PESQUISA

3 de novembro de 2021 at 20:14

Reprovação de Jair Bolsonaro segue acima de 50%

A pesquisa realizada pela Ipespe e financiada pela XP Investimentos revelou os números sobre o que a população acha do presidente há cerca de 11 meses das eleições.

 quarta-feira, 03/11/2021, 16:23 – Atualizado em 03/11/2021, 16:23 –  Autor: Com informações do Ig


Bolsonaro mantêm índice de rejeição alto há mais de três quatro meses Bolsonaro mantêm índice de rejeição alto há mais de três quatro meses | Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil .

A pesquisa eleitoral feita pelo Datafolha, em maio deste ano, mostrou que 49% das pessoas são favoráveis ao impeachment do presidente Jair Bolsonaro e 46% são contrários à saída dele do cargo dessa forma. Os índices representaram um empate técnico dentro da margem de erro. 

A reprovação do atual governo segue, segundo pesquisa realizada pela Ipespe e financiada pela XP Investimentos com números nada favoráveis ao atual chefe do executivo brasileiro. 

De acordo com informações do IG, a pesquisa mostra que 54% dos brasileiros consideram a atuação do governo federal ruim ou péssima. Em setembro, esse número era de 55%. 

O número de reprovação da maneira que Bolsonaro conduz o país, está acima de 50% desde junho. 

Ainda segundo a pesquisa, o favorito para vencer as próximas eleições presidenciais em 2022 é o petista Luis Inácio Lula da Silva (PT), que possui 50% das intenções de voto. Bolsonaro, por sua vez, teria 32% dos votos válidos.

JÁ PENSASTE?!

3 de novembro de 2021 at 10:48

Jovem fica com unha amarela após contato com piolho de cobra

Segundo a jovem, apesar do susto ela não sente dores, mas deixa o alerta.

 quarta-feira, 03/11/2021, 08:49 – Atualizado em 03/11/2021, 08:49 –  Autor: Com informações do Portal Ric Mais


Apesar do nome, o piolho-de-cobra não é venenoso. Apesar do nome, o piolho-de-cobra não é venenoso. | Reprodução/Instagram .

Na última sexta-feira (29) repercutiu na web o caso de um jovem que ficou com o pé roxo e a unha do dedo amarela após ter contato com um piolho-de-cobra. Mas você sabe o que é isso? 

O piolho-de-cobra é da classe dos diplópodes (patas duplas) e não são venenosos. Apesar do nome, não é um piolho de verdade e muito menos é encontrado em cobras. Os piolhos-de-cobra também são confundidos com as lacraias, mas se comparados há muitas diferenças.

A jovem Thassynara Vargas de 25 anos levou um susto e precisou ser examinada por três médicos diferentes após ter contato com um piolho-de-cobra. A unha do dedão da moça ficou amarela e a pele ao redor ficou roxa.

Segundo a jovem, que é do Rio de Janeiro (RJ), na última sexta-feira (29) ela foi trabalhar e, ao chegar, percebeu que o animal estava dentro de seu tênis.

“Sexta de manhã eu me arrumei normalmente e calcei o tênis e fui trabalhar, demorei cerca de 10 minutos até a loja. Chegando lá, notei que tinha um bicho no meu sapato, quando bati o tênis vi que tinha um gongolo, matei ele, calcei o tênis novamente e segui com o meu dia”, relatou.

A noite, ao voltar para casa, ela entrou “em desespero” ao ver que parte de seu pé estava com outra cor.

“Comecei a gritar! A pedir socorro! Minha mãe me colocou no box, comecei a lavar o pé com sabão e nada dessa ‘macha’ sair. Liguei para o meu namorado e logo corremos para o hospital!! Chegando lá a médica ficou sem saber o que fazer também, porque nunca tinha visto isso antes, fui avaliada por 3 médicos para que eu saísse de lá com alguma resposta. E fui informada que teria que cuidar direitinho da ferida, pois esses bichos soltam uma substância que queima a pele e essa secreção que eles soltam necrosa a pele, essa parte que está preta, pode descamar, eu posso perder a unha, mas disse que está tudo dentro do normal. Agora é observar os próximos dias, isso pode durar de 7 a 15 dias”, descreveu.

