{"id":5839,"date":"2024-04-21T11:42:08","date_gmt":"2024-04-21T14:42:08","guid":{"rendered":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blogbelem\/?p=5839"},"modified":"2024-04-21T11:42:08","modified_gmt":"2024-04-21T14:42:08","slug":"a-forca-crescente-do-cacau-no-estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blogbelem\/brasil\/economia\/a-forca-crescente-do-cacau-no-estado\/","title":{"rendered":"A for\u00e7a (crescente) do cacau no Estado"},"content":{"rendered":"<h2>A novela &#8220;Renascer&#8221; trouxe de volta para o cen\u00e1rio nacional a produ\u00e7\u00e3o cacaueira, e o Par\u00e1 \u00e9 o l\u00edder na produ\u00e7\u00e3o nacional. Saiba como chegamos at\u00e9 aqui<\/h2>\n<h5 class=\"article-info\">Autor:<b>Cintia Magno\/DOL\/Revista Agropar\u00e1<br \/>\n<\/b><\/h5>\n<h6>domingo, 21\/04\/2024, 09:42<\/h6>\n<p>Respons\u00e1vel por plantar de 8 a 10 mil hectares por ano, o Par\u00e1 \u00e9 um dos territ\u00f3rios onde mais se planta cacau no mundo, al\u00e9m de deter uma das maiores taxas de produtividade: uma m\u00e9dia de 925 kg por hectare. Essas e outras taxas de crescimento da cacauicultura mantidas pelo Estado n\u00e3o s\u00e3o \u00e0 toa. Aliando o potencial natural da regi\u00e3o com o desenvolvimento de pesquisa cient\u00edfica e a aplica\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, o Par\u00e1 foi levado ao protagonismo do cultivo do fruto no cen\u00e1rio nacional.<\/p>\n<p>Nativo da regi\u00e3o amaz\u00f4nica, o cacau \u00e9 cultivado no pa\u00eds desde o final do s\u00e9culo 17, quando o ent\u00e3o rei de Portugal determinou que o cacau deveria ser cultivado no territ\u00f3rio ainda marcado pela coloniza\u00e7\u00e3o. Mais tarde, ainda em 1746, a cultura foi levada para o Estado da Bahia, que dominou a produ\u00e7\u00e3o nacional durante muito tempo e atingiu o seu \u00e1pice na d\u00e9cada de 1980, levando o Brasil \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de segundo maior produtor mundial, sendo respons\u00e1vel por cerca de 400 mil toneladas por ano \u00e0quela \u00e9poca.<\/p>\n<p>A concomit\u00e2ncia de diferentes fatores, por\u00e9m, incluindo a chegada da vassoura de bruxa, acabou por ocasionar uma queda vertiginosa na produ\u00e7\u00e3o da Bahia e, consequentemente, do pa\u00eds. Com a cria\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), \u00f3rg\u00e3o ligado ao Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria que em fevereiro de 2024 completou 67 anos de exist\u00eancia, a produ\u00e7\u00e3o vem sendo gradativamente recuperada. No cen\u00e1rio atual, o Estado do Par\u00e1 se mant\u00e9m na lideran\u00e7a nacional da produ\u00e7\u00e3o do cacau, sendo respons\u00e1vel por 53,3% da produ\u00e7\u00e3o nacional do fruto, segundo registro da base de dados da Produ\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola Municipal (PAM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) relativa ao ano de 2022.<\/p>\n<p>Para que se chegasse a tal desempenho, por\u00e9m, uma s\u00e9rie de medidas foram implementadas ao longo de mais de cinco d\u00e9cadas. No Par\u00e1, a maior for\u00e7a produtiva do cacau iniciou em meados 1970, quando foi criado o primeiro plano para o desenvolvimento da cacauicultura no Estado do Par\u00e1. A Ceplac j\u00e1 existia \u00e0 \u00e9poca e foi convidada pela ent\u00e3o Secretaria de Agricultura do Estado para ser um parceiro t\u00e9cnico na transfer\u00eancia de tecnologia para a cacauicultura. Com o plano apresentando bons resultados e sendo expandido, a partir de 1975 o governo transferiu para a Ceplac a responsabilidade do desenvolvimento da cacauicultura no Estado.