Instalações da Imerys em Barcarena | Arquivo/Divulgação Imerys .
Um depósito de resíduos da empresa mineradora Imerys explodiu na noite desta segunda-feira (6) na Vila do Conde, município de Barcarena, nordeste paraense.
A informação foi confirmada ao DOL por duas fontes, sendo uma ligada ao Corpo de Bombeiros da localidade.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso determinou nesta segunda-feira (6) prazo de 48 horas para que os ministérios da Casa Civil, Justiça, Saúde e Infraestrutura se manifestem sobre a exigência do passaporte da vacina ou quarentena obrigatória para a entrada de viajantes no Brasil.
Gildemar dos Santos Alves e Vilma Lino do Espírito Santo estavam separados e ele queria reatar o relacionamento | Reprodução .
O pequeno município de Sapucaia fica distante cerca de 200 quilômetros de Marabá e faz limite com as cidades de Canaã dos Carajás e Xinguara. O município, que fica às margens da BR-155, em direção a Redenção tem apenas 6 mil habitantes.
A população da pequena e tranquila cidade de Sapucaia foi abalada com uma a tragédia ocorrida na manhã desta segunda-feira (6). A notícia de dois crimes considerados como bárbaros, envolvendo pessoas de uma mesma família, bastante conhecida na cidade, causou muita tristeza entre os moradores.
O homem conhecido por Gildemar dos Santos Alves, 38 anos, foi morto com um único golpe de faca, após matar a ex-companheira Vilma Lino do Espírito Santo, também a facadas. Gildemar foi assassinado pelo próprio filho, um adolescente de 13 anos.
A tragédia ocorreu no início da manhã desta segunda-feira (6), durante um desentendimento entre a mulher e homem que não aceitava o fim do relacionamento.
De acordo com comentários de populares, a mulher estava de saída para o trabalho quando o ex-companheiro chegou e passou a tentar uma conversa no sentido de reatar o relacionamento.
Inconformado com a decisão da ex-mulher que insistia em não querer mais continuar o relacionamento, o ex-companheiro puxou a faca que carregava na cintura e desferiu vários golpes na ex-mulher, matando-a na frente do filho.
A tragédia ocorreu no início da manhã desta segunda-feira (6) em Sapucaia | Divulgação
O filho, de apenas 13 anos, ao ver a mãe ser morta pelo pai, pegou uma faca e desferiu um único golpe que acertou o peito do homem que morreu no local. O adolescente fugiu do local após cometer o crime.
A notícia da morte do casal logo se espalhou pela de aproximadamente 6 mil moradores, pois ambos eram pessoas bastantes conhecidas na cidade. Uma diligência formada por conselheiros tutelares e policiais tentam localizar o rapaz. (Dinho Santos, de Redenção)
Médico morre em grave acidente próximo a Castanhal
Os veículos colidiram próximo ao município na Estrada de Igarapé-Açu, no nordeste paraense, próximo ao município de Castanhal. A vítima ainda não foi identificada.
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Um grave acidente de carro deixou uma pessoa sem vida. O caso aconteceu nesta segunda-feira (06), na estrada de Igarapé-Açu, próximo ao município de Castanhal, no nordeste paraense.https://9f5d4c8b541071138feda0cb683c07af.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
De acordo com as primeiras informações, um veículo particular de luxo e uma carreta colidiram na via. Segundo testemunhas, a vítima fatal foi identificada como o médico ortopedista José Matos de Aguiar. O veículo particular ficou completamente destruído.
A comemoração de Michelle com a aprovação de Mendonça para o STF chamou a atenção de todos | Rovena Rosa/Agência Brasil .
Oque a primeira-dama Michelle Bolsonaro quis dizer quando usou o que evangélicos pentecostais chamam de dom de línguas para comemorar a confirmação do amigo André Mendonça no STF (Supremo Tribunal Federal)?
