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Pastora morre durante culto e marido diz que foi ‘um sonho realizado’

5 de dezembro de 2018 at 13:24

Pastora morre durante culto e marido diz que foi 'um sonho realizado' (Foto: Reprodução)O esposo da pastora disse que partir enquanto ministrava no altar era um sonho de Vera. (Foto: Reprodução)

A cantora e pastora evangélica Vera Lúcia morreu enquanto fazia a pregação para os fiéis em uma igreja em Campo Grande, no último domingo (2).

Em uma live no perfil no Facebook, o marido da pastora Claudionor Evangelista relatou que as últimas palavras dela teriam sido “Deus é bom, Deus é bom”, antes de sofrer o mal súbito e cair no palco.

SONHO REALIZADO

O que chamou mais atenção foi que o incidente era um sonho que Vera tinha e orava a Deus por isso, segundo o marido dela. “O Senhor realizou um sonho que ela tinha”, disse ele.

Amigos e familiares da pastora lamentaram a perda.

(Com informações do portal JM Notícia)

 

Segundo CPI, diretores da Hydro devem ser responsabilizados

5 de dezembro de 2018 at 11:15

Segundo CPI, diretores da Hydro devem ser responsabilizados (Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

A última atividade da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os danos causados pela atividade de mineradoras à bacia hidrográfica do Rio Pará será no próximo dia 18, quando será apresentado o relatório final, após 9 meses de atividades. Ontem, em uma reunião secreta, os deputados Carlos Bordalo (PT), Eliel Faustino (DEM), o relator Celso Sabino (PSDB) e o presidente Neil Duarte (PSD) aprovaram de forma unânime a primeira versão do relatório, que ainda sofrerá alterações.

Várias representações de comunidades diretamente afetadas pela ação das empresas estiveram na Alepa ontem. Embora os deputados não tenham lido o relatório na íntegra, justamente por conta das alterações que serão feitas, tanto os deputados quantos os visitantes puderam falar sobre os trabalhos da CPI, de um modo geral.

Sabino destacou que algumas das recomendações citam nominalmente os diretores da Hydro Alunorte, a principal multinacional investigada por conta de um vazamento ocorrido nas bacias de rejeitos da empresa em Barcarena nos dias 16 e 17 de fevereiro, como responsáveis. “Esperamos agora que os órgãos deem o encaminhamento, que diligenciem as recomendações feitas”, analisou.

RECOMENDAÇÕES

Representante dos ribeirinhos que moram no entorno da bacia hidrográfica do Rio Pará, Paulo Feitosa, se disse satisfeito com o resumo apresentado pelos parlamentares. “Acredito que esse trabalho fará diferença agora e nos grandes projetos que virão depois após a exposição da realidade de quem mora lá”, reconheceu.

Já Carlos Bordalo afirma que deve fazer da causa uma pauta de seu próximo mandato. “Não é algo novo, só Barcarena registra pelo menos dois acidentes por ano. Uma indicação que deve ser levada em consideração é que se não houver responsabilidade social com controle ambiental, o processo de exploração mineral será de grandes prejuízos e nenhum benefício à longo prazo”, ponderou.

São pelo menos 44 recomendações feitas pela Comissão e o documento será encaminhado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Ministério Público do Estado do Pará (MP-PA).

PARA ENTENDER

A CRIAÇÃO DA CPI

– No dia 17 de fevereiro deste ano, moradores de Barcarena denunciaram a suspeita de vazamento de rejeitos da bacia da Hydro Alunorte. No dia 22 de fevereiro, o Instituto Evandro Chagas (IEC) confirmou o vazamento e a presença de metais tóxicos nas amostras. Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Alepa foi criada para investigar a atuação da Hydro/Alunorte em Barcarena e outras causas aos danos ambientais verificados no Rio Pará.

(Carol Menezes/Diário do Pará)

Pela quinta vez a incompetência de Zenaldo atrasa a entrega do BRT

5 de dezembro de 2018 at 10:41

A prefeitura de Belém adiou pela quinta vez a conclusão das obras do Bus Rapid Transit (BRT) na av. Augusto Montenegro. A conclusão do trecho que vai até o distrito de Icoaraci estava prevista para este mês de dezembro, mas só deve ocorrer em 2019, de acordo com a Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb).
Desde o início das obras em 2015, os gastos aumentaram cerca de R$57 milhões. Segundo a prefeitura, o valor inicial era de R$263 milhões e atualmente chega a R$320 milhões. A previsão de entrega seria em até um ano e oito meses.
Em julho de 2017, o prefeito Zenaldo Coutinho chegou a dizer que o trecho até Icoaraci, incluindo viaduto e estações, ficaria pronto ainda em dezembro daquele ano.

