NO PRONTO-SOCORRO
Mulher se nega a fazer sexo com o chefe e é demitida
A vítima registrou ocorrência. O caso é investigado de forma sigilosa e o suspeito continua no cargo.
quarta-feira, 09/03/2022, 11:59 – Atualizado em 09/03/2022, 11:59 – Autor: Com informações de Metrópole/DOL
Profissional foi chantageada sexualmente | ( Reprodução ) .
No Brasil, em média, sete casos de assedio sexual são registradas diariamente em ambientes de trabalho, segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TST). Em 90% destas ocorrências, a vítima é mulher.https://7d54249561d249924d01f58203feab6e.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
Recentemente, uma denuncia de assédio envolvendo uma funcionária e um diretor do Hospital Municipal de Pedro Toledo, no estado de São Paulo, ganhou repercussão. A mulher denunciou que foi chantageada sexualmente pelo patrão. Por ter se negado a ter relações com ele, acabou demitida.

Priscila Lima, 32 anos, contou que o assédio começou em fevereiro, quando segundo ela, o diretor a chamou em uma sala e tirou a roupa. “Regras da casa, estou te dando boas-vindas”, teria dito o acusado.
Em entrevista a um portal de notícias, a vítima disse que cedeu a chantagem por uma questão de necessidade. “Eu, sem entender nada, cedi, e tive relações sexuais com ele, porque precisava do serviço. Estava em uma situação difícil, e tenho uma filha para criar, pensei que precisava sustentar minha família”, contou.

A vítima disse que numa outra tentativa, ela se negou a ir para a referida sala com o suspeito e por isso foi demitida.
O caso é investigado sob sigilo pela Polícia Civil.