A jovem afirmou que não sente dores, mas deixa o alerta: “[…] sempre antes de colocar um sapato fechado, olhem, batam o calçado no chão, prestem muita atenção antes de calça-los. Por favor tomem muito cuidado!!”, pediu ela.

A jovem publicou o caso nas redes sociais. Na última segunda-feira (1), ela afirmou que seu pé já estava com outra cor e havia melhorado.

O caso da jovem logo viralizou na internet e deixou muitas pessoas em alerta, mas você sabe o que acontece quando há contato com o animal?https://8d33db28b09625eaf1e09cfab5f2d087.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

De acordo com o Instituto Butantan, ao ser esmagados, os piolhos-de-cobra liberam toxinas que podem manchar a pele, deixando-a com o tom roxo.

Além disso, quando se sente ameaçado, o piolho-de-cobra exala um cheiro muito forte (cianeto de hidrogênio) para espantar seus inimigos.

Caso haja contato com o animal, o recomendado é lavar bem a área lesionada com água e sabão.

Mas onde os piolhos-de-cobra vivem?

Em locais úmidos e com abundante matéria orgânica em decomposição (folhas, madeira apodrecida e outros). Podem ser encontrados em parques, jardins e até mesmo em vasos de planta dentro de casas. Os piolhos-de-cobra se alimentam de vegetais mortos.

Existe uma forma de evitar os piolhos-de-cobra em casa?

Apesar de serem inofensivos, eles se reproduzem com uma certa facilidade. A melhor maneira de evitar o aparecimento de piolhos-de-cobra é manter o espaço sempre limpo, livre de matérias orgânicas em decomposição e a casa arejada e bem iluminada.

Quando o animal já foi detectado no ambiente, é necessário a utilização de inseticidas químicos para combater a sua proliferação.

INVESTIMENTO

3 de novembro de 2021 at 08:44

Fundo Amazônia tem a adesão de dez Estados; saiba mais!

Fundo Amazônia tem a adesão de dez Estados; saiba mais!

 quarta-feira, 03/11/2021, 08:12 – Atualizado em 03/11/2021, 08:11 –  Autor: Agência FAPESP


Imagem ilustrativa da notícia Fundo Amazônia tem a adesão de dez Estados; saiba mais! | Ag. Brasil .

Secretários da área de ciência e tecnologia de dez Estados brasileiros e representantes das respectivas fundações de amparo à pesquisa (FAPs) reúnem-se quinta-feira (04/11), em Brasília, para os acertos finais do lançamento do edital Fundo Amazônia +10, uma iniciativa conjunta de São Paulo, Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação na Amazônia Legal.

O Fundo se inicia com a determinação da FAPESP de alocar até R$ 100 milhões para projetos de pesquisadores paulistas, em colaboração com pesquisadores da região Norte, orientados à conservação da biodiversidade e mudanças climáticas, à proteção de populações e comunidades tradicionais, aos desafios urbanos e bioeconomia como política de desenvolvimento econômico na região da Amazônia Legal. O valor do investimento poderá chegar a R$ 500 milhões com a adesão de governos, empresas e organizações internacionais.

O lançamento do Fundo Amazônia +10 foi anunciado pela secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patrícia Ellen, durante evento on-line na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, (COP-26) em Glasgow, na Escócia, no dia 1º de novembro, na presença do governador João Doria, de secretários da área de ciência, tecnologia e inovação de nove Estados da região e dos presidentes da FAPESP, Marco Antonio Zago, e do Conselho das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), Odir Dellagostin, entre outros. Na reunião, o secretário de Ciência e Tecnologia do Pará, Carlos Maneschy, anunciou aporte de recursos ao Fundo de até R$ 20 milhões.

“Temos aqui a união dos nove Estados da Amazônia Legal e de São Paulo. A FAPESP, nas últimas décadas, foi a Fundação de Amparo à Pesquisa que mais investiu em ciência e tecnologia na Amazônia Legal. Esse investimento pode ser otimizado se passarmos a trabalhar de forma conjunta”, afirmou Patrícia Ellen, referindo-se a um total de R$ 655 milhões que a FAPESP destinou a mais de 3 mil projetos de pesquisa na região desde 1994. O edital Fundo Amazônia +10 priorizará projetos patrocinados por, ao menos, três Estados da região.

