{"id":8778,"date":"2021-11-24T10:01:50","date_gmt":"2021-11-24T13:01:50","guid":{"rendered":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blogbelem\/?p=8778"},"modified":"2021-11-24T10:01:54","modified_gmt":"2021-11-24T13:01:54","slug":"ilha-dentro-da-ilha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blog\/ilha-dentro-da-ilha\/","title":{"rendered":"ILHA DENTRO DA ILHA"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>ILHA DENTRO DA ILHA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\"><strong>A ilha misteriosa sob Mosqueiro: a natureza que encanta<\/strong><\/h1>\n\n\n\n<p>A pequena ilha fez morada sob a movimentada ponte Sebasti\u00e3o R. de Oliveira, que liga o distrito de Mosqueiro aos demais munic\u00edpios<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a0quarta-feira, 24\/11\/2021, 08:54 &#8211; Atualizado em 24\/11\/2021, 09:03 &#8211;\u00a0\u00a0Autor:\u00a0<strong>Fernanda Palheta<\/strong>\/DOL<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fmwl.press%2FDOL684187\" target=\"_blank\"><\/a><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?text=A%20ilha%20misteriosa%20sob%20Mosqueiro%3A%20a%20natureza%20que%20encanta&amp;via=diariodopara&amp;url=http%3A%2F%2Fmwl.press%2FDOL684187\" target=\"_blank\"><\/a><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/pinterest.com\/pin\/create\/button?url=http%3A%2F%2Fmwl.press%2FDOL684187&amp;description=A%20ilha%20misteriosa%20sob%20Mosqueiro%3A%20a%20natureza%20que%20encanta\" target=\"_blank\"><\/a><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"\/\/mwl.press\/DOL684187\" target=\"_blank\"><\/a><a href=\"https:\/\/dol.com.br\/noticias\/para\/684187\/a-ilha-misteriosa-sob-mosqueiro-a-natureza-que-encanta?d=1#\"><\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn.dol.com.br\/img\/Artigo-Destaque\/680000\/IMG7975_00684187_0_.jpg?w=640&#038;ssl=1\" alt=\"Ilha nasceu nos \u00faltimos dois anos e est\u00e1 situada no Furo das Marinhas\" data-recalc-dims=\"1\">\u00a0Ilha nasceu nos \u00faltimos dois anos e est\u00e1 situada no Furo das Marinhas | Gabriel Caldas\/DOL\u00a0.<\/p>\n\n\n\n<p>Era uma manh\u00e3 ensolarada de segunda-feira quando a comerciante Rosa Teixeira nos recebeu em seu pequeno com\u00e9rcio, \u00e0s margens da rodovia PA-391. Moradora do Furo das Marinhas h\u00e1 40 anos, ela alterna entre garantir que as perguntas sejam respondidas na entrevista e atender alguns clientes que chegam. Al\u00e9m de comunicativa, Rosinha \u00e9 experiente frente \u00e0s c\u00e2meras. Desenvoltura aprimorada pelo longo tempo de com\u00e9rcio e, em partes, por ter sido inspirada pelo pr\u00f3prio pai, j\u00e1 falecido.\u00a0<br>Ao longo dos experientes 51 anos, talvez nada mais surpreenda, exceto a nova ilha t\u00e3o evidente nos \u00faltimos dois anos, bem na porta de entrada para a buc\u00f3lica. \u201cA ilha come\u00e7ou a crescer agora nesses dois anos pra c\u00e1. Era s\u00f3 a praia mesmo em cima\u201d, lembra. \u201cEu achei bonita porque \u00e9 uma coisa nova. \u00c9 interessante. T\u00e1 bonita, mas acho que n\u00e3o interfere em nada. Na minha opini\u00e3o, eu acho que n\u00e3o interfere porque \u00e9 s\u00f3 nos lados [que est\u00e1 crescendo]\u2026 S\u00f3 se ela crescer por baixo, n\u00e9, e levantar a ponte\u201d, diz um pouco sem jeito, rindo para descontrair.<\/p>\n\n\n\n<p>As impress\u00f5es de Rosinha s\u00e3o claras e refletem muito a vis\u00e3o de quem vive t\u00e3o pr\u00f3ximo da vegeta\u00e7\u00e3o suntuosa que cresceu em t\u00e3o pouco tempo. O cen\u00e1rio em quest\u00e3o \u00e9 alternado com tons verdes claros e escuros, reafirmando sua presen\u00e7a no pequeno trecho da Sebasti\u00e3o R. de Oliveira, uma ponte de pouco mais de 1,4 mil metros de extens\u00e3o e principal via de acesso do distrito de Mosqueiro a partir da capital paraense. Mesmo com a mar\u00e9 cheia \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o not\u00e1-la. A pequena ilha, que nasceu\u00a0<strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/dol.com.br\/noticias\/para\/668009\/ilha-surpreende-ao-surgir-embaixo-da-ponte-de-mosqueiro?d=1\" target=\"_blank\">debaixo da estrutura<\/a><\/strong>, no Furo das Marinhas, chama aten\u00e7\u00e3o por se destacar da paisagem ao redor. \u00c9 t\u00e3o exuberante quanto respons\u00e1vel por abrigar seus pr\u00f3prios mist\u00e9rios.