As imagens rodaram a internet: a esposa do presidente Jair Bolsonaro estava ao lado de Mendonça quando ele descobriu que seu nome havia sido aprovado pelos senadores, garantindo-lhe a vaga para o qual foi indicado com a premissa de ser “terrivelmente evangélico”.
A primeira-dama, visivelmente emocionada, levanta os braços, diz “glória a Deus”, dá pulinhos de júbilo, fala “aleluia” e emenda numa língua estranha. Parece chorar de emoção antes de rir, louvar o “Deus de promessas” e abraçar Mendonça.
Michelle, que já frequentou a Assembleia de Deus sob comando do pastor Silas Malafaia e depois se mudou para uma denominação batista na carioca Barra da Tijuca, estava manifestando o Espírito Santo, segundo a crença pentecostal. Não é uma cena incomum em igrejas dessa linha.
O pentecostalismo surgiu nos Estados Unidos no final do século 19 e faz referência à festa de Pentecostes, quando o Espírito Santo teria outorgado aos discípulos de Cristo poderes de cura e glossolalia (falar línguas).
Está no Novo Testamento, em Atos: “E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”.
Quem explica melhor o fenômeno é o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), que assumirá a bancada evangélica em 2022.
“Na doutrina pentecostal, quando a pessoa recebe forte carga de emoção e de presença do Espírito Santo, uma das formas que usamos para expressar essa alegria é o que a Bíblia ensina no livro de Coríntios, o dom de falar em outras línguas.”
Essa “outra língua” não precisa ter correlação com o português ou outro idioma conhecido, afirma o pentecostal da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, a igreja de Silas Malafaia.
Ou seja, não existe uma tradução que dê conta dela —para quem vê de fora, parecem frases soltas sem inteligibilidade, como que se o falante estivesse num transe.
“Seriam línguas com as quais a gente se comunica com Deus e com o que cremos. Somente Deus, através do Espírito Santo, entende aquela língua, não é uma língua natural”, diz Sóstenes.
Para adeptos desse galho do evangelismo, há lastro bíblico no que ocorreu com Michelle.
Como nesta passagem do livro de Coríntios: “Aquele que fala línguas fala com Deus, mas não com os outros, visto que os outros não poderão entendê-lo. É verdade que poderá estar a falar pelo poder do Espírito, mas será como algo misterioso”.
“É como se a pessoa estivesse recebendo uma porção da presença de Deus. É uma manifestação individual, pessoal”, diz Pedro Luis Barreto Litwinczuk, o pastor Pedrão, teólogo e líder da Comunidade Batista do Rio.
“No meu ponto de vista, foi o que aconteceu com a primeira-dama. Ela sentiu a presença de Deus de uma forma poderosa e ali falou em línguas, numa questão de alegria interna.”
Não acontece com todo mundo, de acordo com Pedrão, o pastor responsável por celebrar o casamento do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).
“O dom de línguas é um dom espiritual. Você vê que Michelle teve essa manifestação, outros [na sala], não. Não é uma coisa obrigatória para todos os cristãos. É um presente que Deus dá e você não escolhe, você recebe.”
A primeira-dama recebeu também muitas chacotas após viralizarem as imagens no gabinete do senador evangélico Luiz do Carmo (MDB-GO), onde Mendonça aguardava o resultado da votação com aliados políticos, familiares e pastores.
Uma das troças mais corriqueiras diz que sua reação, na verdade, aconteceu ao descobrir o arquivamento da investigação sobre o cheque de R$ 89 mil que Fabrício Queiroz depositou em sua conta.
O estranhamento que o vídeo causou em círculos pouco familiarizados com o pentecostalismo levou a uma onda de zombarias com a fé de Michelle. Portais conservadores enfatizaram o que viram como preconceito religioso contra ela e, por extensão, a todos os evangélicos.
A manchete no religioso Gospel Prime: “Línguas estranhas, glórias e aleluias provocam intolerância religiosa contra Michelle”.
Já o bolsonarista Conexão Política destacou que o comportamento da esposa do presidente “foi o suficiente para que diversos internautas, a maioria ligados ao espectro político da esquerda, proferissem publicações com comentários ofensivos, jocosos e intolerantes”.