O presidente da FAPESP lembrou que a Fundação tem uma história de mais de duas décadas de apoio à pesquisa em energia limpa, biodiversidade, mudanças climáticas, região amazônica e sustentabilidade. “Vamos fazer juntos”, afirmou. “Vivemos num único mundo, todos ligados ao futuro do mesmo planeta: países ricos, países pobres, países em desenvolvimento, Estados da Amazônia, Estados do Sul e Sudeste. Poluição e mudanças climáticas não respeitam divisões geográficas. As soluções para preservar florestas tropicais, melhorar as condições de vida das populações que vivem nesta vasta parcela do Brasil e, também, para frear as mudanças climáticas virão, em grande parte, da ciência.”

Rafael Pontes Lima, secretário de Ciência e Tecnologia do Amapá, afirmou que é fundamental que a ciência e tecnologia transformem o enorme potencial da região. “Conhecemos os problemas. Integrados a São Paulo, poderemos resolver juntos.”

“É hora de ação”, disse o secretário de Ciência e Tecnologia do Pará. “Não há outro caminho que não seja a partir do conhecimento científico para empreendedores para dar escala. Precisamos criar redes de empresas e empreendedores para gerar riqueza e renda e melhor qualidade de vida para nossa população.”

De acordo com o presidente do Confap, que também preside a FAP do Rio Grande do Sul, a iniciativa já tem apoio de outros Estados, não só os da Amazônia legal. “Fazemos pesquisa qualificada. A situação da Amazônia merece a nossa atenção e precisamos colocar a ciência a serviço do desenvolvimento sustentável.”

O FUNDO AMAZÔNIA +10 

Buscando ampliar seu papel histórico no apoio à pesquisa voltada para a sustentabilidade, a FAPESP está engajada na estruturação de um Fundo de Pesquisa para apoiar projetos e a formação de recursos humanos em temas relacionados à Amazônia, com foco na biodiversidade, nas mudanças climáticas, na bioeconomia e em contribuições da ciência e da tecnologia para a melhoria das condições de vida das populações.

O Fundo é uma iniciativa conjunta do Fórum de Secretários Estaduais de Ciência e Tecnologia e do Fórum das Fundações de Amparo à Pesquisa, envolvendo nove Fundações da região Norte.

Esta iniciativa é um desdobramento de ações anteriores da FAPESP, a exemplo do Memorando de Entendimento para Cooperação em Ações de Ciência, Tecnologia e Inovação, assinado em 2017 por 23 FAPs, por sugestão da FAPESP, que resultou em 14 editais conjuntos de pesquisa colaborativa cofinanciadas pela FAPESP e outras Fundações.

Promover a colaboração nacional e internacional é missão central das agências de pesquisa, e no caso da FAPESP a cooperação de pesquisadores de diferentes Unidades da Federação é uma prioridade. O percentual das publicações científicas com autores de São Paulo que também incluíam coautores de outras Unidades da Federação passou de 13% para 34% do total das publicações de São Paulo, entre 1995/97 e 2015/17. Estas publicações são mais citadas, em média, do que aquelas sem colaboração.

A FAPESP sempre teve um papel relevante no financiamento à pesquisa de temas relacionados à Amazônia. De 1994 a 2021 a FAPESP alocou, em valores atualizados, R$ 654,9 milhões em projetos relacionados aos temas Amazônia ou Florestas Tropicais: foram 2.056 bolsas e 1.083 auxílios.

Neste momento crítico da vida nacional, em que a imagem e o impacto das ações do país na agenda mundial de sustentabilidade, clima e defesa do ambiente têm sofrido muito desgaste, é responsabilidade dos cientistas, das agências de apoio à pesquisa e dos governos responsáveis assumir ações que reflitam o engajamento da ciência brasileira para preservação do planeta. Convocamos toda a comunidade científica e empresarial paulista para participar desse movimento!

MPPA executa prefeitura de Altamira

2 de novembro de 2021 at 11:53

novembro 1, 2021

Fonte: Uruá- Tapera

A Promotora de Justiça de Direitos Constitucionais Fundamentais, Ações Constitucionais, Defesa da Probidade Administrativa e Fazenda Pública de Altamira, Renata Cardoso, está executando a Prefeitura e o prefeito de Altamira, Claudomiro Gomes, por descumprimento de Compromisso de Ajustamento de Conduta (CAC) firmado em abril deste ano, no qual o gestor firmou acordo inédito de transparência no uso dos royalties da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

Em ação de Execução de Título Extrajudicial, a representante do Ministério Público do Estado do Pará alega o descumprimento de três itens do CAC: o prefeito não enviou os extratos mensais, não fez publicidade das transferências realizadas da conta bancária indicada e não disponibilizou planilha detalhada acerca da destinação das verbas dos royalties através de link da internet.