<\/p>\n<p>Coordenador da Superintend\u00eancia Regional de Desenvolvimento da Lavoura Cacaueira nos Estados do Par\u00e1 e Amazonas da Ceplac, Jose Raul dos Santos Guimar\u00e3es explica que atrav\u00e9s dos estudos t\u00e9cnicos e cient\u00edficos, da gera\u00e7\u00e3o de tecnologia e dos processos de inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, a Ceplac concebeu um sistema produtivo vi\u00e1vel do ponto de vista t\u00e9cnico agron\u00f4mico, socioecon\u00f4mico, ecol\u00f3gico e ambiental para a cacauicultura na Amaz\u00f4nia, o cultivo do cacaueiro em Sistemas Agroflorestais. \u201cEsse modelo \u00e9 perfeitamente adaptado \u00e0s condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e de solo da Amaz\u00f4nia porque o centro de origem bot\u00e2nica do cacau \u00e9 a Amaz\u00f4nia\u201d.<\/p>\n<p>Para que esse modelo fosse desenvolvido, Raul Guimar\u00e3es lembra que um trabalho iniciado ainda em 1965 possibilitou a realiza\u00e7\u00e3o de um levantamento nas bacias hidrogr\u00e1ficas do bioma amaz\u00f4nico, o que se conhece no meio cient\u00edfico como prospec\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. A partir desse trabalho foi poss\u00edvel realizar a coleta do material que gerou o banco de germoplasma mantido pela Ceplac na esta\u00e7\u00e3o de pesquisa localizada no munic\u00edpio de Marituba, e que depois levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de campos de produ\u00e7\u00e3o de sementes que permitem \u00e0 institui\u00e7\u00e3o distribuir sementes para os agricultores plantarem cacau no Par\u00e1 desde a d\u00e9cada de 70, sem falhar.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn.dol.com.br\/img\/inline\/850000\/767x0\/cacau2_00856499_0_.webp?w=640&#038;ssl=1\" alt=\"A novela Renascer trouxe o plantio do cacau para o hor\u00e1rio nobre\" \/><\/p>\n<div class=\"dol-anuncio2\">\n<figure class=\"dol-img-article\"><figcaption>A novela Renascer trouxe o plantio do cacau para o hor\u00e1rio nobre |<strong>Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<p>Hoje, a Ceplac produz de 13 a 15 milh\u00f5es de sementes de cacau por ano e essas sementes s\u00e3o disponibilizadas aos agricultores de acordo com um planejamento estrat\u00e9gico, t\u00e1tico e operacional. A partir de um cronograma de produ\u00e7\u00e3o previamente definido nas esta\u00e7\u00f5es, \u00e9 criado um cronograma de distribui\u00e7\u00e3o, onde os agricultores solicitam as sementes no per\u00edodo de Janeiro a Mar\u00e7o de cada ano, e a partir de Maio inicia-se a distribui\u00e7\u00e3o das sementes pela Ceplac. \u201cO material coletado, com suas variedades de cacau, em diversas bacias hidrogr\u00e1ficas da Amaz\u00f4nia, permitiu \u00e0 Ceplac implantar esse material aqui na Esta\u00e7\u00e3o para estudo gen\u00e9tico. Todo esse material foi estudado detalhadamente e caracterizado morfologicamente\u201d, explica o superintendente. \u201cEnt\u00e3o, essa cole\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica foi instalada e isso nos permitiu implantar os campos de produ\u00e7\u00e3o de sementes de cacau. N\u00f3s temos essa esta\u00e7\u00e3o em Marituba, temos outra na mesorregi\u00e3o sudeste do Par\u00e1, em Tucum\u00e3, e n\u00f3s temos uma esta\u00e7\u00e3o na mesorregi\u00e3o sudoeste, no munic\u00edpio de Medicil\u00e2ndia\u201d.<\/p>\n<p>A partir desse trabalho, Raul esclarece que a cacauicultura pode ser instalada no Estado do Par\u00e1 em regi\u00f5es que foram prospectadas e estudadas do ponto de vista t\u00e9cnico e cient\u00edfico, e do ponto de vista da sua viabilidade para implantar um cultivo que est\u00e1 no sub-bosque em estado nativo, mas que foi domesticado. \u201cEsse sistema de produ\u00e7\u00e3o re\u00fane todas as tecnologias que o grupo de pesquisadores da Ceplac gerou e concebeu e que foram testadas e validadas e, portanto, podem ser disponibilizadas aos agricultores\u201d, aponta. \u201cEssas sementes, esse material que a Ceplac distribui aos agricultores \u00e9 altamente produtivo, tem um elevado poder produtivo, resistente a pragas e doen\u00e7as. Essa \u00e9 uma das raz\u00f5es que levaram a cacauicultura a chegar no est\u00e1gio que chegou\u201d.