A deputada Carla Zambelli (PSL-SP), megafone do bolsonarismo, foi ao Twitter desaprovar quem zombou a cena.
“Os evangélicos são mais de 30% da população brasileira, mas a esquerda não aceita que sejam nem 9% dos ministros do STF. Lembrem-se de cada uma dessas declarações preconceituosas quando um esquerdista vier pedir votos. A primeira-dama Michelle Bolsonaro comemorou foi pouco.”
O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), não é um aliado natural da direita conservadora. Ganhou ponto com ela, contudo, ao condenar os ataques a Michelle.
“Lamentável quantos posts, a partir dessa notícia, cuspindo preconceito contra a fé dos outros”, escreveu numa rede social. “São os mesmos que vivem reclamando de discriminação. Minha solidariedade à primeira-dama. Que ela possa manifestar sempre sua fé com liberdade. Em tempo: é a minha opinião. Se você tem a outra, ok.”
Para Sóstenes, quem não vive a fé pentecostal “pode até ignorar” o que se passou naquele momento. Haveria, contudo, uma contradição entre aqueles que riem de Michelle e enaltecem rituais de religiões afrobrasileiras, segundo o parlamentar.
“O interessante é que vi algumas críticas ao comportamento dela, imagino até que pelo desconhecimento de alguns. Mas você não vê essas mesmas críticas quando [baixam] aqueles espíritos em pai de santo. Pelo contrário. Acham que é cultura e respeitam quando [os pais de santo incorporados] falam aquelas coisas que ninguém entende.”
O general autorizou em 2021 sete projetos de pesquisa de ouro na região de São Gabriel da Cachoeira (AM). | Christian Braga/Greenpeace .
O general Augusto Heleno, ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência, autorizou o avanço de sete projetos de exploração de ouro numa região praticamente intocada da Amazônia, gesto inédito do Conselho de Defesa Nacional nos últimos dez anos.
Heleno, que despacha no Palácio do Planalto e que se coloca como um dos principais conselheiros de Jair Bolsonaro, é secretário-executivo do Conselho de Defesa, órgão que aconselha o presidente em assuntos de soberania e defesa.
Cabe ao ministro do GSI dar aval ou o não a projetos de mineração na faixa de fronteira, numa largura de 150 km.
Com base em projetos encaminhados pela ANM (Agência Nacional de Mineração), o general autorizou em 2021 sete projetos de pesquisa de ouro na região de São Gabriel da Cachoeira (AM). O lugar é conhecido como Cabeça do Cachorro e está no extremo noroeste do Amazonas, na fronteira do Brasil com a Colômbia e a Venezuela.
Na região estão 23 etnias indígenas. São Gabriel da Cachoeira é a cidade mais indígena do Brasil. A Cabeça do Cachorro é uma das áreas mais preservadas da Amazônia e uma das últimas fronteiras sem atividades que resultam em desmatamento elevado .
A Folha analisou os extratos de 2.004 atos de assentimento prévio, como são chamadas as autorizações dadas pelo Conselho de Defesa Nacional para a faixa de fronteira, publicados nos últimos dez anos. Para isso, usou a base de dados mantida pelo próprio GSI. Os extratos são publicados no Diário Oficial da União.
As primeiras autorizações para empresas e empresários pesquisarem ouro na região de São Gabriel da Cachoeira foram dadas em 2021, levando-se em conta o levantamento feito nos atos dos últimos dez anos.
Questionada pela Folha, a ANM não respondeu se já houve autorização para pesquisa de ouro na Cabeça do Cachorro antes. Os dados públicos indicam que não.
Uma autorização de pesquisa permite “atividades de análise e estudo da área em que se pretende lavrar”, conforme a ANM. São os trabalhos necessários para se definir uma jazida de um minério.
