Segundo as investigações dos norte-americanos, quatro pessoas e duas empresas sediadas em São Paulo participam da organização terrorista.
quarta-feira, 22/12/2021, 18:31 – Atualizado em 22/12/2021, 18:31 – Autor: Wesley Rabelo com informações de Ultimo Segundo
| Reprodução.
Al-Qaeda é uma organização fundamentalista islâmica internacional, que tem sua atuação principalmente baseada em ataques terroristas que mataram milhares de pessoas pelo mundo. Essa atuação é uma forma de pressionar governos ocidentais a desocupar áreas ricas em petróleo, ouro, diamantes, cobre, turmalina e outras riquezas em regiões do Oriente Médio, como no Afeganistão. Uma rede brasileira de pessoas afiliadas à Al-Qaeda foi identificada pelo governo dos Estados Unidos. O grupo terrorista liderado por Osama Bin Laden (morto pelos EUA em 2011) ficou conhecido por ser o autor dos ataques às Torres Gêmeas, em Nova York, no dia 11 de setembro de 2001.
A informação foi divulgada pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos nesta quarta-feira (22). Segundo a Embaixada dos EUA no Brasil, os nomes foram inseridos em uma “lista de sanções”.
A representação do governo do presidente Joe Biden disse em nota que quatro pessoas e duas empresas sediadas em São Paulo. Um dos suspeitos é um cidadão árabe que teria chegado ao Brasil em 2015.
De acordo com as investigações do governo norte-americano, indivíduo mantinha contato e fazia negócios para compra de moeda estrangeira de um outro suspeito filiado à Al-Qaeda no Brasil.
As investigações indicam também que o outro suspeito “desempenhou um papel significativo em um grupo afiliado à Al-Qaeda, sediado no Brasil, e estava envolvido na impressão de moeda falsa”.
Eles alegam que o Fisco sofreu corte de verbas para garantir reajuste a policias e que governo Bolsonaro descumpriu acordo de pagamento de bônus. Ministério da Economia disse que não vai se manifestar.
Por g1 SP — São Paulo
22/12/2021 11h57 Atualizado há uma hora
Conferência de carga no Porto de Santos, SP, durante a Operação Outlet — Foto: Divulgação/Receita Federal.
São auditores e analistas que têm cargos de delegados e chefes do órgão tributário. Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), trata-se de um movimento nacional, e a estimativa é a de que cerca de 500 servidores de todo o país já entregaram seus cargos até a última atualização desta reportagem.
O Ministério da Economia e a Receita Federal informaram que não vão se manifestar.
Na carta de exoneração, os delegados dizem que a Receita teve seu orçamento reduzido em 51,4% só na parte da tecnologia da informação. Segundo o documento, os cortes afetam principalmente a administração das unidades e a gestão de soluções informatizadas e que há risco de não haver recursos para o pagamento de contas de água e energia elétrica.
O texto afirma ainda que o corte no orçamento da Receita para 2022 é equivalente ao valor que foi destinado ao pagamento do aumento para carreiras Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).
O orçamento aprovado prevê um valor de R$ 1,7 bilhão para esta finalidade. De acordo com o Ministério da Economia, o aumento salarial para a categoria se deve a uma “decisão do presidente da República”.
“Observa-se que o valor corte orçamentário proposto é proporcional ao valor destinado para a reestruturação da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, do Departamento Penitenciário Nacional e do Ministério da Justiça. Com isto temos que os valores que serão cortados da Receita Federal do Brasil serão utilizados para satisfazer os reajustes acordados com as carreiras retro citadas, numa demonstração de absoluto desrespeito à administração tributária”, diz a carta.
Os servidores também alegam que o governo descumpriu um acordo de 2016 do pagamento de um bônus de eficiência, no valor de R$ 450 milhões, após a reestruturação da carreira.
Entre os que deixaram os cargos em São Paulo estão chefes de alfândega, que atuam na liberação de mercadorias no Porto de Santos e nos aeroportos. No Acre, estão incluídos no grupo os chefes das unidades da delegacia de Rio Branco, inspetorias de Epitaciolândia, Assis Brasil e Cruzeiro do Sul.
Banco Central
Servidores do Banco Central também manifestaram nesta quarta, em mensagem encaminhada ao presidente da instituição, Roberto Campos Neto, sua insatisfação por terem sido “deixados de lado nas negociações com vistas a um reajuste remuneratório no próximo ano”.
“Causou-nos profunda estranheza e indignação as tratativas para reajustes salariais para determinadas categorias do serviço público, alijando outras, gerando evidente assimetria de tratamento, e deixando de fora os servidores desta Casa”, cita o texto.