<\/p>\n<p>E no que depender da tecnologia desenvolvida e das condi\u00e7\u00f5es de competitividades encontradas no Par\u00e1, a perspectiva \u00e9 que a cadeia de valor do cacau ganhe ainda mais import\u00e2ncia no Estado. Raul conta que, atualmente, uma m\u00e9dia de 1.500 novos agricultores s\u00e3o incorporados \u00e0 cadeia paraense do cacau, um interesse crescente e que encontra mercado certo. \u201cNenhum produtor corre o risco de n\u00e3o vender o seu produto. \u00c9 uma cultura que tem mercado garantido pela pr\u00f3pria estrutura de mercado que existe na escala local, regional, nacional e internacional\u201d, avalia o superintendente regional da Ceplac. \u201cO Par\u00e1 tem \u00e1rea para expandir. Essa \u00e9 uma grande vantagem comparativa, por exemplo, se voc\u00ea comparar com a \u00c1frica, que j\u00e1 n\u00e3o tem mais \u00e1rea para expandir, s\u00e3o \u00e1reas de cacau muito antigas. E aqui no Par\u00e1 n\u00f3s temos uma cacauicultura que \u00e9 bem mais nova, inclusive comparada com a da Bahia\u201d.<\/p>\n<p>Em resumo, um programa de desenvolvimento da cacauicultura com alta performance, indicadores conjunturais ou socioecon\u00f4micos e agroambientais expressivos fizeram com que o Estado do Par\u00e1 sa\u00edsse, no final da d\u00e9cada de 60 e in\u00edcio da d\u00e9cada de 70, de um modelo de produ\u00e7\u00e3o tipicamente extrativista, para um atual modelo altamente tecnificado, competitivo no que se refere ao uso do solo e dos recursos florestais e que \u00e9 capaz de potencializar a biodiversidade ao mesmo tempo em que fortalece a bioeconomia na Amaz\u00f4nia. Mas Raul Guimar\u00e3es lembra que tudo isso s\u00f3 foi poss\u00edvel atrav\u00e9s do conjunto de a\u00e7\u00f5es empenhadas n\u00e3o apenas pela Ceplac, mas tamb\u00e9m pelos parceiros que foram se somando \u00e0 atua\u00e7\u00e3o ao longo dos anos. \u201cSe n\u00f3s fizermos uma an\u00e1lise comparativa, perceber\u00edamos que houve uma evolu\u00e7\u00e3o fant\u00e1stica porque, na d\u00e9cada de 70, poucos parceiros estavam junto com a Ceplac na condu\u00e7\u00e3o dos programas. Era basicamente a Ceplac, o Governo do Estado, os agentes financeiros e a hoje Emater, ent\u00e3o, t\u00ednhamos uma meia d\u00fazia de parceiros\u201d, lembra o superintendente. \u201cHoje, temos muitos parceiros, como as organiza\u00e7\u00f5es de produtores, sindicatos e associa\u00e7\u00e3o de cooperativas, a FAEPA, a FETAGRI, outras organiza\u00e7\u00f5es da estrutura do Estado como a Sedap, que \u00e9 o principal parceiro da Ceplac na condu\u00e7\u00e3o do programa, mas tamb\u00e9m a Emater, o Ideflor-Bio, a Semas, a Sedeme e ainda temos a academia, como a Ufra, a UFPA, os institutos federais, que s\u00e3o parceiros importantes na \u00e1rea de inova\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia e da tecnologia na gera\u00e7\u00e3o do conhecimento t\u00e9cnico-cient\u00edfico\u201d.<\/p>\n<h3><b>Produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u00e9 importante aliada da cadeia produtiva<\/b><\/h3>\n<p>Seguindo a tradi\u00e7\u00e3o que ajudou a fortalecer a cadeia produtiva do cacau no Estado do Par\u00e1 cinco d\u00e9cadas atr\u00e1s, a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica segue desempenhando papel importante e fundamental para o fortalecimento e a expans\u00e3o da cadeia cacaueira paraense.