Foi instaurado no âmbito da 5ª PJ de Direitos Constitucionais Fundamentais, Ações Constitucionais, Defesa da Probidade Administrativa e Fazenda Pública de Altamira o Procedimento Administrativo nº 05/2019 porque os Portais da Transparência dos Municípios de Altamira e Vitória do Xingu indicavam que estes, desde 2016, já haviam recebido a título de quota-parte da compensação financeira (royalties) pelo funcionamento da usina hidrelétrica de Belo Monte o total de R$47.686.459,00 (quarenta e sete milhões seiscentos e oitenta e seis mil quinhentos e cinquenta e nove centavos), o que apontava a necessidade de o Ministério Público acompanhar e fiscalizar, de forma continuada, as atuações das respectivas Prefeituras e prefeitos na aplicação desse dinheiro.

O prefeito Claudomiro Gomes assumiu o compromisso de adotar medidas que garantissem a máxima transparência de todos os recursos recebidos pelo Município de Altamira a título de royalties decorrentes das atividades de exploração de recursos hídricos ou minerais, dentro dos seus limites territoriais.

Inclusive, em encontro realizado em junho, o prefeito e a prefeitura foram advertidos pela Promotoria de Justiça, que chegou a conceder um novo prazo, pedido ao MPPA para reunir as informações, mas de novo não foram enviadas. Agora o MPPA requer o cumprimento do estabelecido no CAC, acrescido da multa para cada dia de atraso da entrega, além de multa correspondente aos dias de atraso já vigentes, como consta no CAC, resultando em R$1.738.648,72.

POLÊMICA

1 de novembro de 2021 at 15:32

Padre abre jogo após posar sem camisa e deletar foto: “tabu”

O sacerdote que celebra missas no Pará é seguido por anônimos e famosos, como Juliette e Rafael Portugal.

 segunda-feira, 01/11/2021, 11:34 – Atualizado em 01/11/2021, 11:34 –  Autor: Com informações do portal Metrópoles


Padre Patrick Fernandes abriu o jogo e falou sobre a repercussão após mostrar o que fica por baixo da batina no Instagram. Padre Patrick Fernandes abriu o jogo e falou sobre a repercussão após mostrar o que fica por baixo da batina no Instagram. | Reprodução .

Você já deve ter ouvido falar sobre o padre Patrick Fernandes, né? Ele ganhou as redes sociais e virou a nova sensação do Instagram. O pároco influencer do Pará já acumula quase 4 milhões de seguidores na rede social. O número de “fiéis” cresceu ainda mais após ele publicar uma foto sem camisa, chocando os religiosos mais tradicionais. 

Desta vez, o padre Patrick Fernandes, da Paróquia São Sebastião, em Parauapebas, no sudeste paraense, abriu o jogo após a repercussão da foto. A polêmica foi tanta que ele precisou apagar a publicação. 

Segundo o pároco, a foto sem camisa “me deu de verdade a real dimensão do quanto sou conhecido”. Patrick Fernandes revelou ainda, que recebeu inúmeros elogios por conta do corpo e da boa forma.

Em entrevista à Isto É, Patrick contou que “já tinha postado fotos sem camisa outras vezes, só que era uma conta com dois mil seguidores no Instagram. E outros padres postam fotos sem camisa, não é um tabu”,.

O padre revelou que alguns internautas fizeram montagens com a publicação. “Apareceu que eu estava de sunga, mas estava de shorts!”, garantiu Patrick. 

FEMINICÍDIO

1 de novembro de 2021 at 10:32

Policial Militar mata a esposa e tira própria vida no RJ

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicidios da Capital (DH), que ainda investiga a motivação do crime.

 segunda-feira, 01/11/2021, 08:58 – Atualizado em 01/11/2021, 08:58 –  Autor: Com informações Extra


A PM não divulgou em qual Batalhão o militar era lotado. Uma pistola foi apreendida no local do crime. A PM não divulgou em qual Batalhão o militar era lotado. Uma pistola foi apreendida no local do crime. | Reprodução/Internet .

