PNEUMONIA
Duciomar Costa tem piora na saúde e é intubado
O jurista e ex-prefeito de Belém teve uma piora repentina no seu estado de saúde.
quinta-feira, 09/12/2021, 09:35 – Atualizado em 09/12/2021, 09:35 – Autor: Wesley Rabelo/DOL
| Reprodução/Agência Belém .
Na manhã da última quarta-feira (8), o jurista e ex-prefeito de Belém Duciomar Costa, 66 anos, foi intubado devido complicações do quadro de pneumonia. Duciomar deu entrada no Hospital Adventista de Belém, na quinta-feira passada, 2 de dezembro, e de imediato foi levado para Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No sábado (4), recebeu alta da UTI e passou a ser tratado em um apartamento, com quadro estável, porém teve piora, e teve que ser intubado.
As informações foram divulgadas pela médica que atende Duciomar, Aranda Haber, que também é sobrinha do ex-gestor da capital paraense, e afirmou que a mudança repentina na saúde do paciente está sendo investigada.
Por dois mandatos, Duciomar Costa prefeito de Belém, entre os anos de 2005 e 2013. Além da pneumonia, o ex-prefeito sofre de uma doença neurológica degenerativa que provoca paralisia motora e vem sendo investigada há cerca de 5 anos, mas nenhum médico conseguiu dar um diagnóstico preciso sobre a doença. A suspeita dos profissionais que o atenderam é que seja Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).
CONDENAÇÕES
Em agosto deste ano, a Justiça Federal anunciou a condenação do ex-prefeito em mais dois processos abertos a partir de ações do Ministério Público Federal (MPF). Além dele, estão incluídas outras pessoas e empresas que participaram de esquemas de fraudes em contratações.
Duciomar foi sentenciado a devolver R$4 milhões aos cofres públicos, com juros e correção monetária, e a pagar uma multa no valor de R$2,9 milhões. Ele também teve seus direitos políticos suspensos por oito anos e ficou proibido de fazer contratos com o poder público por dez anos.
As duas ações são decorrentes das investigações que resultaram na operação “Forte do Castelo 1”, realizada em dezembro de 2017. A investigação foi feita pelo MPF, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal, e a execução da operação teve o apoio da Polícia Federal, após a Justiça Federal ter deferido os mandados pedidos pelo MPF.