<\/p>\n<p>Importante aliada na produ\u00e7\u00e3o deste conhecimento, a Universidade Federal Rural da Amaz\u00f4nia (Ufra) mant\u00e9m projetos que pesquisam a cacauicultura no Estado. Motivo de preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 no passado, mas ainda hoje, as pragas que podem vir a acometer os cacaueiros s\u00e3o o foco de um software desenvolvido pelo grupo de pesquisa do N\u00facleo de Pesquisas em Computa\u00e7\u00e3o Aplicada (NPCA) da Ufra campus Paragominas. Atrav\u00e9s do uso de Intelig\u00eancia Artificial, o programa pretende auxiliar produtores a identificar pragas em planta\u00e7\u00f5es de cacau amaz\u00f4nico, evitando perdas na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn.dol.com.br\/img\/inline\/850000\/767x0\/cacau1_00856499_1_.webp?w=640&#038;ssl=1\" alt=\"Professora Luciana Ferreira no estande Cacau Brasil com o Chef Philippe Vancayaseele\" \/><\/p>\n<\/div>\n<figure class=\"dol-img-article\"><figcaption>\u00a0Professora Luciana Ferreira no estande Cacau Brasil com o Chef Philippe Vancayaseele |<strong>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<h2><b>IMPACTO<\/b><\/h2>\n<p>Professor da Ufra campus Paragominas e l\u00edder do grupo de pesquisa do NPCA, Marcus de Barros Braga usa o exemplo do impacto devastador gerado pela propaga\u00e7\u00e3o da vassoura de bruxa nas planta\u00e7\u00f5es de cacau na Bahia anos atr\u00e1s para lembrar que, quando se trata dessas doen\u00e7as, n\u00e3o basta apenas remediar, mas \u00e9 preciso tentar se antecipar a elas. E \u00e9 isso que pretende o software desenvolvido pelo grupo de pesquisa que ele coordena. \u201cSe voc\u00ea consegue ter um diagn\u00f3stico precoce, quando a doen\u00e7a ainda est\u00e1 em poucos frutos, em uma \u00e1rea de pouca abrang\u00eancia, voc\u00ea consegue se antecipar a esse crescimento da doen\u00e7a que se espalha como uma praga mesmo\u201d, explica. \u201cEssa \u00e9 uma grande motiva\u00e7\u00e3o porque essas doen\u00e7as causam um preju\u00edzo financeiro anual da ordem de muitos milh\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>Sediado no campus de Paragominas, que \u00e9 uma regi\u00e3o fortemente ligada ao agroneg\u00f3cio, desde 2019 o grupo de pesquisa j\u00e1 vinha experimentando algumas tecnologias, especialmente a intelig\u00eancia artificial, para tentar detectar algumas doen\u00e7as, como doen\u00e7as do milho e doen\u00e7as da banana, por exemplo. Posteriormente, devido \u00e0 import\u00e2ncia da cadeia do cacau no Par\u00e1, o grupo tamb\u00e9m decidiu trabalhar em um projeto mais amplo para essa cultura. \u201cN\u00f3s fizemos um projeto a n\u00edvel de Estado para desenvolver uma aplica\u00e7\u00e3o que usa a intelig\u00eancia artificial para fazer o diagn\u00f3stico f\u00e1cil, para o produtor que est\u00e1 na ponta poder diagnosticar. Para, a partir de uma imagem do fruto dele, ele poder saber se j\u00e1 est\u00e1 tendo contamina\u00e7\u00e3o por vassoura de bruxa ou por uma das outras doen\u00e7as que s\u00e3o cl\u00e1ssicas da cadeia do cacau\u201d, explica Marcus Braga. \u201c\u201cA gente aplica uma tecnologia que \u00e9 capaz de reconhecer a doen\u00e7a pela imagem\u201d.<\/p>\n<p>O professor explica que nem toda doen\u00e7a \u00e9 poss\u00edvel de ser reconhecida pela imagem, mas as principais doen\u00e7as do cacau s\u00e3o poss\u00edveis de se reconhecer dessa forma. \u201cO especialista, um agr\u00f4nomo ou um t\u00e9cnico que olha o cacau consegue identificar quando ele est\u00e1 com vassoura de bruxa ou n\u00e3o porque essas doen\u00e7as se manifestam no exterior da fruta do cacau. Ent\u00e3o, quando eu tenho uma doen\u00e7a ou praga que eu consigo diferenciar atrav\u00e9s do visual, eu tenho um campo onde eu posso utilizar uma tecnologia de IA que a gente chama de vis\u00e3o computacional e