A obra em andamento é motivo de reclamações de motoristas, ciclistas, pedestres e até para quem administra pontos de comércio na área. Uma oficina teve a entrada dificultada pela obra e registrou queda de movimento nos últimos três meses.
O projeto do BRT foi dividido em três partes, sendo a primeira do Entroncamento até o Mangueirão e a segunda da av. Independência até o Terminal Tapanã. O trecho, que corresponde a 70% da obra, já foi concluído. São 7 km de pista, seis estações, dois terminais, incluindo o elevado no cruzamento da av. Independência.

Em junho deste ano, o representante da Seurb Reinaldo Leite, havia anunciado a conclusão dos serviços. “A gente está fazendo o possível para atender a população e fazer com que diminua os transtornos, e para entregar a obra até o final de outubro”, afirmou.

A Seurb disse em nota que, finalizada a obra, serão eliminados os transtornos e ficarão os benefícios para a mobilidade urbana e urbanização. A secretaria não informou os motivos do atraso e nem do aumento do valor da obra.

Advogado é preso em Belém por envolvimento em resgate de preso

5 de dezembro de 2018 at 10:27

(Foto: Reprodução/RBATV)

O advogado Armando Barroso foi preso, na manhã desta quarta-feira (05), em cumprimento de mandado de prisão por envolvimento no resgate do preso Anderson Bueno, enquanto ele estava internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Sacramenta, em setembro deste ano. O advogado foi preso na travessa Timbó, próximo à Rua Nova, no bairro da Pedreira, em Belém.

De acordo com informações do delegado Tiago Belieny, diretor da Divisão De Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), testemunhas foram ouvidas e reconheceram o advogado como motorista do veículo que deu fuga para o preso.

Uma mulher, que não teve o nome confirmado, também foi detida temporariamente suspeita de envolvimento no caso.

O delegado Tiago Belieny informou ainda que o advogado é suspeito de envolvimento no baleado de um investigador de Polícia Civil, na rua Aristides Lobo com a rua Benjamin Constant, no bairro Reduto, em agosto deste ano.

A prisão foi realizada pela equipe da Divisão De Repressão a Furtos e Roubos (DRFR).

DOL entrou em contato com a Ordem dos Advogados do Brasil-Seção Pará (OAB/PA) e aguarda retorno.

(DOL)

Motorista de aplicativo é feito refém por criminosos em Belém

5 de dezembro de 2018 at 01:55

Motorista de aplicativo é feito refém por criminosos em Belém (Foto: Antônio Melo/Diário do Pará)

Polícia negocia para libertar reféns das mãos de assaltantes. (Foto: Antônio Melo/Diário do Pará)

A insegurança toma conta de Belém e a prova disso foi nesta terça-feira (4), em mais um episódio de assalto com refém na capital. Agora, o local foi o canal São Joaquim, no bairro do Barreiro.

Um carro vermelho foi rapidamente cercado por uma equipe da Polícia Militar e logo se identificou que havia reféns dentro do veículo. Os bandidos assaltaram o carro na rodovia Artur Bernardes. dentro do veículo estava um homem que trabalhava para o aplicativo de transportes Uber.

As viaturas interceptaram o veículo na passagem Estelio Maroja e deu início a uma perseguilção. Os criminosos foram cercados próximo ao canal São Joaquim e a polícia deu início as negociações para libertar o refém.

Apos algumas exigências serem atendidas, como presença da imprensa e de familiares, os dois criminosos libertaram a vítima e se entregaram.

Um pouco mais distante do carro, curiosos acompanham o trabalho de negociação e aguardam com angústia o fim do assalto.

OUTRO CASO

Também na noite desta terça, uma passageira foi feita refém dentro de um ônibus na área do Ver-o-Peso.