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A ilha dentro da ilha<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De fato, explicar o surgimento t\u00e3o repentino da \u201cilha da ilha\u201d de Mosqueiro n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Ilhas n\u00e3o s\u00e3o formadas do dia para a noite, seu nascimento leva tempo. \u00c9 um trabalho paciente, em que a natureza molda sua cria\u00e7\u00e3o de acordo com os cen\u00e1rios que julgar favor\u00e1veis. Assim como tudo na vida, s\u00e3o etapas superadas at\u00e9 que atinja um desenvolvimento satisfat\u00f3rio. A ilha do Furo das Marinhas \u00e9 uma inc\u00f3gnita porque cresceu rapidamente nos \u00faltimos dois anos, uma evolu\u00e7\u00e3o que n\u00e3o passou despercebida pelos moradores e, principalmente, por especialistas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 poss\u00edvel que j\u00e1 existisse um banco na d\u00e9cada de 1970. Esse banco cresceu ao longo do tempo e se transformou em barra devido ao ac\u00famulo gradativo de areia, mas isso \u00e9 uma suposi\u00e7\u00e3o\u201d, sugere a professora e pesquisadora aposentada da Faculdade de Geografia da Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA), Carmena Fran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn.dol.com.br\/img\/inline\/680000\/IMG7948_00684187_0_.jpg?w=640&#038;ssl=1\" alt=\"Parte da imensa vegeta\u00e7\u00e3o da nova ilha j\u00e1 alcan\u00e7a a estrutura da ponte de Mosqueiro\" data-recalc-dims=\"1\"\/><figcaption>&nbsp;Parte da imensa vegeta\u00e7\u00e3o da nova ilha j\u00e1 alcan\u00e7a a estrutura da ponte de Mosqueiro&nbsp;|&nbsp;<strong>Gabriel Caldas\/DOL<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O \u201cbanco\u201d no qual a professora se refere \u00e9 a primeira etapa da forma\u00e7\u00e3o de uma ilha. Eles s\u00e3o discretos e est\u00e3o sempre submersos. Depois de um tempo eles podem se tornar barras, extens\u00f5es de terra que ficam expostas em um determinado per\u00edodo de tempo, quando a mar\u00e9 est\u00e1 baixa, por exemplo, permitindo uma coloniza\u00e7\u00e3o vegetal. Considerando todas as condi\u00e7\u00f5es evolutivas, o processo pode atingir o \u00faltimo est\u00e1gio com a forma\u00e7\u00e3o de ilhas, quando a vegeta\u00e7\u00e3o est\u00e1 sempre exposta.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEsse processo \u00e9 gerado por v\u00e1rios fatores, tais como: as correntes h\u00eddricas que transportam e depositam sedimentos, o tipo dos sedimentos (areia e argila), a morfologia do leito do canal. A a\u00e7\u00e3o humana tamb\u00e9m pode participar desse processo. Por exemplo, os pilares de uma ponte podem reduzir a velocidade da corrente h\u00eddrica, favorecer o dep\u00f3sito sedimentar e a consequente forma\u00e7\u00e3o do banco ou barra\u201d, explica Fran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse nascimento discreto, ainda que n\u00e3o tenha sido oficialmente documentado e estudado, foi avaliado pela professora, que o descreve primordialmente como uma larga vegeta\u00e7\u00e3o de mangue, possibilitando um novo territ\u00f3rio a ser explorado pelos predadores nativos da regi\u00e3o. \u201cEntre 2020 e 2021, as herb\u00e1ceas (plantas rasteiras) come\u00e7aram a ser substitu\u00eddas por \u00e1rvores porque elas tinham a fun\u00e7\u00e3o de preparar o ambiente para indiv\u00edduos mais exigentes do ponto de vista ecol\u00f3gico. Pode-se dizer que temos uma ilha coberta com vegeta\u00e7\u00e3o de mangue. A ilha tende a crescer. N\u00e3o h\u00e1 at\u00e9 agora sinais de eros\u00e3o e o seu bosque de mangue tende a se adensar\u201d, observa Carmena.