Em outro trecho, eles destacam que é “importante trazer ao conhecimento da Diretoria que os servidores em geral manifestam clara e fortemente que seria um golpe muito duro, uma grande decepção, serem deixados de fora desse movimento de recomposição” salarial.
Funcionária da Ufopa diz que vacina anti-Covid é anticristo
É, caros leitores. É isto mesmo que você leu na manchete acima. A declaração foi feita em vídeos publicados nas redes sociais e citam que a vacina, que salva vidas, faz parte de um plano de dominação mundial e que possui um “chip anticristo”…
quarta-feira, 22/12/2021, 11:12 – Atualizado em 22/12/2021, 11:23 – Autor: Com informações de OEstadoNet
Kelly Belentani é servidora da Ufopa e se apresenta como cristã nas redes sociais. | Reprodução/ Redes sociais
Entende-se que a universidade é um espaço que permite o debate entre ideias, troca de conhecimentos e experiências e de ampla produção do conhecimento científico. E isto é verdade. É nela que pesquisadores de várias áreas se debruçam em teorias, projetos e estudos que podem ajudar a transformar vidas e realidades.
Deste modo, imagina-se que a Ciência deve prevalecer e que factóides falsos e teorias, digamos, criadas e disseminadas entre pessoas com pouca capacidade cognitiva ou ainda de discernimento, sejam deixados de lado. Contudo, por vezes algumas pessoas mostram que há exceções.
Foi o que ocorreu em Santarém, no oeste paraense. Uma servidora da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), que inclusive trabalha no setor de comunicação da instituição, publicou vídeos de conteúdo negacionista contra a vacinada anti-covid-19, dizendo que se trata de um plano maligno do governo para manter o controle sobre a população e se autodeclara “enviada por Deus” para alertas as pessoas sobre o que está acontecendo. Isto mesmo que você leu.
Talvez esquecendo que a covid-19 já matou mais de 600 mil brasileiros, Kelly Belentani defende que os imunizantes – que comprovadamente salvam vidas – afastam as pessoas da “salvação”. Kelly, também esquecendo os ensinamentos cristãos de amor e solidariedade com todos (sim, todos), considera as vacinas marcas do que chama “anticristo”, preterindo a salvação que as mesmas podem provocar na vida da população mundial.
“Quem receber a marca do anticristo vai direto para o inferno. Está na palavra de Deus. Deus deixou avisado tudo que tá acontecendo”, reforça, pedindo que o vídeo seja compartilhado para que mais pessoas tenham conhecimento da atual realidade – segundo ela, obviamente.
Denominado ‘o plano da vacina’, o primeiro vídeo de Kelly Belentani Gonçalves, destila, durante 7 minutos, uma teoria estapafúrdia sobre a pandemia, citando trechos da bíblia e atribuindo as mortes provocadas pela doença à própria vacina, que traz um chip que é introduzido no corpo humano para que os governos exerçam total controle sobre a sociedade. Por discernimento, não vamos replicar os vídeos aqui, caros leitores. Sua curiosidade pode reclamar, mas seu bom senso nos agradece, sabemos.
Em um segundo vídeo, Belentani faz um resumo do ponto central de sua estapafúrdia teoria que mescla bizarrices e inverdades sobre a vacina contra Covid-19. “Não é à toa que estão obrigando as pessoas a tomar a vacina. Para eles terem o controle das pessoas nas mãos deles. Agora eles querem unificar todas as informações dos cidadãos em um chip implantado no corpo todo. E eu venho falando isso para vocês. Eles estão fazendo uma programação preventiva nas pessoas. Para algo que que vai ser imposto no futuro. Para esse tipo de tecnologia é mais aceitável. Essa não é a marca da besta de Apocalipse 13. Mas eles estão mostrando como vai ser o governo do mundial”, fala na gravação.
“A submissão da população, a obrigatoriedade de submeter os brasileiros. As suas tiranias. Você não vai mais ter acesso aos locais, não vai ter mais alimentação. Eles vão impor uma marca. Eles estão mostrando e estão acostumando as pessoas e introduzindo na pele o chip para serem controlados por eles”, continua.
Erroneamente, a técnica da Ufopa afirma que a pandemia teria sido criada pela ‘QAnon’, um movimento extremista surgido nos Estados Unidos para incentivar a violência e até o terrorismo doméstico na América. No Brasil, o QAnon (sigla para “Q Anônimo”) foi adaptado e ganhou muitos adeptos entre radicais. Criaram centenas de fóruns na internet, responsáveis pela indústria das “fake news” no país. Que combo, hein…
Kelly Beletani inicia um dos vídeos com um alerta às pessoas e diz que não está querendo nem julgar e nem dizer quem deve ou não tomar a vacina: “Estou aqui, pra conscientizar vocês. Está mais do que provado que a pandemia foi criada pela ‘QAnon’ para que eles possam implantar seu governo único e isto está escrito no bíblia”.
