Magalhães Barata

Previsão do Tempo

Mapa do Município

Bandeira Municipal

 

Histórico

Maracanã é um daqueles lugares que encanta os olhos e dá saudade só de lembrar do seu povo hospitaleiro, sua cultura cabocla e, principalmente, das suas belas e paradisíacas praias. Poucos (aliás, pouquíssimos), por exemplo, conseguem esquecer a beleza majestosa da Praia da Princesa ou da Praia de Fortalezinha, na Ilha de Maiandeua (também conhecida por Algodoal). Não é à toa que Maracanã vem sendo disputada desde quando foi descoberta.
    No entanto, não foi fácil conquistar a antiga aldeia indígena. Primeiro, vieram os franceses que após ocuparem o Maranhão, em 1554, montaram uma indústria naval na costa ocidental da Aldeia dos Maracanãs e construíram grandes canoas para a extensão de seus domínios. Depois, vieram os portugueses que retomaram o território, destruindo qualquer lembrança deixada pelo país inimigo. Em 1622, respeitando o Tratado de Tordesilhas, chega a vez dos espanhóis. Em acordo com os portugueses, eles ficaram com a costa-mar de Maracanã. Quem sabe se esse fato da aldeia ter "voado" de mão em mão até retomar sua independência tenha alguma relação com o significado de seu nome. É que na linguagem indígena, Maracanã é uma ave, também conhecida por Araguaiaí, Araguari ou Aruaí. A ave ganhou esse nome devido ao ruído que faz, pois maracá significa chocalho e nã vem de nana, que quer dizer falso.
Hoje, depois de ter virado município em 1833, Maracanã é uma das cidades mais antigas do Estado, pertencente à zona do Salgado. A simplicidade dos moradores e a presença de uma cultura forte estão em todos os lugares. Seja no som agitado e marcante do carimbó (que embala as noites de Maracanã), no boi-bumbá ou nas festas religiosas de um povo cheio de alegria e fé.

Contagem da População 2007 7.650
Área da unidade territorial (km²)

781

 

Geografia

Clima: Equatorial superúmido

Mesorregião: Nordeste Paraense

Microrregião: Cametá

Altitude: 17 metros

Latitude: - 1,975 graus e decimais de graus

Longitude: - 48,95972 graus e decimais de graus

Xinguara

Previsão do Tempo

Mapa do Município

Bandeira Municipal

 

Histórico

O desbravamento do território que compõe o Município de Xinguara ocorreu por ocasião da abertura da rodovia PA-279. Essa rodovia foi projetada no governo de Aloisio Chaves, com finalidade de ligar o Município de São Félix do Xingu à rodovia PA-150, que corta o Estado do Pará.

O marco inicial da estrada foi fixado no entrocamento onde hoje se encontra a sede municipal. Inúmeras pessoas se estabeleceram em torno daquele marco, dando origem a uma povoação, que, devido a sua posição geográfica estratégica recebeu o nome de Entrocamento do Xingu, em 1976.

A prefeitura municipal de Conceição do Araguaia, determinou a urbanização da localidade, criando uma sub-prefeitura para coordenação dos serviços.

Elevado à categoria de Município com a denominação de Xinguara pela Lei Estadual nº5.028, de 13 de maio de 1982, desmembrado do Município de Conceição do Araguia.

Constituído do Distrito Sede em 31 de dezembro de 1983, quando foi solenemente instalado. O Município passou à categoria de Cidade com a mesma denominação.

O nome do Município é homenagem a dois importantes rios existentes no Estado do Pará - Xingu e Araguaia.


Fonte: Cidades do Pará - origem e significado de seus nomes

Contagem da População 2007 38.457
Área da unidade territorial (km²)

3.779

 

Geografia

Clima: Equatorial superúmido

Mesorregião: Sudeste Paraense

Microrregião: Redenção

Altitude: 279 metros

Latitude: - 7,095 graus e decimais de graus

Longitude: - 49,94583 graus e decimais de graus

Viseu

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Mapa do Município

Bandeira Municipal

 

Histórico

O território do Município de Viseu, situado na zona do Gurupi, era habitado primitivamente, pelos índios Tupinambá, tremembé e apitianga.

O primeiro povoado foi fundado em 1620, por ordem de Francisco Coelho de Carvalho, sendo composto de uma aldeia de índios apitiangas ás margens do Rio Gurupi.