que trabalha com esse tipo de reconhecimento de padr\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn.dol.com.br\/img\/inline\/850000\/767x0\/cacau4_00856499_2_.webp?w=640&#038;ssl=1\" alt=\"Chocolate paraense ganha qualidade com o cacau local\" \/><\/p>\n<figure class=\"dol-img-article\"><figcaption>Chocolate paraense ganha qualidade com o cacau local |<strong>Ricardo Amanaj\u00e1s\/Di\u00e1rio do Par\u00e1<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<p>Para que possa reconhecer os padr\u00f5es e identificar, visualmente, a presen\u00e7a de uma doen\u00e7a, o sistema precisa ser alimentado com uma grande quantidade de imagens que servir\u00e3o como base. Neste momento, o desenvolvimento da ferramenta est\u00e1 atuando na forma\u00e7\u00e3o desse banco, que posteriormente servir\u00e1 n\u00e3o apenas para o funcionamento da ferramenta, mas tamb\u00e9m como fonte de pesquisa para outros projetos ou trabalhos. \u201cUma coisa que a gente tamb\u00e9m n\u00e3o tinha era um trabalho de reconhecimento para o cacau paraense e nem brasileiro. Ent\u00e3o, n\u00f3s estamos fazendo um levantamento de um banco de imagens do cacau paraense. A partir desse banco de imagens o nosso sistema \u00e9 capaz de ser treinado para diferenciar os padr\u00f5es de imagem. Ent\u00e3o, dessa forma, quando o software j\u00e1 tiver operacional, o produtor final vai poder fazer isso atrav\u00e9s do aplicativo\u201d, explica, ao informar que o sistema de IA \u00e9 treinado para ter uma acur\u00e1cia entre 97% a 98% de acerto, o que significa que, em cada 100 testes, ele acerta 98. \u201cUma coisa legal \u00e9 que, ao final do projeto, al\u00e9m de entregar o produto, que \u00e9 o software que vai ser um app, a gente vai poder ter tamb\u00e9m um banco de imagens do cacau paraense que pode servir para outras pesquisas, para outras produ\u00e7\u00f5es\u201d. O tem financiamento p\u00fablico que passa pelo Governo do Estado do Par\u00e1, atrav\u00e9s da Fapespa, e pelo Governo Federal, atrav\u00e9s do CNPQ.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m com financiamento p\u00fablico, atrav\u00e9s de recursos do Plano Sub-regional de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel do Xingu (PDRSX), do Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o e do Desenvolvimento Regional (MIDR), outro projeto que vem sendo desenvolvido na Ufra pretende n\u00e3o apenas gerar conhecimento acerca da cacauicultura, mas tamb\u00e9m formar profissionais que poder\u00e3o continuar atuando e desenvolvendo pesquisa sobre a cadeia produtiva.<\/p>\n<p>O engenheiro agr\u00f4nomo e coordenador do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Agronomia (PgAGRO) da Universidade Federal Rural da Amaz\u00f4nia (Ufra), Marcos Ant\u00f4nio Souza dos Santos, explica que o projeto intitulado \u201cInova\u00e7\u00e3o, tecnologia e sustentabilidade para cadeia produtiva da cacauicultura na regi\u00e3o da Transamaz\u00f4nica\u201d envolve duas grandes frentes de trabalho, uma delas \u00e9 a parte propriamente de pesquisa com sistemas de produ\u00e7\u00e3o de cacau e a outra \u00e9 a essa forma\u00e7\u00e3o de capital humano para atuar na cacauicultura, considerando que essas pesquisas v\u00e3o oferecer suporte para o desenvolvimento de 21 disserta\u00e7\u00f5es de mestrado e nove teses de doutorado em agronomia, com foco espec\u00edfico em cacauicultura.