“Eu não queria acreditar que essa vacina fazia parte do sistema deles, mas diante de tudo que tá acontecendo, eu tenho cada vez mais certeza. As pessoas elas foram tão doutrinadas através da mídia através do medo para aceitar essa vacina, que elas estão aceitando sem resistência. Estão aceitando assim, do nada, por causa da política de medo. Mas não mostra a quantidade a quantidade de morte que essa vacina está causando. Uma vacina para ela ser segura e eficaz, ela precisa de 8 a 10 anos de testes de experimento para ter certeza da sua eficácia”, diz.
Mais à frente, ela diz que para seguir a agenda ‘QAnon’ lançaram o vírus e a vacina. “Eles precisam fazer a diminuição da população mundial. Você acha que é por acaso que tudo está acontecendo? E o que mais me impressiona é ver que cristãos estão apoiando uma ditadura de separação. Isso me lembra o Hitler. Ele começou a dizer que os judeus transmitiam doenças e criaram os campos de concentração para separar das outras pessoas. Já existem campos de concentração em muitos países para separar as pessoas daquelas que não se vacinaram. As pessoas estão sendo violentadas, sendo presas por causas de uma vacina”, afirma.
A mulher prossegue com um discurso pseudo religioso. “Maldito o homem que confia no homem. Você tem que confiar em Deus. Parem de confiar em políticos. O problema existe. Ele foi feito com um uma agenda específica. Quem não ama a Jesus não pode ser chamado de cristão. Quem receber a marca do anticristo vai direto para o inferno. Está na palavra de Deus. Deus deixou avisado tudo que tá acontecendo”.
Após a publicação do vídeo, vários comentários foram feitos por seguidores de Kelly Beletani. A maioria condena suas falas e diz que a vacina é o único meio de as pessoas se protegerem da doença. Kelly rebate os questionamentos e se mantém no seu propósito de espalhar fake News sobre a eficácia das vacinas na prevenção à Covid-19.
No Brasil, o histórico de combate à doenças infecciosas por meio da vacinação mostra que os imunizantes sempre foram um grande aliado na erradicação das patologias. Foi assim com a febre amarela, em 1942, com a varíola em 1973 e a poliomielite em 1989, conforme revela o relatório do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde.
Os vídeos de Kelly foram removidos do Youtube. Embora o material tenha sido publicado nos perfis pessoais dela, o DOL pediu um posicionamento para a Ufopa e aguarda a resposta. Não conseguimos contato com a servidora.
Beto Faro poder estar prestes a deixar o PT depois de 34 anos rumo ao quase novíssimo União Brasil (fusão PSL+DEM) para concorrer ao Senado Federal em 2022, com apoio inclusive do governador Helder Barbalho (MDB0 e do prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues (Psol).
Isso porque Lula, pré-candidato presidência ano que vem, deseja ver o senador Paulo Rocha concorrendo à reeleição pela sigla no Pará. A fim de evitar desgaste, visto que Faro tem a maioria dentro do partido, o diretório estadual quer evitar votação e anunciar o nome de Rocha como escolha consensual para tentar a permanência no cargo.
A dosagem de anticorpos é uma das formas de medir a proteção de uma vacina. | Márcio Ferreira/Comus .
Um estudo realizado com 1.310 colaboradores do Hospital das Clínicas de São Paulo mostrou que após a terceira dose do imunizante contra a Covid-19 a produção de anticorpos sobe para 99,7%, muito perto da totalidade. O trabalho teve o apoio do Instituto Todos pela Saúde, do Itaú.
Para ampliar a proteção contra a variante ômicron, no sábado (18), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou a redução do intervalo de aplicação da dose de reforço da vacina contra a Covid-19 de cinco para quatro meses.
Os participantes da pesquisa estavam em acompanhamento desde o início da pandemia e receberam as duas primeiras doses da Coronavac e o reforço da Pfizer.
A dosagem de anticorpos é uma das formas de medir a proteção de uma vacina.
Para a infectologista do Hospital das Clínicas e responsável pelo estudo, Silvia Figueiredo Costa, provavelmente, se as duas primeiras doses tivessem sido de outro imunizante, a resposta seria semelhante, o que ressalta a importância do reforço. Porém, não é possível confirmar essa hipótese no momento, uma vez que estudos sobre a dose de reforço começaram a sair recentemente.
“O que nos deixa mais tranquilos, como parte da população brasileira, do Chile e de outros países receberam a primeira e a segunda dose da Coronavac, após o reforço com a vacina de outro fabricante houve essa pontuação bem elevada de produção de anticorpos”, avalia Costa.