O levantamento feito pela reportagem mostra que Heleno concedeu 81 autorizações de mineração na Amazônia desde 2019, entre permissões de pesquisa e de lavra de minérios. A maior quantidade foi em 2021: 45, conforme atos publicados até o último dia 2, sendo essa a maior quantidade num ano desde 2013. O número pode aumentar, pois pode haver novos atos em dezembro.
Os assentimentos prévios no governo Bolsonaro, incentivador do garimpo em terras da União, envolvem área de 587 mil hectares, quase quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Apenas os sete projetos na região de São Gabriel da Cachoeira englobam 12,7 mil hectares.
Os registros da ANM mostram que 6 dos 7 empreendimentos ocorrem em “terrenos da União”. Os documentos não detalham que terrenos são esses, numa região onde estão o Parque Nacional do Pico da Neblina e terras indígenas.
O GSI afirmou, em nota, que há atos de assentimento em toda a região amazônica, voltados a pesquisa ou exploração de “diversos minerais considerados estratégicos para o Brasil nas últimas décadas”. Os processos são instruídos pela ANM, segundo o GSI.
“A concessão de assentimento prévio para pesquisa ou lavra de ouro na região amazônica segue os mesmos ritos procedimentais que qualquer outro mineral, independente da região da faixa de fronteira em que se localiza, sob pena de causar prejuízos à União, estados e municípios caso houvesse qualquer tipo de favorecimento de uma região para outra”, diz a nota.
A passagem pelo Conselho de Defesa mantém o controle e monitoramento de atividades em áreas sensíveis e disponibiliza informações importantes para tomada de decisões pelo presidente, de acordo com o GSI. “Não se evidenciou impedimento legal à solicitação dos interessados para o secretário-executivo assinar os atos de assentimento.”
A Folha consultou dois documentos do GSI que orientaram os assentimentos prévios, com base em processos e pareceres favoráveis enviados pela ANM. Os outros cinco são mantidos em sigilo.
Heleno permitiu que Avemar Roberto Rocha pesquise ouro numa área de 553 hectares em São Gabriel da Cachoeira e Santa Isabel do Rio Negro, conforme decisão em 26 de julho de 2021. O documento do GSI mostra que a área da União está entre duas terras indígenas e um pouco abaixo do parque do Parque Nacional do Pico da Neblina.
Já Roniely Oldenburg Barbosa ganhou aval do GSI para prospectar ouro em 66 hectares em São Gabriel da Cachoeira e Japurá, de acordo com ato do general Heleno de 7 de abril de 2021. A área no primeiro município está entre uma terra indígena e o Rio Negro.
A reportagem não localizou Rocha. Barbosa não respondeu a contatos em rede social.
As autorizações dadas têm duas empresas como beneficiárias. Uma delas, a SF Paim, com sede em São Gabriel da Cachoeira, poderá pesquisar ouro em 1.110 hectares.
A empresa teve contrato assinado no fim de 2020 com a coordenação regional do Rio Negro da Funai (Fundação Nacional do Índio). O valor foi de R$ 679 mil, para serviços de engenharia. Em agosto de 2021, o GSI permitiu que a empresa pesquise ouro na faixa de fronteira da Cabeça do Cachorro.
A reportagem não conseguiu contato no telefone informado pela própria SF Paim.
Já a Amazonrios Navegação, empresa de transporte em balsas em diferentes estados na Amazônia, poderá pesquisar ouro, nióbio e tântalo em área de 9.676 hectares. O ato do general Heleno é do último dia 2. Segundo o informado à ANM, trata-se de “propriedade de terceiros”. Também não foi possível contato pelos números informados.
O casal Fernando Mondini e Jerusa Coelho Mondini, sócios de empresa de construção e reparação de embarcações e de aluguel de máquinas para extração de minério, conseguiu cada um autorizações do GSI.
A área dele, de 215 hectares, envolve o município de Santa Isabel do Rio Negro. A dela, de 764 hectares, fica em São Gabriel da Cachoeira. O empresário planeja gastar R$ 150 mil com “sondagem por draga e coleta de amostras por tapete”.