(DOL, com informações de Dinan Laredo/RBATV)

 

Relator estuda manter ‘foro’ a autoridades para medidas como pedido de prisão

4 de dezembro de 2018 at 20:52

Por Fernanda Calgaro, G1 — Brasília

O relator da comissão especial na Câmara que discute o foro privilegiado, deputado Efraim Filho (DEM-PB) — Foto: Cleia Viana/Câmara dos DeputadosO relator da comissão especial na Câmara que discute o foro privilegiado, deputado Efraim Filho (DEM-PB) — Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O relator na comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o fim do foro, deputado Efraim Filho (DEM-PB), disse nesta terça-feira (4) que estuda apresentar um parecer mais brando do que o Senado para manter uma espécie de foro no caso de medidas cautelares contra autoridades, como mandado de prisão ou de busca e apreensão.

Segundo ele, a ideia é usar como base o texto aprovado pelos senadores, que acaba com a prerrogativa de foro em relação a crimes comuns, como roubo e corrupção. O foro continuaria a existir no caso de crimes cometidos no exercício do mandato e relativos à função.

Apenas os presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF) manteriam o foro privilegiado em qualquer situação.

“Estou estudando uma sugestão que tem a ver com as medidas cautelares, que é mandado de prisão, busca e apreensão, serem no órgão colegiado, e não poderem ser por decisão monocrática”, explicou Efraim ao G1.

Após adiamento na semana passada, a expectativa é de que ele apresente o seu parecer em uma reunião convocada para a tarde desta terça-feira.

Pela lei em vigor hoje, políticos como senadores, deputados federais e ministros têm direito a ser investigados e julgados apenas na esfera do Supremo Tribunal Federal (STF). No caso dos governadores, o foro é o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Prefeitos, por sua vez, são julgados por Tribunais de Justiça.

No texto aprovado pelo Senado em maio e agora sob análise da comissão da Câmara, as autoridades abaixo dos presidentes de Poder deverão ser julgadas pela primeira instância no estado onde o eventual crime comum tiver ocorrido, e não mais em tribunais superiores.

Se o relator na comissão da Câmara levar adiante a mudança em estudo, as decisões cautelares, como pedido de prisão, teriam que ter um aval de um órgão colegiado e não apenas de um juiz de primeira instância.

Efraim Filho tem dito que pretende encontrar um “ponto de equilíbrio” entre o texto aprovado no Senado no ano passado e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) deste ano.

Em maio, os ministros da Suprema Corte decidiram restringir o foro privilegiado apenas de deputados e senadores – pois a ação em julgamento tratava apenas de parlamentares.

Com a decisão, só permaneceram no STF os processos cujos crimes ocorreram durante o mandato do parlamentar e que estavam ligados às funções do cargo. Os inquéritos e ações penais que não se enquadram nesse filtro começaram a ser enviados à primeira instância da Justiça Federal ou Estadual.

O presidente da comissão, deputado Diego Garcia (ao centro), ao lado do presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, Roberto Livianu, e do relator, deputado Efraim Filho — Foto: Fernanda Calgaro/G1

O presidente da comissão, deputado Diego Garcia (ao centro), ao lado do presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, Roberto Livianu, e do relator, deputado Efraim Filho — Foto: Fernanda Calgaro/G1

Ato

Na manhã desta terça, o presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, Roberto Livianu, entregou ao Efraim Filho e ao presidente da comissão, deputado Diego Garcia (Pode-PR), um abaixo-assinado com mais de 700 mil assinaturas a favor do fim do foro.

No ato realizado no Salão Verde da Câmara, Livianu, que é promotor de Justiça no Ministério Público de São Paulo, criticou o foro, dizendo que “representa uma das principais barreiras e obstáculos ao combate à corrupção”.

O presidente da comissão especial afirmou que o compromisso do colegiado é aprovar um texto até o fim deste ano.

Advogado é detido em voo após dizer a Lewandowski que STF é ‘uma vergonha’

4 de dezembro de 2018 at 19:38

Por G1 DFMinistro do STF Ricardo Lewandowski durante voo entre Congonhas e Brasília — Foto: Reprodução

Ministro do STF Ricardo Lewandowski durante voo entre Congonhas e Brasília — Foto: Reprodução

Ex-prefeito de Tucuruí é alvo de operação por desvio de mais de R$ 50 milhões

4 de dezembro de 2018 at 12:09

Ex-prefeito de Tucuruí é alvo de operação por desvio de mais de R$ 50 milhões  (Foto:  Reprodução)

Ex-prefeito de Tucuruí volta a ser alvo de denúncia por corrupção. (Foto: Reprodução)

O ex-prefeito de Tucuruí, Sancler Wanderley Ferreira é um dos alvos da operação de combate à corrupção realizada na manhã desta terça-feira (4), com o cumprimento de diversos mandados de prisão, além de busca e apreensão.