O reforço não impede as formas leves da doença, mas protege da hospitalização. “Nós não tivemos nenhum caso [no Hospital das Clínicas] com a terceira dose que tenha sido internado”, afirma.
Para a análise, os anticorpos foram medidos quatro vezes e as amostras de soro coletadas submetidas ao teste de anticorpos da classe IgG (Imunoglobulina G) pelo método de quimioluminescência.
“É um teste de última geração, o mesmo método do ano passado, mas que agora está avaliando três partes da proteína S [Spike] e ficou mais interessante trabalhar a resposta vacinal”, explica.
Na mesma coorte foram analisados os anticorpos neutralizantes —aqueles capazes de bloquear a entrada do vírus nas células—, mas os resultados serão conhecidos em 2022.
Antes da disponibilização das vacinas, a taxa de soroconversão de anticorpos no grupo estudado estava em 15,1% e exclusivamente relacionada ao contato da pessoa com o vírus.
Após a aplicação da primeira dose, em fevereiro, a taxa subiu para 28,9%. Com a segunda dose, em abril, o percentual alcançou 89,5% e neste mês, após o reforço da Pfizer, chegou a 99,7%. “Nós esperamos duas semanas após a terceira dose para dar tempo de ter a produção de anticorpos.”
Do grupo, apenas quatro pessoas não apresentaram anticorpos contra a Covid-19.
Quem contraiu a doença nos dois últimos dois meses foi excluído da pesquisa. “Excluímos para não ter nenhum viés no resultado da sorologia, porque as pessoas que tiveram Covid vão ter a sorologia positiva. Então, uma forma de diferenciar o que é sorologia positiva da resposta vacinal do que é sorologia positiva de quem teve Covid recente é excluir quem pegou a doença nos dois últimos meses, senão você não consegue diferenciar. Essa alta positividade é por causa da vacina”, explica a médica.
Para a especialista, o estudo mostra que a Coronavac estimulou a imunidade de memória. “Quando foi feito o reforço, aumentou bastante a produção de anticorpos, que seriam um dos sistemas para proteger a população da doença, principalmente da forma grave da Covid”, afirma.
A pesquisa mostra também que a segunda dose da Coronavac já havia elevado a produção de anticorpos a uma porcentagem alta, mas com o tempo a proteção diminui e, por isso, é importante receber o reforço.
Na opinião da infectologista, ainda não é possível estabelecer o intervalo para a revacinação. Segundo ela, dependerá das variantes em circulação e da evolução da pandemia a partir de agora.
“Seria muito importante vacinar [a população] na África, que está com baixa taxa de vacinação e em alguns países na Ásia para que não tenhamos novas variantes circulando. Os dados com a ômicron mostram que a terceira dose, dependendo da vacina tomada anteriormente, têm uma produção de anticorpos de 70%”, diz a médica.
O trabalho ainda sequenciou amostras de funcionários do grupo estudado que testaram positivo para Covid-19 ao longo da pesquisa e observou que, entre os meses de março e julho, houve predominância de infecções causadas pela variante gama (P.1): março, 91%; abril, 98,5%; maio, 98,9%; junho, 100%; e julho, 88,5%.
A delta começou a ser identificada também em julho entre funcionários do HC, quando era 6,5% dos casos, e nos meses seguintes tornou-se predominante: agosto, 79,8%; setembro, 97,4%; outubro e novembro, 100%.
Esse sequenciamento não detectou a presença da ômicron.
“Mesmo no Brasil está havendo uma procura menor pela terceira dose, o que nos preocupa bastante. Indivíduos com alguma doença de base e população acima de 60 anos sem a terceira dose podem sofrer um impacto maior na manifestação clínica da Covid-19 e necessidade de hospitalização, e podemos evitar isso”, afirma a médica.
A médica orienta que a terceira dose é importante, mas não deve ser encarada como um passaporte para a não adesão ao distanciamento social e ao uso de máscara, pois a população pode ter a forma assintomática da Covid-19 e transmitir, inclusive para as crianças. “A pandemia não acabou e temos que evitar o surgimento de variantes.”
O Governo de São Paulo anunciou nesta segunda-feira (20) a prorrogação da obrigatoriedade do uso de máscara em espaços coletivos até 31 de janeiro de 2022. O objetivo é aumentar a proteção contra a Covid-19, do influenza, causador da gripe, e de outros vírus respiratórios.
Aeroporto de Belém está entre os que podem ser leiloados | Infraero/Divulgação
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou nesta terça-feira (21) as minutas do edital e dos contratos de concessão de 16 aeroportos à iniciativa privada. Os documentos serão analisados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). As informações são da Agência Brasil.