Outros R$ 150 mil devem ser para “teste de beneficiamento”. E mais R$ 150 mil com levantamentos geoquímicos. O projeto da sócia também envolve dragagem, orçado em R$ 800 mil.
Ao telefone, Jerusa disse que o marido retornaria a ligação, o que não ocorreu.
Em nota, a ANM afirmou que requerimentos de mineração só podem incidir em áreas livres e desoneradas. “A ANM não aprovará o requerimento de qualquer título minerário se este incidir em área onerada ou em área com qualquer outro bloqueio legal, a exemplo de terras indígenas ou unidades de conservação de proteção integral.”
Samara Felippo foi entrevistada no canal de Rafinha Bastos | Reprodução .
Samara Felippo desabafou sobre situações de machismo e assédio que enfrentou na TV. Em entrevista ao canal do Youtube de Rafinha Bastos, a atriz, que já trabalhou na Globo e na Record, abriu o jogo sobre experiências que teve e ainda declarou que viu colegas perderem oportunidades por se recusarem a terem relações sexuais com diretores.
“Hoje eu olho para trás e vejo os abusos que eu passei, machismo, coisas que a gente nunca enxergou na época. Vejo amigas que perderam papeis porque não deram para o diretor. Existiu esse lugar. Existiu o lugar onde eu sentei para pegar um papel e a pessoa falou: ‘Você ia fazer a protagonista, mas você não tem cara de virgem’. Virgem tem cara?”, perguntou Samara.
“É um pouquinho esse buraco que a gente vai se enfiando. É uma mão na sua coxa em um jantar, é um ‘vem cá conversar só eu e você’. Todo o papel eu tinha que estar dois quilos mais magra. E sempre fui magra. Já vem a pressão estética para a menina. (…) É uma pressão bizarra, em todos os sentidos. Para a mulher principalmente. Acho que isso ainda acontece, temos denúncias que jamais se imaginou que pudessem ter acontecido”, concluiu.
Questionada pelo apresentador, Samara também enfatizou que é difícil falar abertamente sobre o assunto, uma vez que isso pode prejudicar as atrizes em suas carreiras.
“É uma pressão bizarra, em todos os sentidos. Para a mulher principalmente. Acho que isso ainda acontece, temos denúncias que jamais se imaginou que pudessem ter acontecido”, frisou.
É um pouquinho esse buraco que a gente vai se enfiando. É uma mão na sua coxa em um jantar, é um ‘vem cá conversar só eu e você’. Todo o papel eu tinha que estar dois quilos mais magra. E sempre fui magra. Já vem a pressão estética para a menina.
Ela também reconheceu que ter trabalhado na Globo foi muito importante para sua carreira, apesar de sentir que hoje tem mais liberdade artística para tocar seus projetos.
“É uma máquina de sonhos. Eu gosto muito da vibe de estúdio, novela, de receber capítulo. A Globo foi uma grande empresa para mim. Tenho entrada em lugares e acesso a projetos porque veio de trabalho na Globo. Mas hoje é muito libertador poder produzir de casa, realizar”, destacou.
O empresário André Tavares, presidente do Clube de Engenharia, está mobilizando os associados para a realização de um grande Natal Solidário no próximo dia 22 patrocinado pela entidade. Crianças carentes de comunidades serão beneficiadas com café da manhã, distribuição de brinquedos e cestas básicas, além de muitas brincadeiras para animar a ação.
Carteiras estariam sendo vendidas em grupos de whatsapp de alunos da academia | Reprodução .
A vacina contra covid-19 é gratuita, mas tem negacionista que prefere pagar para falsificar um documento de imunização.
Foi o que um cantor paraense denunciou neste domingo (5). Renan Malato publicou nas redes sociais uma denúncia sobre venda de comprovantes de vacinação na academia SmartFit, em Belém.