Além do ex-prefeito, servidores públicos e empresários estariam envolvidos em fraudes que podem ultrapassar o valor de R$ 50 milhões.

A operação é realizada pelo Ministério Público Estadual com o apoio da Polícia Civil.

Em julho deste ano, o ex-prefeito já havia sido denunciado por um suposto esquema de fraude envolvendo servidores contratados pela prefeitura de Tucuruí, com desvio de dinheiro público, que na época pode ter custado mais de R$ 6 milhões aos cofres públicos da cidade.

(DOL)

Avião que transportava indígenas desaparece no extremo norte do Pará

4 de dezembro de 2018 at 10:15

Avião que transportava indígenas desaparece no extremo norte do Pará (Foto: Divulgação)

Avião desaparecido é um modelo PT-RDZ, embraer Minuano, semelhante ao da imagem (Foto: Divulgação)

Oito pessoas estão desaparecidas após um avião de pequeno porte perder o contato com a base 25 minutos depois de ter decolado no extremo norte do Pará. O fato ocorreu na segunda-feira (3).

O piloto teria comunicado que estava com problemas e precisava fazer um pouso de emergência, após isso não se teve mais notícias.

Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), os passageiros eram o motorista que do órgão e sete indígenas, que saíram do município de Laranjal do Jari, no Amapá, em direção ao Parque do Tumucumaque, já no Pará.


Porção de terra da comunidade indígena fica entre os estados do Amapá e Pará (Foto: Reprodução/Google Maps)

Uma porção da parte indígena do Parque do Tumucumaque está localizada entre os dois estados.

Até a publicação da reportagem não havia informações sobre a localização das pessoas ou da aeronave. O DOL busca mais informações com a Fundação Nacional do Índio.

(DOL)

MPF pede que Palocci pague 20 milhões de dólares para permanecer em prisão domiciliar

3 de dezembro de 2018 at 13:37

Por G1 PR

Palocci deixou a prisão no dia 29 de novembro, em Curitiba, depois que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) concedeu prisão domiciliar a ele. — Foto: Reprodução/TV Globo

Palocci deixou a prisão no dia 29 de novembro, em Curitiba, depois que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) concedeu prisão domiciliar a ele. — Foto: Reprodução/TV Globo

O Ministério Publico Federal informou nesta segunda-feira (3) que pediu à 12ª Vara Federal de Curitiba para que Antônio Palocci pague 20 milhões de dólares para permanecer em prisão domiciliar.

Os procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato alegam que o juiz Danilo Pereira Júnior errou ao permitir que Palocci saísse porque levou em consideração uma cláusula do acordo de colaboração que previa limite de indenização, em valores já bloqueados pela Justiça.

Esta cláusula, no entanto, não foi homologada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), segundo o MPF, e portanto não poderia ter sido aplicada.

O MPF pede que o juiz corrija esse erro e exija que Antônio Palocci pague o montante que foi estipulado em sentença.

O requerimento pede que, caso não pague, que o ex-ministro volte a ser preso por não atender aos requisitos para a progressão.

Palocci tinha sido preso em setembro de 2016 e deixou a prisão no dia 29 de novembro, em Curitiba, depois que o TRF-4 concedeu prisão domiciliar a ele. O ex-ministro está sendo monitorado por uma tornozeira eletrônica.

Um dia antes de colocar a tornozeleira, Palocci questionou o juiz federal Danilo Pereira Junior, da 12ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, sobre a possibilidade de trabalhar.

No entendimento do juiz de execução penal, que explicou sobre os regimes semiaberto e aberto, por ora, não é o momento para que ele comece a trabalhar, visto que o ex-ministro deverá cumprir a pena integralmente em casa.

Porém, o magistrado orientou que a defesa de Palocci, que é médico, faça o pedido no processo e não afastou a possibilidade por completo.

“Uma vez apresentado qual é o tipo de trabalho, onde, horário, aí a defesa peticiona e vou dar vista [ao Ministério Público Federal]. Em regra, não tem autorizado”, afirmou o juiz.

O juiz Danilo Pereira Júnior determinou que Palocci pague um valor mensal de R$ 149 pela manutenção do equipamento eletrônico.