma agência do exterior, independentemente de registro pela Anvisa.
Anvisa – registro definitivo: os desenvolvedores submetem o pedido de registro à Anvisa apenas após concluírem as 3 fases de testes da vacina. Para acelerar o trâmite, a agência criou o procedimento de submissão contínua de dados.
Anvisa – uso emergencial: permite aos desenvolvedores enviarem os dados que comprovem eficácia e segurança antes de terminarem a fase 3 da vacina;
Lei Covid – Prevê que a Anvisa terá o prazo de 72 horas para conceder a autorização caso o imunizante tenha conseguido registro no Japão, nos EUA, na Europa ou na China. Caso o prazo não seja cumprido e a Anvisa não se manifeste, a autorização é concedida automaticamente.
Produção da vacina
O acordo do Governo de São Paulo com a Sinovac prevê a compra de 46 milhões de doses, sendo 6 milhões já prontas e 40 milhões que serão processadas no Brasil a partir de matéria-prima chinesa.
No total, o governo de São Paulo recebeu até agora da China o equivalente a 10,8 milhões de doses da CoronaVac, considerando os lotes de vacina já pronta para aplicação e os de insumos que serão envasados pelo Instituto Butantan. Segundo o governo, mais 35 milhões de doses devem ser recebidas até fevereiro.
Uma nova fábrica está sendo construída pelo Butantan para produção da vacina em território nacional. A previsão é que, quando pronta, ela seja capaz de produzir até 100 milhões de doses da CoronaVac por ano.
No fim de dezembro, a Anvisa publicou a certificação de Boas Práticas de Fabricação para a fábrica da CoronaVac na China. A conclusão foi feita pela equipe da Anvisa que viajou ao país para inspecionar a produção da farmacêutica Sinovac. O certificado tem validade de dois anos e é um do pré-requisitos tanto para o processo de registro da vacina no Brasil, quanto para o pedido de autorização para uso emergencial.
Eficácia da vacina
O estudo conclusivo mede a taxa de eficácia do imunizante comparando quantos casos confirmados ocorreram nos voluntários que receberam placebo e quantos naqueles que tomaram a vacina. A taxa mínima de eficácia recomendada pela Anvisa é de 50%.
No final do ano passado, a Turquia informou publicamente ter chegado ao percentual de 91,25% de eficácia da CoronaVac em testes preliminares feitos com 1,3 mil voluntários.
Irmãos saem para caçar e desaparecem em floresta no interior do Pará
Os dois se perderam durante caça e a situação preocupa, pois o local é conhecido pela presença de onças e animais peçonhentos
Waldemir Santos/RBATV
Área da floresta onde fica a cachoeira do Aruã | Reprodução
Dois irmãos, sendo um de 18 e outro menor de 9 anos de idade, saíram para caçar, na última quinta-feira (7), e desapareceram nas matas da comunidade de Cachoeira do Aruã distante de Santarém cerca de 12 horas de viagem.
Segundo informações colhidas no local, a caça é tarefa rotineira na vida dos dois identificados como David Sena e João Denver.
Hoje, ainda pela madrugada, uma equipe do Corpo de Bombeiros de Santarém foi deslocada para dar início às buscas, pois até então a procura estava sendo feita apenas pelos comunitários.
A localidade é de mata fechada, cheia de rios ,cachoeiras e tem presença de onças e muitos animais peçonhentos.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi ao Twitter neste sábado (9) e chamou Jair Bolsonaro de “covarde”. A crítica aconteceu após matéria da Veja divulgar que o chefe do Executivo culpa o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, por sua perda de popularidade e pelo atraso da vacina.
Segundo a Veja, durante reunião ministerial, Bolsonaro teria dito “meio brincando, meio à vera”, que a covid-19 “baqueou Pazuello e que ele não dá conta de mais nada”. Ainda de acordo com a nota da revista, o clima para ministro só melhorou após ter atacado a imprensa durante coletiva para detalhamento sobre a medida provisória da vacina.
Essa semana, o candidato à presidência da Câmara de Maia, Baleia Rossi (MDB-SP), lançou oficialmente sua campanha. Participaram do evento nomes como o líder da maioria, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), o presidente do PSL, Luciano Bivar, o líder do PSB, Alessandro Molon, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
A aliança do emedebista é composta de 11 partidos. São eles: MDB, PSDB, DEM, PT, PSL, Cidadania, PV, PSB, PDT, PCdoB e Rede. No entanto, 38 deputados do PSL abandonaram a Baleia e embarracaram na campanha de Arthur Lira (PP-AL), candidato de Jair Bolsonaro.
O Ministério da Saúde disse neste sábado (9.jan.2021) que a vacina contra o coronavírus produzida pelo Instituto Butantan será distribuída para todos os Estados. As 100 milhões de doses adquiridas serão incorporadas ao Plano de Operacionalização de Vacinação contra a covid-19.
O anúncio foi feito depois que o governo do Estado de São Paulo divulgou que a vacina reduz em 78% o risco de contrair covid-19. Segundo as autoridades paulistas, o imunizante preveniu totalmente mortes pela doença e foi 100% bem-sucedido ao impedir que os infectados desenvolvessem casos graves e moderados da doença.
O Instituto Butantan desenvolve a vacina contra a covid-19 em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. O presidente Jair Bolsonaro é crítico do imunizante.