O leilão da sétima rodada de concessão dos aeroportos está previsto para o primeiro semestre do próximo ano, caso o TCU aprove os editais e os contratos. As concessões abrangerão 39,2 milhões de embarques e desembarques no país, o equivalente a 26% do volume de passageiros registrado em 2019 e devem render R$ 8,6 bilhões em investimentos privados nos próximos 30 anos.
Os aeroportos foram divididos em três blocos. O primeiro é formado por nove terminais em São Paulo, em Mato Grosso do Sul e no Pará, liderado pelos aeroportos de Congonhas e Campo de Marte, em São Paulo. A lista segue com os aeroportos de Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul; Santarém, Marabá, Parauapebas e Altamira, no Pará. Com lance mínimo de R$ 525,2 milhões, o bloco tem valor do contrato estimado em R$ 11,4 bilhões.
Liderado pelos aeroportos Santos Dumont e de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, o segundo bloco também engloba os aeroportos de Montes Claros, Uberaba e Uberlândia, em Minas Gerais, e terá lance mínimo de R$ 324 milhões, com valor do contrato avaliado em R$ 5,8 bilhões.
O terceiro bloco abrange os aeroportos de Belém e de Macapá. Com lance mínimo de R$ 56,6 milhões, os dois aeroportos terão contrato mínimo estimado em R$ 1,9 bilhão.
Um mesmo consórcio poderá arrematar os três blocos, com lance mínimo de R$ 905,8 milhões. Para comprovar requisito mínimo para administrar aeroportos, o operador terá de comprovar experiência em processamento, em pelo menos um dos últimos cinco anos, de 5 milhões de passageiros para disputar os blocos dos aeroportos de São Paulo-Pará e Rio de Janeiro-Minas Gerais. Para operar o terceiro bloco, o número mínimo de passageiros cai para 1 milhão.
A qualificação dos leilões da 7ª rodada de concessão de aeroportos foi decidida pelo Comitê do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) em dezembro do ano passado e autorizada pelo Decreto nº 10.635, de 22 de fevereiro de 2021.
Ana Luísa, de Guarujá (SP), morreu após um mês internada. Ao g1, a mãe defendeu a liberação dos imunizantes para as crianças, e contou que a filha não tinha diagnóstico de comorbidades.
Por Brenda Bento, g1 Santos
21/12/2021 05h00 Atualizado há 9 horas
Ana Luísa, de 8 anos, morreu em decorrência de complicações da Covid-19, após um mês internada em Santos, SP — Foto: Arquivo Pessoal.
Após a filha Ana Luísa dos Santos Oliveira, de 8 anos, morrer por complicações da Covid-19, a mãe e vendedora Valkíria Alice dos Santos, de 39 anos, disse aog1 que a família, já imunizada, torcia para que a liberação da vacina para crianças acontecesse logo.
“Eu creio que, se ela tivesse tomado, poderia ter pego, mas não desse jeito. Seria fraco, e não tão agressivo do jeito que foi. Tem que liberar essas vacinas para as crianças”.
Moradora do Distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá, no litoral de São Paulo, ela explica que a filha não tinha qualquer diagnóstico de comorbidades. “A única coisa que ela tinha era rinite alérgica. Ela era gordinha, mas era uma criança saudável, não tinha diabetes, não tinha colesterol, brincava normal, estava indo à escola. Eles falaram ‘mãe, devido a ela ser gordinha, pode ter sido um fator que contribuiu para ela não conseguir a cura'”.
A família suspeita que ela tenha contraído o vírus em uma das idas à escola. “Aqui em casa não foi. Creio que foi no colégio, após liberarem o retorno de 100% [da capacidade]. Às vezes, as crianças não têm sintomas”.
Mãe defende vacinação
De acordo com a vendedora, todos os familiares já tomaram a segunda dose, e alguns já até receberam a dose de reforço. “Por que aconteceu com a minha filha? Ela era muito cuidadosa. Creio que, se estivesse vacinada [seria diferente]. As crianças precisam, acham que não pegam, mas elas pegam, sim”, diz.
“Ela tinha medo, era muito cuidadosa, a mais cuidadosa da casa. Tinha uma bolsinha só com a máscara, álcool em gel, lavava a mão, chegava da escola e tomava banho, às vezes eu queria dar uma caminhada, e ela falava para colocar a máscara. Não era aquela criança que não queria usar. Quando ela ficou dodói, falou ‘mãe, estou com Covid-19?’. Falei que estava, mas que ela ia ficar boa. Ela era bem calma, não se desesperou, mas Deus quis levar ela, meu anjinho”, lamenta.
A vendedora reforça que a vacinação e os protocolos sanitários ainda são importantes.