Mais um crime contra a vida de uma mulher foi registrado no Brasil. Dessa vez, o caso aconteceu em Realengo, no Rio de Janeiro. 

Um policial militar matou a esposa e em seguida tirou a própria vida no último domingo (31), na Zona Oeste do Rio. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicidios da Capital (DH), que ainda investiga o motivo que levou o soldado identificado por Rafael Mendonça a matar a esposa Patrícia Mendonça. A PM não divulgou em qual Batalhão o militar era lotado. Uma pistola foi apreendida no local do crime.

Em outubro foram registrados dois casos de PM que tirou a própria vida após matar a mulher. No último dia 14, um caso semelhante ocorreu também no Rio de Janeiro, mas dessa vez, na Baixada Fluminense. O cabo Luiz Felipe dos Santos Monteiro não teria aceitado o fim do relacionamento e matou a ex-noiva Camila Renata Rego no bairro Coelho da Rocha, em São João de Meriti. Ele era lotado no 12º BPM (Niterói) e ela era servidora da prefeitura de Nova Iguaçu.

Em nota a Polícia Militar informou que a “corporação vem desenvolvendo um trabalho expressivo voltado para o bem-estar e saúde mental da tropa. Esses esforços vão desde atendimento psicológico intensificado aos agentes de segurança a palestras para os comandantes da tropa. As atividades incluem um programa de palestras desenvolvido pela coordenação da Patrulha Maria da Penha para sensibilização da tropa sobre questões relacionadas a violência doméstica”.

A meta do MDB para o Congresso em 2022

1 de novembro de 2021 at 09:59

Coluna GUILHERME AMADO Metrópoles.

MDB mira expandir sua bancada no Congresso nas eleições de 2022. A legenda fixou como meta eleger 55 deputados federais no ano que vem. O número representaria aumento de 60% em relação a 2018, quando o MDB conquistou 34 cadeiras na Câmara.

Já para o Senado, o MDB aspira eleger oito assentos. O número também representaria crescimento da bancada, uma vez que seis emedebistas terminarão seus mandatos em 2022.

TUMULTO

31 de outubro de 2021 at 22:37

Equipe que escoltava Bolsonaro agride jornalistas na Itália

Presidente brasileiro participa da cúpula do G20 na cidade eterna

 domingo, 31/10/2021, 20:41 – Atualizado em 31/10/2021, 20:41 –  Autor: FOLHAPRESS


Um dos jornalistas teve o celular jogado no chão pelos apoiadores do presidente brasileiro Um dos jornalistas teve o celular jogado no chão pelos apoiadores do presidente brasileiro | Reprodução 

Jornalistas credenciados e identificados que cobriam a visita de Jair Bolsonaro (sem partido) a Roma foram agredidos durante caminhada improvisada pelo presidente brasileiro no centro da capital italiana, na noite deste domingo (31), enquanto apoiadores gritavam “Globolixo” e assessores do presidente assistiam impassíveis.

Bolsonaro está no país participando da cúpula do G20. Ele pulou vários compromissos ligados à cúpula e optou por fazer passeios na cidade, seguido por apoiadores.

Por volta das 16h55 (horário local), quando o presidente ainda estava dentro da embaixada brasileira, um agente que não quis se identificar empurrou a repórter Ana Estela de Sousa Pinto, da Folha de S.Paulo, dizendo que ela devia se afastar do local. A repórter foi empurrada ainda outras três vezes, embora estivesse em um local público, onde não deveria haver nenhuma restrição ao trabalho da imprensa.

O jornalista Leonardo Monteiro, correspondente da TV Globo, contou ter levado um soco na barriga, desferido por um agente italiano.

“Perguntei ao presidente Bolsonaro por que ele não tinha ido aos eventos do G20 de manhã. Aí veio um segurança, me empurrou com tanta força que até perdi um pé de sapato. Depois, me prensou contra a lateral de um carro e me deu um soco na barriga. Se não fosse o André [Miguel, repórter cinematográfico da emissora] e dois colegas, Ana Estela, da Folha, e Lucas Ferraz, do Globo, que vieram filmando e argumentaram com outro policial, seria pior”, disse Monteiro.

