ALERTA
Covid-19 deixa um milhão à espera por cirurgia não urgente
A preocupação é que os procedimentos têm prazo para serem feitos e, caso não sejam realizados, podem agravar o estado de saúde do paciente. Cerca de 59,8% dos agendamentos caíram no ano passado, se forem considerados os dados da rede pública e privada.
quinta-feira, 15/04/2021, 17:58 – Atualizado em 15/04/2021, 17:58 – Autor: Com informações do O Estado de S.Paulo
A redução das cirurgias eletivas foi uma forma encontrada para atender os pacientes de Covid-19. | Divulgação/Prefeitura de São Paulo.
Pelo menos um milhão de cirurgias eletivas, que são aquelas não urgentes, foram suspensas no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2020, devido à pandemia de covid-19. A informação foi divulgada pelo O Estado de S. Paulo e consta nos dados da Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde (Abraidi).
A redução das cirurgias eletivas foi uma forma encontrada para atender os pacientes de Covid-19.
Cerca de 59,8% dos procedimentos cirúrgicos caíram no ano passado, se forem considerados os dados da rede pública e privada. A diminuição também aconteceu no faturamento das empresas de produtos para saúde, com queda de 50,8%. Esses e outros dados serão apresentados pela associação, nesta quinta-feira (15), durante um fórum.
O presidente da Abraidi, Sérgio Rocha, explicou que, embora as cirurgias não sejam urgentes, elas têm um prazo para acontecer. Caso contrário, a situação pode paciente pode agravar.
O Estado de S. Paulo detalhou, ainda, que a maioria dos empresários do setor estimam que essas cirurgias só devem retornar totalmente no fim do 2º semestre ou em 2022, quando a maioria da população já estiver vacinada.