“Continuem usando máscara, usem álcool em gel, a Covid-19 não acabou. Aqui em casa, a gente falava que, graças a Deus, ninguém pegou nesses anos todos, mas de repente veio esse baque. Não é que a gente desleixou não, mas aconteceu essa fatalidade com ela. Não sei se foi na escola, por mim eu nem levava, mas ela queria muito, acho que estava cansada de ficar tanto tempo dentro de casa”, lembra.
“Eu peço para os pais tomarem cuidado com as crianças, os que pensam que [a doença] é fraquinha. Eu também pensava, os sintomas nem apareceram, e quando fui ver, já tinha tomado conta dela. Eu não demorei para correr com a minha filha para o hospital, fui na hora certa, e o médico falou isso. Só que foi tão traiçoeira, foi muito rápido. Fiquem em cima das vacinas. Se funcionou para nós, vai funcionar para as crianças também”, afirma.
Após morte da filha, Valkíria desabafou e disse que precisam liberar vacina contra a Covid-19 para crianças — Foto: Arquivo Pessoal
Diagnóstico
Valkíria diz que a filha não teve sintomas de resfriado, e que estava com a boca inchada, mas por causa de um dente que estava mole e caiu. “Ela não queria comer, teve febre, levei ela no médico, na pediatria infantil do São João, e ele falou que era dengue. Fizemos todos os cuidados, repouso, mas até aí, crente que era dengue. Ela ficou com uma tosse muito estranha, levei ela no médico, que falou que poderia ser suspeita de Covid-19”.
Segundo a vendedora, a filha ficou internada de 11 de novembro a 12 de dezembro, quando faleceu. “Quando tirou o raio-X, viram que os pulmões dela estavam muito congestionados. Ela foi andando normal, mas a saturação dela estava muito baixa, e colocaram a gente em isolamento. Fiquei com ela junto na Unidade de Terapia Intensiva [UTI] do Hospital Guilherme Álvaro, intubaram ela, tentaram de tudo, foi um mês de muita oração, muita fé, mas Deus recolheu ela”, diz.
“Fiquei um mês com ela na UTI, não queria vir para casa, queria ficar lá, conversando muito com ela, falando que ia ficar bem. Depois de um tempo, ela intubou, aí tiraram, ela deu uma boa melhorada, depois o período de Covid-19 passou e veio uma infecção em decorrência da doença. Muito remédio forte, não sei se poderia ter ficado com sequela, o médico disse que poderia, foi muita medicação, saturação muito baixa, chegou a 11. Dentro desses altos e baixos, eu lá junto. Ela estava sofrendo muito, Deus quis recolher a minha pequena. Agora que estou assimilando, mas é tudo muito estranho para mim”, relembra.
Mãe contou ao g1 que filha tinha medo da doença, e que era cuidadosa em relação aos protocolos sanitários — Foto: Arquivo Pessoal.
‘Era muito feliz’
Prestes a completar 9 anos em janeiro, Ana Luísa era uma criança muito amorosa. “Não era aquela criança birrenta, tinha muito amor. Era ‘mamãe, eu te amo’ toda hora. Quando eu ia trabalhar, dava tchau até eu virar a esquina. Gostava muito de TikTok, de dançar, gostava muito de melancia. São detalhes que vou guardar para o resto da minha vida. Ela era muito feliz. Foi um anjo que passou por esses oito anos na minha vida, que eu jamais vou esquecer. Ela deixou uma planta de amor, um legado de amor e de pureza”.
“Amo muito a minha filha. Só quero que Deus conforte mais meu coração, [pois] não é fácil perder um filho. Nunca imaginei perder minha filha, principalmente para essa doença. Deus é misericordioso, pegou a minha filha e levou porque estava sofrendo muito naquela UTI, eu vi tudo, eram vários procedimentos, várias coisas que eu falava ‘Deus, o que é isso?’. Vão ficar muitas lembranças boas e o coração cheio de amor porque ela passou muito amor para mim”, finaliza.
A Prefeitura de Guarujá informou que, desde março de 2020, quando foi decretada a pandemia de Covid-19, o município registrou, além do falecimento de Ana Luísa, mais dois óbitos de crianças menores de 12 anos.
O g1 entrou em contato com a administração municipal sobre o primeiro diagnóstico de dengue, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Autorização da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, na última quinta-feira (16), a aplicação da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. Ainda não há previsão de quando a imunização vai começar, porque a vacina para este público tem diferenças em relação à que é aplicada nos adultos. Por isso, o Governo Federal terá que comprar uma versão específica do produto, com dosagens e frascos diferentes, apesar de o princípio ativo ser o mesmo.