“Foi uma violência desproporcional. A gente espera o ‘cercadinho da imprensa’ para proteger o presidente, mas não para inviabilizar o trabalho da imprensa”, disse Monteiro.

Quando a repórter da Folha de S.Paulo começou a filmar a agressão contra Monteiro, um agente tentou arrancar o celular dela repórter e a ameaçou. O repórter do UOL Jamil Chade também teve o celular tomado enquanto tentava filmar, e os repórteres Lucas Ferraz, do jornal O Globo, e Matheus Magenta, da BBC Brasil, também foram agredidos verbalmente, empurrados e levaram socos nas costas.

Seguranças brasileiros e italianos ignoraram as credenciais e a informação de que os jornalistas estavam a trabalho e gritaram com colegas que diziam ser inaceitável o contato físico com brutalidade.

Minutos depois, o presidente Bolsonaro saiu para falar com cerca de 60 apoiadores que o esperavam aos fundos da embaixada brasileira. Depois de fazer um discurso, impossível de ser ouvido mesmo pelos apoiadores, resolveu fazer sua quarta caminhada improvisada pela cidade.

Neste momento, os seguranças tentaram fazer uma corrente de proteção enquanto Bolsonaro partiu a passo apertado em direção ao largo Argentina, por uma via estreita, na qual apoiadores se aglomeravam para tentar acompanhá-lo.

No corso Vitorio Emanuelle 2º, em meio à correria e ao empurra-empurra, ao menos uma manifestante ficou ferida ao ser derrubada, e um grupo de pessoas que tentou se aproximar dela também foi empurrado.

Durante todo o trajeto, Bolsonaro não deu atenção aos acontecimentos, olhando fixamente para a frente. Quando a repórter da Folha de S.Paulo lhe perguntou por que a segurança estava agredindo os jornalistas, ele parou, ouviu o que um assessor lhe disse ao ouvido e decidiu interromper o passeio e voltar à embaixada.

As agressões dos agentes continuaram no caminho de volta -ao todo, o passeio durou cerca de dez minutos.

Ao chegar à embaixada de carro, o presidente parou e desceu, como costuma fazer quando há apoiadores, mas foi surpreendido por gritos de “assassino” e “genocida”. Desistiu de se aproximar do público, acenou, entrou no carro e entrou no edifício.

A repórter da Folha de S.Paulo se dirigiu a um homem uniformizado, o único que tinha um escudo que indicava que era um funcionário público. Ele disse ser da polícia, mas, quando questionado sobre o motivo de os seguranças italianos estarem impedindo a imprensa brasileira de trabalhar, afirmou que isso não acontecera e caminhou em direção à porta dos fundos da embaixada, onde passou a impedir a passagem dos repórteres.

Os seguranças disseram ainda que não poderiam ser filmados e se negaram a fornecer suas identificações e a dizerem se eram parte regular da polícia italiana. Assessores de Bolsonaro em nenhum momento pediram calma ou intercederam.

A Folha de S.Paulo perguntou à Secom (Secretaria de Comunicação) da Presidência da República quem são os responsáveis pela segurança de Bolsonaro em Roma, mas não obteve resposta.

Em nota sobre o episódio, o jornal Folha de S.Paulo afirmou: “A Folha repudia as agressões sofridas pela repórter Ana Estela de Sousa Pinto e outros jornalistas em Roma, mais um inaceitável ataque da Presidência Jair Bolsonaro à imprensa profissional.”

A ANJ (Associação Nacional de Jornais) disse, em nota, que “repudia com veemência e indignação as agressões sofridas por jornalistas brasileiros na cobertura das atividades do presidente”.

“A violência contra os jornalistas, na tentativa de impedir seu trabalho, é consequência direta da postura do presidente, que estimula com atos e palavras a intolerância diante da atividade jornalística.”

A nota ainda afirma que ANJ espera que os atos sejam apurados e os culpados, punidos. “A impunidade nesse e em outros episódios é sinal de escalada autoritária.”

A Globo também se manifestou sobre o episódio. Em nota, a empresa afirmou que “condena de forma veemente a agressão ao seu correspondente Leonardo Monteiro e a outros colegas em Roma e exige uma apuração completa de responsabilidades.