A vacinação será feita de forma simultânea, segundo a pasta, dentro da logística integrada do ministério e secretarias estaduais e municipais.
O Ministério da Saúde disse que, além da vacina produzida pelo Butantan, outros imunizantes adquiridos ou em negociação pela pasta seguirão o mesmo caminho, desde que tenham aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), garantindo a segurança e eficácia.
“Os Estados receberão as doses em quantidade proporcional à sua população e farão a distribuição aos 5.570 municípios brasileiros, de forma que todas as salas de vacinação do país recebam as vacinas o mais rápido possível”, afirmou a pasta.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recebeu na 6ª feira (8.jan.2021) o pedido de autorização para uso emergencial e em caráter experimental da CoronaVac.
A campanha deve começar tão logo os imunizantes recebam autorização da agência para uso emergencial ou o registro definitivo. A aplicação será feita de forma gratuita para a população.
Também na reunião entre representantes do governo e do Butantan, foi acertado um novo encontro para os próximos dias, do qual participam o ministro Eduardo Pazuello (Saúde), e representantes dos Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais e de Secretários Municipais de Saúde para detalhamento dos próximos passos da logística e calendário da campanha.
O secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse na 6ª feira (8.jan.2021) que São Paulo não abre mão de iniciar a vacinação contra a covid-19 a partir de 25 de janeiro.
O governo de São Paulo divulgou na tarde de 5ª feira (7.jan.2021) um vídeo promocional do Instituto Butantan com o que seriam os bastidores da revelação da taxa de eficácia da CoronaVac contra a covid-19.
Rebanho paraense se destaca pela genética e pela carne produzida
O rebanho bovino paraense é o quarto maior do brasil, mas se destaca pela qualidade genética e da carne produzida, além do potencial para a produção de derivados
Laís Azevedo/Diário do Pará
Sidney Oliveira/Agência Pará
rebanho bovino nacional voltou a se recuperar após dois anos consecutivos de queda. Com leve alta (0,4%) em 2019, o número de reses no país chegou a 214,7 milhões. Mato Grosso segue na liderança, com 31,7 milhões de cabeças de gado, respondendo por 14,8% do rebanho nacional, mas o município com a maior quantidade de bovinos foi São Félix do Xingu, no Pará, com 2,2 milhões de cabeças de gado. No estado todo, o rebanho chegou à marca de 20,8 milhões, sendo o quarto maior do Brasil.
A diretora Brenda Caldas, da Sedap, destaca que há uma oscilação natural do mercado do boi. Dependendo de quanto está custando a arroba. O município de São Félix do Xingu já lidera o ranking desde 2014. “Quando a gente faz uma análise atual do mercado, de acordo com os dados do IBGE, vemos que o município de São Félix é o líder e ele fica bem a frente do segundo com mais ou menos 500 mil cabeças. Ele tem um bom saldo”, aponta diretora. E destaca ainda que Marabá é o segundo maior município quando o assunto é bovinos no Pará. “A carne está na base da alimentação do brasileiro. Ela vem ganhando muito espaço no mercado externo. O nosso gado, do Pará, tem uma característica peculiar que é chamada boi verde. A gente cria basicamente ele em pasto”, ressalta ainda.
O rebanho paraense se distingue pelo seu elevado padrão genético, assim como pela qualidade da carne que produz. Em se tratando de padrão sanitário, o Pará goza do status de Certificação Internacional de Área Livre de Aftosa com vacinação. O Pará destaca-se ainda na exportação de boi vivo, sendo o maior exportador do país, apresentando, também, grande potencial na produção de carne, couro, leite e seus respectivos derivados.
Destaque
Há sete anos, Altair Burlamaqui e Brenno Borges davam início à produção de carne a partir da recria e engorda de fêmeas. Mas, hoje, são melhoradores de gado comercial, fornecem animais vivos para exportação e, acima de tudo, se consolidaram produtores de carne gourmet. A Fazenda Carioca, em Castanhal, representa um complexo de três propriedades próximas, com 1,2 mil hectares para pastagens e lavoura de capim para silagem destinada ao confinamento, atualmente com capacidade para 600 cabeças por vez.
Repórter recebe notícia da morte da esposa ao vivo na TV; veja o vídeo
Jornalista se emocionou ao transmitir a informação. O vídeo não é recomendado para pessoas sensíveis.
Diário Online
m repórter de televisão colombiana passou por uma situação dolorosa ao anunciar a morte de uma enfermeira vítima do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no dia 30 de dezembro, em Cúcuta, na Colômbia .
O jornalista Carlos Adolfo Méndez recebeu a informação de que Alba Victoria Bermúdez, sua esposa e mãe de seu filho havia falecido em decorrência da Covid-19.
Confira o momento em que o repórter se emociona com a notícia:
“Acabou de falecer a enfermeira Alba Victoria Leguizamón Bermúdez, ela lutava contra a Covid-19. Ela era a mãe do meu filho, infelizmente ela perdeu a vida”, disse Méndez em frente às câmeras, visivelmente emocionado.
Segundo o jornal argentino Clarín, Alba trabalhava no mesmo hospital há 33 anos,e foi testada positiva para a Covid-19 há duas semanas. Desde então, apresentou sintomas graves do vírus, e acabou não resistindo.
“Temos que ser fortes quando se vai algum ente querido, como no meu caso”, finalizou o repórter Carlos Adolfo.
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Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.