A mesma autorização de uso já foi concedida pelo FDA e pela EMA (agências regulatórias de saúde dos Estados Unidos e União Europeia), além de países como Costa Rica, Colômbia, República Dominicana, Equador, El Salvador, Honduras, Panamá, Peru e Uruguai.
No último sábado (18), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o governo só divulgará uma posição oficial sobre a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos contra a Covid-19 em 5 de janeiro. De acordo com Queiroga, haverá uma audiência pública um dia antes, que servirá de base para a decisão final da pasta.
A Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI COVID-19) manifestou-se unanimemente favorável ao parecer da Anvisa em relação ao pedido de autorização para aplicação da vacina desenvolvida pela Pfizer na população pediátrica entre 5 e 11 anos.
Segundo nota da CTAI COVID-19, em 2020, 10.356 crianças entre 0 e 11 anos foram notificadas com diagnóstico de SRAG por Covid-19, das quais 722 evoluíram para óbito. Em 2021, as notificações elevaram para 12.921 ocorrências, com 727 mortes, totalizando 23.277 casos e 1.449 óbitos desde o início da pandemia.
Dentre os casos, 2.978 foram registrados em crianças de 5 a 11 anos, com 156 mortes em 2020. Já em 2021, foram registrados 3.185 casos na faixa etária, com 145 mortes, totalizando 6.163 casos e 301 óbitos desde o início da pandemia. Os dados foram atualizados até 6 de dezembro de 2021.
Frascos da vacina da Pfizer em versão pediátrica (laranja) e a partir dos 12 anos (roxa) — Foto: Tobias Schwarz.
Um dos maiores shoppings centers de Santarém, oeste paraense, foi alvo de criminosos no início da tarde desta terça-feira (21). Os bandidos invadiram uma loja de joias do Rio Tapajós Shopping localizado na Avenida Fernando Guilhon.
Segundo informações preliminares, dois assaltantes levaram pulseiras e brincos avaliados em cerca de R$ 25 mil da loja La Pieza Joias & Acessórios. A dupla de criminosos, que ainda não foi identificada, fugiu a pé, pelos fundos do shopping.
De acordo com testemunhas, diversas lojas fecharam as portas após a ação criminosa.
Servidores reclamam de falta de bônus e reajuste salarial .
Logo da Receita Federal; “A Receita Federal não merece e não pode ser humilhada mais uma vez. Somente uma reação em uníssono da Casa pode mostrar ao mundo político a nossa força e o nosso poder de indignação”, dizem os auditores.
DOUGLAS RODRIGUES. PODER 360
Auditores da Receita Federal começaram nesta 3ª feira (22.dez.2021) um movimento de entrega de cargos depois de o governo e o Congresso terem cortado recursos do órgão. O nível hierárquico dos auditores que farão a entrega de cargos compõe-se de chefes de unidade, delegados, chefes de divisão e de equipe.
Kleber Cabral, presidente do Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita), afirmou que o dinheiro será usado para dar aumentos aos policiais. O Orçamento de 2022 reservou R$ 1,7 bilhão para a categoria de segurança.
Os auditores reclamam da falta de bônus. A categoria não tem aumento salarial há 5 anos.
Kleber Cabral diz que haverá um corte no Fisco de R$ 1,2 bilhões –sendo R$ 600 milhões só da parte de tecnologia da informação.
Eis a íntegra da nota do Sindifisco Nacional:
“A Receita Federal vem, nos últimos meses, quebrando recordes de arrecadação e ajudando a impulsionar a recuperação da economia nacional graças a um empenho extraordinário do seu quadro de Auditores-Fiscais e demais servidores.
Esse empenho foi derivado, sobretudo, da expectativa em ver solucionada, finalmente, a regulamentação do bônus de eficiência, fruto de acordo salarial entabulado há 5 anos.
Essa expectativa não nasceu ao acaso. Surgiu da palavra afiançada pelos ministros Ciro Nogueira e Paulo Guedes e principalmente pelo próprio presidente Jair Bolsonaro.
No entanto, agora, na discussão da peça orçamentária de 2022 no Congresso Nacional, o assunto, que estava pacificado no âmbito do Executivo, sofreu inesperado revés, com a resistência do relator Hugo Leal em incluir os recursos necessários à regulamentação do bônus e a omissão do governo em fazer valer os compromissos assumidos com a Receita Federal.
Adicionando insulto à injúria, recursos da própria Receita Federal serão cortados para satisfazer os reajustes acordados com as carreiras policiais, numa demonstração de absoluto desrespeito à administração tributária, que, como nunca, tem se empenhado para prover a sustentação financeira do Estado brasileiro.
Diante desse quadro de rebaixamento e humilhação institucional, o Sindifisco Nacional convoca todos os Auditores-Fiscais a uma dura e contundente resposta, com a paralisação imediata de todos os trabalhos e a entrega maciça das funções e cargos de chefia, movimento que já vem ocorrendo nos últimos dias.