<\/p>\n<p>Ao todo, 22 docentes est\u00e3o envolvidos nessas pesquisas e na orienta\u00e7\u00e3o desses estudantes de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. \u201cA nossa expectativa com esse projeto \u00e9 formar esse capital humano, a maior parte desses estudantes profissionais, vivem naquela regi\u00e3o e trabalham com cacauicultura\u201d, explica Marcos Santos. \u201cA gente quer dar essa forma\u00e7\u00e3o a t\u00edtulo de mestrado e doutorado para que esses recursos humanos sejam fixados naquela regi\u00e3o e exer\u00e7am um efeito multiplicador para o futuro, com novas pesquisas, com a\u00e7\u00f5es de extens\u00e3o e de desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Esse \u00e9 um componente importante porque n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 gerar pesquisa, mas tamb\u00e9m estamos formando profissionais\u201d.<\/p>\n<p>O professor explica que todas as pesquisas que est\u00e3o sendo desenvolvidas foram identificadas junto a um trabalho de prospec\u00e7\u00e3o de demanda tecnol\u00f3gica. Para isso, foi realizado um estudo, onde foram entrevistadas representa\u00e7\u00f5es de atores da cadeia produtiva do cacau, como produtores, empreendedores do setor agroindustrial, representantes de agentes financeiros e outras institui\u00e7\u00f5es governamentais que atuam na regi\u00e3o do Xingu, justamente para que se fizesse a identifica\u00e7\u00e3o do que realmente \u00e9 priorit\u00e1rio para o desenvolvimento dessa cadeia produtiva. \u201cNesse trabalho n\u00f3s identificamos as demandas priorit\u00e1rias de pesquisa e essa identifica\u00e7\u00e3o foi exatamente que ofereceu o suporte para que a gente fosse definir as pesquisas a serem realizadas\u201d, destaca. \u201cHoje, aquela regi\u00e3o \u00e9 o principal polo da produ\u00e7\u00e3o de cacau no Estado. Os 10 munic\u00edpios daquela regi\u00e3o integra\u00e7\u00e3o do Xingu t\u00eam peso muito grande na produ\u00e7\u00e3o paraense. 82% da produ\u00e7\u00e3o de cacau do Par\u00e1 est\u00e1 concentrada nesses dez munic\u00edpios e tamb\u00e9m em termos de Brasil a representatividade \u00e9 muito grande. 19,2% da \u00e1rea cultivada com cacau no Brasil est\u00e1 concentrada nesses 10 munic\u00edpios e isso representa, em termos de produ\u00e7\u00e3o de am\u00eandoa, 43,2% da produ\u00e7\u00e3o nacional. Ent\u00e3o, \u00e9 um polo de grande representatividade da cacauicultura no Brasil\u201d.<\/p>\n<p>Diante de todo esse desempenho, o professor considera que a regi\u00e3o tem potencial para expandir ainda mais a produ\u00e7\u00e3o, mas, para isso, precisa de pesquisa e capital humano. \u201cO grupo que est\u00e1 a frente deste projeto acredita que essa regi\u00e3o tem um potencial imenso para se tornar o principal polo de inova\u00e7\u00e3o, competitividade e sustentabilidade da cacauicultura do Brasil e das Am\u00e9ricas\u201d, afirma Marcos Santos. \u201cEsse \u00e9 o esfor\u00e7o e o futuro desejado para essa cadeia, mas esse futuro s\u00f3 vai ser poss\u00edvel se ele estiver fundamentado na constru\u00e7\u00e3o de s\u00f3lidos conhecimentos cient\u00edficos e na forma\u00e7\u00e3o de capital humano\u201d.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn.dol.com.br\/img\/inline\/850000\/767x0\/cacau-box_00856499_3_.webp?w=640&#038;ssl=1\" alt=\"A for\u00e7a (crescente) do cacau no Estado\" \/><\/p>\n<h5 class=\"article-info\"><b>\u00a0<\/b><\/h5>\n<div class=\"bt-redes\">\n<div id=\"mw-ouvir-btn\" class=\"audio-play dol-bg-audio\"><\/div>\n<p><a class=\"btn dol-bg-twitter\" title=\"Compartilhar no twitter\" href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?text=A%20for%C3%A7a%20%28crescente%29%20do%20cacau%20no%20Estado&amp;via=diariodopara&amp;url=https%3A%2F%2Fmwl.press%2FDOL856499\" target=\"_blank\" rel=\"external noopener nofollow\" aria-label=\"Compartilhar no twitter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dol.com.br\/themes\/DOL\/img\/twitter_x_logo_b.svg\" alt=\"twitter\" \/><\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A novela &#8220;Renascer&#8221; 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