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GALERIA:&nbsp;<a href=\"https:\/\/dol.com.br\/galerias\/para\/684188\/galeria-veja-a-ilha-misteriosa-sob-a-ponte-de-mosqueiro?d=1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">veja a ilha misteriosa sob a ponte de Mosqueiro<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Curiosamente, quando o crescimento foi notado nos \u00faltimos dois anos, especulou-se a poss\u00edvel rela\u00e7\u00e3o com a pandemia da Covid-19, mas a professora garante sem rodeios: essa rela\u00e7\u00e3o com o novo coronav\u00edrus n\u00e3o existe!<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO desenvolvimento do mangue passou a ser poss\u00edvel em decorr\u00eancia da estabilidade f\u00edsica do ambiente. Ou seja, o tr\u00e2nsito sedimentar diminuiu e a barra tornou-se mais est\u00e1vel, possibilitando a coloniza\u00e7\u00e3o vegetal que ocorre em etapas. Primeiro, instalaram-se os vegetais herb\u00e1ceos. Depois, os herb\u00e1ceos deram lugar aos vegetais arb\u00f3reos na medida em que o ambiente fornecia elementos para o seu desenvolvimento\u201d, esclarece, did\u00e1tica e pacientemente.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn.dol.com.br\/img\/inline\/680000\/IMG7959_00684187_1_.jpg?w=640&#038;ssl=1\" alt=\"A nova ilha se desenvolveu rapidamente nos \u00faltimos dois anos\" data-recalc-dims=\"1\"\/><figcaption>&nbsp;A nova ilha se desenvolveu rapidamente nos \u00faltimos dois anos&nbsp;|&nbsp;<strong>Gabriel Caldas\/DOL<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Conviv\u00eancia e conflito<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Essa beleza natural, entretanto, tem provocado uma reflex\u00e3o mais profunda, t\u00e3o profunda quanto os pilares fincados e entrela\u00e7ados com o mangue rec\u00e9m-nascido. Existe um aparente conflito na exist\u00eancia entre a nova ilha e a ponte de Mosqueiro que tem sido refor\u00e7ado tamb\u00e9m sob o olhar de alguns moradores. A d\u00favida que paira no ar: a ponte est\u00e1 amea\u00e7ada pela exist\u00eancia da ilha?<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cToda vegeta\u00e7\u00e3o \u00e9 agente de intemperismo, ou seja, transforma fisicamente e quimicamente rochas e materiais antropog\u00eanicos com os quais entram em contato. Dessa forma, ela [a ilha] pode, sim, provocar altera\u00e7\u00f5es nos materiais da ponte. Um engenheiro deve explicar isso melhor do que eu\u201d, pondera a professora e pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu levei um engenheiro da Prefeitura [de Bel\u00e9m] at\u00e9 a ilha. Eu acho que eles v\u00e3o sumir com isso por causa das \u00e1rvores que t\u00e3o chegando l\u00e1 na ponte, pode acabar levantando tudo\u201d, diz Sebasti\u00e3o Pinheiro, morador do Furo das Marinhas que, entre as tr\u00eas profiss\u00f5es que exerce, est\u00e1 a de barqueiro.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSab\u00e1\u201d, como tamb\u00e9m \u00e9 conhecido, vigia o antigo Porto da Ecotur, \u00e1rea de embarque e desembarque da localidade que recebia balsas e outras embarca\u00e7\u00f5es antes da inaugura\u00e7\u00e3o, em 1976, da ponte para o distrito. O dono da propriedade faleceu e, atualmente, \u00e9 Pinheiro quem zela pelo local para a filha do antigo senhorio. Em um pequeno dep\u00f3sito, ele guarda os equipamentos que precisa e troca a roupa para uma mais apropriada, necess\u00e1ria para iniciar o trajeto at\u00e9 a ilha, feito de forma cuidadosa em uma rabeta.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a mar\u00e9 cheia, n\u00e3o foi poss\u00edvel descer, mas de perto observa-se o vasto verde vibrante, al\u00e9m de muitos res\u00edduos acumulados (garrafas e sacos pl\u00e1sticos) no emaranhado de galhos e folhas. Contrastando esse cen\u00e1rio, est\u00e3o as belas gar\u00e7as e o caracter\u00edstico cheiro de peixe de \u00e1gua doce que exala nas proximidades, ambos demarcando seu novo territ\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Pr\u00f3ximo ao centro da ponte, testemunhamos o envolvimento da estrutura com o manguezal. Ocasi\u00e3o essa em que nosso condutor refor\u00e7a suas ideias de que a estrutura da ponte pode estar amea\u00e7ada. Sab\u00e1 