A Receita Federal não merece e não pode ser humilhada mais uma vez. Somente uma reação em uníssono da Casa pode mostrar ao mundo político a nossa força e o nosso poder de indignação.”…
Veja as cores para cada signo usar e evitar em 2022
Para começar 2022 com tudo, é importante ficar atento as cores e suas vibrações.
terça-feira, 21/12/2021, 12:42 – Atualizado em 21/12/2021, 12:42 – Autor: Com informações Portal Terra
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O ano de 2022 já está batendo na porta e trazendo as tão animadas festas de fim de ano. O Réveillon, em particular, é uma festa cheia de tradições seguidas por quem quer vibrações positivas para o ano que está chegando. Uma delas é usar roupa de uma cor específica.
Segundo a astrologia, as cores têm poder e cada signo tem uma cor que lhe é mais favorável. O DOL te mostra as melhores e as piores cores para usar (ou, não) nas festas de fim de ano e começar 2022 com o pé direito.
ÁRIES
Vermelho é a cor que lhe favorece. Ela representa energia e ferocidade. O vermelho mexe com a paixão, trazendo mais energia e iniciativa. É a cor da empolgação, da afirmação. Branco e amarelo também são cores que trazem sorte para os arianos.
Cores do azar: Azul, preto e verde não devem ser escolhidas.
TOURO
Taurinos terão sorte com o rosa e o branco. Estas são ótimas cores para todas as circunstâncias. O verde simboliza elegância e dinheiro, que também é uma cor muito propícia para o signo de Touro.
Cores de azar: amarelo e vermelho.
GÊMEOS
Amarelo e verde são as cores favoráveis para os geminianos. Rosa e branco também são opções que trazem sorte. Já o amarelo é associado ao otimismo, entusiasmo, amizade e intelecto. Use-o.
Cores de azar: azul e vermelha não favorece Gêmeos.
CÂNCER
Cancerianos são famosos por terem uma alma sensível. Branco, cinza, prata e creme são suas cores. Por ser o signo da Lua, os tons frios de prata lhe favorece. É uma cor calma e curativa, costuma ser associada à riqueza e ao sucesso.
Cores de azar: marrom e preto devem ser evitados
LEÃO
Por ser um signo do sol, os leoninos devem buscar os tons de ouro, roxo e laranja que refletem sua personalidade ousada.
Cores de azar: cores frias
VIRGEM
Azul, verde, amarelo e branco são as cores da sorte. É um signo de natureza calma, que é definido por essas cores que podem trazer sorte para seus relacionamentos pessoais.
Cores de azar: Se possível, deve ficar longe do vermelho.
LIBRA
Escolha as cores brilhantes. Branco e o azul-claro complementam muito bem sua personalidade.
Cores de azar: Vermelho.
ESCORPIÃO
Por ser ambicioso e misterioso, precisa de uma cor que equilibre perfeitamente sua natureza. Vermelho e todos os tons de marrom são favoráveis. O laranja e o amarelo também são benéficos para escorpião nas suas relações pessoais e profissionais.
Cores de azar: Azul e verde não são favoráveis.
SAGITÁRIO
Por terem comportamento impulsivo e personalidade espirituosa, devem escolher cores que dão apoio a esse comportamento. Amarelo-escuro e laranja são excelentes opções. Cores em tom de verde também trazem sorte.
Cores de azar: Azul não favorece os sagitarianos.
CAPRICÓRNIO
As cores da sorte são preto, roxo, marrom-escuro e verde. Estas cores proporcionarão sucesso financeiro e são ótimas para realçar sua personalidade. Roxo e cinza também são cores de sorte.
Cores de azar: vermelho e amarelo.
AQUÁRIO
Peculiar e divertido, cores brilhantes como algumas tonalidades de azul, roxo e branco combinam com este signo. As cores da sorte são preto, cinza, azul-escuro e marrom. Elas mostram que você é intelectual e uma pessoa muito compreensiva.
Cores de azar: Azul-claro, amarelo, verde ou vermelho mais claro não dão muita sorte para este signo.
PEIXES
Pertencendo ao elemento água, azul e verde combinam com este signo. O rosa também é uma ótima opção, pois ajuda a obter inspiração no trabalho e nos relacionamentos. Peixes possui qualidades expressivas. Violeta, verde, amarelo e branco também são boas escolhas.
Cores de azar: Devem evitar cores brilhantes pretas e escuras.
Irlendes Rodrigues Nascido em 1961 no estado do Pará, no município de Cametá é formado em Gestão de Órgãos Públicos pela Universidade da Amazônia – UNAMA e também é Jornalista.