O Distrito de Nossa Senhora da Conceição de Viseu foi criado em 1758. Em 22 de dezembro de 1856, pela Lei provincial nº 301, foi criado o Município, sendo instalado a 07 de janeiro de 1858.

A Lei Estadual nº 324, de 06 de julho de 1895, concedeu foro de Cidade à sede do Município de Viseu. Na divisão administrativa de 1911, e no recenseamento geral de 1920, Viseu figurava somente com o Distrito Sede.

Em 1930, dissençoes políticas suprimiram-lhe a condição de Município, passando a ficar sob a jurisdição direta do Estado. A restauração do Município de Viseu deu-se através da Lei Estadual nº 8, de 31 de outubro de 1953.

Fonte: Cidades do Pará - origem e significado de seus nomes

Contagem da População 2007 53.217
Área da unidade territorial (km²)

4.904

 

Geografia

Clima: Equatorial superúmido

Mesorregião: Nordeste Paraense

Microrregião: Guamá

Altitude: 15 metros

Latitude: - 1,19667 graus e decimais de graus

Longitude: - 46,14 graus e decimais de graus

Vigia

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Mapa do Município

Bandeira Municipal

 

Histórico

O município de Vigia é um dos mais antigos do Pará. Os primeiros moradores foram os índios Tupinambás, que ergueram no local a aldeia Uruitá. Nessa antiga aldeia, o governo colonial construiu um posto fiscal para proteger, fiscalizar e vigiar as embarcações que abasteciam Belém, evitando o contrabando. Foi a prática de vigiar do posto que deu origem ao nome do município.

Alguns autores acreditam que Vigia seja a mais antiga de todas as cidades da Amazônia, tendo sido fundada por Francisco Caldeira Castelo Branco durante sua expedição de conquista do Grão-Pará, em 06 de janeiro de 1616, seis dias antes da fundação de Belém.

A cidade tem uma das mais ricas culturas do Estado. É em Vigia, que pertence a região do Salgado, que está o círio mais antigo do Pará, a Festa de Nossa Senhora de Nazaré, o famoso carimbó (onde a tradição dos grupos folclóricos e compositores do ritmo é preservada), vilas de pescadores, monumentos e prédios antigos, além de outras atrações culturais.

Em 1889, com a Proclamação da República, Vigia fez sua adesão ao novo regime e partiu para uma nova fase de sua história. A cidade, que sempre foi palco de fatos importantes da história paraense, teve filhos ilustres, entre intelectuais, poetas, artistas e escritores. Não é à toa que é considerada por seus habitantes e admiradores como uma importante referência artística e cultural. Uma verdadeira "Atenas Paraense".

Contagem da População 2007 43.847
Área da unidade territorial (km²)

534

 

Geografia

Clima: Equatorial superúmido

Mesorregião: Nordeste Paraense

Microrregião: Salgado

Altitude: Dado não disponível

Latitude: 0,55361 graus e decimais de graus

Longitude: - 48,70222 graus e decimais de graus

Vitória do Xingú

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Mapa do Município

Bandeira Municipal

 

HISTÓRICO

A povoação de Porto Vitória, nome pelo qual ficou conhecido historicamente, foi, por muitos anos, dominado por grandes latifundiários, vivendo uma época de coronelismo a partir da terceira metado do século XIX, sob o domínio de Gaioso, José Porfírio e Agrário Cavalcante.

O povoado de Vitória possuia pequenos estabelecimentos comerciais e abastecia seringueiros, especialmente os do seringalista Gaioso, que por volta de 1877, já dominava toda aquela vasta região.

Criado o Município de Altamira, em 1911, sob intervenção de José Porfírio, o povoado de Vitória ficou contido na área de Altamira, sendo seu acesso exclusivamente portuário.

O Município com a denominação de Vitória do Xingu, foi criado em 1991, por lei sancionada pelo governador Jáder Barbalho, com território desmembrado dos municípios de Altamira, Senador José Porfírio e Porto de Móz. Foi instalado em 01 de janeiro de 1993.

Tradicionalmente denominada de Vitória, a cidade teve que acrescentar o termo "do Xingu" para diferenciá-la da capital do Estado do Espírito Santo
.

Contagem da População 2007 9.693
Área da unidade territorial (km²)

2.966

 

Geografia

Clima: Equatorial superúmido

Mesorregião: Sudoeste Paraense

Microrregião: Altamira

Altitude: 129 metros

Latitude: - 3,7175 graus e decimais de graus

Longitude: - 53,73667 graus e decimais de graus

Clima no Pará

Folha de S. Paulo

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