Malato afirmou que viu ofertas de comprovantes falsos de imunização em grupos de WhatsApp de alunos da academia por R$ 50. Assista:
O Artigo 297 do Código Penal prevê pena é de 2 a 6 anos de detenção e multa para quem fraude documentos públicos. Caso o comprovante seja verdadeiro, mas as informações falsas, a pessoa pode incorrer em crime de falsidade ideológica, cuja pena é de 1 a 5 anos de prisão e multa.
O DOL enviou um e-mail solicitando a posição da rede de academias sobre o assunto e aguarda posicionamento.
Comprovante de vacina será obrigatório a partir de segunda
Entre as regiões com pior cobertura vacinal, ou seja, com maior índice de pessoas que não se vacinaram, estão: a de Carajás (59%); do Tapajós (56%); do Xingu (53%); dos Caetés (46%); do Araguaia (44%); e do Baixo Amazonas (36%).
domingo, 05/12/2021, 20:13 – Atualizado em 05/12/2021, 20:31 – Autor: Com informações da Agência Pará
Decreto que pede comprovante de vacinação no estado começa a valer na segunda (6) | Wagner Santana/Diário do Pará
O governador Helder Barbalho anunciou, na manhã de sexta-feira (03), por meio de comunicado virtual, as novas estratégias para reforçar a imunização no Estado, que já entram em vigor esta segunda-feira (6). Dentre elas, a publicação do Decreto Estadual 2.044/2021 que vai instituir a Política Estadual de Incentivo à Vacinação contra a Covid-19 no Pará e garantir a ampliação da cobertura vacinal da população, a partir da próxima segunda-feira (06). A nova legislação vai revogar o Decreto Estadual 800/2020, responsável pela implementação do sistema de bandeiramento e das medidas de combate à pandemia nos últimos dois anos.
“Lamentavelmente, temos assistido ainda um número importante de pessoas que moram no Pará que não se vacinaram ou aqueles que não cumpriram o ciclo de vacinação e, por esta razão, para evitar que venhamos a assistir às cenas lamentáveis de perda de vidas, de sofrimento das famílias paraenses, se fazem necessárias iniciativas do governo mas, acima de tudo, a conscientização de cada cidadão e cidadã em se proteger e proteger aquele que ama. Estamos tomando algumas medidas importantes para reforçar as iniciativas e ações em favor da imunização”, disse o chefe do Executivo Estadual.
Desta forma, de acordo ainda com o governador, o sistema de bandeiras deixa de existir, assim como as taxas de ocupação em estabelecimentos, que ficam autorizados a permitir o acesso em 100% da sua capacidade, desde que, paralelamente, seja exigida a comprovação da vacinação com duas doses dos imunizantes disponíveis no sistema de saúde, sob pena de sanções que variam entre multas simples e até fechamento de estabelecimentos.
“Este não é mais o momento para se tratar de restrição. Agora, nós viramos a página das restrições e passamos a criar os mecanismos de políticas públicas de incentivo, para que as pessoas se vacinem. Não é intenção do governo do Estado restringir a circulação. Agora, é hora de prestigiar quem se vacinou e, a estes, dar tranquilidade para que possam exercer plenamente a sua vida. Ao tempo em que, chamamos a atenção daqueles que, por qualquer razão, ainda não se vacinaram e, consequentemente, trazem risco”, disse Helder Barbalho.
Neste sentido, o passaporte vacinal passará a ser obrigatório em: shows, casas noturnas e boates; cinemas, teatros, clubes, bares e afins; academia de ginástica; cultos religiosos; todos os equipamentos turísticos do Estado; eventos esportivos, amadores e profissionais; assim como em reuniões, eventos e festas, realizadas em espaços públicos ou privados. A presença de pessoas não vacinadas só poderá ser possível desde que seja comprovado, por atestado médico, a impossibilidade de administração de quaisquer das vacinas dispensadas.