“Quem contratou os seguranças? Quem deu a eles a orientação para afastar jornalistas com o uso da força? Os responsáveis serão punidos? A Globo está buscando informações sobre os procedimentos necessários para solicitar uma investigação às autoridades italianas”, continua o documento.

“No momento, ficam o repúdio enfático, a irrestrita solidariedade a Leonardo Monteiro e demais colegas jornalistas de outros veículos e uma constatação: é a retórica beligerante do presidente Jair Bolsonaro contra jornalistas que está na raiz desse tipo de ataque. Essa retórica não impedirá o trabalho legítimo da imprensa. Perguntas continuarão a ser feitas, os atos do presidente continuarão a ser acompanhados e registrados. É o dever do jornalismo profissional. Mas essa retórica pode ter consequências ainda mais graves. E o responsável será o presidente.”

DEMITIDOS DA CNN

31 de outubro de 2021 at 16:21

TV Jovem Pan contrata Alexandre Garcia e Caio Coppolla

A dupla de jornalistas, conhecida por fazer defesa do governo Bolsonaro ou pelo “kit Covid”, foi demitida, recentemente, pela CNN Brasil

 domingo, 31/10/2021, 14:43 – Atualizado em 31/10/2021, 14:42 –  Autor: Com informações da Gazeta Brasil


Os jornalistas políticos Alexandre Garcia e Caio Coppolla Os jornalistas políticos Alexandre Garcia e Caio Coppolla | Reprodução .

Demitidos da CNN Brasil com uma diferença de pouco mais de um mês e depois de um tempo longe de comentar o atual cenário político no Brasil, os jornalistas Alexandre Garcia e Caio Coppolla estão de volta na pista e, dessa vez, devidamente empregados em uma casa nova e recém-lançada.

Na última quarta-feira (27), a TV Jovem Pan News entrou no ar e decidiu trazer para o seu quadro de experientes colaboradores a dupla de comentaristas políticos, um conhecido por defender o governo Bolsonaro e o outro por defender o “Kit Covid”. Segundo a revista Oeste, ambos devem estrear ainda na primeira semana do mês de novembro.

Relembre

A demissão de Garcia aconteceu em 24 de setembro depois que o jornalista afirmou, durante seu quadro “Liberdade de Opinião”, do programa “Novo Dia”, que “remédios sem eficácia comprovada salvaram milhares de vidas”.

Depois, no dia 29 de outubro, foi a vez de Coppolla. O comentarista estava há dois anos na emissora e não teve o contrato renovado – que se encerraria dia 31 de desse mês. A edição da tarde do quadro “Liberdade de Opinião”, no qual também fazia parte, foi definitivamente encerrada.

ISOLADO

31 de outubro de 2021 at 14:57

G20: Bolsonaro vira piada na imprensa italiana

As duras críticas do presidente brasileiro à vacina têm o deixado isolado em Roma

 domingo, 31/10/2021, 11:23 – Atualizado em 31/10/2021, 11:23 –  Autor: Com informações do Diário do Centro do Mundo/DOL


Imagem ilustrativa da notícia G20: Bolsonaro vira piada na imprensa italiana | Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil .

Oque era pra ser uma agenda lotada, como é comum para qualquer líder do G20, tem dado lugar a passeios sem compromisso em Roma. Assim tem sido a passagem de Jair Bolsonaro (sem partido) pela cidade italiana. Apesar do Itamaraty ter informado que o presidente brasileiro estria negociando reuniões com outros países, nada foi fechado até o momento. 

Bolsonaro tem sido muito criticado por não ter participado da COP26. O presidente não teria aguentado a forte pressão internacional por causa do aumento do desmatamento e das queimadas da Amazônia. O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou que o mandatário brasileiro teria evitado participar da reunião do clima porque iriam jogar “pedras” em Bolsonaro.

O isolamento de Bolsonaro tem chamado a atenção da imprensa italiana, que tem feito piadas com a situação do presidente brasileiro.

“(O presidente italiano) Mario Draghi deu a mão a muitos dos primeiros-ministros que chegaram nesta manhã à Nuvola, onde ocorrem os trabalhos destes dois dias, mas não para o presidente Bolsonaro, que disse que será a última pessoa no Brasil a se vacinar – afinal, ele acredita que as vacinas causam a Aids: algo dito por ele em um vídeo que as redes sociais nos deram a graça de censurar.”