recorda que n\u00e3o muito tempo atr\u00e1s repetiu o exato percurso para avaliar as condi\u00e7\u00f5es estruturais da grandiosa ponte. \u201cEles est\u00e3o falando que daqui pra mais uns anos essa estrutura vai levantar com a ponte. V\u00e3o tirar [a ilha], usar uma balsa a\u00ed&#8230;\u201d, diz em p\u00e9 sobre a rabeta, \u00e0 beira da descida do antigo porto, refletindo habilidade e seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn.dol.com.br\/img\/inline\/680000\/IMG7956_00684187_2_.jpg?w=640&#038;ssl=1\" alt=\"Surgimento da nova ilha chama aten\u00e7\u00e3o pela beleza, bem como traz preocupa\u00e7\u00f5es\" data-recalc-dims=\"1\"\/><figcaption>&nbsp;Surgimento da nova ilha chama aten\u00e7\u00e3o pela beleza, bem como traz preocupa\u00e7\u00f5es&nbsp;|&nbsp;<strong>Gabriel Caldas\/DOL<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Para a Prefeitura de Bel\u00e9m, no entanto, essa visita nunca aconteceu. Questionada sobre o resultado de poss\u00edveis observa\u00e7\u00f5es realizadas por um engenheiro e se algum trabalho tem sido feito atualmente, a Ag\u00eancia Distrital de Mosqueiro (Admos) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Bel\u00e9m (Semma) negaram qualquer vistoria e foram al\u00e9m, dando nome ao procedimento em quest\u00e3o: dragagem do banco de areia, uma t\u00e9cnica para limpar ou escavar material do fundo de um rio, lago, mar ba\u00eda ou canal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o procede a informa\u00e7\u00e3o de que um engenheiro da Prefeitura tenha realizado vistoria para propor a dragagem do banco de areia, formado a partir do assoreamento dos sedimentos do rio Furo das Marinhas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A Admos e a pasta disseram tamb\u00e9m que ir\u00e3o providenciar, em parceria com as universidades, um estudo t\u00e9cnico mais detalhado sobre \u201ca nova forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica que j\u00e1 apresenta uma vasta vegeta\u00e7\u00e3o, despertando a curiosidade de quem atravessa a ponte\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O in\u00edcio desses estudos, por\u00e9m, ainda n\u00e3o tem prazo definido para acontecer. Enquanto isso, a nova ilha dona de seus pr\u00f3prios mist\u00e9rios continua firme, arrancando olhares para si daqueles que trafegam pela ponte ou sob ela todos os dias.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;-<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reportagem<\/strong>: Fernanda Palheta<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o<\/strong>: Gustavo Dutra<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fotos e v\u00eddeos<\/strong>: Gabriel Caldas<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o de v\u00eddeo<\/strong>: Vicente Crispino<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ILHA DENTRO DA ILHA A ilha misteriosa sob Mosqueiro: a natureza que encanta A pequena ilha fez morada sob a movimentada ponte Sebasti\u00e3o R. de Oliveira, que liga o distrito de Mosqueiro aos demais munic\u00edpios \u00a0quarta-feira, 24\/11\/2021, 08:54 &#8211; Atualizado em 24\/11\/2021, 09:03 &#8211;\u00a0\u00a0Autor:\u00a0Fernanda Palheta\/DOL \u00a0Ilha nasceu nos \u00faltimos dois [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_publicize_message":"","jetpack_is_tweetstorm":false,"jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false}}},"categories":[1],"tags":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8778"}],"collection":[{"href":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8778"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8778\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8779,"href":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8778\/revisions\/8779"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8778"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8778"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alvopesquisa.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8778"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}