“Estamos encerrando a fase de limitações de pessoas em estabelecimentos, limitações de horários, venda de bebidas alcóolicas, tudo está permitido. Passamos a ter apenas uma condicionante para que as pessoas frequentem estes locais, que é a vacinação. Estes locais vão passar a ter que cobrar na sua entrada o comprovante da vacinação em duas doses, para que possam frequentar. Lembrando que não haverá qualquer tipo de limitação de quantidade de pessoas, mas essas pessoas precisam estar vacinadas. As pessoas que não se vacinaram por recomendação médica, e que portam o laudo médico justificando a impossibilidade de se vacinar, poderão ter acesso somente se realizarem um teste negativo de RT-PCR. Na prática, a pessoa vai ter que fazer PCR de dois em dois dias”, explicou Ricardo Sefer, procurador-geral do Estado.
Além disso, ficam autorizados a realizar eventos em comemoração ao Réveillon apenas os municípios que tiverem cobertura vacinal completa (pelo menos duas doses) igual ou superior a 70% da população com idade a partir de 12 anos.
“Dentro da nossa autorização pra qualquer evento festivo, um show, qualquer evento pela DPA, a Divisão de Polícia Administrativa, nós já estamos tomando o cuidado de na autorização observar de que todos os protocolos dos decretos estaduais e dos decretos municipais daquela localidade onde funciona o estabelecimento deverão ser observados. Em virtude disso, a partir de então, os órgãos de segurança pública do Estado em parceria com os municípios, com as guardas municipais e órgãos de trânsito, passarão a fiscalizar se de fato os estabelecimentos estão exigindo do usuário a comprovação da vacinação. Lembrando que ainda está em vigor, e não é esse o objetivo, a possibilidade de em caso de descumprimento, de aplicação de multa da pessoa física ou jurídica, de advertência e até suspensão do estabelecimento. O objetivo é que todo mundo possa cumprir com a sua obrigação”, complementou o secretário estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), Uálame Machado.
Quadro de vacinação – De acordo com o balanço da Secretaria de Saúde (Sespa), apresentado durante o comunicado, 5.381.337 paraenses receberam a primeira dose dos imunizantes; 3.519.634 pessoas estão imunizadas com as duas doses; e 312.680 receberam a terceira dose (de reforço) no Pará.
“Temos um importante número de mais de 1 milhão de pessoas que tomaram a primeira dose, mas que não voltaram para tomar a segunda dose. E é fundamental que você, que tomou a primeira dose possa ir à unidade de saúde, ir aos postos de saúde para tomar a segunda dose e, com isto, ampliar a sua imunização e, logo em seguida, garantir a terceira dose, a dose de reforço. Todos os 144 municípios do Estado estão com vacinas disponíveis nas estratégias municipais de imunização”, disse o governador do Pará.
Entre as regiões com pior cobertura vacinal, ou seja, com maior índice de pessoas que não se vacinaram, estão: a de Carajás (59%); do Tapajós (56%); do Xingu (53%); dos Caetés (46%); do Araguaia (44%); e do Baixo Amazonas (36%).
Agentes públicos – Durante o pronunciamento, o governador informou que assinou a Lei Estadual 9.369/2021, que institui aos agentes públicos do Poder Executivo Estadual a obrigatoriedade da entrega do comprovante de vacinação contra o Coronavírus, com o objetivo de assegurar o retorno seguro dos serviços prestados pelo poder público. A comprovação deverá ser feita aos gestores dos órgãos ou entidades, mediante a apresentação do cartão de vacinação, através também de certificado digital emitido pelo Ministério da Saúde ou pela Sespa.
“Portanto, todos os servidores públicos do Estado estão obrigados a se vacinar e obrigados a comprovar com a sua carteira de vacinação, para que continuem com a sua atividade funcional. Esta lei estará entrando em vigor na próxima segunda-feira (06). Este é um ato para que os servidores públicos do Estado, primeiro, estejam protegidos, segundo, sirvam de exemplo. Para servir à sociedade paraense devem estar plenamente imunizados, trazendo a devida proteção para si e para o usuário do sistema público”, complementou Helder Barbalho.
A legislação prevê a possibilidade de abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o servidor que não fizer a comprovação ou não se vacinar.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.